sábado, 30 de dezembro de 2017

Adão, o primeiro homem.





O primeiro personagem bíblico, criado a Sua semelhança, segundo a Bíblia, foi cercado de cuidados, trabalho e recomendações. Dentro dos cuidados de Deus à sua criatura, o Senhor lhe deu, uma ajudadora, que lhe assistisse todos os dias de sua vida e um de seus trabalhos iniciais foi dar nome aos animais. Já sobre as recomendações, uma delas foi não comer da árvore do conhecimento do bem e mal.

O discernimento do que possa ser certo ou errado não foi condição aceita para se ter uma vida eterna, junto com o Criador, mas sim a obediência ao Altíssimo, lhe atribuindo tempo definido sobre a face da terra, com sua esposa dando-lhe filhos e assim continuidade de sua geração, à sua semelhança.


O propósito dEle para o homem é algo muito sublime e excelso. Um desafio enorme e para o qual, empenhou até a sua vida. Deus o fez nada mais nem menos que à sua imagem e semelhança, com muita inteligência e sabedoria. Não há superioridade entre ele e a mulher, entretanto, eles têm vocações diferentes e se complementam. Se existe uma sujeição ao seu marido, dada ou colocada por Ele, é devido, simplesmente à vocação dela, contudo ela está cercada de honra, sendo de seu ventre a criação dos filhos e a preservação/continuidade da vida.

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a vida de Adão. Segue abaixo o link para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema.








sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O tratado aos Hebreus.






Continuando o estudo da carta aos Hebreus, um incentivo aos irmãos judeus na fé em Cristo Jesus, o sumo sacerdote da nova aliança. Esse tratado que se desenvolve com definições diretas, muitas vezes se transforma num sermão, com o escritor realizando belas pregações, contudo, termina como uma carta.

No capítulo sete, continua o assunto começado ainda no capítulo quatro, a chamada de Jesus, sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, realizada pelo próprio Criador e de consequências eternas.


O rei de Salém abençoou a Abraão em sua volta de uma grande guerra e recebe o dízimo de tudo que possuía, por interpretação rei de paz e justiça. Essa nova ordem sacerdotal, também seria rei de justiça, rei e sacerdote, juntos. Uma figura do que havia de ser realizado pelo Altíssimo, que ninguém sabe quando começou a existir e não tem fim de dias, um sacerdote eterno, mostrando que se o sacerdócio levítico tinha a perfeição, não necessitaria de outro totalmente novo, com leis novas, a lei da fé, pois a lei de Moisés não aperfeiçoou a ninguém e ela foi anulada, com Jesus como fiador de uma nova aliança, que já existia antes mesmo do outros sacerdotes instituídos no deserto, de forma provisória, figura daquele que havia de vir.

O sacerdócio de Jesus, ministro do santuário nos céus, sentado a direita de Deus, para sempre. Os sacerdotes terrestres ministravam sacrifícios segundo a lei, mas agora, segundo o escritor aos Hebreus, temos um novo sacerdócio firmado em melhores promessas, que não pode ser quebrado, sendo colocadas as leis no coração e mente, diferente das escritas em tábuas e pedras, seres inertes. 

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a Epístola aos Hebreus. Segue abaixo os links para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema. 








quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A batalha para salvar nossas famílias.





Testemunhamos boquiabertos, neste ano, uma série de sucessivos ataques à família segundo o modelo bíblico e tradicional, composta de um homem, uma mulher e sua prole. Nas escolas, jovens e adolescentes são convidados e incentivados todos os dias pelos professores a descobrirem o “maravilhoso” mundo da imoralidade “pura” e “sem consequências”; muitas universidades se preocupam mais em cravar conceitos sociológicos e políticos em seus alunos do que as próprias especialidades de cada curso. Nossas crianças são levadas aos museus de arte para apreciarem diversas obras contendo todo o tipo de imagens e cenas de sexo, bem como exposições “artísticas” contendo pessoas literalmente nuas. O homossexualismo e a imoralidade sexual nunca foram tão explorados nas novelas e nas músicas. Os meninos são ensinados a serem meninas, e as meninas, a serem meninos. As mulheres são doutrinadas nas ideias de que casamento é coisa de mulher fraca, ser independente é o paraíso, e que são donas do seu próprio corpo; é “martelado” diariamente em nossas cabeças que os bandidos e marginais são os caras “legais”, ao passo que os pais de família trabalhadores e servos de Deus são os “caretas”.

