sábado, 1 de dezembro de 2012

O justo viverá da fé.


Qual é a forma que o justo terá sua recompensa e vitória? Crendo. Quer dizer: esperar na providencia divina? Claramente.

Ops! E mesmo que seja descansando no pó, viu?  

Abraão creu em Deus e isso lhe foi imputado por justiça.

Na carta aos romanos, o apóstolo Paulo também escreve sobre isso.

Quem escreveu a epístola aos hebreus, principalmente nos capítulos 10 e 11 deve ter lido muito Habacuque, ou teve uma compreensão muito boa do seu conteúdo.

A base da fé é crer em Deus. Se formos justos, Ele estará operando a nosso favor e ponto!

Cada um de nós deve se queixar de nosso pecado e procurar estar aprovado por Ele.

O profeta Isaías deixou uma mensagem clara: diz ao justo que bem lhe irá. E outro profeta diz: não rejeiteis a confiança...

O que virá? A recompensa divina.

Ele faz diferença entre o que o serve e não, diz o profeta Malaquias.

Mas como? Não estava entendendo o profeta Habacuque, pois via muita injustiça. O que via no meio do povo de Judá? Contenda, litígio e a lei se afrouxando.

Não devemos, pois estar inquietos por coisa nenhuma? É.


Pois é...




domingo, 28 de outubro de 2012

Profetas velhos, comprados ou desviados.



São bastante difundidas estas expressões no meio cristão. Vamos tentar entendê-las melhor?

Um profeta velho seria alguém que perdeu a autoridade? Sim. Então o problema não é ser velho é perder a autoridade? Sim. Por conveniência ou outro motivo qualquer, se não vive o que prega, perde autoridade. Jesus pregava diferente que os fariseus... 

Com os velhos não estariam os conselhos de sabedoria? Nem sempre.

Diz o profeta: “de Sião sairá a Lei” ou “Ele será chamado conselheiro”. 

Simeão e Ana já velhos, mas no templo e com discernimento espiritual. Já Eli, ao contrário, não obedecia a Deus. Daniel passava rei e reinados e a Palavra estava com ele e ele com ela. Digo eu...

O caso do profeta velho foi talvez usar de sua “patente” para “tirar” do caminho outro menos experiente, mas que estava na vontade divina. Malícia, engano e ciúme.

       Pois é...

Deus tinha enviado a Palavra através de outro e ele tinha sido esquecido? É, pois estava desviado de Deus. E profeta nenhum, com tempo de instituição que seja, pode querer ser dono da Palavra ou exercer um monopólio dEla. Teve um profeta, que nem idoso era e disse assim: “de onde saiu o Espírito de Deus para falar por ti” – como se fosse dono dEle. Também estava desviado...

O compromisso dEle é com sua Palavra, não é com meu tempo de igreja, patente ou interesse.

Outra expressão popular é a de profeta comprado. Muitas vezes nem é dinheiro em si, mas interesses diversos pessoais, familiares ou de grupos institucionalizados ou não.

É o falso profeta, a besta que ao invés de valorizarem a Palavra, tem os interesses acima de qualquer coisa? Sim. Eles manipulam, abafam, escondem, desprezam a lei divina. Não entram no reino e nem deixam outros entrarem...

No tempo de Micaías, tinha uns profetas que sempre profetizavam bênçãos ao rei desviado. Eram comprados? Sim, de certa forma. Tinham interesses em estar participando das benesses do rei, não podiam dizer a verdade? Exatamente. 

Engraçado é que o rei Acabe sabia e eles também... Existia uma cumplicidade? Obviamente.

Pois é...

Na verdade existem duas opções: somos dEle ou não.

E aí, como estamos? Ou o que somos?

Hum...



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A conveniência no sacerdócio.




No livro de Juízes, no capítulo 17 temos o relato de um sacerdote conveniente. Era levita de Belém de Judá, e peregrinava onde quer que ache conveniente.

