quinta-feira, 9 de julho de 2026

A vindima e a sega no Apocalipse

Em continuidade, agora nos versos 14 a 16 do Livro da Revelação, o apóstolo vê o Filho do Homem, assentado sobre uma nuvem e tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, na mão, uma foice aguda. O escritor relata ainda nesta visão a presença de outro anjo que sai do templo e clama com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem para que Ele lançasse a foice e segasse: “É já vinda a hora de segar, porque a seara da terra está madura”. Assim, os salvos são recolhidos eternamente com Deus. A sega como na parábola do trigo e do joio é a * colheita dos justos da terra. Enfim, no verso 17, saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda. Após a ordem de outro anjo, no verso 18, ele vindima os cachos da vinha da terra, e lançou-as no lagar da ira de Deus. É o fim do mundo, terminando assim as duas colheitas do Apocalipse: a vindima e a sega (Ap 14.17-20).

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