Sabemos que por trás de todos estes ataques à família está o interesse de determinados grupos políticos, os quais têm um projeto bem definido de “imoralização da sociedade”. Entretanto, por trás dos interesses desses grupos, está a atuação do maior adversário do homem e da família – Satanás. Mas, enquanto a sociedade rapidamente se afasta dos valores tradicionais, a Igreja, como coluna e firmeza da verdade, é o último baluarte da família. Somente nós, servos de Jesus Cristo e filhos do Deus que criou a maravilhosa instituição familiar, temos condições de vencer essa terrível batalha com as armas e estratégias que o próprio Deus nos preparou.

Embora nossos representantes “evangélicos” tenham esbravejado no Congresso e no Senado o ano todo, e as igrejas tenham saído às ruas para protestar contra o governo, sabemos que a nossa verdadeira luta não é travada no âmbito social e político, mas sim na esfera espiritual. Escrevendo aos efésios, logo após tratar dos relacionamentos familiares segundo a vontade e o padrão divinos, particularmente entre marido e esposa (Ef 5.31-33), e entre pais e filhos (Ef 6.1-4), Paulo explica que a nossa luta não é contra a “carne e o sangue” (Ef 6.12), mas contra os “principados”, “potestades”, “príncipes das trevas” deste mundo e “hostes espirituais da maldade”. E que devemos estar preparados e fortalecidos em espírito para vencer essa batalha “nos lugares celestiais” (Ef 6.10-11, 13).

No que respeita ao nosso tema, a orientação de Paulo vale não apenas para nossa vida cristã individual, mas também para os relacionamentos familiares em que estejamos envolvidos – os pais não devem cuidar apenas de suas próprias almas, mas também respondem pelos seus filhos. Lembremos de casos narrados pelas Escrituras, como os de Acã e Eli, em que a ruína de famílias inteiras se deveu à rebeldia ou negligência dos pais.

Mas não é com “PEC’s” (Projetos de Emenda Constitucional), leis e processos judiciais que vamos vencer o inimigo e salvar nossas famílias, mas sim com vidas cristãs reais, fortalecidas pela oração fervorosa e bem estruturadas pela pregação bíblica! (Ef 6.18-20). Enquanto militarmos com armas carnais, ou formos tímidos e fracos no uso das armas espirituais que Deus nos confiou, o verdadeiro adversário não será vencido e poucos danos causaremos às trevas (2 Co 10.3-5; 2 Tm 1.7). Uma família só está realmente segura e protegida contra os ataques de fora quando formada por cristãos verdadeiros; pais e filhos, todos regenerados pela Palavra de Deus.

Nossa geração de cristãos nos últimos anos abandonou quase que totalmente o culto em família no lar; nossas escolas dominicais e cultos de doutrina estão em declínio, onde poucas ovelhas são frequentadoras assíduas. Deixamos nossos filhos nas mãos de heróis fictícios e enchemos suas mãos de celulares e tablets com internet sem nenhuma restrição. Agora, começamos a colher os frutos de nosso descontrole, e os resultados podem ser vistos no número de filhos desviados, crianças rebeldes, adolescentes e jovens que, quando vão à igreja, frequentam só de corpo presente, tendo o coração longe de Deus e não apresentando nenhum vigor espiritual. Nossos jovens são fracos nas Escrituras, e a cada dia são engolidos pelo mundo, não tendo capacidade alguma para testemunhar de Cristo nas escolas. Na verdade, eles têm vergonha de se posicionar como cristãos no colégio, na rua, em casa e diante de seus amigos.

Não existe cura instantânea e nem remédio milagroso para esse diagnóstico. Pelo contrário, o tratamento exige muito tempo e grande esforço. No passado, Neemias se viu em uma situação parecida, de ameaças e perigos iminentes para o povo de Deus. Valorizando a colaboração das famílias, ele elaborou uma estratégia cujos pontos principais ainda hoje nos dão grande luz sobre como podemos tanto reerguer e salvar nossas famílias da ruína total como defendê-las e conservá-las debaixo do favor e proteção de Deus.

