A Bíblia pela Bíblia
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sábado, 23 de maio de 2026
Idolatria é o oposto da fé
Segundo a Bíblia, idolatria é a adoração de qualquer coisa que não seja Deus, seja uma imagem feita por mãos humanas, um ídolo, ou qualquer outra coisa que tome o lugar de primazia em sua vida.
Isso inclui o amor excessivo, adoração e dependência de coisas como dinheiro, poder, pessoas, trabalho, prazeres e até mesmo vícios, em detrimento do amor e obediência a Deus.
A lei mosaica proíbe estritamente a adoração de imagens, comparando a idolatria a uma traição a Deus.
No Antigo Testamento, a idolatria de Israel era frequentemente comparada a uma "prostituição" espiritual, significando o abandono de Deus, seu "marido", para seguir outros deuses.
A história de Israel mostra que a idolatria levou a divisões e ao cativeiro, destacando as consequências graves desse pecado.
Idolatria no Novo Testamento
Jesus ensina que a verdadeira adoração a Deus, que é espírito, deve ser feita "em espírito e em verdade", sem a necessidade de imagens físicas de Deus.
No capítulo 7 e verso 7, do primeiro livro do profeta Samuel, há uma grande vitória do povo israelita sobre os filisteus.
Em alguns versos anteriores, houve primeiramente a conversão inteira do povo a Deus, retirada de deuses estranhos e os astarotes.
Quando o profeta estava sacrificando o holocausto, os filisteus chegaram à peleja contra Israel; e trovejou o Senhor aquele dia com grande trovoada, de tal modo que foram derrotados.
A prosperidade espiritual vem com a retirada dos ídolos!
Daniel e sua dedicação às coisas do rei
A dedicação é um compromisso profundo de amor, tempo e esforço dedicado a Deus, ao próximo ou a um propósito sagrado.
Ela é frequentemente descrita como a entrega total do coração e a constância em fazer a vontade divina em todas as áreas da vida.
O texto bíblico destaca que a dedicação, a competência e a excelência profissional abrem portas de grande reconhecimento.
O sábio assim se expressou: Viste um homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não será posto perante os de baixa sorte (Pv 22.29).
Em contrário, Jeremias advertiu quanto a agir de forma relaxada, com falta de compromisso e seriedade (Jr 48.10).
Os filhos de Eli, Hofni e Finéias, que, apesar de serem sacerdotes, desprezaram as coisas santas e trataram a obra do Senhor com irreverência.
Como resultado, ambos enfrentaram um fim trágico!
Há uma frase conhecida no livro dos Salmos: "Socorri um que é esforçado".
O texto complementa que a mão do Altíssimo fortalece o esforçado. Nela Deus relata ter socorrido e exaltado um escolhido (Davi), destacando a valorização do esforço e dedicação na obra divina (Sl 89.19).
É frequentemente usado para ilustrar como a dedicação (como a de Daniel) resulta em capacitação divina.
Ele destacou-se não apenas por sua excelência administrativa, mas por manter princípios inegociáveis, servindo ao rei terreno sem jamais comprometer sua fidelidade a Deus
A dedicação de Daniel ao divino, marcada por oração constante e integridade inabalável, resultou em capacitação divina superior, tornando-o dez vezes mais sábio e capaz de interpretar visões.
Essa postura fiel em meio à cultura babilônica gerou um "espírito excelente", permitindo que ele se destacasse e recebesse revelações divinas (Dn 5.12; 14).
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Ele institui os reis
Na Bíblia, a monarquia em Israel foi instituída pelo próprio Deus, que atendeu ao pedido do povo para ser governado por um rei como as outras nações.
O profeta Samuel, que atuava como juiz, ungiu os primeiros monarcas:Saul e Davi após a rejeição de Saul.
A relação simbólica entre o rei de Tiro e o Adversário de Jesus é extremamente clara.
A frase "Maldita serás" é uma citação bíblica que aparece no livro do Gênesis.
Nela, Deus amaldiçoa a serpente pela indução do pecado de Adão no Éden.
No contexto, literalmente assim está escrito: "Porquanto fizeste isso, maldita serás mais que todo o gado, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida" (Gn 3.14).
Na Bíblia, o que faz separação entre Deus e os homens é o pecado e a serpente "causou" isso e acima está a sentença divina sobre ela.
