A Bíblia pela Bíblia
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domingo, 10 de maio de 2026
Diga não ao horóscopo
Dizer não ao horóscopo é uma postura que prioriza a racionalidade, a ciência e o livre arbítrio sobre crenças baseadas na posição dos astros.
Do ponto de vista científico, o horóscopo não é reconhecido e a astrologia é vista como superstição, sem comprovação de que os signos influenciem a personalidade.
A astronomia moderna, desde o século 17, demonstra que a posição dos astros no momento do nascimento não determina o caráter ou o futuro de alguém.
Na Bíblia, há diversas orientações quanto a evitar a astrologia.
Os astrólogos da Babilônia não foram capazes de ajudar o rei com o seu sonho perturbador. Todavia, Deus abençoou o seu profeta piedoso Daniel com os dons verdadeiros do Espírito Santo, e ele foi levado à presença do rei para interpretar o sonho (Dn 2.27-28).
A descrição do fato foi assim: "Respondeu Daniel na presença do rei: o mistério que o rei exigiu, nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhadores lhe podem revelar; mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonossor o que há de suceder nos últimos dias. O teu sonho e as visões que tiveste na tua cama são estas".
Deus proíbe o ato de adivinhação de maneira bem explícita: "... não usareis de encantamentos, nem de agouros..." (Lv 19.26, 31).
Ainda no Pentateuco, o cristão é orientado a não buscar respostas em adivinhações ou astrologia, pois isso é considerado abominação ao Senhor (Dt 18.10-12).
Literalmente o profeta Isaías assim se pronunciou sobre a prática astrológica: "Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora e te salvem os astrólogos, que contemplam os astros, e os que nas luas novas prognosticam o que há de vir sobre ti. Eis que são como restolho; e logo os queimará, não poderão livrar-se do poder das chamas; pois não é um braseiro com que se aquentar, nem fogo para se sentar junto dele. Assim serão para contigo aqueles com quem te hás fatigado, os que tiveram negócios contigo desde a tua mocidade; andarão vagueando, cada um pelo seu caminho, não haverá quem te salve" (Is 47.13-15).
Cativo, o cativeiro?
A expressão "manietar o valente" (ou "amarrar o homem forte") provém das parábolas de Jesus.
Ela ilustra que, para libertar os cativos (roubar os bens) de Satanás (o valente), Jesus precisou primeiro subjugá-lo, demonstrando sua Jesus disse isso ao ser acusado de expulsar demônios pelo poder de Belzebu, explicando que seu poder vinha do Espírito de Deus.
Nela o Valente (Homem Forte) representa Satanás, que guarda o seu "território" e mantém os seres humanos cativos (Mc 3.27, Mt 12.29 e Lc 11.21-22).
Quanto a ação (Manietar) que significa amarrar, restringir ou subjugar o poder de Satanás.
Jesus faz isso através de sua obra expiatória e poder sobre os demônios, levando cativo o que estava em cativeiro e como Paulo diz após a sua conversão: "...sou preso de Cristo" (Ef 3.1).
O resultado prático de saquear a casa é a libertação de pessoas da influência do mal e a expansão do Reino de Deus.
Dentro de uma pequena análise textual de um dos exemplos citados pelo apóstolo Paulo, agora aos Efésios, em seu capítulo 4 e verso 8: “...subindo ao alto...”, não há outra melhor verossimilhança do que o Altíssimo ao subir glorificado, leva preso (o apóstolo, por exemplo, disse algumas vezes, “ o preso do Senhor”) o que estava aprisionado em uma vida de pecados e delitos , e, agora dá ferramentas para o trabalho no Reino.
Assim, os dons são ferramentas espirituais dadas à Igreja para o trabalho na Seara do Mestre.
Desenhando para melhor compreensão
Para tratar do assunto em pauta é necessário, segundo a Bíblia, falar sobre os dons.
A Palavra diz que Deus dá dons aos homens, e, é verdade que há dons naturais e espirituais – toda a boa dádiva vem d’Ele.
Segunda coisa, dons espirituais são distribuídos pelo Altíssimo para aquilo que for útil como destaca o apóstolo Paulo aos Coríntios.
Se o Eterno distribui segundo a sua presciência e soberania de forma liberal, então já está aí a chamada do cristão, que é a sua efetividade no Reino.
Agora, ministério é a constância em trabalhar no reino dos Céus com o dom que Ele deu.
Cristão, qual a sua dificuldade?
Com base em reflexões comuns na caminhada cristã, as maiores dificuldades frequentemente giram em torno de manter a constância e a fidelidade em um mundo cheio de distrações e desafios.
A maior luta costuma ser a regularidade na oração e na leitura da Bíblia, priorizando o tempo com Deus em meio à rotina agitada.
Outra peleja é enfrentar a pressão de ser luz e manter o caráter cristão diante de um ambiente contrário aos valores do Evangelho.
Uma das maiores é a batalha diária contra o ego, a carne e as tentações (pecados ocultos ou de estimação), buscando a transformação diária.
Enfim, manter a fé e a esperança em Deus durante momentos de crise, dor ou quando as respostas não vêm rápido.
A caminhada é vista como uma "guerra" espiritual, onde a perseverança é fundamental, reconhecendo que a força vem da graça de Deus, e não apenas do esforço humano.
Um breve comparativo é necessário com as dificuldades, rejeição, perseguições enfrentadas pelo profeta Jeremias.
Durante o seu ministério devido a sua mensagem como a conspiração em Anatote (Jr 11.21), foi ferido e colocado no cepo pelo sacerdote Pasur (Jr 20.1), tentativa de morte por sacerdotes, príncipes, profetas e pelo povo ao profetizar no átrio da casa do Senhor (Jr 26.1-8).
Ainda foi ferido/preso pelos príncipes durante o reinado de Zedequias (Jr 37.13-15) e lançado no calabouço de Malquias (Jr 38.6).
Entretanto, ressalta-se que o mensageiro do Eterno era muito bem conhecido no império caldeu, pois o próprio rei Nabucodonosor dá ordens a seu respeito para o general do exército, isso será comentado posteriormente.
Apesar de toda dificuldade e perseguições o profeta ainda intercede pelo povo (Jr 14.10) sendo orientado para não rogar pelo bem do povo, pois que “tanto amaram o afastar-se e não detiveram os seus pés, por isso o Senhor não se agrada deles, mas agora se lembrará da maldade deles e visitará os seus pecados” mostrando que sobre eles não viriam boas coisas.
Deus ainda acrescenta a informação de que mesmo que outros servos fiéis de tempos antigos clamassem pelo povo, Ele ainda assim não os ouviriam: “Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, não seria a minha alma com este povo” (Jr 15.1).
Bem, dificuldades sempre existiram!
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Tempo de juízo
Em nossos dias falta alegria, alimento - isso porque na Casa do Senhor falta oferta, e esses sinais querem dizer o que está por vir? Sim, juízo.
Em todo tempo “Jeová é Deus”, mas o profeta Joel assim se refere em seu livro aos inimigos da lavoura mostrando um desastre completo: interno e externo.
Outras figuras mais são apresentadas se referindo ao dia do Senhor...
O "Dia do Senhor" no livro de Joel é um tempo de juízo (Jl 1.15, 2.1-11).
É um momento de visitação de Deus para correção!
Joel descreve o dia como "grande e muito temível", indicando uma intervenção divina direta.
Ele é descrito com imagens sombrias de escuridão, nuvens densas e destruição, falta da presença de Deus.
Diante do juízo, o profeta clama por jejum, choro e arrependimento sincero, indicando que Deus é misericordioso e pode restaurar o povo se houver mudança de coração.
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