quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Joel e o dia do Senhor.


   

No livro do profeta Joel tem o relato do dia do Senhor. Um termo usado também por outros profetas.

Como figura de um ataque de animais a lavoura, tanto por fora quanto por dentro da terra, uma poderosa nação e como um fogo - dele nada escapará.  

A ordem é para clamar, chorar, rasgar o coração e se converter ao Senhor. Quem sabe se voltará, e se arrependerá, e deixará após si uma bênção, em oferta de manjar e libação, como diz o verso 14 do segundo capítulo.

Se assim fizermos, Ele lançará para longe de nós os nossos inimigos. 

Na verdade, em cada geração é lançada a foice e colhida a seara madura. Por outro lado, alguns estão indo para o lagar por não terem atentado para o dia do Senhor. 

Multidões estão no Vale da Decisão: por Deus ou contra Ele, não tem outra opção!


Qual tem sido a nossa decisão, juízo ou salvação esperamos dEle? Em nós não há merecimentos, mas esperemos na sua misericórdia...


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Paz, não é um momento, é uma vida!

Vivemos em um mundo no qual se incentiva a disputa, as competições são enaltecidas e grande parte das guerras é por motivo nada ético ou bom.

Muitos estudiosos comentam que uma das características do mundo moderno ou pós-moderno é a individualização, ganha-se em conhecimento, entretanto perde-se em singeleza, aumentam-se os riscos.

No entanto, em contradição a tudo isso, no Salmo 119 e verso 165, tem uma interessante frase: “muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.”

A Palavra não é de particular entendimento, como bem disse o apóstolo, mas aqui vemos claramente uma condição para termos muita paz. Qual é? É amar a lei de Deus. Contudo, o que é isso? Não seria amá-lo?Sim.

O apóstolo João disse que no princípio era o verbo e Ele estava com Deus e Ele era Deus. O próprio Senhor se apresenta como sendo Ele a Palavra.

Em outro lugar do texto sagrado diz que aqueles que o amam, guardam os seus mandamentos.

Em se guardar os mandamentos teremos paz? Sim. E para nós não haverá tropeço, armadilha. 

No livro do profeta Isaías está escrito: “Ele será chamado Príncipe da Paz” e ”nenhuma ferramenta preparada contra ti prosperará.”

O salmista disse: “mil cairão ao teu lado e dez mil a tua direita, mas tu não serás atingido” e “o Senhor abençoará o seu povo com paz”. 


Há muitas recompensas para aqueles que amam a lei dEle, mas ao ímpio, diz o Senhor, ele não tem paz! 





quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Jesus purifica o templo.

O evangelista João, dentre outros, relata a atitude do Mestre diante de pessoas que comerciavam dentro do templo. É bom entender que eram coisas relacionadas ao culto daquela época...

Ele era contra o comércio? Não. Mas o lugar correto é fora do templo? Sim. Estava sendo vendidas coisas que seriam utilizadas nas ofertas? Sim. Contudo, Ele não concordou. E nós temos concordado? Como está sendo tratado este assunto hoje em dia? Existe comércio dentro dos templos de culto?

Ele disse: “A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.”

Os seus discípulos lembraram-se do Salmo 69, que está escrito:” O zelo da tua casa me devorará.”

Temos agido com zelo no local destinado para orações? Temos permitido ou até realizado outras atividades até lícitas, até mesmo relacionadas com o culto? Política ou interesses particulares? O púlpito é um local para atacarmos os irmãos que não gostamos? Vender CDs e livros? Seremos abençoados ser estivermos no culto de qualquer forma?

Jacó teve discernimento, ao fugir de seu irmão, que o lugar onde Deus está é santo e terrível...

O sábio Salomão aconselhou:” Guarda o teu pé quando entrares na Casa de Deus...”

A preocupação de como se comportar na Casa de Deus também esteve presente no ministério de Paulo. Ele escreveu para seu filho na fé várias orientações de como proceder.

E nós, como temos nos comportado?


Pois é...






segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As cãs.


Antigamente os homens viviam centenas de anos, entretanto, segundo o sexto capítulo do primeiro livro da Bíblia, quando os filhos de Deus – uma geração por parte de Adão, Sete, Enoque - se misturaram com outra que não temia a Deus, Ele diminuiu a idade  para 120 anos.

O salmista comentou que a vida de sua época era de setenta anos e que se alguns chegavam a oitenta, o melhor deles é enfado e canseira.  

E hoje com alguns avanços da tecnologia, temos uma parcela maior de pessoas atingindo idades avançadas para a nossa época.

Voltando ao título, pesquisando nossos dicionários, vemos que “cãs” significam cabelos brancos. É um vocábulo muitas vezes empregado para se referir aqueles que alcançaram a benção da longevidade e segundo o sábio Salomão: “é a beleza dos velhos”.

Hoje em dia tem até pessoas que tingem seus cabelos de grisalhos. Por quê? Para parecerem mais maduros, experientes.

A Bíblia diz que elas são coroas de honra, mas quando se acham no caminho da justiça. Quando o idoso teme a Deus e anda nos seus caminhos os seus cabelos brancos significam honra.

