Um Blog de estudos e comentários bíblicos. Apesar da muita disponibilidade e acesso no mundo virtual, este blogueiro entende que precisamos o mais rápido possível redescobrir a Palavra de Deus! esdrasneemiasdossantos@gmail.com Read it in english: http://thebiblebythebible.blogspot.com.br/
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Não há neutralidade espiritual
A idolatria, crença e adoração em outros deuses é comparada no livro sagrado como prostituição, adultérios, traição.
Deus conquistou para si um povo e disse que estaria se unindo a ele como um casamento. Mas, Israel se afastou de Deus e se prostituiu com vários deuses.
Desde o deserto o povo de Deus sempre esteve envolvido com a idolatria. Judá não foi diferente, até a sua ida para Babilônia, levada cativa, onde certamente aprendeu sobre o assunto de forma definitiva.
O profeta Jeremias trata com o povo de forma firme, mas o Altíssimo prometeu a ele que tiraria a idolatria do coração do povo, através da figura de um cinto apodrecido enterrado no deserto.
Assim como também o profeta Ezequiel que fala de idolatria dentro do templo.
Existia a imagem de ciúmes e na porta do Átrio pinturas nas paredes com animais imundos e os anciãos com incensários, dizendo: o Senhor não nos vê e abandonou a terra.
Se em Israel havia incentivada pelos ídolos em sua periferia, em Judá elas estavam dentro do templo - uma forma muito mais agressiva e afrontosa ao Deus de toda a terra.
A frase "aquilo que não é feito a Deus, aos demônios é consagrado" é uma interpretação teológica baseada em princípios bíblicos.
É comumente usada para enfatizar que não existe "neutralidade" espiritual nas ações e objetos.
Segundo a Bíblia, todas as coisas devem ser dedicadas ao Criador; caso contrário, estão sujeitas à influência das trevas.
Paulo diz que o que os pagãos quando sacrificam, oferecem aos demônios e não a Deus.
E assim, o apóstolo afirma que não se pode participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios (1Co 10.20).
Assim sendo, os lugares ou ações dedicados a ídolos são "consagrados" ou "abertos à influência demoníaca".
Então, a consagração é uma questão de direção: se algo não é dedicado a Deus, ele está, por omissão ou prática, alinhado ao lado oposto.
Provado está mais uma vez que por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo.
Tanto Moisés (Dt 32.17) quanto o salmista (Sl 106.36,37) também associam os falsos deuses com demônios.
Enfim, todas as atividades — comer, beber, trabalhar — devem ser feitas para a glória de Deus, evitando a dedicação, mesmo que inconsciente, ao mal (1 Co 10.31).
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário