domingo, 5 de janeiro de 2025

Cristianismo desviado do Criador

Qualquer um que tenha sensibilidade e discernimento do Espírito Santo sabe perfeitamente que esta é a realidade do cristianismo contemporâneo. No afã de agradar as pessoas para não perdê-las e para atrair um número cada vez maior de “fiéis”, é costumeiro usar a estratégia de se tratar assuntos banais no púlpito que não contrariem as pessoas pela falta de santidade em seus corações, e isto contra a ordenança de Jesus e dos apóstolos de se pregar tão somente o evangelho da cruz que impõe a morte do ego e um andar em novidade de vida em santificação na prática da justiça, e que se exorte e repreenda os insubmissos a esta regra divina. Isto faltando nos próprios líderes, não seria de se supor que exigissem dos outros o que não querem para si mesmos e nem para os seus familiares, a saber, uma estrita santificação bíblica, baseada nas exigências reveladas na Palavra de Deus.

A apostasia vem antes

É notório o apagar da ação do Espírito Santo na Igreja, e os cristãos estão expostos a uma grande tentação de tudo o que é do mundo. Como estava profetizado, já está em curso a apostasia que prenuncia a vinda do Senhor Jesus. Portanto, precisamos ser vigilantes, como as cinco virgens prudentes. (Mt 25.1-13). Conforme Jesus predisse: "(...) como foi nos dias de Noé e de Ló, assim será na vinda do Filho do homem". Por último disse Jesus: “Eis que venho como um ladrão de noite. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas” (Ap 16.15).

Apostasia ou avivmento

O Novo Testamento não fala de grandes avivamentos antes da vinda de Cristo, mas de uma grande apostasia (2 Ts 2.1-3). Isso é o abandono consciente da fé cristã, a negação ou alteração do ensino bíblico, o afastamento das pessoas da vontade de Deus (1 Tm 4.1-3; 1 Tm 4.1-5, 10; 2 Pe 3.1-4; Jd 3,4, 17-19). As provas de que a Igreja atravessa um momento claro de apostasia são muitos, incluindo: - Vida frívola dos cristãos descomprometidos com a oração. (Mt 26.41; Ap 2.4,5); - Insensibilidade à santidade de Deus e a naturalidade com que se comete pecado(Hb 12. 14; I Ts 4. 3-8); - A introdução no estilo de louvor da igreja como extravagante e com estilos sensuais de adoração (Ap 2.14; Rm 12.1,2); - Desprezo e indiferença para com a Palavra de Deus. Assim, a eliminação da Escola Dominical e a bíblia como Palavra de Deus (2Tm 3.14-17); - O materialismo das igrejas, pastores e membros priorizando a busca da prosperidade no mundo (Tg 4.1-4; 1Tm 6.9); - O alarmante número de ministros que caem em divórcio, adultérios, e que estão entrincheirados em seus púlpitos; - O conceito tão baixo que o mundo secular tem das igrejas, pastores e cristãos; - A facilidade com que as pessoas se tornam cristãs, são batizadas e se tornam membros de igrejas (Ez 44.23); e - O Misticismo Herético como objetos venerados, culto a anjos e outros mediadores (At 4. 10-12; Jo 14.6).

sábado, 4 de janeiro de 2025

O fôlego de vida volta para Deus

Como qualquer outra criatura, o homem se constitui de uma unidade indivisível chamada “alma”. Nela se unem tanto suas características físicas como sentimentais, intelectuais e espirituais, para formar uma personalidade única (1 Ts 5.23; Hb 4.12; Mt 22.37). Na morte, essa pessoa inteira se desfaz, e morrem todas as características materiais e imateriais que a compunham (Ec 9.5, 6; Sl 146.4). Ou seja, a “alma” morre (Ez 18.4). O espírito que volta para Deus não é uma essência incorpórea, pessoal e imortal, mas simplesmente o “fôlego de vida” – a vida em si, que procedeu de Deus como sua fonte original (Ec 12.7). Em outras palavras, não há possibilidade de o homem existir ou sobreviver em qualquer outro aspecto, senão nessa sua unidade indivisível em que existe e sobrevive nesse mundo: em um corpo animado pelo espírito de vida (Jó 34.14-15; Sl 104.29; Tg 2.26). Somente Deus tem vida em si mesmo (1 Tm 1.17). Como qualquer outra criatura, o homem se constitui de uma unidade indivisível chamada “alma”. Nela se unem tanto suas características físicas como sentimentais, intelectuais e espirituais, para formar uma personalidade única. Na morte, essa pessoa inteira se desfaz, e morrem todas as características materiais e imateriais que a compunham. Ou seja, a “alma” morre (1 Ts 5.23; Hb 4.12; Mt 22.37 ; Sl 146.4; Ez 18.4). O espírito que volta para Deus não é uma essência incorpórea, pessoal e imortal, mas simplesmente o “fôlego de vida” – a vida em si, que procedeu de Deus como sua fonte original. Em outras palavras, não há possibilidade de o homem existir ou sobreviver em qualquer outro aspecto, senão nessa sua unidade indivisível em que existe e sobrevive nesse mundo: em um corpo animado pelo espírito de vida. Somente Deus tem vida em si mesmo (Jó 34.14-15; Sl 104.29; Tg 2.26; 1 Tm 1.17).

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Fogo humano

A queima do incenso era ordem dada a Arão (sumo-sacerdote) e deveria ser feita pela manhã e à tarde (Ex. 30.7 a 9). Não cabia tal coisa a seus filhos e ainda trouxeram fogo estranho (o fogo da queima do incenso era tirado do altar do holocausto (Lv 16.12; Ap 8.5). Nadabe e Abiú tomaram os seus incensários e puseram neles fogo de forma intuitiva, puseram incenso e trouxeram perante a face do Senhor. Mas o fogo era estranho, o que lhes não ordenara, uma improvisação desnecessária e imperdoável. É certo que toda oferta do cristão que não passa por Jesus Cristo crucificado, são estranhas a Ele e as intermediações estranhas são ofensivas ao Senhor e o único caminho apresentado pelo Mestre dos Mestres deve ser não apenas respeitado, mas totalmente formal e para se chegar a Deus não há invenção, é do jeito dEle.