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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O Senhor é a minha bandeira
A guerra contra os amalequitas foi o primeiro confronto de Israel após o Egito, ocorrido em Refidim.
Os judeus ainda, nos dias atuais, estabeleceram duas sentenças com base na Palavra de Deus:“Obliterar a nação de Amaleque” (timchê et zecher Amalek) e “Nunca esquecer as maldades que Amaleque fez” (zechor al tishkach).
Josué liderou o exército, enquanto Moisés, no alto de um monte com Arão e Hur, levantava o bordão de Deus; quando Moisés erguia as mãos, Israel vencia, garantindo a vitória divina.
Os amalequitas, descendentes de Esaú, atacaram covardemente a retaguarda de Israel (os fracos e cansados).
Josué lutou no campo, mas a vitória dependia da oração e dependência de Deus, representadas pelas mãos erguidas de Moisés.
Arão e Hur sustentaram as mãos de Moisés, simbolizando a importância da colaboração e intercessão.
Após a vitória, Moisés construiu um altar chamado "O Senhor é a minha Bandeira" e registrou que Deus teria guerra contra Amaleque de geração em geração (Ex 17).
“Recorda-te do que te fez Amaleque no caminho quando saíeis do Egito, quando te encontrou pelo caminho e feriu todos os enfraquecidos que ficavam atrás de ti, e tu estavas sedento e cansado, e Amaleque não temeu a Deus. [Portanto,] quando, pois, o Eterno, teu Deus, te der descanso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Eterno, teu Deus, te está dando por herança para possuí-la, apagarás a memória de Amaleque de debaixo dos céus; não te esquecerás!” (Dt 25.17-19).
Lembrando ainda que Hamã que queria destruir aos judeus na Pérsia no tempo de Ester era também amalequita.
Os amalequitas continuaram inimigos de Israel, sendo posteriormente alvo de uma ordem de destruição total dada a Saul (1 Sm 15).
É certo que o Hamas não simboliza Amaleque e sim a passagem significa a luta entre a fé e a oposição ao propósito de Deus.
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