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sábado, 25 de abril de 2026
Vencendo o conflito interno
A tendência humana é se tornar mais acostumado com as coisas divinas e no dia-a-dia ir se esfriando.
O formalismo esconde muitas vezes a realidade.
Pode parecer estar bem, mas a religiosidade também pode trazer afastamento do verdadeiro sentido bíblico do adorar, cultuar, servir.
Oferecer algo a Deus que não nos custa? Davi discordaria. Ele disse que não ofereceria algo que não tivesse valor.
Quando não oferecemos o melhor, desprezamos a mesa dEle? Sim. E estaremos sendo profano, segundo o profeta Malaquias. O profano é também não dar o devido valor às coisas importantes.
Servir ao Criador de qualquer maneira é dizer que Ele é bom? Não. Ele aceita isso? Hum... de maneira nenhuma.
Em outro lugar diz que não servir a Deus de maneira correta é até maldição. Será que estamos honrando o nome do Senhor no nosso viver diário?
A Bíblia, especificamente em Atos, no capítulo 5, estabelece de forma categórica que "importa obedecer a Deus antes que aos homens".
A obediência a Deus deve prevalecer quando ordens humanas entram em conflito com a vontade divina.
É certo que a submissão às autoridades constituídas seja, em regra, ensinada, desde que não viole princípios superiores.
A fé cristã coloca a obediência a Deus como autoridade máxima.
Pedro e João declararam que é justo obedecer a Deus quando as ordens humanas contrariam a vontade divina.
"Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mt 22.21) orienta o respeito às leis civis, mas a autoridade humana não é absoluta se oposta à fé.
Por isso, obedecer a Deus é visto como uma forma de libertação e confiança, e não como uma restrição à liberdade.
A resistência à obediência humana ocorre especificamente quando as ordens humanas impedem o cumprimento dos mandamentos divinos.
A questão fundamental é que a obediência a Deus é vista como o bem maior, enquanto a obediência aos homens está sujeita aos valores divinos.
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