quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Precisão bíblica

No livro do profeta Daniel é tratado sobre um novo período de tempo, nunca antes citado na Palavra, tempo em que vários objetivos seriam alcançados conhecido como as setenta semanas. Bem, os objetivos são: extinguir a transgressão; dar fim aos pecados; expiar a iniquidade; trazer a justiça eterna; selar a visão e a profecia; ungir o Santo dos Santos. Há um período destacado de sete semanas e 62 semanas tendo o seu início no reinado de Ciro, quando foi dada a “ordem para restaurar e reedificar Jerusalém” e que iria até a chegada do Messias, Jesus, e, então, até a vinda de Cristo são 69 semanas, faltando apenas uma semana. Nesse período final de uma semana é já a semana de número setenta; e no verso 26 e depois o 27 separadamente. No verso vinte e seis é dito que nesta última semana o Messias Jesus seria tirado e, mais, “o povo do príncipe que há de vir, destruirá a cidade e o santuário” e “até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações”. Já o verso 27 traz mais detalhes desta mesma última semana: o Messias “firmará um concerto com muitos por uma semana”. E, agora, há uma repartição desta semana final ao dizer: “na metade da semana fará cessar o sacrifício e a ofertas de manjares” e, ainda acontecerá que “sobre a asa das abominações virá o assolador e isso até a consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador”. O verso 27 primeiro refere-se ao concerto eterno (sete dias) que Jesus faz pela morte na cruz e “com muitos”, com os creem em seu nome é o concerto da salvação eterna, no perdão dos pecados pelo seu sangue. O clímax das setentas semanas acontece a partir da metade da última semana, os três e meio dias finais, quando, então, o Messias “faria cessar o sacrifício e a oferta de manjares” cumpriu-se isto quando Cristo morto pelos judeus tornava inútil os sacrifícios e ofertas determinadas pela lei. Para que cessasse de fato toda religiosidade vã definida pela lei é que foi destruído o templo e a cidade de Jerusalém pelo “povo do príncipe que havia de vir” - os romanos, que, no ano 70 aD, com seus exércitos, não deixou pedra sobre pedra e desde então nunca mais se realizou tais rituais levíticos. Então de Jesus morto até o fim dos tempos faltam apenas três dias e meio.

Anote aí

Debaixo sol

Para o sábio Salomão não há nada de novo debaixo sol. Certamente na época/tempo dele já existiam avanços tecnológicos, mas que para ele não mudavam substancialmente a essência da vida cotidiana. Sem dúvida há debates e diversas correntes de pensamentos quanto ao que é moderno, pós-moderno, contemporâneo, etc. Momentos históricos não devem ser desprezados como as grandes navegações, a indústria, a globalização; porque trouxeram melhorias para a população, contudo o íntimo, a estrutura, a substância humana não é modificada. De igual maneira também não pode ser esquecida a realidade egoísta do ser humano que tem prevalecido nas últimas décadas através de governos com tendências liberais, com aumento progressivo das desigualdades sociais, com o destino das riquezas em mãos de uma pequena minoria. Bem, voltando ao sábio, não há nada de novo debaixo do sol e agora espiritualmente, segundo a Palavra, há somente três quadros representativos ou categorias de pessoas na face da terra: pessoas abençoadas (espiritualmente e/ou materialmente) e amaldiçoadas (Gn 9. 25-27; Dt 11.26-31; Dt 28).

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

São poucos os fiéis?

O fundamento da fidelidade é indispensável, mas, segundo o salmista Davi, “são poucos os fiéis entre os filhos dos homens” (Sl 12.1B). Se, a princípio, na vida cristã, isso pode parecer simples, entretanto, não é bem assim, em razão de que certamente aparecerão entraves a esse belo propósito. No decorrer dos dias e avanços das provações é capaz de se tornar insuportável. Daniel era de família nobre em Judá e também da descendência de Davi, sendo enviado para a Babilônia pelo rei Nabucodonosor durante o reinado de Jeoaquim (Dn 1.1 e 2). Foi levado para viver no palácio do rei e lá permanece durante vários reinados subsequentes. No livro que leva o seu nome, o profeta relata a sua história entrelaçada com o juízo divino sobre o povo de Israel, mais precisamente, Judá. Seu intuito maior na Babilônia, segundo ele mesmo descreve, era permanecer fiel ao Senhor (Dn 1.8), mesmo envolvido no reino e em suas atividades na administração do governo mundial da época ele assim permaneceu até os seus últimos dias. Deus lhe deu entendimento em toda visão e sonhos (Dn 1.17B) e isso foi muito útil para ajuda ao rei com diversas interpretações divinas e depois também do rei Belsazar, filho de Nabucodonosor, com bons conselhos, apesar que este não foi bem sucedido em sua gestão interrompida pela invasão de outro reino, já revelado ao profeta. Daniel deixou também relatado em seu livro, um vasto material escatológico, devendo ser estudado em conjunto com o livro de Apocalipse e outros para ser ter um entendimento mais amplo e genuinamente bíblico, isto é, uma interpretação correta. Um ponto básico na fé é o ser achado fiel ao/pelo Senhor. A doutrina de Cristo recomenda/exige dos seus seguidores a sinceridade ao servi-lo, pois Ele sonda as intenções/interesses do coração e deles é ordenado que militem legitimamente (2 Tm 2.4-5). É necessário sempre buscar ajuda do Altíssimo, pois Ele certamente socorrerá e recompensará aqueles que lealmente o buscarem

Deus é imortal

Desde o primeiro relato de Gênesis sobre a criação do homem, há na Bíblia uma intelecção que é desenvolvida em que o fôlego da vida assoprado em seus narizes é algo (inicialmente ou de forma geral) passageiro. Quando ele ainda estava no Jardim do Éden em seu estado de pureza/simplicidade/inocência foi avisado pelo Eterno que ele não tem vida para sempre e, caso ele pecasse, certamente, morreria, sendo essa a natureza/forma normal da vida (Gn 2.7, 16 e 17, 3.19). Ainda no Velho Testamento, o sábio Salomão e o profeta Isaías também confirmam esse pensamento quando que toda a carne é erva e que devemos nos lembrar do Criador antes que venham os maus dias (Ec 8.8, 9.3-4, 12.1-7, Is 40.6-8). Por fim e em complemento aos pensamento acima exposto, agora no Novo Testamento, o apóstolo Paulo disse claramente que só o Altíssimo tem a imortalidade (1Tm 6.16).