Um Blog de estudos e comentários bíblicos. Apesar da muita disponibilidade e acesso no mundo virtual, este blogueiro entende que precisamos o mais rápido possível redescobrir a Palavra de Deus! esdrasneemiasdossantos@gmail.com Read it in english: http://thebiblebythebible.blogspot.com.br/
domingo, 27 de fevereiro de 2011
A sunamita e o profeta Eliseu III.
“E FALOU Eliseu àquela mulher cujo filho ele ressuscitara, dizendo: Levanta-te e vai, tu e a tua família, e peregrina onde puderes peregrinar; porque o SENHOR chamou a fome, a qual também virá a terra por sete anos.” II Rs 8.1
Segundo a palavra de Deus pelo profeta Eliseu, a sunamita peregrinou na terra dos filisteus por sete anos e depois voltou e saiu a clamar pelas suas terras e casa ao rei. (Vs. 2, 3)
O direcionamento de Deus para ela ser socorrida era a terra dos filisteus – povo inimigo do povo de Israel. Qual tem sido o direcionamento para nós? Mesmo que seja para estarmos entre inimigos, Ele nos sustentará. O lugar mais seguro é aquele que Deus dirige, seja qual for. Vemos também Davi algumas vezes perseguido em Israel e sendo socorrido por Deus no meio dos filisteus.
E quando Ele o dirige a sair, também providencia a volta, pois no retorno dela ao ir pedir por suas terras e casa, naquele momento o rei falava a Geazi e pedia-lhe que contasse as obras de Deus através de Eliseu. (Vs. 4) Ele então contou ao rei como Deus vivificara a um morto e ela grita: esta mulher sou eu e este é meu filho que foi ressuscitado. (Vs. 5) Temos discernido se é tempo de gritar e o momento certo? Ela discerniu e gritou...
Então o rei mandou restituir tudo quanto era dela e todas as rendas de suas terras desde o dia que a deixou até aquele momento. (Vs. 6)
Que providência! Deus tem o controle de tudo e está vendo a nossa necessidade. O profeta Isaías disse: “Nunca se ouviu, nem se viu um Deus como tu, que trabalha por aqueles que nEle esperam.” Temos esperado?
Pois é...
“COMO ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer.” Pv 21.1
domingo, 13 de fevereiro de 2011
"Não há aqui algum profeta do Senhor, ao qual possamos consultar?"
“Disse, porém, Josafá: Não há aqui algum profeta do Senhor, ao qual
possamos consultar?” I Rs 22.7
Josafá rei de Judá recebe uma proposta de aliança de Acabe, rei de Israel, para tomar uma cidade da mão do rei da Síria. Mas,
sugeriu a Acabe que consultassem a Deus primeiro (Vs. 5). Então Acabe ajuntou
quase quatrocentos homens e todos disseram que Deus iria entregar a cidade na
mão do rei. (Vs. 6)
A Bíblia não relata claramente, mas Josafá
desconfiou dos quatrocentos profetas e perguntou se ali não teria um profeta do
Senhor (Jeová). A resposta de Acabe é que existia um, mas ele só falava mal
dele. (Vs. 8)
Teremos alguma ajuda ao procurarmos aliança
com homens reprováveis, desviados dEle? Com quem temos nos aliado? Não deveríamos nos afastar
daqueles que se dizem irmãos, mas suas obras não condizem com a auto titulação?
Pois é...
Pois é...
Outro questionamento pertinente e relevante é: como temos julgado
as profecias que têm sido ministradas a nós? Temos discernido a vontade divina?
Elas estão de acordo com a Palavra de Deus? Temos procurado, como Josafá, algum profeta de Deus? Queremos
realmente saber qual é o conselho de dEle?
Se é profeta de Deus, o que ele tem profetizado a
nosso respeito? Só mal como para Acabe? Como o temos tratado, como Acabe, que o
aborrecia?
A grande maioria dos profetas falava de
bênçãos ao rei. E nós como nos enquadramos nessa história? Temos tomado
decisões com base na maioria? Espiritualmente a democracia tem valor decisivo?
Sabemos que, pelo texto bíblico, apesar de maltratado, estar no preso, Micaías estava com a Palavra de Deus e o Eterno estava com ele...
Muitas vezes vamos a grandes eventos, ouvir renomados pregadores, entendendo estar ouvindo um verdadeiro profeta? Será mesmo?
Sabemos que, pelo texto bíblico, apesar de maltratado, estar no preso, Micaías estava com a Palavra de Deus e o Eterno estava com ele...
Muitas vezes vamos a grandes eventos, ouvir renomados pregadores, entendendo estar ouvindo um verdadeiro profeta? Será mesmo?
