A Bíblia pela Bíblia
Um Blog de estudos e comentários bíblicos. Apesar da muita disponibilidade e acesso no mundo virtual, este blogueiro entende que precisamos o mais rápido possível redescobrir a Palavra de Deus! esdrasneemiasdossantos@gmail.com Read it in english: http://thebiblebythebible.blogspot.com.br/
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Tempo de juízo
Em nossos dias falta alegria, alimento - isso porque na Casa do Senhor falta oferta, e esses sinais querem dizer o que está por vir? Sim, juízo.
Em todo tempo “Jeová é Deus”, mas o profeta Joel assim se refere em seu livro aos inimigos da lavoura mostrando um desastre completo: interno e externo.
Outras figuras mais são apresentadas se referindo ao dia do Senhor...
O "Dia do Senhor" no livro de Joel é um tempo de juízo (Jl 1.15, 2.1-11).
É um momento de visitação de Deus para correção!
Joel descreve o dia como "grande e muito temível", indicando uma intervenção divina direta.
Ele é descrito com imagens sombrias de escuridão, nuvens densas e destruição, falta da presença de Deus.
Diante do juízo, o profeta clama por jejum, choro e arrependimento sincero, indicando que Deus é misericordioso e pode restaurar o povo se houver mudança de coração.
Duas árvores, dois caminhos e montes
No livro do Gênesis, Adão e Eva, foram advertidos por Deus para que não comessem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Há ainda outra árvore no jardim, a árvore da vida, esta localiza-se no meio do jardim (Gn 1.29, Gn 2.9, Gn2.17, Ap 2.7).
A árvore da vida, com a desobediência humana e as diversas consequências do seu ato, entre elas, a saída do jardim, não estava mais disponível ao homem pois um anjo foi colocado à porta do Éden para guardar o caminho para ela, dando acesso à vida eterna como diz o apóstolo João, “quem tem o Filho tem a vida[...]”, representando o próprio Deus (Gn 3.17, Gn 3.22, Gn 3.24, 1 Jo 5.12).
No último livro da Bíblia não se vê mais a árvore do conhecimento do bem e do mal. Por quê?
Quem chegar lá, sem dúvida, escolheu seguir o caminho da bênção (monte Gerizim) ou da porta estreita e alcançou a vida eterna, ao contrário, a pessoa escolheu entrar pela porta larga e caminho espaçoso (Dt 11.29, Mt 7.13-14, Lc 13.24).
Assim podemos notar similaridades entre as duas árvores apresentadas no Jardim do Éden, os dois montes relatados por Moisés e os dois caminhos ou portas que há na doutrina de Cristo nos Evangelhos.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Não deixando a sua própria habitação
A frase refere-se a uma que se encontra na epístola de Judas.
Nela, o autor menciona anjos que não guardaram a sua ocupação, seu trabalho original dado pelo Eterno.
Contudo, o abandonaram, deixaram a sua própria habitação, sendo reservados em prisões eternas para o julgamento.
Certamente um julgamento à altura da responsabilidade deles!
Esse versículo ilustra a seriedade bíblica da rebelião e o abandono de sua posição destinada por Deus.
É comparado ao pecado de Sodoma e Gomorra na busca de prazeres ilícitos e contra a natureza.
O sábio assim ilustra esse assunto: "Busca seu próprio desejo aquele que se separa; ele insurge-se contra a verdadeira sabedoria" (Pv 18.1).
O texto alerta sobre o perigo do isolamento egoísta, onde a pessoa ignora conselhos e foca apenas na própria vontade.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Homens amantes de si mesmos
O mundo contemporâneo é caracterizado pela exacerbação da globalização.
Desde os avanços das telecomunicações e da internet, com as religiões se transformando e com os governos atuando para a aprovação de leis contra os princípios divinos.
No mundo moderno há ainda um significativo aumento das desigualdades sociais.
Uma parcela diminuta da população mundial cresce em riqueza e acúmulos e uma grande massa passa necessidades.
O ser humano nesses últimos dias e anos de grandes aglomerações, contudo, certamente tem aumentado em individualismo.
Reflete as sábias palavras de Paulo, “homens amantes de si mesmos”.
uma última característica dos momentos finais, segundo a Bíblia, são os marcos fronteiriços das nações.
Eles estão sendo desfeitos e/ou, para aquelas que ainda os possuem, com limites muito tênues, não havendo clara separação de territórios.
Isso se aplica também no mundo espiritual (falta de limites claros) com o “secamento do rio Eufrates” não havendo mais obstáculos para separação entre a nação de Israel e os demais povos.
Assim, neste tempo, na última hora, a luta espiritual é interna, dentro do espaço/território do povo de Deus, mas, claramente já invadido pelos exércitos inimigos, consequentemente aumentando a profanação dos valores sobrenaturais.
Enfim, as guerras espirituais hoje em dia são travadas no “corpo a corpo”, pois já há uma mistura desigual/heterogênea dentro da própria igreja, que é o Israel de Deus.
Com o secamento do rio Eufrates, no mundo espiritual quebrou-se as barreiras, não havendo clara separação das coisas espirituais/divinas das que não são, dos servos divinos e daqueles que não são.
domingo, 3 de maio de 2026
Aquele que busca alcança
A frase "aquele que busca alcança" é uma citação bíblica popular: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á".
Um meio de compreensão significa que a perseverança na busca por algo (seja conhecimento, favor, ajuda de Deus) leva ao sucesso ou ao encontro do que se procura, incentivando a persistência com fé (Mt 7.7-8).
Há também provérbios relacionados, como "Quem procura o bem alcança favor; mas o mal chegará àquele que o busca", indicando que a busca por coisas boas resulta em bênçãos, enquanto a busca pelo mal traz consequências negativas (Pv 11.27).
Segundo a Bíblia, a ação de buscar, seja em oração ou em ações práticas, é recompensada.
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