No antigo testamento, no livro dos levitas, existe uma recomendação divina para que honremos a face do ancião e nos levantemos diante das cãs. Um jovem chamado Eliú, esperou os de maiores idades para dar o seu conselho a Jó e seus acusadores.

No livro do Eclesiastes, temos uma descrição poética da vida física dos idosos: alguém que já não enxerga tão bem como dantes, as pernas tremem, anda encurvado, as portas da rua – os ouvidos já não ouvem direito. 

Este é o fim de um ciclo natural determinado por Deus, entretanto Ele nos ensina que o fim das coisas é melhor do que o começo. Será que entendemos bem isso?

Mas, mesmo no fim, no Salmo 92 temos a promessa que se estivermos plantados na Casa de Deus, ainda daremos frutos, seremos viçosos e florescentes, para anunciarmos que o Senhor é reto e Nele não há injustiça.

Também temos promessa que se esperarmos no Senhor renovaremos nossas forças, como nos diz o profeta Isaías.


Esperemos, pois nEle quando chegarem as nossas cãs!




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O rei Joás.


Atália, mãe de Acazias, usurpou o trono e mandou matar toda a descendência real da casa de Judá. 

Mas uma jovem Jeoseba, esposa do sacerdote Joiada, sequestrou Joás, de menos de um ano, filho de Acazias e o escondeu, com sua ama, num recinto no interior do templo. 

Quando Joás completou sete anos, Joiada tomou consigo em aliança os chefes das centenas, os quais rodearam Judá e ajuntaram os levitas e os cabeças dos pais de Israel, e vieram para Jerusalém.

Fizeram aliança com o rei, o ungiram e mataram a usurpadora. Todo o povo da terra se alegrou e a cidade ficou em paz.

Joás reinou muito bem com a ajuda de Joiada, mas ao morrer, desviou para a idolatria, vindo grande ira divina sobre Jerusalém e Judá por causa de sua culpa. Inclusive, mandou matar Zacarias, filho daquela que o livrou da morte e de Jeoiada que o conduziu ao trono.

O rei teve um triste fim, mas nos ensina várias coisas que precisamos sempre estar atentos: misericórdia, gratidão, ser tardio em irar, piedade, "correr de forma que possamos alcançar", "militar legitimamente" - como diz o apóstolo Paulo, sede de poder e disposição até de matar para mantê-lo. 

Por outro lado, a ótima influência, disposição pela verdade e coragem de Jeoiada com sua esposa, e outras coisitas mais.


Pois é...
 
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A parábola do semeador.


Nesta parábola, descrita nos evangelhos, temos especificado três tipos de crentes. Um que é semelhante à semente que caiu em pedregais. Lugar de pouca terra, a semente nasce, mas não tinha terra profunda e vindo o sol, queima-se e seca.

É alguém que recebe o Evangelho com alegria, mas quando chega a angústia e perseguição por causa da Palavra, não tendo profundidade, logo se ofende.

O outro é comparado a semente que caiu no meio dos espinhos que crescem e sufocam a semente. 

A explicação de Jesus é que os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam e o crente fica infrutífero.

Precisamos então crescer no conhecimento de Cristo para não sermos inconstantes e tirarmos os embaraços que possam tirar a centralidade divina de nossa vida para não sermos infrutíferos? Sim.

Ah, o outro tipo é que eu espero que você, caro leitor seja: o crente da boa terra, que dá muito fruto.


Deus te abençoe!


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

“Até que saiba o que Deus há de fazer de mim.”

Este título relata a palavra de Davi para o rei dos moabitas, na parte final do versículo terceiro, do capítulo 22 do primeiro livro do profeta Samuel.

Sabemos que depois de ser ungido rei de Israel demorou vários anos para que de fato assumisse o trono. Saul o perseguia sem causa desde o cântico das mulheres exaltando os seus feitos mais do que o rei, que era ajudado por muitos em denúncias ao jovem pastor, pois almejavam ganhar recompensas. 

Por duas vezes teve a oportunidade de matá-lo, mas, com temor divino, não quis tocar no ungido, apesar de já haver sido rejeitado.

Ele soube muito bem esperar no tempo certo. Não o vemos murmurando, nem se queixando de sua sorte, apesar que muitas injustiças o cercassem. 

Procurou abrigo até na terra dos filisteus e agora na dos moabitas, onde deixou seus pais mais abrigados.

Tinha inteira confiança no seu Pastor. Aquele que o tinha ungido, controla tudo e pediu ao moabita que deixassem ali seus pais, até que soubesse o que se ia fazer dele. 

Quem o estava perseguindo não era Saul? Mas o foco dele é Deus. Será que não podemos muitas vezes achar que tenha algo acontecendo conosco por causa de um irmão. Um vizinho ou amigo? Até mesmo controlados e manipulados por forças contrárias? 

Mas, quem o poderia dar livramento, direção, consolo?  Fazer justiça, guardá-lo? Só o Altíssimo...


 E era nEle que Davi esperava!