quarta-feira, 6 de junho de 2012

A pedra de toque da escatologia.


           No capítulo 9 do livro do profeta Daniel, temos um ponto muito importante e básico para se avançar nos demais pormenores bíblicos da escatologia.

     Analisando o contexto, vemos que Daniel entendeu pelos livros que o tempo da escravidão era de setenta anos. Começou a orar, confessando os pecados dele e do povo de Israel.

            Gabriel é mandado a ele e o instrui sobre setenta semanas: “setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo...”.

            Primeiramente da ordem da saída e para edificar Jerusalém (Ciro) até a vinda de Jesus (Messias), haverá sete semanas e setenta e duas semanas. As ruas e os muros edificarão em tempos angustiosos. (Esdras, Neemias)

            Então, da vinda de Jesus até o fim, falta uma semana no tempo divino...

            O verso 26 aconteceu da destruição de Jerusalém através do general Tito e de lá para cá, basta ver tantas guerras tivemos... e no 27 está o detalhe mais importante: “ele firmará aliança com muitos por uma semana...”

            Ele está se referindo ao Messias ou ao povo do príncipe? Os romanos faziam aliança com alguém? Não. Tomavam pela força e impunham suas vontades.

            Mas o Messias sim, “este é o novo testamento no meu sangue...”, na sua morte. Na metade da semana foi cortado o sacrifício, por quê? Ele era o Cordeiro de Deus.

            Completando o entendimento, Jesus morreu na metade da última semana no tempo de Deus. Faltam três dias e meio, tempo e tempos e metade de tempo, 1260 dias, 42 meses, etc. (que é o tempo das testemunhas...).

            Aqui que entra a verdadeira grande tribulação. Jesus subindo ao céu e o dragão sendo lançado na terra. Sabendo que tem pouco tempo...

            “Ai dos que habitam na terra... pois o Diabo desceu a vós e tem grande ira...”.

             Hum...

            “O sacrifício de Jesus purificou até os céus...”.

       Não estaria aí a pedra de toque da escatologia? Certamente.

             Pois é...







sexta-feira, 1 de junho de 2012

O anticristo.


Na primeira epístola do apóstolo João, capítulo 2 e verso 18 têm a declaração sobre o anticristo. Bom colocar que não é um político, um astro do cinema, um atleta, etc. Nossa luta é espiritual, contra as potestades, principados, conforme descrito na epístola aos Efésios.


Ao longo da história vemos muitos agindo e se tornando anticristos: Pilatos, Herodes, Judas, a filosofia grega (“falsamente chamada ciência”), os imperadores romanos e hoje a globalização – que constitui num sistema com o espírito do dragão “financiando” tudo contra Cristo. Apresentando-se contrário às leis naturais de Deus e isto desde o princípio da criação.


No capítulo 13 de Apocalipse, fala de duas bestas. Mostra como Deus vê os reinos humanos. A primeira que subiu do mar deve ser analisada junto com Daniel 7 que mostra os reinos terrestres caldeus, medo-persa, leopardo e romano.


A segunda mostra o falso profeta, a religião vinculada ao poder político. Vemos isso desde os primórdios no Egito com os magos, os sábios da Babilônia, os deuses gregos, César não era considerado deus? Os aiatolás tem o poder e a igreja romana é também um estado. Estes falsos ensinadores associam ao poder e falam o que interessa – por isso são falsos profetas. Atuam junto à outra besta e o dragão lhe dando poder.


Mas, tudo isso terá fim, relatado no capítulo 19 e verso 19 com a chamada guerra final ou Armagedom, que será no fim deste mundo. Entretanto não se fala aqui na destruição do dragão e seus anjos, Gogue e Magogue, relatada depois, aqui sim uma luta nas hostes espirituais.




Ele será destruído pelo assopro da boca de Deus, conforme nos orienta o apóstolo Paulo na segunda epístola aos Tessalonicenses...