sábado, 17 de janeiro de 2026

O Juiz dos juízes

Há um Juiz que julga os juízes da terra (Gn 18.25; 2 Tm 4.8). Deus se posiciona em julgamento contra os juízes terrenos que são desonestos e fazem a injustiça parecer justiça, condenando os inocentes (Sl 82). No salmo 2 assim está escrito: "Deixai-vos instruir, juízes da terra..." (Sl 2.10). Neste salmo os reis se "levantam" contra o Senhor e Seu ungido (o Messias) e Deus zomba da rebelião e proclama Seu Filho como Rei. A instrução é para que sirvam ao Senhor com temor e alegrem-se com tremor, submetendo-se ao Filho para evitar a destruição iminente. A parábola do juiz iníquo é uma estória contada por Jesus. Nela Ele enfatiza a importância da persistência na oração e a confiança na justiça de Deus. Pois havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com as pessoas, e uma viúva que, por insistência, obteve justiça dele para não ser mais importunada. O Mestre usa essa narrativa para ensinar que, se um juiz ímpio atendeu à viúva, quanto mais Deus, que é justo e amoroso, atenderá aos clamores dos seus escolhidos, que oram a Ele continuamente. Enfim, Jesus ensina que, se até um juiz desonesto foi movido pela insistência, Deus, que é justo e misericordioso, fará justiça plena aos seus escolhidos que clamam a Ele de dia e de noite, sem falhar, mesmo que a resposta pareça demorada (Lc 18.1-8).

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