Quantos têm dado crédito
aos verdadeiros Micaías de hoje? Temos profetizado a orientação divina ou
procurado agradar ao rei por motivos diversos, interesses pessoais?
Tomemos cuidado com a maioria! Não decida
pela quantidade e sim pela orientação de Deus! Nem sempre a maioria tem a
direção certa!
Os demais versículos mostram que Acabe não
retorna desta guerra e Micaías realmente estava com a orientação divina.
Desprezado, na prisão, sustentado com pão de angústia e água de amargura, mas
Deus estava com ele. (Vs. 27)
E nós, como estamos sendo sustentados?
Pelas riquezas e manjares do rei? Pelos subornos?
Pois é...
Devemos tomar mais cuidado e buscarmos
discernimento para entendermos e reconhecermos os verdadeiros profetas e nos
aliarmos com pessoas com bom testemunho. Seria esse o enfoque maior do texto?
O verdadeiro profeta depende e é sustentado
apenas por aquEle que o chamou.
Não é assim mesmo?
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“O profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a
palavra desse profeta, será conhecido como aquele a quem o SENHOR na verdade
enviou.” Jr 28.9
“Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a
tradição que de nós recebeu.” II Ts 3.6
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
A sunamita e o profeta Eliseu II.
E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então
disse a um moço: Leva-o à sua mãe.
E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos
até ao meio dia, e morreu.” II Rs 4.18-20
Continuando o comentário anterior, após
aquele casal ganhar uma grande bênção - o seu filho, a Bíblia nos relata nos
versículos 21 a 23, depois da morte dele, que a sunamita pegou-o e colocou na
cama do profeta e foi atrás dele. Seu marido ainda a questiona, porque estava
indo ao homem de Deus se não era lua nova nem sábado. Mas ela diz que estava
tudo bem. Estava mesmo tudo bem?
Eliseu a vê de longe e manda Geazí perguntar
se estava tudo bem e ela respondeu que sim. (Vs. 25 e 26) Insisto, estava mesmo
tudo bem?
Ao chegar perto do homem de Deus ela o
questiona, pois não tinha pedido nenhum filho. (Vs. 28)
Geazí é mandado na frente a colocar o seu
bordão sobre o rosto do menino. Mas nada acontece. (Vs. 31)
Eliseu chegou a casa dela e achou o menino
morto. Fechou a porta do quarto e orou ao Senhor. Subiu na cama de deitou sobre
o menino, pôs a sua boca e os seus olhos sobre os dele. A Bíblia diz no
versículo 34 que "a carne do menino aqueceu".
Desceu, andou de um lado para outro e tornou
a subir ao quarto e se estendeu de novo sobre o menino e ele espirrou sete
vezes e abriu os olhos. (Vs. 35)
O profeta “lutou” com Deus em oração pelo
filho da sunamita. Como anda as nossas lutas com Deus? Temos sido
perseverantes? Ou temos para do já na primeira tentativa?
A sunamita foi buscar socorro na pessoa
certa, em quem ou através do qual Deus lhe tinha dado o filho. Será que temos
buscado socorro no local ou pessoa certa? Em quem nos deu a vida e a tem
sustentado até agora - ou estamos aceitando caminhos ou intermediários
falsos?
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“DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na
angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os
montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se
abalem pela sua braveza. (Selá.)
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário
das moradas do Altíssimo.
Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao
romper da manhã.” Sl 46.1-5
A sunamita e o profeta Eliseu I.
“Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão.” 2 Rs 4.8
“E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus.” 2 Rs 4.9
“Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se recolherá.” 2 Rs 4.10
No segundo Livro dos Reis, no capítulo 4 e versículo 8 ao 36, a Bíblia relata um episódio entre uma sunamita e Eliseu. Ela mostrou-se hospitaleira com o profeta, oferecendo pão. (Vs. 8)
Observou também que ele era um homem de Deus e sugeriu a seu marido fazer um pequeno quarto, dando assim melhores condições a Eliseu. (Vs. 9 e 10)
No texto não vemos nenhum diálogo entre os dois. Então, o casal concordou que o profeta era um servo de Deus pelo seu testemunho – as ações testificaram... No sermão do monte, no capítulo 7 e versículo 20 do evangelho segundo Mateus, Jesus afirmou que “pelos frutos conhecereis a árvore”.
