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terça-feira, 3 de março de 2026
Somos o que queremos
A visão bíblica foca na nova identidade em Jesus, não no desejo egoísta, mas aquilo que o cristão estiver alinhado com o Espírito, sim, isso será alcançado.
Isso é certo pois a Bíblia ensina que somos transformados pelo que pensamos e cremos (Rm 12.2).
A Palavra condena a ambição pessoal, incentivando a humildade, o amor ao próximo e o altruísmo.
O que queremos em Cristo poderemos alcançar com a graça dEle e confessar a vitória antes mesmo de recebê-la (Rm 4.17).
Paulo aos Filipenses exorta a não fazer nada por ambição egoísta ou vaidade, mas sim considerar os outros superiores a si mesmo: "Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos, cuidando, cada um, não somente dos próprios interesses, mas também dos interesses dos outros" (Fl 2.3-4).
O apóstolo ainda trata com seu filho na fé sobre os últimos dias, nele as pessoas serão egoístas e amantes do dinheiro (2 Tm 3.1-4).
Ele representa a cobiça e a priorização da riqueza sobre valores morais, éticos e fé, frequentemente levando à insatisfação crônica, corrupção e sofrimento emocional.
Já o irmão de Jesus alerta que, se houver inveja amarga e ambição egoísta no coração, isso é maligno e não vem de Deus (Tg 3.14).
Acolher tais sentimentos contradiz a verdade e gera comportamentos destrutivos, destacando a necessidade de uma sabedoria pura, pacífica e cheia de bons frutos.
Mais do que "querer", somos o que a palavra de Deus diz que somos: "mais que vencedores" (Rm 8.37).
O plano de Deus para a vida do cristão é fundamentado em amor, busca a sua santificação, o cumprimento de boas obras e a salvação da sua alma.
Esse propósito visa a sua felicidade genuína através da comunhão com Jesus e ao amor ao próximo, transformando sua história mesmo em momentos difíceis.
Enfim, quem se separa dos outros busca seus próprios desejos e rejeita a sensatez, insurge-se contra a verdadeira sabedoria (Pv 18.1).
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