sábado, 7 de março de 2026

Multidões, multidões no vale da decisão

"Multidões, multidões no vale da decisão" é uma passagem bíblica de Joel. Nela há um alerta para o iminente dia do Senhor e a urgência de uma decisão espiritual. O "Vale da Decisão" (ou Vale de Josafá) é descrito como o local onde o Senhor julgará as nações que se opuseram a Ele. O profeta fez a comparação entre a seara do Mestre e o lagar da ira de Deus. Assim se expressou em seu livro: “multidões, multidões no vale da Decisão” (Jl 3.14)! A obra de Deus é comparada muitas vezes a uma lavoura ou uma fazenda, com agricultura. A sega e a vindima em Apocalipse são metáforas proféticas do Juízo Final, frequentemente comparadas à parábola do joio e do trigo. Em guardar os mandamentos do Altíssimo está o mistério dos santos e segue após um alerta da parte de Deus, “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam”: a morte deles é vista por Deus como apenas um adormecimento (Ap 14.12 e 13). A sega (colheita de grãos) representa Jesus recolhendo os salvos: "O Filho do Homem (Jesus) assenta-se sobre uma nuvem branca com uma coroa de ouro e uma foice afiada, colhendo a terra (Ap 14.14-16). No verso 9 ao 11, o terceiro anjo adverte aqueles que adoram à besta e a sua imagem, bem como receberam o seu sinal, pois do Eterno virão grandes repreensões, tormentos imediatos, condenação definitiva e eles beberão do “vinho da ira de Deus”. Essa é a vindima (colheita de uvas) que simboliza os anjos reunindo os ímpios para o julgamento final, onde a "ira de Deus" é derramada: "Outro anjo, vindo do altar com uma foice, corta os cachos de uva da terra e os lança no grande lagar da ira de Deus" (Ap 14.17-20). As uvas são esmagadas fora da cidade, e o sangue flui em grande quantidade, simbolizando a severidade do juízo. Ambas as cenas indicam o amadurecimento da humanidade para o fim desta era, separando justos e ímpios.

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