Um dia, Eliseu foi até Sunem e ficou hospedado ali (Vs. 11). Ao ver todo aquele desvelo, mandou chamá-la e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ela. Mas ela disse que não necessitava. (Vs. 12 e 13) Geazi porém, notou que ela não tinha filhos e o seu marido era velho. Eliseu a chamou e disse que teria um filho e assim aconteceu. (Vs. 17 e 17)
“Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo.” Mt 10.41
“E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão” Mt 10.42
A promessa de Deus para Abraão, no capítulo 12 do livro de Gênesis, no versículo 3, parte A: “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem...”, mostra claramente também a importância de tratarmos bem nossos irmãos, “filhos de Abraão pela fé”. A sunamita deixou um exemplo de como tratar os servos de Deus. Se fizermos como ela, seremos abençoados, pois é na comunhão que o azeite desce...
“Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desceu sobre a barba, a barba de Arão, que desceu sobre a gola das suas vestes;
Como o orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordenou a bênção, a vida para sempre.” Sl 133
“O Espírito e a Esposa dizem: Vem! "
No comentário anterior sobre “O sentimento de
Raquel”, tipo da Igreja, a mensagem foi focada a necessidade de termos filhos e
de bem cuidá-los. Agora, com base no livro de Apocalipse, no capítulo 22 e
versículo 17, na parte A, descreveremos outro sentimento que a Esposa do
Cordeiro também precisa ter.
O sentimento da volta de Jesus deve
existir em nós como Igreja, o anelo por este dia deve ser uma característica
marcante em nós. Mas, esse sentimento tem sido esfriado em alguns lugares e
corações. Ultimamente é difícil verificarmos comentários, pregações a respeito
deste grande dia.
Entre as festas comemoradas pelo povo de
Israel está a das Cabanas, na qual se morava em tendas durante um período de
tempo – sete dias, para lembrarmos que nossa pátria, nosso propósito maior é a
Jerusalém Celestial, e que estamos aqui de passagem.
Em muitas partes da bíblia, vemos Jesus
alertando para a verdade de que neste mundo reina o príncipe das trevas, e os
salvos em Cristo não devem viver apegados a esta vida.
Algum tempo atrás, era notório o grande
número de mensagens sobre a volta de Jesus, especialmente no meio evangélico.
Muitos sonhavam com sua volta e existia um temor de se estar preparado para
ela. Mas, como está este sentimento hoje? Ele está avivado em nós? Que espécie
de cristão ou cristianismo está sendo construído ou pregado?
Diversas recomendações divinas ainda deveriam
ecoar em nossos ouvidos como “no mundo tereis aflições, mais tende bom ânimo” e
”vós sois a luz do mundo”. Hoje em dia "todo mundo" é evangélico.
Seria a modernidade? O mundo está se agradando de nós? Então, se o mundo nos
louva, devemos tomar cuidado. Não estamos mais incomodando? Não somos mais
protestantes? Ficamos iguais? Não tem diferença? Eles estão virando luz?
É o mesmo Deus? Certamente que não.
Segundo o texto mencionado no início deste
comentário, o sentimento da Esposa é de anelo. Será que uma boa quantidade dos
cristãos de hoje, que não tem este sentimento não é porque estão apenas
querendo alguma coisa do cristianismo, estão apenas interessados em algo e não
na sua totalidade? E seria isso possível? Certamente que não.
“Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é
inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo
constitui-se inimigo de Deus.” Tg4.4
“E SETE mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo:
Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão somente
queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio.” Is 4.1
Quando o povo de Deus foi mandado para a
Babilônia, a mensagem divina era para eles construírem casas, plantarem,
colherem, procurar a paz na cidade em que iam morar, mas, não se esquecerem da
promessa da volta à cidade deles – Jerusalém. Será que não está acontecendo algo
assim? Estaríamos nos acostumando com essa cidade, mas nos esquecendo da nossa
morada - Jerusalém celestial? Isso é muito perigoso. Pois a mesma bíblia relata
que onde estiver nosso coração...
A bíblia fala que a vinda de Jesus será como
nos dias de Noé, casavam e davam em casamento... De repente veio o dilúvio...
Na epístola de Paulo aos tessalonicenses, diz quando disserem há paz e
segurança sobrevirá repentina destruição. Esse momento atual de suposta paz,
não mostraria a brevidade de tempo para o grande dia? E porque não estamos mais
anelando?
Pois é...
O sentimento de Raquel.
“VENDO Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.” Gn 30.1
“Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o
fruto do ventre o seu galardão.”
“Como flechas na mão de um homem poderoso,
assim são os filhos da mocidade.”
“Bem-aventurado o homem que enche deles a sua
aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta.” Sl
127.3-5
Era honra ter filhos e Raquel não conseguia
tê-los. Vemos na bíblia também outros casos de mulheres com verdadeira guerra para
terem filhos. Temos a Sara, Ana, etc.
Sara se precipitou e Abraão errou ao aceitar
a “oferta” de sua criada? Não esperaram no tempo de Deus? E, se eles tivessem
consultado a Deus sobre aquela ideia – teria Ele aceitado?
