A Bíblia pela Bíblia
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terça-feira, 25 de agosto de 2026
Os enviados
O termo apóstolo que é enviado, muitas vezes é confundido ou empregado de forma incorreta, principalmente como uma posição hierárquica.
É certo que enquanto tivermos a obra dEle ainda aqui na terra, certamente teremos este ministério para a edificação da igreja, entretanto, não é facilmente detectável e alguns estão incorrendo no erro da autoproclamação.
Na verdade a própria função de diácono, presbítero, evangelista e pastor já não bem compreendida pelo mundo cristão, não sendo nenhuma surpresa e agora também a dificuldade de interpretação do termo apóstolo.
Aparenta na realidade mais uma posição administrativa, mostrando assim uma soberba e preocupação com status e não em servir a igreja numa função específica dada por Deus, com muitos seguindo esse novo modismo, mais preocupados em agradar aos homens (ou não desagradá-los) do que ouvir ao Senhor, o que também não é novidade nenhuma.
Com a morte do juiz Otoniel
Um mensageiro de Deus lembra que o povo de Israel não estava atento ao mandato divino e se misturou com o povo da terra de Canaã, não destruíram os altares dos deuses das nações que também deveriam ser expelidos.
Assim, os vizinhos serviriam de tropeços e laços para eles em toda a história dos juízes e após a morte de Josué, toda a geração foi renovada e os novos surgem sem conhecimento do Altíssimo e adorando às imagens de escultura, Baal e Astarote.
Com a morte do juiz Otoniel, o povo novamente se desvia e Débora pergunta se Deus não ia livrar ao povo israelita da escravidão e Baraque, entretanto, coloca uma condição da juíza ir com ele.
O Senhor deu vitória a Israel e Débora teve uma participação essencial como porta voz de Deus naquele momento.
A alegria do Senhor
Neemias foi enviado por Artaxerxes para Jerusalém para as reconstruções do muro.
Teve sensibilidade com a questão social do povo, repreendendo os ricos na questão de usuras, sendo nomeado governador não comeu “o pão do governador”.
Esteve sempre cercado de intimidações e ameaças, tentando intimidá-lo a desistir de seu intento.
O objetivo inicial era levantar os muros, entretanto, faltava algo mais para o povo ter um encontro maior com Deus? Sim.
Esdras, também enviado pelo rei, era um escriba hábil na lei de Moisés, e preparou o seu coração para buscar a lei do Senhor, e para cumprir, e para ensinar em Israel.
Deparou-se com um problema grande, pois o povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas tinham se casado com mulheres hetéias, não guardando o mandamento do Senhor, e com a graça de Deus, promove um avivamento entre eles.
No livro de Neemias, capítulo 8, foi dito a Esdras que trouxesse o Livro da Lei para todos ouvirem, desde a alva até o meio-dia, com todo o povo atento e consagraram aquele dia ao Senhor.
“E leram no livro, na lei de Deus, e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” (Ne 8.8).
O resultado desse avivamento foi arrependimento e confissão de pecados.
Um dos profetas do período pós-exílio que denunciou a situação caótica que vivia o povo e o incentiva a terminar a construção do templo foi o profeta Ageu.
Após os primeiros retornos da Babilônia, tinha sido levantado o altar e postos os alicerces do templo, relatados no capítulo terceiro do livro de Esdras.
Mas, devida a falsa acusação ao rei Artaxerxes, dos samaritanos, a construção do templo é paralisada por aproximadamente dezesseis anos.
Ele (Ageu) e o profeta Zacarias exortam os judeus a continuarem a construção do templo.
Existia um provérbio naquela época: “não é ainda tempo de edificar a Casa de Deus”. Entretanto, Ageu os questiona se era para eles tempo de habitar em casas bem acabadas, casa revestida de madeira e deixar de lado o templo do Senhor.
Falou ainda ao povo, aplicai os vossos corações aos vossos caminhos: semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não fartais; bebeis, mas não vos saciais; vesti-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saco furado.
Alvos grandes, mas tudo está minguado! Tudo isso estava acontecendo com eles por terem deixado a casa dEle deserta.
No final do versículo 12 do primeiro capítulo do livro do profeta Ageu, diz que o povo temeu e logo após no próximo verso o profeta diz que o Senhor já era com eles, e acrescenta dizendo que a partir daquele dia os abençoaria.
O templo foi edificado com choro e alegria!
É muito feliz aquele que lê
No livro do Apocalipse, nos primeiros versos, há a orientação de bem-aventurança: É muito feliz aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.
É certo que nos escritos sagrados da Revelação, Jesus é a centralidade, nEle estão todas as coisas, quando se diz que: “eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.
Já o mensageiro, o apóstolo escritor estava na ilha de Patmos, não em exílio, como alguns indoutos pensam, mas sim, por causa da Palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus Cristo.
Por quê? Em 1800 foi utilizada como exílio, por Napoleão Bonaparte, entretanto, o texto foi escrito no ano cem depois de Cristo.
Há bastante tempo entre um episódio e o outro!
Um fato interessante contido na letras do livro é verdade já bem explicada e fundamentada em relação ao reino de Deus, que está entre nós, e não virá como acreditam alguns pseudo estudiosos, pois quando se sai da potestade das trevas, somos feitos filhos do reino da luz e reinamos com Ele, espiritualmente, claro.
É básico, mas sempre precisa ser lembrado, como o próprio apóstolo Paulo também explica isso: “ tendo recebido um reino inabalável”.
Em fim, outro fato não menos cativante é sobrre o apóstolo ser arrebatado em espírito, num dia de sábado, pois João era judeu e só no ano 300 é que foi modificado para domingo, erroneamente com a ajuda de filósofos e teólogos imprudentes.
Finalizando, o escritor recebe a ordem de escrever num livro a visão e enviá-lo às sete igrejas da Ásia, representada como castiçais, entre os quais Ele mesmo se encontrava, presente nas igrejas e na sua destra tinha sete estrelas que são os pastores das igrejas, chamados de anjos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
O rei de Salém
No capítulo sete, o escritor aos Hebreus continua o assunto começado ainda no capítulo quatro, a chamada de Jesus, sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, realizada pelo próprio Criador e de consequências eternas (Hb 4-7).
O rei de Salém abençoou a Abraão em sua volta de uma grande guerra e recebe o dízimo de tudo que possuía, por interpretação rei de paz e justiça.
Essa nova ordem sacerdotal, também seria rei de justiça, rei e sacerdote, juntos.
Uma figura do que havia de ser realizado pelo Altíssimo, que ninguém sabe quando começou a existir e não tem fim de dias, um sacerdote eterno, mostrando que se o sacerdócio levítico tinha a perfeição.
Não necessitaria assim de outro totalmente novo, com leis novas, a lei da fé, pois a lei de Moisés não aperfeiçoou a ninguém e ela foi anulada, com Jesus como fiador de uma nova aliança, que já existia antes mesmo do outros sacerdotes instituídos no deserto, de forma provisória, figura daquele que havia de vir.
O sacerdócio de Jesus, ministro do santuário nos céus, sentado a direita de Deus, para sempre. Os sacerdotes terrestres ministravam sacrifícios segundo a lei, mas agora, segundo o escritor aos Hebreus, temos um novo sacerdócio firmado em melhores promessas, que não pode ser quebrado, sendo colocadas as leis no coração e mente, diferente das escritas em tábuas e pedras, seres inertes.
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