domingo, 31 de janeiro de 2016

O toque das trombetas.







Na abertura do sétimo selo apenas introduz o tocar de sete trombetas. Os selos e as trombetas são uma decisão paralela? Sim. Ordens e acontecimentos até o fim? Certamente. 

No verso sete do capítulo oito, temos o toque da primeira trombeta com a queima da terça parte das árvores e do mar com a ordem da segunda. Na terceira foi atingida a terça parte dos rios e fontes de águas. O quarto anjo toca a sua trombeta e foi ferida a terça parte do sol, da lua e estrelas.

A ordem já saiu, um terço será queimado e está realizado progressivamente desde o início do mundo? Sim e o apóstolo Paulo destacou isso no primeiro capítulo da epístola aos romanos no verso 18 em diante.   

Antes da quinta trombeta um anjo no céu diz com grande voz: Ai! Ai! Ai! Dos que habitam sobre a terra por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão de ainda tocar! 

No sexto, tem três pragas na qual morrem a terça parte dos homens pelo fogo, fumaça e pelo enxofre.

Tudo isso para os homens se arrependerem de suas más obras.  Mas eles não deixaram de adorar os ídolos, demônios, nem de seus homicídios, feitiçarias, prostituição, ladroices.


Pois é...





Abertura dos seis primeiros selos.




No seu capítulo 6, do livro da revelação temos a abertura dos selos ao Cordeiro abrir o livro. 

O primeiro selo fala de um cavalo branco trazendo mais um desígnio divino. Em comum com o Salmo dois, Deus já colocou o seu ungido e decretou: “recitarei o decreto, tu és meu Filho...”. Tudo está entregue a Jesus? Sim. 

O princípio de tudo é que em Cristo Jesus está a primazia. E vem a orientação do salmista: “beijai o Filho...”.

Outro Salmo também continua a revelação: ”cavalga prosperamente pela causa da verdade”.

No segundo temos outro cavalo, agora vermelho e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra. Quem não aceita a soberania divina, o príncipe da paz estará sujeito a males diversos. O ímpio não tem paz!

No terceiro fala de limitações na face da terra, mas existe uma ordem para não danificar o azeite e o vinho.  Ele derramaria em abundância do seu Espírito.

No quarto temos mais adversidade àqueles que não se submetem ao reinado do Filho.

Já no quinto temos almas debaixo do altar. Estão na lembrança dEle os que passaram desta vida aprovados por Ele? Sim. Uma saudade dos seus? Sim. Ele não fez justiça imediata aos seus desde Abel, Estêvão. Quer o aprimoramento de todos do  corpo? Sim. 

Vidas que foram apresentadas como sacrifício vivo no altar dEle como explicado no livro dos levitas no capítulo 6 e versos 10 e 11.

E o sexto selo, o que é? O fim do mundo com a justiça final. Mas, o que é o fim do mundo? “O céu retirou-se como um livro...” - um abalo total no planeta.

No sétimo selo apenas diz que para cumprir os desígnios de Deus acontecimentos acontecerão de acordo com o toque das trombetas.


Pois é...




A corte celestial e o Cordeiro que venceu.



No livro do Apocalipse, a revelação de Deus dada ao apóstolo João, arrebatado em espírito, relata no capítulo 4 e 5, a descrição da corte celestial e a exaltação de Cristo Jesus como o único digno de abrir o livro e desatar seus sete selos.  

Relata a existência de um arco celeste (Gn 9.9) e vinte e quatro tronos, com vinte e quatro anciãos ao redor do trono dEle.

As conjecturas são várias, mas biblicamente e para evitarmos erros, não podemos nem devemos dizer nada, pois não é revelado. Mas é certo que ao redor dEle tem muitos que o assistem, o adoram e o reconhecem como Senhor.

O profeta Ezequiel também viu a glória de Deus. Faz menção no capítulo 1 e verso 26 em diante do seu livro.  O aspecto divino na sua visão era como o aspecto do fogo como também viu o profeta Daniel nos versos 9 e 19 do capítulo 7.

No meio do trono e ao redor dele quatro seres viventes, cheios de olhos. Faculdade para verem tudo em volta na sua função de servir a Deus. 

