A Bíblia pela Bíblia
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quinta-feira, 9 de julho de 2026
Jesus reina desde sempre
Há o entendimento de muitos cristãos que o Senhor Jesus reinará aqui na terra por um período de tempo (mil anos).
Esquecem primeiramente que Ele reina desde sempre e o seu reino é espiritual e eterno, não passará jamais, ao contrário dos reinos deste mundo que são momentâneos.
Ainda no início do livro do Apocalipse, no verso 6 há a ratificação de uma célebre revelação do reinado eterno de Cristo, uma realidade já cantada no Salmo 93 e evidenciada através do profeta Daniel no capítulo 2 e verso 44, que durante os reinados transitórios desse mundo, já havia um reino que não passaria jamais.
O Senhor e sustentador de tudo fez a terra para o homem, que ao invés de reconhecer a sua majestade e soberania, prefere viver “independente” do Criador, de acordo com seus interesses, conforme diz o salmista no Salmo 2 e verso 3, parte B: [...] “sacudamos de nós as suas cordas”.
O apóstolo Pedro no capítulo 3 e verso 7 de sua segunda carta, destaca que esta terra está preparada para o fogo e não para um reinado do Messias. Se a justiça divina na época de Noé foi manifestada através das águas do dilúvio, agora, porém, de maneira definitiva e final, será através da destruição total dela pelo fogo (2 Pd 3.7).
No segundo livro da Bíblia, no capítulo 19 e verso 6, o Senhor deixa claro a Moisés que o plano dEle para o seu povo é que eles seriam um “reino sacerdotal”: “E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel”.
Ainda finalizando este tópico, essa verdade do reino sacerdotal de Cristo é novamente repetida nas palavras iniciais do livro do Apocalipse que o Senhor Jesus [...] “nos fez (no passado, não é algo futuro) reis e sacerdotes para Deus e seu Pai [...]” (Ap 1.6).
Recorrendo a médiuns, necromantes e espíritos
"E passarão pela terra duramente oprimidos e famintos..." (Is 8.21).
Essa frase é uma referência que descreve as consequências trágicas da desobediência e do afastamento de Deus.
O texto profetiza um tempo de grande angústia, onde as pessoas enfrentarão extrema escassez e sofrimento.
Continua assim a descrição do juízo de Deus sobre o povo de Israel e de Judá: "...tendo fome e enfurecendo-se, então amaldiçoarão ao seu rei e ao seu Deus".
A situação relata momentos de profunda angústia, fome severa e as consequências da desobediência.
Por causa do desespero e da escuridão espiritual, o povo recorria a médiuns, necromantes e espíritos em vez de buscar a Deus.
O profeta descreve que a nação passaria por uma fome tão extrema que as pessoas ficariam desesperadas, exaustas e irritadas ("endurecendo-se").
Na sua rebeldia e sofrimento, em vez de se arrependerem, o povo amaldiçoava o seu rei humano e o seu próprio Deus.
Enfim, a Bíblia usa essa cena para ilustrar como a rejeição a Deus e o afastamento de Seus mandamentos levam as pessoas a reagirem com amargura e revolta diante das crises, em vez de buscarem o verdadeiro arrependimento.
O Eterno trata com os pastores sobre os pormenores de cada igreja, apontando méritos e problemas, fazendo alertas e promessas, pois Ele “tem na sua destra as sete estrelas” (Ap 1.16).
Aos que ouvirem a admoestação e se converterem dos maus caminhos, certamente vencerão na fé em Cristo e alcançarão as bênçãos prometidas.
Quase todos os líderes dos grupos de irmãos que serviam ao Altíssimo nas cidades da Ásia tinham algo que precisava de aprimoramento para ser aprovado, entretanto, o Senhor os convida a vencer as dificuldades deste mundo e as suas próprias imperfeições e fraquezas para estarmos com Ele que tem os olhos como chama de fogo (Ap 1.14).
Pode-se dizer que Filadélfia era uma igreja sem mácula, fiel – apesar de ter pouca força, sendo interessante notar através do texto sagrado, e, concluir, que, muita pujança não é necessariamente garantia de fidelidade (Ap 3.8).
Com isso, faz-se necessária uma auto avaliação sincera para se ver onde realmente está o coração e desviá-lo de não colocar a “esperança na incerteza das riquezas” e deixar de priorizar o reino dos céus.
Visão celestial do trono divino
A revelação da glória de Deus, cercada de pedras preciosas.
Relata a existência de um arco celeste (Gn 9.9) e vinte e quatro tronos, com vinte e quatro anciãos ao redor do trono.
As suposições são várias, mas a Palavra não esclarece, mostrando unicamente que ao redor há muitos de milhares de milhares que o assistem e milhões de milhões que o reconhecem como Senhor (Ap 4.2-4).
João também viu quatro seres vivente (*1) “cheios de olhos”, capacidade de verem tudo em volta na sua função de assistir a Deus.
Estavam no meio e ao redor do trono e tinham respectivamente seis asas e não descansavam, nem de dia ou nem de noite e proclamavam a santidade do Senhor: “Santo, Santo, Santo”.
Os profetas Isaías (Is 6.1-3), Ezequiel (Ez 1.26) e Daniel (Dn 7.9 e 19) também viram a glória de Deus e os dois últimos concordam com a mesma descrição, cujo seu aspecto era como fogo (Hb 12.29), a forma gloriosa como foi revelada a eles, servindo como um paralelismo bíblico, quando uma mesma informação é detalhada em outro texto.
Com todo resplendor de glória, Deus e o Filho Jesus estão rodeados de querubins que continuamente louvam e adoram.
É certo que as visões aqui apresentadas são apenas uma parte daquilo que há lá no céu, pois mal compreendemos as coisas terrenas, como, então, poderíamos entender a totalidade das coisas espirituais (Jo 17.17)? [...] “Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Ap 5.13).
Jeú destrói Baal em Israel
As ferramentas também serão julgadas, como foi Faraó, os Assírios, Nabucodonozor, os medo-persas, os gregos e os romanos. E, se o julgamento começa na Casa do Senhor, e começa, qual será o fim daqueles?
Apesar de ter sido usado poderosamente como uma ferramenta de justiça, Jeú não andou com inteireza de coração perante o Senhor, nem destruiu os ídolos que fizera Jeroboão para o povo não descer ao templo com medo de perde-los e mais tarde o Eterno diz ao profeta Oséias que visitaria a casa de Jeú.
No segundo livro dos Reis, capítulo 9 é descrita a ordem do profeta Eliseu para a unção de Jeú, filho de Jeosafá, capitão do exército, como rei de Israel, com a missão de ferir a casa de Acabe pelos seus muitos desvios e más influências.
Jeú encontra a Jorão e a Acazias no campo de Nabote, no mesmo local em que mais tarde Jezabel foi comida por cachorros conforme a palavra do profeta Elias. Após isso, Jeú extermina os filhos de Acabe e os irmãos de Acazias.
Por fim, ainda, com a ajuda de Jonadabe, desfaz todos os profetas, servos e sacerdotes de Baal numa solenidade de sacrifícios e holocaustos, queimaram as estátuas e derrubaram a casa de idolatria, destruindo a Baal de Israel.
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