domingo, 7 de fevereiro de 2016

As parábolas de Jesus.

As parábolas tinham um lugar especial no ensinamento de Jesus? Sim, certamente.

O salmista assim se expressou: "Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos" (Salmo 78:2).

Seus discípulos lhe perguntaram em particular, "Por que lhes falas por parábolas"? 

Para explicar o uso de parábolas Jesus cita Isaías 6 que fala da degradação espiritual dos israelitas, do orgulho e da teimosia de coração que impediram a eles entender as palavras de Deus: "o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos, e fecharam os olhos".

Aquele que possuía humildade mental alcançava um entendimento rico e verdadeiro do reino do céu, mas aquele que não tinha nada desse espírito, estava destinado a perder até o pouco entendimento que tinha? A mesma palavra que era revelada para um, escondia a verdade de outro? Claramente.

Algumas vezes até os discípulos tiveram que perguntar em particular sobre a interpretação? Sim.

Também temos essa escolha, quando somos confrontados com alguma declaração desafiadora da Escritura, podemos tanto sair em confusão, ou ficar alí pacientemente para aprender mais? Exatamente.


Nossa atitude revelará se nos é dado saber os mistérios do reino de Deus.

No objetivo de buscarmos conhecer melhor o reino edificado sobre a pedra, estaremos de maneira contínua estudando os ensinamentos nas parábolas.

Pois é...
Pois é...no ensinamento de Jesus

domingo, 31 de janeiro de 2016

Os pastores infiéis de Israel.

Este é o título dado pelo tradutor da Bíblia Revista e Corrigida da Sociedade Bíblica do Brasil para o capítulo 34 do livro do profeta Ezequiel.

O primeiro destaque é a reprimenda em relação a se apascentar a si mesmos. Seriam pastores cuidando de si, buscando seus interesses? Com certeza.

No verso terceiro deste texto, temos uma consideração que eles se aproveitam das ovelhas ou daquilo que elas podem lhe dar: gordura, lã e cevado. Não se vê uma reclamação contundente, mas constatação desses fatos. Entretanto, logo após existe uma repreensão: “não apascentam as ovelhas”.

Os pastores tinham que apascentar, buscar o bem das ovelhas...

Segundo a mensagem, apascentar significa: fortalecer a ovelha fraca, ligar a quebrada, trazer a desgarrada, buscar a perdida.

Ao invés de fazer as suas funções, os pastores infiéis dominavam sobre elas com rigor e dureza.

Hum...

O apóstolo Pedro ensinou em sua segunda epístola aos pastores para que eles apascentassem o rebanho de Deus não por força, nem como tendo domínio.

       Pois é...

Contudo, no Salmo 23 temos uma ovelha do bom Pastor, testificando a sua satisfação: verdes pastos, águas tranquilas.

Ainda que Davi passasse por lugares sombrios, de morte, não temeria. O supremo Pastor está com ele, nada foge ao seu controle e tudo concorre para seu bem. 

Em relação aos inimigos, O Senhor nos prepara uma mesa na presença deles: dá muita graça, escape e socorro – de tal modo que, até aqueles que o perseguem, reconhecem a proteção divina sobre ele.


Oremos pois para que Ele nos providencie pastores segundo a sua vontade! 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O homem é mortal

A Bíblia afirma que Deus é "o único que possui imortalidade" inerente em Si mesmo (1 Tm 6.16). Como a única Fonte da vida, Deus concedeu originalmente o dom da imortalidade a todas as Suas criaturas, na condição de que estas continuassem vivendo em plena comunhão com Ele. Assim, a imortalidade é algo só de Deus? Sim. Segundo a carta de Paulo a Timóteo diz que só Ele tem a imortalidade. Um tema muito discutido e pouco compreendido pela maioria dos cristãos? Sim. Muitas vezes influenciado pela filosofia, os teólogos se deixam levar por ideias diversas. Algumas vezes, porém, elas contrariam a correta interpretação hermenêutica “a Bíblia deve ser interpretada pela Bíblia”. O profeta Isaías nos alerta que toda a carne é erva, isso é, passa rápido e logo seca (Is 40.6-8). Salomão disse que nenhum homem tem domínio sobre a vida (Ec 8.8). Essa é uma fábula que muito contada parece verdade? É, certamente.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Os endemoninhados gadarenos