No verso dez do primeiro capítulo de Ezequiel mostra mais claramente que estes quatro seres viventes, cada um tinha quatro rostos. Nos versos 15 e 20 do capítulo 10, o profeta os reconhece como querubins e Isaías como serafins nos versos 1 a 3 do capítulo 6. A visão do séquito aumenta no verso 11 do capítulo 5 do livro da revelação com miríades de seres celestiais.

Ah, lá não tinha mais nenhuma exaltação, Satanás não se encontra mais lá e acabou a divisão e todos se prostravam diante do Cordeiro e o adoravam.


Pois é...




Os pastores infiéis de Israel.

Este é o título dado pelo tradutor da Bíblia Revista e Corrigida da Sociedade Bíblica do Brasil para o capítulo 34 do livro do profeta Ezequiel.

O primeiro destaque é a reprimenda em relação a se apascentar a si mesmos. Seriam pastores cuidando de si, buscando seus interesses? Com certeza.

No verso terceiro deste texto, temos uma consideração que eles se aproveitam das ovelhas ou daquilo que elas podem lhe dar: gordura, lã e cevado. Não se vê uma reclamação contundente, mas constatação desses fatos. Entretanto, logo após existe uma repreensão: “não apascentam as ovelhas”.

Os pastores tinham que apascentar, buscar o bem das ovelhas...

Segundo a mensagem, apascentar significa: fortalecer a ovelha fraca, ligar a quebrada, trazer a desgarrada, buscar a perdida.

Ao invés de fazer as suas funções, os pastores infiéis dominavam sobre elas com rigor e dureza.

Hum...

O apóstolo Pedro ensinou em sua segunda epístola aos pastores para que eles apascentassem o rebanho de Deus não por força, nem como tendo domínio.

       Pois é...

Contudo, no Salmo 23 temos uma ovelha do bom Pastor, testificando a sua satisfação: verdes pastos, águas tranquilas.

Ainda que Davi passasse por lugares sombrios, de morte, não temeria. O supremo Pastor está com ele, nada foge ao seu controle e tudo concorre para seu bem. 

Em relação aos inimigos, O Senhor nos prepara uma mesa na presença deles: dá muita graça, escape e socorro – de tal modo que, até aqueles que o perseguem, reconhecem a proteção divina sobre ele.


Oremos pois para que Ele nos providencie pastores segundo a sua vontade! 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Qual a nossa motivação na obra de Deus?




Qual a nossa motivação na obra de Deus? É algo que precisamos sempre analisar.

Examine-se o homem a si mesmo...

Valerá a pena trabalhar e não receber a recompensa? Certamente que não.

O que nos leva a fazer a Obra de Deus? Cargos, posições, status.

É legítima a maneira que estamos fazendo a Obra de Deus? Cada um que responda por si, pois daremos conta ao Criador e Ele não tem o culpado por inocente.

Como está a nossa consciência? Militamos com honestidade e sinceridade ou falsidade e engano? O salmo 15 nos dará resposta a esta indagação? Sim.

Se militarmos de maneira incorreta teremos recompensa? Não. E vale a pena, então, usar o nome de Deus em vão? De maneira nenhuma. 

Se fizermos o trabalho do mestre relaxadamente, sem direção de divina estamos nos enganando?Sim. 

Que esperamos em troca do nosso trabalho? Reconhecimento humano, glória neste mundo? Se estivermos assim, não é o correto.



Pois é...



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O homem é imortal?



A imortalidade é algo só de Deus? Sim. Segundo a carta de Paulo a Timóteo diz que só Ele tem a imortalidade. (I Timóteo 6.16)

Um tema muito discutido e pouco compreendido pela maioria dos cristãos? Sim. Muitas vezes influenciado pela filosofia, os teólogos se deixam levar por ideias diversas. Algumas vezes, porém, elas contrariam a correta interpretação hermenêutica “a Bíblia deve ser interpretada pela Bíblia.”.

       O profeta Isaías nos alerta que toda a carne é erva, isso é, passa rápido e logo seca. (Isaías 40.6-8)

Salomão disse que nenhum homem tem domínio sobre a vida. (Eclesiastes 8.8) 

Essa é uma fábula que muito contada parece verdade? Sim, certamente.



Pois é... 




As cartas às igrejas da Ásia.





