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domingo, 28 de junho de 2026
Intuito dos sonhos
A interpretação dos sonhos é conhecida historicamente como onirocrítica.
Ela é a prática de atribuir significado a diferentes elementos, símbolos e sensações vivenciadas durante o sono.
Na Bíblia, a interpretação de sonhos é um dom espiritual de revelação concedido diretamente por Deus, e não uma habilidade humana.
As Escrituras mostram que os significados pertencem a Ele, e destacam que o dom exige total discernimento para alinhar qualquer mensagem com a vontade e a Palavra divina.
Abimeleque foi avisado claramente por Deus que havia sido enganado por Abraão quando este disse que Sara era sua irmã, ocultando o fato de ser sua esposa.
O propósito deste sonho foi alertar sobre o pecado e dar livramento das suas consequências (Gn 20.3-6).
Jacó sonhou com uma escada da terra ao céu e anjos subindo e descendo. A partir de então passou a ter um relacionamento com Deus.
A finalidade deste sonho era trazer despertamento espiritual para Jacó (Gn 28.17-22).
Em outra oportunidade, Deus mostrou para ele o que seu sogro fazia e lhe mandou de volta para sua terra. Com este sonho Deus mostrou a Jacó que dirigia a sua vida e lhe sustentava em todas as suas necessidades (Gn 31.12-13).
José tinha sonhos e o dom de interpretá-los. Ele sonhou que os feixes de trigo de seus irmãos se inclinavam diante do feixe de trigo dele.
Outra vez sonhou que o sol, que representava seu pai, a lua representando sua mãe e onze estrelas, que seriam seus irmãos se encurvavam diante dele(Gn 37.5-10).
O propósito destes sonhos era direcionar a vida de José e lhe dar esperança quando passasse por perseguições (Gn 37.20).
O padeiro e o copeiro de faraó foram presos por suspeitas de traição ao rei e ficaram na mesma prisão que José, onde os dois tiveram os seguintes sonhos (Gn 40.1-3).
Depois o faraó sonhou que de uma só haste saíam sete espigas feias e sete boas, sendo que as feias devoraram as boas.
O copeiro real se lembrou de que José interpretou seu sonho e do padeiro (Gn 41.11,12).
O faraó mandou chamar José e contou para ele o sonho (Gn 41.15-24).
José interpretou o sonho do faraó (Gn 41.25-32).
O propósito destes sonhos de faraó foi levantar José para governar o Egito e mostrar o poder de provisão de Deus.
Quando Gideão foi espiar a terra dos midianitas ouviu um homem contando seu sonho em que via um pão de cevada derrubando a tenda do comandante do exército midianita e derrotando-o.
O outro homem que ouvia o relato do sonho logo entendeu o significado que seria a respeito de Gideão vencendo o exército midianita, sendo um sinal de Deus para sua vida (Jz 7.13-15).
O rei Salomão teve um sonho onde ouviu Deus lhe falar.
No sonho Deus lhe disse que poderia pedir o que desejasse e ele pediu sabedoria.
Este pedido agradou ao Senhor que lhe concedeu o pedido.
O objetivo deste sonho foi estabelecer o reinado de Salomão e dinastia de Davi sobre o trono de Israel. Um tempo de paz seria fruto da sabedoria no reino de Salomão (1 Rs 3.5-15).
O rei Nabucodonosor sonhou com uma estátua que tinha cabeça de ouro, braços de prata, cintura de bronze e pernas de ferro com os pés em ferro misturado com barro.
No sonho uma pedra acerta os pés da estátua e a destrói.
Esta visão mostrava que ele era a cabeça de ouro e após viriam outros reinos representando os metais.
A partir do grande Império Babilônico, outros reinos dominariam o mundo civilizado de sua época até que o Reino de Deus se estabelece sobre a terra (Dn 2.26-45).
José, pai adotivo de Jesus, quando soube que Maria estaria grávida, sonhou quatro vezes.
No primeiro sonho, um anjo diz para se casar com Maria (Mt 1.20).
Já no segundo, um anjo diz para José fugir para o Egito (Mt 2.13).
O próximo, o anjo manda José voltar para Israel (Mt 2.19).
Por fim, José é orientado a ir para a Galiléia (Mt 2.22).
Os sonhos que José teve tiveram como alvo orientar a família que abrigaria o Filho de Deus.
A vida de José foi um exemplo de servo de Deus que seguia as ordens do Senhor disposto a fazer tudo que agradasse ao seu Deus.
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