Do dicionário entendemos conveniência como algo vantajoso, interesseiro.

Pois é...

Mica lhe ofereceu vestuário, sustento e salário. Oh... Aceitou...

Depois os danitas lhe oferecem uma tribo, no verso 18 e 19 do capítulo 18. Oh... Aceitou...

Era conveniente...

No livro do profeta Amós, no capítulo 7, temos outro exemplo de sacerdote conveniente? Sim.

Se o rei estava desviado de Deus, o que queria escutar da parte dEle? Bênçãos?

Ah... Mas Amazias, sacerdote de Betel está lá ao lado dele e não o advertiu? Quando Amós traz a mensagem divina, ele fica incomodado. Não lhe era conveniente àquela notícia? Não.

Amós nem filho de profeta era, mas Deus o chamara... 

Hum...

Pois é...

Estamos negociando nossa chamada? Ou já somos apenas filhos de sacerdotes convenientes.

A Palavra de Deus não deve ser negociada!


Que Ele nos guarde, não?


sábado, 18 de agosto de 2012

Fique perto do azeite!

 (Ref. I Sm 9)

No desenrolar da história bíblica, vemos que naquele mesmo dia tinha sacrifício no alto, ele chegou na hora certa. (Vs. 12)

E Deus já tinha revelado a Samuel que Saul viria e que era para ele ungir rei sobre Israel. (Vs. 15, 16 e 17).

O próprio Samuel é quem o recebe e convida-o a comer e diz-lhe que as jumentas já tinham sido achadas. (Vs. 18, 19 e 20)

Saul foi muito honrado durante a refeição – tanto na alimentação quanto no assento – acima de todos os convidados, que eram uns trinta homens.  (Vs. 21, 22, 23 e 24)

E logo após, eles descem para a cidade e Samuel conversa com Saul. Levantaram-se de madrugada e ao se despedirem ele pede a Saul que diga ao moço para passar adiante, pois ele tinha uma palavra de Deus para ele: tomou um vaso de azeite e derramou-lhe sobre a cabeça e disse, “porventura, te não tem ungido o Senhor por capitão sobre sua herdade”?  (Vs. 25, 26, 27 e 1 do cap. 10)

O texto sublinhado chama atenção para os dias de hoje, com muitas contendas dentro da igreja, do povo de Deus, disputas de ministérios, entre obreiros por cargos e posições, a igreja deveria transmitir luz e agora reflete sangue, segundo profetizou Joel.

 Deixe o moço ir adiante, e fique perto do azeite!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O início do dia a partir do por do sol.

Os judeus consideram o início do período de um dia a partir do pôr do sol. Eis um detalhe que poderia passar despercebido para muitos.

"E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro." Gn 1. 5

No versículo acima e em outros versículos iniciais do livro da criação nota-se a descrição da delimitação do dia começando pela tarde e depois a manhã do mesmo jeito que os judeus consideram e também em Neemias, no capítulo 13 e verso 19, vemos as portas de Jerusalém sendo fechadas ao entardecer, pois estava iniciando um novo dia.

"Sucedeu, pois, que, dando já sombra nas portas de Jerusalém antes do sábado, ordenei que as portas fossem fechadas; e mandei que não as abrissem até passado o sábado; e pus às portas alguns de meus servos, para que nenhuma carga entrasse no dia de sábado.” Ne 13. 19

"E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado. "Lc 23.54

Teria algum significado espiritual isso? Sim. O plano dEle é que nossas vidas terminem como um dia dos judeus? Certamente. Mesmo que tenha começado sem sol, Ele quer que terminemos com a presença dEle.

Se por um lado começamos esta existência mortos espiritualmente, separados dEle, entretanto, Ele quer que nos acheguemos e assim tenhamos e sejamos luz...

Pois é...




segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Jezabel ameaça Elias.




Este é o título dado ao capítulo 19 do primeiro livro dos Reis. O profeta sofre uma ameaça de morte e para escapar foi ao deserto, pediu a morte e dormiu debaixo de uma pequena árvore.

