domingo, 15 de fevereiro de 2026

Elias é infinitamente maior que Jezabel

No contexto bíblico e histórico do primeiro livros dos Reis de Israel, Elias é certamente, de ênfase e destaque que Jezabel pois representava todos os profetas que haviam anunciado a vinda do Messias. Elias foi um profeta influente durante um período turbulento na história de Israel. A nação se afastou do Senhor para adorar Baal, e o rei Acabe formou uma aliança com Sidom ao se casar com sua princesa, Jezabel. Como profeta de Deus, ele triunfou sobre a idolatria e as conspirações promovidas por ela e seu marido, o rei Acabe. Elias representava o poder divino, enquanto Jezabel simbolizava a perseguição e a falsa adoração. Ele enfrentou os profetas de Baal, seguidores de Jezabel, provando a soberania de Deus. Anunciou a ruína da casa de Acabe e o fim desonroso de Jezabel, uma profecia que se cumpriu. Embora Jezabel tivesse poder político e ameaçasse Elias, a força do profeta vinha de Deus, resultando na queda da rainha. Portanto, em autoridade espiritual e desfecho histórico, a influência de Elias sobrepujou e em muito a de Jezabel. Elias foi enviado para mostrar a Israel o mal de seus caminhos e encorajá-los a retornar ao Senhor. Uma das passagens mais significativas do Novo Testamento em que Elias é mencionado é na Transfiguração de Jesus. O evento, descrito nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, relata como Jesus, acompanhado por Pedro, Tiago e João, subiu a um alto monte onde foi transfigurado diante deles. Seu rosto brilhou como o sol e Suas roupas se tornaram alvas como a luz. Nesse momento, Elias e Moisés apareceram ao lado de Jesus, conversando com Ele (Mt 17.1-13; Mc 9.2-13; Lc 9.28-36). Elias também é mencionado em conexão com João Batista. O Evangelho de Lucas descreve João como aquele que vem “no espírito e poder de Elias”. Essa associação remonta à profecia de Malaquias, que anunciou que Elias retornaria antes do “grande e terrível dia do Senhor” (Lc 1.17; Ml 4.5-6). Enfim, Tiago lembra que Elias orou para que não chovesse, e a terra ficou sem chuva por três anos e seis meses; depois orou novamente, e a chuva voltou a cair, trazendo vida à terra (Tg 5.17-18).

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