terça-feira, 12 de julho de 2011

A cura.




Nós precisamos de cura. Cura para o nosso coração decepcionado. Cura para possíveis traições. Cura para difamações e calúnias. Curas para setas malignas. Curas para incompreensões. Cura para o nosso pecado (maior necessidade). Restaurações de sonhos, visão? Relacionamentos? Quanto sofrimento...

A doença quebranta. Ficamos dependentes de ajuda, tornando-nos mais solidário às necessidades alheias. Ganhamos outra visão de mundo: menos egoísta e mais participativa, solidária. 

São tantas as necessidades da filha de Sião como diz o hino. Mas, vamos meditar um pouco na Palavra do Médico dos Médicos que diz: “Eu sou o Senhor que vos cura”. Ele pode curar todas as nossas doenças. Levou sobre si as nossas enfermidades (pecados). Mas, também disse a Paulo sobre o seu espinho: “a minha graça te basta, o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” 

A nossa doença pode ser um meio de Deus glorificar o seu nome em nossas vidas – se não reclamarmos e entendermos que Ele tem o controle de tudo. Paulo mesmo disse que o espinho era para que ele não se ensoberbecesse. Qual o motivo de nosso “espinho”?

Muitos para serem curados precisam de ajuda como o paralítico que tiveram que abrir o telhado e o apresentarem diante de Jesus. Entretanto, em outro, no do Tanque de Betesda, há trinta e oito anos enfermo, não teve ajuda humana, foi o próprio Senhor que foi ao seu encontro e o curou. 

Ele também permitiu que Jó, um servo fiel fosse acometido de uma doença maligna. Doença não é sinônimo de pecado ou alguma ação corretiva divina. Pode ser provação, permissão.

No exército, aprendemos que um soldado ferido, são três fora de combate. Que seja! Estamos preparados para socorrer os ficam pelo caminho, como no caso do samaritano? ”Aquele que rega será regado!” 

No livro de Jó, no capítulo 14 e versos 7-9: “Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos, se envelhecer na terra a sua raiz, e morrer o seu tronco no pó, ao cheiro das águas, brotará e dará ramos como a planta”, com um hino muito bonito de um famoso conjunto, que apesar de teologicamente estar mal aplicado (brevidade da vida humana), traz uma mensagem bonita de esperança. Há esperança para aqueles que esperam em Deus!


Águas saradoras, como descritas no livro de Ezequiel, capítulo 47 e versículo 9, “porque lá chegarão essas águas e sararão, e viverá tudo por onde quer que entrar esse ribeiro” e no livro do profeta Zacarias: “ naquele dia, haverá uma fonte aberta para a casa de Davi e para os habitantes de Jerusalém contra o pecado e contra a impureza” – há uma fonte aberta!


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