Ana com muita amargura orou a Deus, mesmo
criticada inicialmente pelo sacerdote Elí, que a confundiu com uma bêbada. Mas
ela não estava lutando com Deus em oração? Fez um voto que se Ele desse a ela
um filho, ela o "devolveria” – consagraria a Deus.
No versículo acima citado, do salmo 127, a
Bíblia coloca novamente os filhos como bênção, galardão e mais para frente,
“muito feliz quem enche deles a sua aljava”.
Contrastando com os dias de hoje, e, devido
principalmente a falta da comunhão com Deus, o entendimento e a orientação de muitos
até religiosos, vai ao contrário disso.
No sentido espiritual, este sentimento de ter
filhos deve existir na Igreja também como esposa do Cordeiro, e também em nós
em particular como templos vivos como destacou o apóstolo Pedro em sua
epístola. Como tem sido conosco? Temos lutado em oração como Ana ou aceitado um
“atalho” como Sara?
Agora, se temos enchido nossa aljava, o que
temos feito com eles? Depois de lutarmos e vencermos - temos os filhos, mas
ainda resta-nos a educação, o direcionamento deles. E nesta nova tarefa temos
sido responsáveis e atenciosos? Temos privilegiado o conhecimento de
Deus? Direcionado as flechas para a sua vocação ou estamos escondendo-as? Ou
será que nem conhecemos ao menos a vocação das flechas que Deus nos deu? Rebeca
foi pedir orientação a Deus e Ele deu a ela: “o maior servirá o menor.” Qual a
orientação Ele tem nos dado?
Precisamos ser despertados para termos o
mesmo sentimento de Raquel, lutar pelos filhos que Deus tem para nós, depois
direcionarmos a flecha, segundo o salmo 127, nos versículos acima citados.
Temos feito isso?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
José e o plano de Deus.
“Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” Fp 2.13
“Teve José um sonho, que contou a
seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais.” Gn 37.5
José era filho de Raquel a mulher que Jacó
seu pai amava - estéril, que clamou: dá-me filhos senão morro.
Apascentava ovelhas com seus irmãos, os
filhos de Zilpa e Bila, e trazia uma má fama deles para seu pai.
No versículo três, deste capítulo, o texto
relata que Jacó amava mais a José do que a todos os seus filhos.
Vendo que seu pai o amava mais que a eles, os
irmãos de José o aborreciam e quando ele ainda teve um sonho e contou-lhes,
piorou ainda mais a relação entre eles – e a bíblia diz que o “invejavam” (Vs.
11), mas seu pai, porém, guardava este negócio no coração.
Jacó amava mais a José só por ele ser o filho
de sua velhice ou por ele ser muito obediente e exemplar? Como procedemos nesse
assunto? Fazemos diferenciação entre os filhos que são mais obedientes? Seria
isso errado? Mas, e se não fizermos esta distinção, não seria injusto com
aquele que se esforça mais para obedecer ou obedece? A igualdade não estaria na
medida proporcional da diferença e acrescentando pesos favoráveis nas
características desejáveis? Ao tratarmos o obediente e o desobediente de igual
modo, estaríamos incentivando o filho ruim a melhorar?
Eis alguns questionamentos...
“Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti?” Gn 4.7a – esta foi
a palavra de Deus para Caim.
Como temos tratado os filhos – nossos irmãos
na fé - que Deus ama? Temos tido inveja e perseguido ou procurado seguir seus
exemplos para também sermos amados por Ele?
Perseguiram a José a ponto de matá-lo – só
foi livrado da morte por seu irmão Ruben (Vs. 21) – vendido por vinte moedas de
prata aos ismaelitas que o levaram para o Egito. (Vs. 28)
Parecia que o Deus dos sonhos de José tinha
se esquecido dele – ainda mais quando continuou provando-o, na injustiça na
casa de Potifar (capítulo 39), no esquecimento do copeiro (Gn 40.14, 23,
41.9-14), mas chegou o tempo de Deus realizar o seu plano. Na idade de trinta
anos, aproximadamente treze anos após os sonhos, o Deus dos sonhos de José,
agora o Deus da realização – mostrou-se mais uma vez soberano e Senhor.
O que temos feito com os sonhos dEle para
nossa vida? A orientação do apóstolo Paulo é – “não desprezeis as profecias (I
Ts 5.20,21), mas julgai-as.” Temos julgado as profecias se elas estão de acordo
com a Palavra dEle? E mais, se estivermos na posição de ofendido, temos
perdoado aqueles que nos tem perseguido? – José perdoou. (Gn 45.5)
“Não vingueis a vós mesmos, amados, mas daí lugar à ira,
porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.” Rm
12.19
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