A Bíblia pela Bíblia
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segunda-feira, 6 de julho de 2026
Porque um menino nos nasceu
O nascimento do Verbo, segundo o evangelista João, é muito anterior ao do nosso calendário, até antes que o mundo existisse.
Há inúmeras profecias acerca do Messias que tratam do Seu ministério, Sua divindade e detalhes bíblicos/históricos que comprovam sua veracidade.
Uma delas é a frase "porque um menino nos nasceu" que faz parte de uma famosa profecia escrita por Isaías.
Ela celebra o nascimento de Jesus Cristo, simbolizando a chegada do Messias que traria esperança, paz e governo divino à humanidade.
O trecho bíblico continua listando os títulos atribuídos a essa criança, que representam seus atributos: sabedoria, direção, poder, cuidado amoroso para com seu povo e reconciliação (Is 9.6).
Sua vinda foi predita pelos profetas e celebrada por Isabel quando ainda tinha poucos dias de vida, durante o encontro com sua prima Maria: “Bendito o fruto do teu ventre”.
Antes ainda, João Batista, com apenas seis meses de gestação, reconheceu-o e saltou no ventre!
“O sacerdote Zacarias, após o nascimento do seu filho, “o Elias”, predito pelo profeta Malaquias, disse: “Bendito o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo”.
Descreveu que o rei viria montado em um jumentinho, o que aconteceu na entrada de Jesus em Jerusalém (Zc 9.9, Mt 21.1-9).
Uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Ele, disse:” Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens”.
De igual modo o profeta Miqueias antecipou que o Salvador nasceria na pequena cidade de Belém, algo documentado nos evangelhos quando José e Maria viajaram para lá (Mq 5.2, Lc 2.4-7).
Enfim, Davi profetizou que o corpo de Seu Santo não veria corrupção, cumprido na ressurreição de Jesus Cristo ao terceiro dia (Sl 16.10, At 2.29-32).
Jesus é o sinal da boa vontade de Deus para com os homens!
domingo, 5 de julho de 2026
A comissão das testemunhas
O Espírito e a esposa são comissionados, no capítulo 11 do Apocalipse.
Uma de suas característica é estar “vestidos de pano e saco”.
Outra similaridade com o próprio apóstolo João, recebe o livro da mão do anjo.
Qual a intenção? Testificarem o testemunho do Senhor Jesus ao mundo.
As testemunhas são o Espírito e a Esposa.
Dentre aqueles que compõem a igreja, muitos seriam/ão abatidos na sua missão.
Abatidos por quem? Segundo a Bíblia “besta que sobe do abismo”, lembrando sempre que ela é manipulada pelo Dragão.
É certo que desde o início da criação até nossos dias, sempre os religiosos e poderes mundanos, foram contrários à exposição das Sagradas Escrituras.
Contudo, as testemunhas não serão "abatidas" antes de terminarem a sua tarefa.
Qual é o tempo de sua missão? Um período de 3 dias e meio, 42 meses, 3 anos e meio, tempo tempos e metade de um tempo.
Eis me aqui, com os filhos que me deu o Senhor
Esta é uma das citações mais profunda das escrituras é: "Eis me aqui, com os filhos que me deu o Senhor".
Ela certamente simboliza a entrega, a intercessão e o cuidado pelos que nos foram confiados (Is 8.18, Hb 2.13).
Jesus em sua oração sacerdotal assim se expressou: "...aqueles que tu me deste nenhum se perdeu", como uma prestação de contas ao Pai (Jo 17.12).
É certo que há vários aspectos interessantes nessa mensagem: o próprio Jesus "prestando" contas ao Pai e de igual modo, os seus discípulos.
No texto do livro de Levítico, no capítulo 6 e verso 13, há um texto intrigante e a Palavra de Deus afirma literalmente que sempre haverá fogo no altar de Deus.
A partir disso, se no altar divino tem fogo, o que poderia faltar são vidas entregues sobre ele, ofertas voluntárias que serão queimadas, mas com promessas: “aquele que perder a sua vida por amor ao evangelho, achá-la-á” (Mt 16.25,26).
Uma característica da Igreja, é sua esterilidade, como Sara, Rebeca, Raquel, Ana e outras.
No salmo 127, a Bíblia coloca os filhos como bênção, galardão e mais para frente, “muito feliz quem enche deles a sua aljava”.
Com isso, a ordem é para exclamar de alegria, ampliar a tenda, porque transbordaria de filhos e não seria mais envergonhada.
O apóstolo João na ilha de Patmos viu uma multidão que não se podia contar. Tantos como a areia da praia (Is 54.1-5)!
No livro da Revelação, ao abrir o quinto selo, são vistas almas debaixo do altar no quinto selo (Ap 6.9-11).