A primeira coisa que Neemias fez foi orar a Deus. Precisamos urgentemente de um retorno à oração (Lc 11.1; 22.46)! Oração diária e por longas horas (Sl 55.17; Dn 6.10; Mt 14.23; Lc 22.40-41). Oração em particular, em família, em igreja. Precisamos orar, orar, e orar. Orar muito (Lc 18.1; Rm 12.12)! Oração e jejum, para confissão dos pecados cometidos (Ne 1.5-11); pois precisamos de força diante do imenso desafio que temos à frente (v. 10), além dos muitos inimigos e perigos que espreitam para anular nossos esforços (vv. 11, 12).

Além da oração, faz-se necessário voltar à leitura e estudo da Bíblia. Precisamos lê-la por longas horas. As Escrituras Sagradas não podem ser consideradas somente como um livro de leis e regras, para ficarem em cima da estante ou fechadas sobre a mesa. Precisamos considerá-la novamente como o Pão da Vida para nossas almas (Jo 6.68), e como a força motriz de nossas vidas (Jo 6.63). É necessário consumirmos diariamente a Palavra de Deus como verdadeiro alimento (1 Pe 2.2-3), e indagar zelosamente pela vontade de Deus ali revelada para nossas vidas. Além da leitura e estudo particular, é imprescindível a frequência assídua às reuniões onde a Palavra tenha prioridade e primazia de tempo para ser ensinada e exposta e todo o conselho de Deus seja fielmente anunciado, como nos cultos de doutrina e nas escolas bíblicas.

A segunda estratégia de Neemias foi despertar o povo para ficar atento aos perigos principalmente nos lugares vulneráveis do muro, ou onde havia aberturas – as brechas. Deste modo os inimigos não poderiam entrar enquanto eles ainda não tapassem estes locais, e Neemias lhes deu uma Palavra de fé dizendo: “Não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível”.

Jesus nos ensinou que devemos orar e também vigiar (Mc 14.38). Muitas famílias são destruídas por um momento de deslize quando o marido ou a mulher não vigiam e também não preservam os filhos, descuidando de detalhes sobre os quais o inimigo, de forma sagaz, tenta influenciar para roubar, matar e destruir o lar. Se você quer defender sua família, precisa aprender a ser mais vigilante para cuidar mais de sua casa. Esta vigilância não é uma perseguição a seus familiares de forma a dominar tudo que acontece em suas vidas. Estamos falando de vigilância espiritual. Esteja mais atento às armadilhas do inimigo ou do mundo, e coloque tudo em oração combatendo espiritualmente por eles (Ef 6.12).

A estratégia de Neemias também incluía uma divisão de tarefas entre as famílias, de modo que metade das pessoas ficavam na defesa cuidando da proteção, enquanto os demais trabalhavam na reconstrução dos muros. Assim todos trabalhavam unidos, em dependência uns dos outros. Os filhos precisam ser ensinados pelos pais sobre como são importantes, amados e preciosos para estes, para que assim possam valorizar e também cooperar com o bem estar da família, através das suas próprias orações e das tarefas que lhes são confiadas.


Diante de tudo o que abordamos nesta aula, concluímos dizendo que precisamos de uma mudança radical em nosso comportamento e vida cristã; voltar urgentemente às antigas e eficazes práticas da oração, do jejum, leitura da Bíblia, cultos no lar e na igreja (Ef 5.14-21). A família foi criada por Deus, que é o principal defensor do lar. Por isso podemos confiar que nas mãos do Senhor estamos seguros (Isaías 43.13). A nossa tarefa é orar, confiar, trabalhar, aconselhar, fazer projetos, buscar o perdão de Deus e esperar que tudo dará certo com a bênção divina. Não deixe sua casa desprotegida! Amém.






* Texto cedido por: EBD – 4º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Introdução da carta aos Hebreus.





O apóstolo Paulo, suposto escritor da carta aos Hebreus, provavelmente antes no ano 70 d.C. devido à destruição do templo em Jerusalém, por causa da profundidade do texto e a excelente habilidade no Velho Testamento e outras características mais, como à referência ao seu filho na fé, Timóteo e uma saudação dos de Roma.

A carta aos Hebreus nos exortação à perfeição, maturidade espiritual e com uma dualidade entre a lei, que é figura, com a realidade das coisas referentes ao reino do Senhor de forma bem contextualizada.