Um anjo o acorda e ele come, bebe e dorme novamente. Segunda vez o anjo o desperta e diz que comprido seria o caminho dele. Come e bebe, só que desta vez anda quarenta dias e noites até Horebe.

Entra numa caverna e Deus fala com ele: que fazes aqui?

O Senhor passa como também um vento forte, mas Ele não estava no vento..., como não estava no terremoto e nem no fogo.

Mas numa voz mansa e delicada. Ele ouve, reconhece a voz dEle e recebe tarefas...

Sei que muitos comentam este texto dizendo várias observações sobre Elias, mas permita-me expor uma ideia própria: “ele buscava uma direção do divino e esperava nEle”.

Esperar… Oh! Coisa difícil!

Mas, só espera quem sabe que não pode resolver seu problema por sua própria força... quem não é precipitado...nem é desobediente.

Precisamos ter muita paciência e esperança...
           
Esperemos em Deus, Ele tem o melhor para nós!

Ele tem a recompensa e a direção certa!


A cura, a solução, vida abundante e eterna!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Morada de Deus.





Para comentar um pouco sobre a morada do divino, a Bíblia mostra desde seu início que Ele sempre quis habitar entre os homens. Mandou Moisés construir o Tabernáculo, que seria a sua morada.

O profeta Isaías em um de seus oráculos disse que o seu nome seria Emanuel – Deus conosco. O Alto e Sublime que habita na eternidade também demonstra o seu interesse de habitar entre os humanos.

Salomão, a quem Ele deu sabedoria, riqueza e paz para construir um templo para adoração dEle, disse “...habitará Deus com homens na terra? Eis que os céus dos céus não te podem conter , quanto menos esta casa que tenho edificado?”

Na volta do cativeiro disse por Ageu, um profeta daquele tempo, que apesar daquele templo ser simples, naquele lugar viria o Desejado das Nações. O Criador que se fez carne foi ali apresentado por Simeão, que ainda disse que ele era posto para sinal contraditado.

O salmista diz, no Salmo 84, que são amáveis os seus tabernáculos.  A alma dele anelava pelos seus átrios. Até os pássaros encontram abrigo lá – Deus as alimenta e protege como diz o evangelista Mateus?

Diante de tudo isso exposto, descortina-se um dos maiores segredos da humanidade: Ele quer habitar em nós, no nosso coração, ser o centro de nossa vida, quer o nosso melhor, a nossa companhia.


Temos atentado para isso?

















quarta-feira, 6 de junho de 2012

A pedra de toque da escatologia.


           No capítulo 9 do livro do profeta Daniel, temos um ponto muito importante e básico para se avançar nos demais pormenores bíblicos da escatologia.

     Analisando o contexto, vemos que Daniel entendeu pelos livros que o tempo da escravidão era de setenta anos. Começou a orar, confessando os pecados dele e do povo de Israel.

            Gabriel é mandado a ele e o instrui sobre setenta semanas: “setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo...”.

            Primeiramente da ordem da saída e para edificar Jerusalém (Ciro) até a vinda de Jesus (Messias), haverá sete semanas e setenta e duas semanas. As ruas e os muros edificarão em tempos angustiosos. (Esdras, Neemias)

            Então, da vinda de Jesus até o fim, falta uma semana no tempo divino...

            O verso 26 aconteceu da destruição de Jerusalém através do general Tito e de lá para cá, basta ver tantas guerras tivemos... e no 27 está o detalhe mais importante: “ele firmará aliança com muitos por uma semana...”

            Ele está se referindo ao Messias ou ao povo do príncipe? Os romanos faziam aliança com alguém? Não. Tomavam pela força e impunham suas vontades.

            Mas o Messias sim, “este é o novo testamento no meu sangue...”, na sua morte. Na metade da semana foi cortado o sacrifício, por quê? Ele era o Cordeiro de Deus.