Dando continuidade aos estudos em Apocalipse, nos capítulos 2 e 3 do livro temos o relato das cartas às igrejas da Ásia. Vemos Deus se apresentando a cada uma delas de maneira diferente, mostrando que as conhecia profundamente. Sabia das suas obras (disse para todos os anjos das igrejas), trabalho, paciência, tribulação, blasfêmia, caridade, fé – contudo não encobria os erros, como: “tolerar Jezabel”, “não és frio nem quente”, “seguir a doutrina de Balaão” e outros.

Mostra a responsabilidade que o anjo da igreja tem – tratados como estrelas, pois Deus trata diretamente com eles. Creio que muitos destes problemas talvez nem sejam deles diretamente, mas eram da igreja que eles cuidavam - castiçais.

Ele se apresenta como: “aquele que tem na sua destra as sete estrelas e anda no meio dos sete castiçais de ouro”, “o Primeiro e o Último, que foi morto e reviveu”, “aquele que tem a espada aguda de dois fios”, etc. 

Também notamos uma diversidade de características nas igrejas. “Alguns paradoxos são revelados”: “pobreza (mas tu és rico)”,” Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu)”, “tens nome de que vives e estás morto”, “tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome”. Igreja que “deixou a primeira caridade” e outra que “as últimas obras são maiores que as primeiras”. Uma que “aborrece as obras dos nicolaítas” e outra que tem “alguns que seguem a sua doutrina”.

Poderíamos dizer que Filadélfia era uma igreja sem mácula, fiel – apesar de ter pouca força? Laodicéia se achava rica e Ele se apresenta como a testemunha verdadeira, mostrando a sua realidade, repreendendo-a porque a amava? Sardes seria um exemplo de vida cristã aparente apenas? Esmirna é uma igreja atribulada, pobre materialmente, sofrendo blasfêmias. Pérgamo uma igreja que apesar de estar num local espiritualmente difícil, mas se mantinha fiel – apesar de umas poucas coisas desfavoráveis. Tiatira a igreja que tolerava Jezabel?   Éfeso deixou o primeiro amor, contudo colocou à prova alguns que se diziam apóstolos e os achou mentirosos.

Considerando o número sete como simbólico, (significa plenitude, perfeição) e aquelas igrejas como figuras de todas e em todas as épocas, considerando também nós como igrejas vivas, qual, pois seria a melhor descrição nossa? Ou, como tem sido nosso testemunho diante dEle? Ainda, o que Ele tem dito de nossa comunidade ou de nós?

Muitos querem e podem até se considerar uma “Filadélfia” ou “Esmirna”, mas será que são mesmo? Alguns de Sardes achavam que estavam “vivos”, mas diante daquEle que tem os sete Espíritos de Deus fica explícita sua morte espiritual.

Interessante notar que ela tinha pouca força. Então, força não é garantia de fidelidade! Em mais uma igreja (Esmirna) também se fala “aos que se dizem judeus, mas não são” que blasfemavam, chamando-os, nos dois casos, de sinagogas de Satanás. Pessoas com aparente religiosidade, mas, servindo ao adversário?   

Nicolaítas era algo que Deus não gostava, mas na Bíblia não encontramos maiores explicações. Já, ao contrário, Balaão está claro que se refere ao profeta que instiga o povo a pecar e assim ser amaldiçoado.

Para a igreja de Éfeso, a única observação negativa foi ter deixado a primeira caridade. Seria uma congregação de “crentes antigos” que não tinham mais aquele vigor espiritual do início de sua conversão? Precisamos sempre ser, no aspecto de primeiro amor, novo-convertido?

Tolerar Jezabel, uma rainha idólatra e assassina, era o problema de alguns de Tiatira e passariam por uma grande tribulação caso não se arrependessem de suas obras e os filhos seriam feridos de morte. Seria um erro de omissão, falta de postura correta?
  

Para a igreja de Laodicéia, disse “não és frio nem quente”, seria isso um medo de dizer a verdade? Pessoas que estão divididas entre servir a Deus e o mundo? Estariam elas com a Palavra sufocada pelos espinhos (os cuidados desta vida, embaraços), como na parábola da semente? Outra observação foi: ”Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu)”, “tens nome de que vives e estás morto”. Seria uma igreja que tinha muitos recursos materiais, ao contrário de outras, só que não “investia” atenção, tempo e recursos no mundo espiritual? Precisamos sempre nos analisar para vermos onde está o nosso coração e não colocarmos a nossa esperança nas riquezas. Não podemos nos esquecer de priorizarmos o reino dos céus!