quarta-feira, 8 de julho de 2026

Edificarei a minha igreja

Há um sinal no céu, a igreja, justificada pelo Senhor, sendo representada por uma mulher, grávida e com ânsias de dar à luz (Ap 12.2). Ela tem anunciado o nascimento do Deus Homem desde o início da criação, no livro do Gênesis. Uma longa gestação aos olhos humanos, mas para o Altíssimo, é o tempo que o Altíssimo já tinha projetado a salvação da humanidade através do Sangue do Cordeiro, e disse ao apóstolo Pedro que Ele mesmo executaria essa missão: “edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela” (Mt 16.18). Outro sinal no céu também é desvelado: um grande dragão vermelho, sete cabeças e dez chifres e, sobre a cabeças, sete diademas (um ser muitíssimo glorioso). Não se deve iludir, o grande Dragão é uma das mais poderosas criaturas dEle, entretanto, também formado pelo Criador. É um ser muito glorioso, tanto que o profeta Ezequiel disse que ele andava no meio das pedras afogueadas e que toda pedra preciosa era a sua cobertura, até que se achou iniquidade nele (Ez 28.12-15). É certo que o sacrifício de Jesus purificou até os céus, e os anjos rebelados e os outros indecisos precisavam tomar uma posição, por Deus ou contra Ele. Satanás e os anjos arrastados por sua cauda, foram derribados e lançados sobre a terra. Parou diante da mulher, querendo tragar o Filho (Ap 12.4), mas Ele foi escondido em Deus (Ap 12.5), apesar da perseguição desde o Herodes, matando as crianças em Israel (Mt 2.16). Agora, a poderosa criatura celeste, o dragão derribado e seus anjos, não podem nada contra o Filho e vão atormentar fortemente a mulher (Ap12.13, 15). Fazem guerra ao resto da sua semente, “que são os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Ap 13.17).

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