Segundo o apóstolo Tiago, tTodo bem e toda boa dádiva vem de Deus, e a Sua ausência, necessariamente e logicamente, nos torna vulneráveis às maldições.
A serpente é amaldiçoada após o pecado no Éden, mas na verdade, ela já estava sem a bênção de Deus desde quando disse: "...subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo”.
Ela não andava mais com o Altíssimo, já rastelava espiritualmente desde o seu primeiro e decisivo pecado (Ez 28; Is 14).
Como Satanás, o rei de Tiro era certemente muito presunçoso e orgulhoso.
Ao invés de reconhecer a soberania de Deus, que institui os reis, ele atribuía as suas riquezas à sua própria sabedoria e força, ledo engano, adivinhação e auto-ilusiosismo.
Não satisfeito com a sua posição extravagante, o rei de Tiro queria mais e mais, resultando em Tiro se aproveitando de outras nações...
O rei de Tiro, como outras nações, para sua própria destruição, expandiu a sua própria riqueza à custa da opressão dos outros.
Entretanto, assim como o orgulho de Satanás causou a sua queda e causará a sua destruição final, pois já está condenado e destinado á destruição, assim também a cidade de Tiro perderá a sua riqueza, poder e posição.
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Sem conhecimento, há destruição
O conhecimento consolida a força (Pv 24.3), porque pelo conhecimento sabe-se o que nos é dado gratuitamente por Deus (1Co 2.12).
Pelo conhecimento pode-se alcançar libertação (Jo 8.32).
Ainda pelo conhecimento o cristão é instruído acerca do que Deus quer dos homens (1Tm 2.4).
Por ele agrada-se a Deus, pois não é resultado da nossa própria força, mas o próprio Deus nos dá graça para agradá-lo (2Co 5.9).
Enfim, ele é o elemento central para o desenvolvimento e a criação do caráter cristão.
Traz normas espirituais pela operação do Espírito de Deus, passa a andar nos estatutos de Deus (Ez 36.27).
Através dele se sabe que o salvo em Cristo deve ser honesto a toda prova (Rm 12.17; 2Co 8.21; Fp 4.8; 1Pe 1.12; Hb 13.18), jamais mente (Is 63.8; Ef 4.25; 1Jo 2.28) ou tem o testemunho de sua consciência, no Espírito Santo, de que não mentiu (Rm 9.1), porque Jesus disse: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.37).
Ainda se sabe que o cristão não se apodera de alguma coisa que não seja dele: “Aquele que furtava não furte mais” (Ef 4.28), assim como Zaqueu depois de salvo queria restituir e restituiu aquilo que havia defraudado (Lc 19.8) pois agora vive uma vida moral que é exemplo de pureza.
Por último, sem ele o convertido jamais saberia que não se dá falso testemunho de alguém (Êx 20.16; Pv 10.18; Tg 4.11).
sábado, 16 de maio de 2026
Esperando em Deus
Na Bíblia, a "arte de esperar com paciência" não significa ficar parado na passividade.
É um exercício de confiança ativa e perseverança (Sl 40.1; (Is 40.31; Tg 5.8).
O tempo de Deus é perfeito, e esperar nele é uma forma de renovar as forças e manter a esperança diante das dificuldades.
"Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor".
O Salmo mostra que a espera tem uma recompensa e que Deus está atento.
"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão".
A Bíblia compara a paciência à atitude do agricultor, que espera a colheita com expectativa e trabalho árduo.
"Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima".
Refletir sobre a providência divina é a melhor forma de lidar com a ansiedade e as incertezas, confiando que o propósito divino se cumprirá no momento certo.
O Mestre também incentiva a buscá-lo: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á".
Um meio de compreensão significa que a perseverança na busca por algo (seja conhecimento, favor, ajuda de Deus) leva ao sucesso ou ao encontro do que se procura, incentivando a persistência com fé (Mt 7.7-8).
Há também provérbios relacionados, como "Quem procura o bem alcança favor; mas o mal chegará àquele que o busca", indicando que a busca por coisas boas resulta em bênçãos, enquanto a busca pelo mal traz consequências negativas (Pv 11.27).
Enfim, a Bíblia mostra que a ação de buscar, seja em oração ou em ações práticas, é recompensada.
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