sábado, 13 de julho de 2013

A atitude nobre dos bereianos.





Na segunda viagem missionária do apóstolo Paulo em companhia de Silas e Timóteo, tem um detalhe importante ressaltado pelo escritor do livro de Atos, no verso 11 do capítulo 17 – uma atitude, exaltada por Lucas: “porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.

Um exemplo que ainda precisamos repeti-lo. Estar pronto para ouvir, mas também a conferir com as Escrituras se aquilo é verdadeiramente assim. Isso na verdade é fundamental: julgar as profecias.

Oratória? Comichões nos ouvidos? Bíblias comentadas? Epicureus pós-modernos? Hum...

Somos levados muitas vezes pela boa oratória, emoção, ideias de felicidade e pensamentos que queremos ouvir, mas como está colocado este assunto na Bíblia? Será que é assim mesmo?

A nobreza dos nossos irmãos da Tessalônica deve ser nossa também. A nossa crença está baseada na credibilidade de uma instituição, por melhor que seja? Ou num pregador famoso? Um teólogo conceituado? Não. Nem que fosse um anjo do céu que dissesse algo sem base no livro sagrado...

É um risco muito grande quando agimos cegamente, ou aceitarmos de bom grado uma mensagem sem conferi-la. Precipitação? Preguiça? Falta de interesse ou outros diversos?

Nunca se viu tanta Bíblia comentada como nos dias de hoje, isso é bom em parte. Se o comentarista estiver certo, muitos irão adiante ao seu caminho, mas... e se estiver errado? Não digo nem mal intencionado, que também existe. Não seria um cego guiando outro?

 Alguns acham que é desonra conferir, ou falta de credibilidade. Mas é o contrário, se é Palavra Divina, por que não confrontá-la com as Escrituras? 

A nobreza está em sempre conferir!
  

Pois é...

domingo, 7 de julho de 2013

O ofício do verdadeiro profeta.




No livro do profeta Ezequiel, capítulo 33, temos um ensinamento divino sobre a função do profeta de Deus.

No sentido geral, não se referindo aqui ao dom de profecia, todos aqueles que são discípulos do Mestre são seus profetas? Sim. São chamados para serem testemunhas. Testemunhas de quê? De sua Palavra.

O mensageiro deveria tocar a trombeta quando viesse o perigo. Em outras palavras, ele deveria anunciar a Palavra da parte daquele que o enviou.

Se Deus dissesse ao ímpio que certamente morreria e o vidente não anunciasse, o ímpio morreria na sua iniquidade, mas o sangue seria requerido dele – pois não avisara.

Entretanto, se avisasse e o ímpio não desse crédito, não se convertesse do seu caminho, então o ímpio morreria, mas o anúncio tinha sido feito – livrara a sua alma.

Nós hoje em dia, reinando com Cristo e sendo seu porta-voz, temos a mesma responsabilidade? Sim, certamente.

Temos dois caminhos a escolher: dizer a Palavra ou não. Aqui não tem mais ou menos. A Palavra é uma só, então, o que temos são falsos profetas e verdadeiros. Aqueles que querem anunciá-la e anunciam e outros que não anunciam.

Dentre aqueles que não estão na primeira alternativa, temos alguns casos diferenciados como: uns que anunciam apenas parte da mensagem, outros a trocam por filosofias, ciência e mitos.

Quando saem de sua chamada (se é que foram mesmo chamados) querem ainda ser respeitados como profetas, mas esquecem de que a honra vêm de se pregar a Palavra e não ao contrário. Saindo de sua função vem é desonra, vilipendio. O que fazer? Voltar o mais rápido possível. Por quê? Porque o compromisso divino é com sua Palavra. Não é com o profeta, seja quem for.

Pois é....