quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Não se prende o Espírito

A história de Sansão sendo entregue amarrado aos filisteus por seus próprios irmãos está em Juízes. Seus irmãos o amarraram com duas cordas novas e o entregaram, mas o Espírito do Senhor veio sobre ele, e ele rompeu as cordas como fios de linho queimados. Nesse dia ele mata mil filisteus com uma queixada de jumento (Jz 15.12-13). Diferentemente foi a situação diferente de quando Dalila o entregou, após ter cortado seu cabelo, o que o deixou fraco, resultando em sua captura e cegueira pelos filisteus em Gaza (Jz 16). Os irmãos de Sansão, vendo-o sozinho em Leí, concordaram em entregá-lo aos filisteus, dizendo: "Vamos apenas amarrá-lo e entregá-lo aos filisteus. Não vamos matá-lo". Eles o amarraram com duas cordas novas e o levaram para fora da rocha, onde os filisteus vieram ao seu encontro gritando de vitória. Mas o Espírito do Senhor veio com poder sobre Sansão, e ele rompeu as cordas como se fossem barbantes de linho queimados, e as amarras caíram de suas mãos. Com uma queixada de jumento, Sansão matou mil filisteus naquele lugar, chamando-o de Ramate-Leí. No outro caso de prisão, Sansão é traído por Dalila, persuadida pelos filisteus, ao contar o segredo de sua grande força (Jz 16.17) e o Senhor se retirou dele (Jz 16.20). Assim, os filisteus lhe arrancaram os olhos e foi amarrado com cadeia de bronze (Jz 16.21). Com o passar do tempo, o seu cabelo começou a crescer novamente (Jz 16.22) e levaram a Sansão como um troféu de guerra para oferecer sacrifício ao deus Dagom dizendo que ele tinha entregado o seu inimigo (Jz 16.23) e era louvado por todo o povo (Jz 16.24). Então Sansão é levado para brincar diante deles (Jz 16.25),“ora estava à casa cheia de homens e mulheres; e também ali estavam todos os príncipes dos filisteus; e sobre o telhado havia uns três mil homens e mulheres, que estavam vendo Sansão brincar” (Jz 16.27). Deus seja louvado “... por fazer a sua obra, a sua estranha obra, e para executar o seu ato, o seu estranho ato” (Is 28.21 B) e o herói da fé, entrega a sua vida para cumprir a missão dada pelo Altíssimo: começar livrar a Israel da mão dos filisteus (Jz 13.5; Hb 11.32). Em suma, no ato final: “... foram mais os mortos que matou na sua morte do que os que matara em sua vida” (Jz 16.30 B).

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