terça-feira, 10 de março de 2026

Elas têm poder para fechar o céu

Esta frase refere-se às duas testemunhas descritas em Apocalipse, no intervalo entre a sexta e a sétima trombeta, agora no capítulo onze. O texto sagrado relata a presença de duas testemunhas, que são as duas oliveiras e os dois castiçais (Ap 11.4) que estão diante de Deus, que deveriam profetizar, assim como o amado do Mestre, por 1.260 dias, vestidas de pano e saco. Elas recebem poder de Deus para profetizar vestida de saco (humildade/humilhação) por 1.260 dias, fechando o céu para não chover como o sinal dado pelo profeta Elias (1 Rs 17). Podem, de igual modo, transfor águas em sangue e ferir a terra com pragas como no Egito. Na passagem do Senhor pela terra do Egito e consequente saída do seu povo para o deserto, foi marcada com muitos sinais, alguns deles imitados pelos magos, antretanto, a partir da praga dos piolhos, eles mesmos disseram: “isto é o dedo de Deus” (Ex 8.19). Esse poder é parte de seu ministério de evangelização desde o começo do mundo relatado em Gênesis: "...têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue..." (Ap 11.6). As duas testemunhas também são conhecidas por "duas oliveiras ou dois castiçais". Além de fechar o céu, podem transformar água em sangue e causar pragas na terra, fogo sai da boca delas para devorar inimigos que tentarem matá-las antes de seu tempo. Após seu testemunho, a besta do abismo as combaterá! O texto ecoa os poderes dos profetas Elias (que fechou o céu) e Moisés (que transformou águas em sangue e enviou pragas no Egito), indicando um ministério focado em sinais e chamado ao arrependimento. Se alguém tentar causar-lhes algum dano, da boca deles sairá fogo que devorará os seus inimigos mostrando autoridade divina para concluir o seu chamado: "Se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá de sua boca e devorará os seus inimigos" (Ap 11.5). E continua o texto sagrado: "Elas têm “poder para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; tem poder sobre as águas para convertê-las em sangue e para ferir a terra com toda a sorte de pragas”, quantas vezes quiserem como no Egito de Faraó" (Ap 11.6). Lembrando que, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e as vencerá, e as matará (Ap 11.7). Seus cadáveres descansarão “na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde o seu senhor também foi crucificado”, isto é, aqui mesmo nessa terra (Ap 11.8). Lembrando ainda, que elas têm de Deus uma promessa, depois de três dias e meio, o espírito de vida, vindo de Deus, entrará nelas, e subirão ao céu em uma nuvem (Vs. 11 e 12).

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