A superioridade de Cristo é destacada de forma direta, como um tratado, nas suas primeiras letras, reforçando que Deus fala agora através de seu Filho, apesar de ter se revelado de outras variadas maneiras, sustentando a tese da excelência dEle, o resplendor da graça divina, citando “quem vê a mim, vê o Pai”, “todas as coisas subsistem por Ele”, “não há perdão de pecados sem Ele”.

Jesus Cristo é superior aos anjos “ao nome de Jesus todo joelho se dobra”, porque nEle habitava toda a divindade e as palavras do Eterno, este é meu Filho amado e todos os anjos de Deus o adorem, pois eles são importantes ministros que trabalham por aqueles que hão de herdar a salvação, contudo, menor do que Cristo. Moisés também como dirigente do povo no deserto foi fiel, mas Jesus conduz o povo que é dEle e o outro apenas um servo, uma figura do profeta que viria. Josué, outra figura do Messias, é colocado inferior ao Senhor, pois ele não deu descanso ao povo hebreu e recomenda que entremos no repouso do Altíssimo, isto é, sermos obedientes.


Concluindo os primeiros cinco capítulos desta carta, a superioridade do sacerdócio de Jesus é notória nos escritos dela devido a sua chamada, apresentando o Senhor como o sumo sacerdote que em tudo foi tentado, entretanto, sem pecar, intercede por nós nas coisas concernentes à Deus.

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a Epístola aos Hebreus. Segue abaixo o link para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema. 






sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

As últimas instruções e a ascensão de Jesus.






Na aula anterior buscamos compreender a ressurreição de Cristo e suas implicações doutrinárias e práticas. Nesta lição vamos estudar as últimas instruções de Jesus aos Seus discípulos e Sua maravilhosa ascensão ao céu. As últimas instruções de Jesus aos Seus discípulos são altamente relevantes, porquanto norteiam a influência da igreja sobre as nações. Já a Sua ascensão é a prova cabal da divindade de Cristo, bem como do Seu triunfo.

Após Jesus se manifestar para mais de quinhentas pessoas ao longo de quarenta dias após Sua ressurreição, agora chega o momento de voltar para o Pai. No entanto, antes de ascender ao céu, o Mestre compartilha com Seus discípulos instruções fundamentais para a propagação do Evangelho da graça a todos os povos e gerações. Os discípulos teriam que colocar em prática tudo o que haviam aprendido com o Mestre. Basicamente, as instruções do Mestre envolviam três assuntos principais: a confirmação das Escrituras no tocante a sua morte e ressurreição; a declaração da missão de evangelismo global; e o revestimento de poder do Espírito Santo para cumprir a missão. O Senhor abriu o entendimento dos Seus discípulos para compreenderem o que a Lei de Moisés, os Profetas e os Salmos profetizaram acerca da morte e ressurreição do Messias. Com base no cumprimento das profecias acerca de Cristo, os discípulos deveriam pregar o arrependimento e a remissão de pecados pela fé no Seu sangue em todas as nações, começando por Jerusalém. 

Esta missão só poderia ser cumprida pelos discípulos através do revestimento do poder do Espírito Santo. Logo, o Mestre conclui suas instruções enfatizando o indispensável revestimento de poder (At 1.4-8). Os primeiros discípulos atentaram para estas instruções e foram bem-sucedidos no cumprimento da tarefa de evangelizar sua própria geração. A igreja contemporânea necessita, urgentemente, de acatar estas instruções se quiser ser também bem-sucedida no cumprimento da tarefa de evangelizar esta nossa geração. A mensagem do Evangelho é de caráter absolutamente sobrenatural, portanto, deve ser anunciada de forma sobrenatural, segundo a eficácia do Espírito Santo (1 Co 2.1-5; 1 Ts 1.2-7).

Agora temos em vista o triunfante momento da ascensão de Jesus Cristo ao céu bem diante dos olhos dos Seus amados discípulos. Este evento jamais poderia ter acontecido de forma secreta por causa da grandeza da sua importância para o prosseguimento do testemunho do Evangelho. Para os discípulos, contemplar o Salvador com o corpo ressuscitado ascendendo ao céu significou a consumação do testemunho do Evangelho da graça de Deus e o marco para a espera pelo Seu regresso para buscar a Sua igreja (At 1.9-11; Mc 16.19, 20). 

