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quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Desviando da soberba
O profeta Isaías foi um dos mensageiros divinos que lembra sobre o Sublime.
Ele remove os obstáculos do caminho do seu povo, dando nova força e encorajamento aos que se sentem abatidos ou arrependidos (Is 57.14-15).
De igual forma, e isso também inclui os poderosos desta terra como o rei caldeu.
Subestimando este fato, fez uma estátua toda de ouro e mandou reunir as autoridades e a adorarem.
Três judeus (Hananias, Misael e Azarias) desobedecem a ordem real e, atados, são lançados na fornalha.
Mas, após isso, Nabucodonosor se espanta, levanta pois vê quatro homens andando e passeando soltos dentro do fogo (Dn 3.25).
Após este acontecimento e várias demonstrações do poder divino ao rei caldeu (Dn 2.47, 3.29), ele se orgulha de seus feitos, não reconhecendo o Altíssimo e é punido por Ele (Dn 4.33).
Após a negativa dos hebreus em adorarem a estátua de sessenta côvados de altura que o rei mandou fazer e adorar, Nabucodonosor questiona a razão da negativa e os amigos de Daniel explicam que jamais adorariam outro Deus senão ao Senhor (Dn 3.16 e 19).
O rei manda joga-los atados dentro da fornalha de fogo, mas o Eterno intervém e não os deixa perecer.
A fé dos jovens é novamente recompensada, sendo que da primeira vez foi a pedido de Daniel e nesta vez por eles terem procurado servir fielmente ao Senhor que enviou o seu anjo para os livrar e ainda o rei determinou que eles fossem prosperados na província de Babilônia (Dn 2.49, 3.30).
A soberba novamente toma conta do coração do rei Nabucodonosor e ele mesmo avisado um ano antes em sonho interpretado pelo jovem Daniel que seria duramente castigado pelo Senhor (Dn 4.24-26) se ensoberbece, vira um bicho e “comia erva como os bois” (Dn 4.33).
Ao passar o tempo determinado de seu castigo, o Altíssimo torna a dar o entendimento ao rei e ele é reconstituído e a sua glória aumentada.
Após isso, reconhece que o Senhor reina e “pode humilhar os andam na soberba” (Dn 4.34-37).
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