Jesus, após vários ensinamentos no seu sermão do monte e seguir curando e expulsando demônios, maravilhava a população que experimentava e presenciava as suas obras. No simples estender de mão e tocar um leproso dizendo: "Quero; sê limpo." (Mateus 8.2-4) um homem foi curado de sua doença, outro doente, servo de um centurião foi sarado somente pela sua palavra (Mateus 8.5-13) e ao som de sua ordenança, ventos e ondas que cobriam o barco que Ele e seus discípulos estavam, acalmaram. (Mateus 8.23-27).

Após acalmar ventos e mar, Jesus e seus discípulos chegam à província dos gadarenos e a Bíblia narra que vieram ao seu encontro dois endemoninhados ferozes que chegavam até a impedir o caminho das pessoas ao redor. O fato é que os demônios que dominavam aqueles homens reconhecem em Jesus o Filho de Deus e através dEle o seu próprio fim. É aí que pedem para que Jesus permita que entrem na manada de porcos e ela precipita no mar. Os porqueiros correm a cidade para contar o ocorrido com os endemoninhados e a população sai ao encontro do divino pedindo que deixe aquela província.

Alguns fatos merecem nossa reflexão...

Antes de o mestre chegar houve uma grande tempestade que tentava impedir, mas Ele é maior e tudo está sob seu domínio!

Ao chegar diante dos dois homens um plano de salvação já se esboça e os demônios sabendo que seriam expulsos pedem para entrarem nos animais.

A maravilha realizada na vida destes homens não poderia ser também estendida para toda a província? Certamente que sim. Mas a população recusa a presença dEle rogando que se retirasse. Meu Deus, os moradores não conheciam a ferocidade dos oprimidos que até ninguém podia passar por aquele caminho? Sim. Que grande testemunho e libertação!

Outra coisa, os porqueiros não poderiam estar preocupados com o possível prejuízo lhes causado pela perda da sua posse? Sim. Mas foram contar o milagre.

Se estivéssemos incluídos nesta história, qual seria nossa prioridade, atenção ou foco? No milagre, assustado com Jesus e pedindo para que se retirasse ou nos supostos prejuízos financeiros? Onde estiver nosso coração estará também nosso tesouro? (Mateus 6.21) Sim.


Pois é...



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O quinto reino: divisão





       No verso 41 diz: “ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, isto será um reino dividido...".
       
Também temos no capítulo 7 e verso 20 as dez pontas se referindo a este quinto reino.

Então, como já sabemos e é um assunto notório entre os estudiosos: Babilônia, Medo-Persa, Grécia, Roma e o último governo.

Os pés, de maneira descuidada são juntados com o império romano. Vamos lá, os romanos são fortes segundo a revelação e não tinha nada de fraco.

Parte de fraco e forte e que se ligariam com semente humana é o último reino, ou últimos reis que representam o derradeiro império, mas não unido - nunca mais. Segundo a Palavra nunca mais teremos um reino mundial como estes quatro, vamos assim dizer clássicos.

Não tivemos várias tentativas de uniões depois da queda romana na Europa, casando-se filhos e filhas para se adquirir uma estabilidade ou união política e isso nunca se firmou? Sim.

Esta estátua apresentada sem os pés, ou com eles fora de lugar, segundo a Bíblia não tem a mínima possibilidade de estar em pé ou assim ela não para em pé!

Ah...pra quem ainda tem dúvidas, olhem aí no verso 11 do capítulo 7 mostra que o reino romano foi destruído ("foi morto") e que os outros reinos ainda tinham uma prolongação de certo espaço de tempo - mas sem domínio (verso 12).  O que é isso? A cultura dos outros reinos ainda subsiste? Sim. E do romano? Nada. Era forte e acabou sua força...Morto.

Veja bem minha gente: estamos no quinto, um reino dividido!

Pois é...