segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Iludiste-me, ó SENHOR!



        
O profeta Jeremias usou esta expressão, como que questionando ao Senhor sobre a sua situação. 

O povo não aceitava a orientação dada por Deus e inclusive, Pasur, sacerdote que havia sido nomeado presidente na casa do Senhor também não gostou de ouvir a Palavra divina que Judá seria entregue nas mãos do rei de Babilônia. 

Então, feriu ao profeta e o lançou no cepo...

Em algumas versões é mais forte este termo como se ele tivesse sido enganado.

E nós, estamos também nessa situação? Enfrentando dificuldades ao fazer o que Ele nos mandou? 

Hum...

Pois é...


Muitas vezes ou, quase sempre, e, dizendo mais acertadamente, ao militarmos legitimamente, como diz o apóstolo Paulo, estaremos tendo oposição? Sim.

“O próprio Estevão, ao ser morto, disse aos seus falsos acusadores:” a qual dos profetas seus pais não mataram?” Jesus disse também: Jerusalém que matas os profetas e os que te são enviados...

Que tal o sábio Salomão ao dizer que o que rachar lenha expõe-se ao perigo?


Dependendo de nossa comunhão e crescimento espiritual, ou em alguma fase de nossa caminhada, não passamos por esta situação? Achando-nos iludidos?


Mas vemos ao decorrer da história que quando Nabucodonozor conquista Jerusalém, manda seu general cuidar de Jeremias.


Estevão em sua morte viu os céus abertos e nós? Nós também teremos o socorro dEle, sua direção e o escape!



sábado, 13 de julho de 2013

A atitude nobre dos bereianos.





Na segunda viagem missionária do apóstolo Paulo em companhia de Silas e Timóteo, tem um detalhe importante ressaltado pelo escritor do livro de Atos, no verso 11 do capítulo 17 – uma atitude, exaltada por Lucas: “porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.

Um exemplo que ainda precisamos repeti-lo. Estar pronto para ouvir, mas também a conferir com as Escrituras se aquilo é verdadeiramente assim. Isso na verdade é fundamental: julgar as profecias.

Oratória? Comichões nos ouvidos? Bíblias comentadas? Epicureus pós-modernos? Hum...

Somos levados muitas vezes pela boa oratória, emoção, ideias de felicidade e pensamentos que queremos ouvir, mas como está colocado este assunto na Bíblia? Será que é assim mesmo?

A nobreza dos nossos irmãos da Tessalônica deve ser nossa também. A nossa crença está baseada na credibilidade de uma instituição, por melhor que seja? Ou num pregador famoso? Um teólogo conceituado? Não. Nem que fosse um anjo do céu que dissesse algo sem base no livro sagrado...

É um risco muito grande quando agimos cegamente, ou aceitarmos de bom grado uma mensagem sem conferi-la. Precipitação? Preguiça? Falta de interesse ou outros diversos?

Nunca se viu tanta Bíblia comentada como nos dias de hoje, isso é bom em parte. Se o comentarista estiver certo, muitos irão adiante ao seu caminho, mas... e se estiver errado? Não digo nem mal intencionado, que também existe. Não seria um cego guiando outro?

 Alguns acham que é desonra conferir, ou falta de credibilidade. Mas é o contrário, se é Palavra Divina, por que não confrontá-la com as Escrituras? 

A nobreza está em sempre conferir!
  

Pois é...

domingo, 7 de julho de 2013

O ofício do verdadeiro profeta.






No livro do profeta Ezequiel, capítulo 33, temos um ensinamento divino sobre a função do profeta de Deus.

No sentido geral, não se referindo aqui ao dom de profecia, todos aqueles que são discípulos do Mestre são seus profetas? Sim. São chamados para serem testemunhas. Testemunhas de quê? De sua Palavra.

O mensageiro deveria tocar a trombeta quando viesse o perigo. Em outras palavras, ele deveria anunciar a Palavra da parte daquele que o enviou.

Se Deus dissesse ao ímpio que certamente morreria e o vidente não anunciasse, o ímpio morreria na sua iniquidade, mas o sangue seria requerido dele – pois não avisara.

Entretanto, se avisasse e o ímpio não desse crédito, não se convertesse do seu caminho, então o ímpio morreria, mas o anúncio tinha sido feito – livrara a sua alma.

Nós hoje em dia, reinando com Cristo e sendo seu porta-voz, temos a mesma responsabilidade? Sim, certamente.

Temos dois caminhos a escolher: dizer a Palavra ou não. Aqui não tem mais ou menos. A Palavra é uma só, então, o que temos são falsos profetas e verdadeiros. Aqueles que querem anunciá-la e anunciam e outros que não anunciam.

Dentre aqueles que não estão na primeira alternativa, temos alguns casos diferenciados como: uns que anunciam apenas parte da mensagem, outros a trocam por filosofias, ciência e mitos.

Quando saem de sua chamada (se é que foram mesmo chamados) querem ainda ser respeitados como profetas, mas esquecem de que a honra vêm de se pregar a Palavra e não ao contrário. Saindo de sua função vem é desonra, vilipendio. O que fazer? Voltar o mais rápido possível. Por quê? Porque o compromisso divino é com sua Palavra. Não é com o profeta, seja quem for.

Pois é....









  





                  

terça-feira, 4 de junho de 2013

Provei-te na fornalha da aflição.



Este texto faz parte do capítulo 48 do livro do profeta Isaías. Seria apenas de aplicação no velho testamento, ou uma palavra específica para o povo de Israel?  Hoje em dia não poderia ser também direcionada para o “Israel de Deus” que é a sua igreja? Sim, é certo que pode ser aplicada. 

Um povo que jurava pelo nome do Senhor e invocava pelo Deus de Israel, mas sem sinceridade nem retidão.  

Não estaríamos vivendo dias parecidos?

Se em nós tiver algo não bom, Ele não poderá fazer o mesmo? Sim, poderá e fará, para nosso bem. Ou mesmo um aperfeiçoamento, por que não?

Como disse o profeta Malaquias sobre a vinda do Messias: ”Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando Ele aparecer? Porque Ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. E assentar-se-á, afinando e purificando a prata; e purificará os filhos de Levi e os afinará como ouro e como prata.” Eis um aperfeiçoamento eficaz: a fornalha divina!

O profeta disse pelo Espírito, quem suportará? Muitas vezes realmente parece que não vamos suportar... O fogo do ourives é até fundir para haver separação de impurezas.  Deveríamos então tentar fugir ou sair do forno? Pra quê? Para onde ir? O apóstolo Pedro disse assim: Para onde iremos nós, só tu tens a palavra da vida eterna. É na fornalha que Ele conduz ao céu. Ou como diz o profeta que o divino tem um caminho na tormenta!


Não é fácil e também Ele não vai desistir ou diminuir o fogo. Aquele que começou a grande obra a aperfeiçoará. Por quê? Porque quer purificar e pureza só acontece com fundição. Estamos sendo quebrados? Fundidos na mão dEle? Graças a Deus! 


Então, glorifiquemos a Ele!