sábado, 14 de dezembro de 2019

Os salvos reinam com Cristo.





Ainda no início do livro do Apocalipse, no verso 6 há a ratificação de uma célebre revelação do reinado eterno de Cristo, uma realidade já cantada no Salmo 93 e evidenciada através do profeta Daniel no capítulo 2 e verso 44, que durante os reinados transitórios desse mundo, já havia um reino que não passaria jamais.


Há o entendimento de muitos cristãos que o Senhor Jesus reinará aqui na terra por um período de tempo (mil anos). Esquecem primeiramente que Ele reina desde sempre e o seu reino é espiritual e eterno, não passará jamais, ao contrário dos reinos deste mundo que são momentâneos.

       O Senhor e sustentador de tudo fez a terra para o homem, que ao invés de reconhecer a sua majestade e soberania, prefere viver “independente” do Criador, de acordo com seus interesses, conforme diz o salmista no Salmo 2 e verso 3, parte B: [...] “sacudamos de nós as suas cordas”.


       O apóstolo Pedro no capítulo 3 e verso 7 de sua segunda carta, destaca que esta terra está preparada para o fogo e não para um reinado do Messias. Se a justiça divina na época de Noé foi manifestada através das águas do dilúvio, agora, porém, de maneira definitiva e final, será através da destruição total dela pelo fogo (2 Pd 3.7).


No segundo livro da Bíblia, no capítulo 19 e verso 6, o Senhor deixa claro a Moisés que o plano dEle para o seu povo é que eles seriam um “reino sacerdotal”: “E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel”.

O escritor aos Romanos explica que as pessoas nascem mortas em trevas, isto é, afastadas do Criador e por isso pecam, mas, quando aceitam a Cristo como salvador de suas almas, segundo o apóstolo Paulo aos Colossenses, passam da “potestade das trevas e o Senhor às transporta para o reino do filho do seu amor” (Rm 5.12, Cl 1.13).

Ainda finalizando este tópico, essa verdade do reino sacerdotal de Cristo é novamente repetida nas palavras iniciais do livro do Apocalipse que o Senhor Jesus [...] “nos fez (no passado, não é algo futuro) reis e sacerdotes para Deus e seu Pai [...]” (Ap 1.6).

Assim como os homens (SL 103.15, 1 Pd 1.24, Jo 14.2), os domínios deste mundo passam rapidamente como a erva do campo, mas há um reinado em Cristo Jesus, a fiel testemunha (Ap.1.5) que nunca passará, pois o apóstolo viu a mensagem do primeiro selo do Apocalipse que diz: “[...] foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso e para vencer”.



sábado, 7 de dezembro de 2019

Há trabalho pronto.








Segundo a Palavra, os levitas foram dados ao Senhor ou tomados por Ele no lugar dos primogênitos e deveriam exercer o seu ministério na congregação durante a sua vida, a partir dos 25 anos, saindo na idade de 50 anos.

O sábio Salomão explica que o vem às mãos para fazer deve ser feito com as nossas forças e que há tempo e um modo para faze-las, isso num contexto material, das coisas terrestres.

No fim dos tempos, agora como reis e sacerdotes dEle, todos os chamados pelo Eterno devem entender a qual parte do templo ele deve se dedicar, de acordo com os dons recebidos.


O trabalho do Altíssimo é de natureza espiritual e há a necessidade de discernimento do tempo e modo de dedicação à obra que Ele determinou, em sua soberania/onisciência que realizássemos. 













sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Preparando aposento.







O evangelista Lucas relata em seu livro, no capítulo 22, a história de um pai de família que preparou um aposento em sua casa para o Mestre celebrar a última ceia com os seus discípulos.


É óbvio dizer que Deus já tinha há colocado isso ou essa disponibilidade em seu coração e quando veio a solicitação de Jesus, ele prontamente a atendeu, visto que já tinha aprontado.

Muitas vezes pode ter passado despercebido a muitos estudiosos da Palavra que aquele pai foi obediente ao chamado do Altíssimo e desempenhou uma tarefa importantíssima.

Há a necessidade de estarmos atentos a direção do Espírito, pois se estivermos sensíveis a ela e acatá-la, certamente teremos repercussões grandiosas em nossa parentela.  





segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Judá, o exílio e a idolatria dentro do templo.





Desde o deserto o povo de Deus sempre esteve envolvido com a idolatria. Judá não foi diferente, até a sua ida para Babilônia, levada cativa, onde certamente aprendeu sobre o assunto de forma definitiva. 

O profeta Jeremias trata com o povo de forma firme, mas o Altíssimo prometeu a ele que tiraria a idolatria do coração do povo, através da figura de um cinto apodrecido enterrado no deserto. O Eterno lhe revela que aqueles que iriam para o cativeiro são figos bons (Daniel, Esdras, Neemias, entre outros) e seriam convertidos ao Senhor através do processo de exílio, procurando a paz da cidade estrangeira, pois ele os visitaria dentro de 70 anos.

Assim como também o profeta Ezequiel que fala de idolatria dentro do templo, como a imagem de ciúmes e na porta do Átrio pinturas nas paredes com animais imundos e os anciãos com incensários, dizendo: o Senhor não nos vê e abandonou a terra. Se em Israel existia idolatria incentivada pelos ídolos em sua periferia, em Judá elas estavam dentro do templo - uma forma muito mais agressiva e afrontosa ao Deus de toda a terra.







sábado, 16 de novembro de 2019

Acusações de Deus contra os judeus.






A primeira mensagem clara do livro de Malaquias está no verso 2, do capítulo primeiro, a base de toda a razão que é o amor dEle com o seu povo. Mas o povo retruca, em que nos amaste?

No verso 6 do capítulo primeiro deste livro, o Senhor reclama de sua desonra. O povo replica em que nos desonramos? Oferecem ao Senhor coisa imunda, é a resposta do Eterno, mas, apesar disso, o nome dEle seria conhecido em todo o mundo.

A classe sacerdotal naquela época era difamada pelo povo, motivo de zombaria devido a comportamentos impróprios de alguns dos obreiros do Senhor, contudo a mancha ia para todos pelos seus desvios.

No verso 13 do capítulo segundo do livro do profeta Malaquias, o Senhor diz que não aceita mais as suas ofertas. O povo revida com a pergunta, por quê? Eram desleais com as mulheres de sua mocidade e Ele aborrece o repúdio e a deslealdade.

Em resposta ao questionamento “onde está o Deus do juízo?”, Ele responde no capítulo terceiro que enviaria o anjo do concerto, mas antes mandaria um mensageiro que prepararia o caminho para a sua chegada para a purificação do povo de Israel e pergunta, quem suportará o dia da sua vinda?