Estão na lembrança dEle os que passaram desta vida aprovados pelo Eterno, como uma saudade dos seus discípulos (1 Ts 4.13-14),
A eles, o Criador ainda não fez justiça completa como em Abel (Gn 4.10), Estêvão (At 22.20) e os outros demais (Mt 23.30, Lc 11.47, At 7.52).
Na verdade, isso é assim, pois Ele almeja o aprimoramento de todos do corpo, vidas que foram apresentadas como “sacrifício vivo” (Rm 12.2) no altar dEle (Lv 6.10-11).
sábado, 4 de julho de 2026
Jesus censura os escribas e os fariseus
A censura de Jesus aos escribas, que é um tema central nos Evangelhos, especialmente em Mateus 23, Lucas 11 e Marcos 12, se deve principalmente à hipocrisia e ao legalismo deles.
Jesus os critica não por seu conhecimento da Lei, mas por não viverem de acordo com o que ensinavam, impondo fardos pesados sobre o povo, mas se recusando a movê-los
A hipocrisia dos escribas e fariseus refere-se à incoerência entre o discurso religioso e o comportamento prático.
Jesus os criticou por exigirem o cumprimento de leis rigorosas que eles mesmos não cumpriam, agindo apenas para manter aparências e obter status social.
Eles foram chamados de "sepulcros caiados" por parecerem belos por fora, mas estarem repletos de corrupção por dentro.
Em vez de praticarem valores essenciais como a justiça, a misericórdia e a fé, focavam em rituais superficiais e na ostentação.
Já o legalismo dos escribas e fariseus baseava-se na obediência cega a tradições e regras externas, negligenciando o amor, a justiça e a misericórdia.
Eles impunham fardos pesados ao povo, valorizavam a aprovação social e usavam a religião de forma hipócrita, focando na aparência em vez da transformação interior.
Eles não se contentavam com os mandamentos escritos da Lei de Moisés.
Criaram uma extensa "tradição oral" que detalhava minuciosamente cada aspecto da vida diária para evitar qualquer quebra acidental da Lei (como o trabalho no sábado).
Chegaram a catalogar 248 mandamentos e 365 proibições.
O foco mudou de uma devoção espontânea para o cumprimento mecânico e exaustivo de protocolos.
A favor dos vivos, interrogar-se-ão os mortos?
A frase é uma citação do livro do profeta Isaías.
Nela o escritor repreende o povo por buscar médiuns e adivinhos em vez de consultar a Deus.
Há aqui, neste texto, um forte questionamento retórico!
O verso assim está escrito: os vivos não deveriam recorrer ao seu Criador em vez de buscar respostas junto aos mortos? (Is 8.19).
Há vários aspectos a serem considerados, e, um deles é a questão de muitos salvos em Cristo, com a mente iluminada pelo Espírito Santo pedir ou seguir conselhos para em coisas espirituais àqueles que estão mortos espiritualmente, ou seja, não aceitaram a Cristo como Salvador e aasim não passaram da morte para a vida? Sim.
Há ainda outro aspecto que é o mal exemplo de Saul(1 Sm 28.6).
Em seu desespero, Saul consultou ao Eterno das três formas possíveis que lhe eram conhecidas:sonhos, profetas, Urim e do Tumim, mas sem resposta.
Em vez de reconhecer sua condição pífia diante do Altíssimo e de se humilhar buscando por misericórdia.
O rei decide pela pior opção possível: tentar obter uma revelação acerca do futuro de um modo indigno de um verdadeiro servo do Senhor.
Saul ordena que seus homens busquem uma mulher que seja médium a quem ele possa fazer uma consulta proibida pela lei de Deus.
Visitou a mulher médium durante à noite e disfarçado, com o intuito de não ser reconhecido pela mesma.
A mulher entende os riscos que está correndo e procura algum tipo de defesa.
Ela desconfia que, devido o fato de Saul ter expulsado os necromantes da terra, ele poderia estar armando uma armadilha para ela (Lv 20.27).
As palavras já conhecidas de Samuel, ditas pela mulher foram: "Como tu não deste ouvidos à voz do SENHOR e não executaste o que ele, no furor da sua ira, ordenou contra Amaleque, por isso, o SENHOR te fez, hoje, isto. O SENHOR entregará também a Israel contigo nas mãos dos filisteus, e, amanhã, tu e teus filhos estareis comigo; e o acampamento de Israel o SENHOR entregará nas mãos dos filisteus" (1 Sm 28.18—19).
Elas alarmaram Saul até levá-lo a perder, por completo, seu controle emocional.
Ele e seus filhos morreram naquela batalha!
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