            Completando o entendimento, Jesus morreu na metade da última semana no tempo de Deus. Faltam três dias e meio, tempo e tempos e metade de tempo, 1260 dias, 42 meses, etc. (que é o tempo das testemunhas...).

            Aqui que entra a verdadeira grande tribulação. Jesus subindo ao céu e o dragão sendo lançado na terra. Sabendo que tem pouco tempo...

            “Ai dos que habitam na terra... pois o Diabo desceu a vós e tem grande ira...”.

             Hum...

            “O sacrifício de Jesus purificou até os céus...”.

       Não estaria aí a pedra de toque da escatologia? Certamente.

             Pois é...







sexta-feira, 1 de junho de 2012

O anticristo.



Na primeira epístola do apóstolo João, capítulo 2 e verso 18 têm a declaração sobre o anticristo. Bom colocar que não é um político, um astro do cinema, um atleta, etc. Nossa luta é espiritual, contra as potestades, principados, conforme descrito na epístola aos Efésios.


Ao longo da história vemos muitos agindo e se tornando anticristos: Pilatos, Herodes, Judas, a filosofia grega (“falsamente chamada ciência”), os imperadores romanos e hoje a globalização – que constitui num sistema com o espírito do dragão “financiando” tudo contra Cristo. Apresentando-se contrário às leis naturais de Deus e isto desde o princípio da criação.


No capítulo 13 de Apocalipse, fala de duas bestas. Mostra como Deus vê os reinos humanos. A primeira que subiu do mar deve ser analisada junto com Daniel 7 que mostra os reinos terrestres caldeus, medo-persa, leopardo e romano.


A segunda mostra o falso profeta, a religião vinculada ao poder político. Vemos isso desde os primórdios no Egito com os magos, os sábios da Babilônia, os deuses gregos, César não era considerado deus? Os aiatolás tem o poder e a igreja romana é também um estado. Estes falsos ensinadores associam ao poder e falam o que interessa – por isso são falsos profetas. Atuam junto à outra besta e o dragão lhe dando poder.


Mas, tudo isso terá fim, relatado no capítulo 19 e verso 19 com a chamada guerra final ou Armagedom, que será no fim deste mundo. Entretanto não se fala aqui na destruição do dragão e seus anjos, Gogue e Magogue, relatada depois, aqui sim uma luta nas hostes espirituais.




Ele será destruído pelo assopro da boca de Deus, conforme nos orienta o apóstolo Paulo na segunda epístola aos Tessalonicenses...


terça-feira, 29 de maio de 2012

A arca de Noé e a vinda de Jesus.


                No primeiro livro da Bíblia encontramos a história de Noé, filho de Lameque, um homem que achou graça aos olhos de Deus, no meio de uma geração má e violenta.

       Houve mistura de povos – algo rejeitado por Ele e a idade de vida humana foi diminuída. Intentou destruir tudo o que tinha criado sobre a face da terra. Mandou-lhe então fazer uma arca e estabeleceu uma aliança com ele e sua família.

      Depois de acabada, veio à ordem para entrar e logo veio o dilúvio. Toda alma vivente que tinha narinas morreu.

             Mais tarde o próprio Jesus se referiu a este tempo dizendo: “como nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Então a vinda dEle será num dia não esperado, de grande maldade e violência. Virá com juízo para terminar tudo o que tinha feito e apenas quem estiver "dentro da arca" será salvo? Sim.
           
       Não tem terceira ou quarta vinda e nem invisível? Não. Ou está na arca ou perecerá! O Criador iria deixar uma frestinha da porta aberta para quem sabe alguém, depois que começar a chover, possa ainda tomar decisão de entrar? Não. A diferença agora é que não será com água e sim fogo, como bem colocou o apóstolo Pedro e conforme o arco-íris que significa o acordo de Deus com o homem de não destruir mais a terra com águas, como foi naquele tempo.

       Pois é...