quinta-feira, 9 de julho de 2026

Atributos do Messias

Os atributos peculiares do Messias são: sabedoria, inteligência, conselheiro, fortaleza, conhecimento e temor. O profeta Isaías ainda predisse que Ele não julgaria segundo a vista dos olhos, nem repreenderia segundo o ouvir dos seus ouvidos e que a justiça seria o cinto dos seus lombos e a verdade o dos rins. O Prometido ainda seria responsável pela transformação de pessoas com diversas índoles nada boa e elas conviveriam juntas em harmonia no seu reino, um reino de paz. Todos que O aceitam como Senhor de sua vida recebem ajuda para produzirem frutos de paz e reinam juntamente com Ele e são guiados com simplicidade e muita prudência/sabedoria. Essa mudança de práticas tem consequências prolongadas e eternas. O reino do Messias não tem aparência exterior, mas também não é fraco pois esse reino, ao contrário dos domínios humanos, nunca terá fim!

Vasos para honra e outros para a desonra

O apóstolo Paulo, em sua segunda carta ao seu filho na fé, o jovem pastor Timóteo explica que Deus tem os seus vasos, uns de prata, ouro, pau – uns para honra e outros para a desonra. Entende-se aqui, de forma indireta e implícita, que há vasos de ouro, por exemplo, para a desonra? Sim, claramente, e só o Criador sabe perfeitamente quais são – quem pode dizer “que fazes?” Mas, nessas poucas/pequenas palavras, e, mirando apenas os vasos para honra, pode-se inferir exegeticamente do texto bíblico ao jovem obreiro que há vasos de pau para a honra? Sim. Enfim, o próprio missionário dos gentios ainda esclarece que, todos quer visam/desejam ser “vasos para honra” há a necessidade de purificação e/ou se alguém se purificar será... bem, a ordem dos acontecimentos é dEle!

Deliberações do Altíssimo

As trombetas são acontecimentos conjuntos que se sucedem até o fim do mundo. Ao toque das trombetas existe uma deliberação do Altíssimo quanto à queima de uma parte das árvores, do mar, rios, fontes de águas, atingindo até a terça parte dos homens para que eles se arrependessem de suas más obras, mas isso não acontece. No verso sete do capítulo oito, há o toque da primeira trombeta (Ap 8.7) sendo lançados na terra saraiva e fogo misturado com sangue, queimando a terça parte das árvores. Diante do toque do segundo metal foi atirado no mar como que um monte no fogo e com isso, faz-se em sangue a terça parte do mar, sendo atingida a terça parte do transporte marítimo e da vida do mar (Ap 8.8 e 9). O terceiro arauto toca o seu instrumento e caiu do céu como que uma tocha de fogo atingindo a terça parte dos rios e fontes de águas (Ap 8.10) e a terça parte das águas torna-se amarga e muitos homens são mortos por causa de seu amargor (Ap 8.11). O quarto querubim assopra o seu aparelho musical e foi ferida a terça parte do sol, da lua e estrelas (Ap 8.12). Uma diretriz divina já sendo ordenada, dessarte que um terço deles será queimado e isso se dá progressivamente desde o início do mundo (Rm 1.18). Antes de o quinto mensageiro utilizar o seu artefato, no qual foi visto um anjo cair do céu, um emissário divino diz com grande voz: Ai! Ai! Ai! Dos que habitam sobre a terra por causa das outras vozes das trombetas dos três anunciadores que hão de ainda tocar (Ap 8.13) e vieram gafanhotos sobre a terra para afligir por cinco meses os homens que não tinham o “selo de Deus” (Ap 9.4). Essa dor é como a agonia da picada de um escorpião e as criaturas atingidas buscariam a morte, mas não a encontrariam (Ap 9.6). Após o sexto ruído no céu (Ap 9.13), decorre três pragas na qual morrem a terça parte dos homens pelo fogo, fumaça e pelo enxofre (Ap 9.18). Tudo isso para os homens se arrependerem de suas más obras. Mas eles não deixaram de adorar os ídolos, demônios, nem de seus homicídios, feitiçarias, prostituição, ladroices (Ap 9.20). Por fim, ao toque da sétima trombeta, inicia-se um ciclo de novas revelações, segredos de Deus a ser, agora, revelado e nos sãos contados por João, nosso irmão e conservo dEle, nos capítulos 12 ao 16 do livro do Apocalipse e continuaremos falando dessas novas visões, destacando-se a vinda do Filho de Deus.

A vindima e a sega no Apocalipse

Em continuidade, agora nos versos 14 a 16 do Livro da Revelação, o apóstolo vê o Filho do Homem, assentado sobre uma nuvem e tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, na mão, uma foice aguda. O escritor relata ainda nesta visão a presença de outro anjo que sai do templo e clama com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem para que Ele lançasse a foice e segasse: “É já vinda a hora de segar, porque a seara da terra está madura”. Assim, os salvos são recolhidos eternamente com Deus. A sega como na parábola do trigo e do joio é a * colheita dos justos da terra. Enfim, no verso 17, saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda. Após a ordem de outro anjo, no verso 18, ele vindima os cachos da vinha da terra, e lançou-as no lagar da ira de Deus. É o fim do mundo, terminando assim as duas colheitas do Apocalipse: a vindima e a sega (Ap 14.17-20).

Com o sopro de Sua boca

Sobre o aniquilamento do dragão e seus seguidores, o Senhor fala ao profeta Ezequiel que colocará anzóis no queixo de seu adversário e seus anjos, juntamente irão atacar a cidade amada, o Israel de Deus e de lá, de onde saiu em rebeldia, será derribado/destruído com o sopro de Sua boca. A antiga serpente, que rasteja no pó, sem entender as coisas espirituais, pois está preso em cadeias de escuridão, por um tempo de mil anos, desde que ele se rebelou contra Deus. Esse período de mil anos é semelhante ao tempo daqueles que aceitaram a Jesus como Senhor, vivendo e reinando com Ele – os santos participam da glória divina, vencem a besta, não recebendo o sinal dela em suas testas nem em suas mãos. No verso 7 ao 10, do capítulo 20 de Apocalipse, há o relato sucinto da destruição de Satanás junto com os anjos que “caíram” com ele na terra e presos espiritualmente em trevas. Serão soltos e subirão contra a cidade amada, entretanto, descerá fogo do céu e os devorará, como descrito também no livro do profeta Ezequiel.