A convicção dos discípulos acerca da identidade e do propósito de Jesus foi selada com este sobrenatural evento. Com isso, entendemos a determinação dos discípulos em testemunhar sobre o Evangelho a toda criatura, em todo lugar e em todo tempo; bem como a disposição deles para morrer pelo Evangelho (At 4.19-20; 5.29-32). A solidez da convicção dos primeiros discípulos foi o elemento chave para a saúde e o progresso contínuo da igreja em seus primeiros anos. Eles não conheciam Jesus meramente de ouvir falar ou por simplesmente ler a respeito d’Ele, pois foram marcados por experiências pessoais com o Salvador. O grau de conhecimento pessoal que possuímos do Salvador determinará o grau da nossa consagração a Ele, portanto, é preciso ter em mente o nosso contínuo progresso no conhecimento d’Ele (Os 6.1-3; Fp 3.8-11; 2 Pe 3.17-18).

Logo após Jesus ser elevado às alturas e ocultado aos olhos dos discípulos, estes foram exortados por dois anjos a fim de não permanecerem estáticos com olhos fitos no céu. Então, os discípulos se dirigiram a Jerusalém a fim de aguardarem o cumprimento da promessa de 26 revestimento de poder. Permaneceram no cenáculo orando e louvando a Deus até ao dia de Pentecostes, quando a tão desejada promessa foi poderosamente cumprida e todos os discípulos presentes no cenáculo foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem (At 2.1-13). A partir da descida do Espírito Santo sobre os primeiros discípulos começa o grande movimento de evangelização de todo o mundo. 

Capacitados pelo poder do Espírito Santo, os discípulos com muita ousadia e sabedoria propagaram as boas-novas de Salvação ao ponto de causarem tremendos alvoroços na sociedade daquela época (At 19.23). O poder do Espírito Santo foi o fator preponderante para o crescimento pujante e contínuo da igreja em seus primeiros anos. Por certo, este fator ainda é válido para a igreja contemporânea que leva a sério a sua missão de evangelizar o mundo (At 2.46-47; 4.4; 9.31).

As últimas instruções de Jesus aos Seus discípulos foram cruciais para nortearem o progresso da igreja no cumprimento da sua missão de evangelizar o mundo. A ascensão de Cristo ao céu selou poderosamente a convicção dos primeiros discípulos, os quais, em função da convicção do Evangelho, se dedicaram a pregar o Evangelho e até a morrer por ele. A igreja contemporânea deve imitar a fidelidade dos primeiros discípulos se quiser ser fiel no cumprimento da sua vocação.




* Texto cedido por: EBD – 4º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP

“VIDA E OBRA DE JESUS”

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A ressurreição de Jesus Cristo.




Na lição anterior, estudamos o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário como o meio proposto por Deus para a salvação do mundo. Hoje vamos aprender sobre a ressurreição de Cristo dentre os mortos e suas implicações doutrinárias e práticas para a vida cristã. A ressurreição de Cristo é o grande testemunho de aprovação e aceitação do Seu sacrifício na cruz. Portanto, crer na ressurreição de Cristo é assunto fundamental para a verdadeira fé cristã.

       No primeiro dia da semana, muito de madrugada, houvera um grande terremoto, provocado por um anjo do Senhor no momento em que ele removeu a pedra do sepulcro de Jesus. A aparência reluzente do anjo causou grande espanto aos soldados responsáveis pela guarda do sepulcro. Mas o anjo dirigiu-se às mulheres, Maria Madalena, Joana, e Maria, mãe de Tiago, para consolá-las com estas palavras: “Não tenhais medo; pois eu sei que buscai a Jesus, o foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia”. Então, elas receberam orientação do anjo para anunciarem aos demais discípulos a ressurreição do Salvador e, ao saírem apressadamente para avisá-los, elas foram surpreendidas por Ele; maravilhadas com o Salvador ressurreto, elas abraçaram os Seus pés e O adoraram (Lc 24.9-12; Rm 1.1-4). Em seguida, os guardas que presenciaram estes fatos foram à cidade e anunciaram tudo aos príncipes dos sacerdotes. Estes e os anciãos se reuniram para tomar conselho acerca de como lidar com esta situação dramática. Eles decidiram subornar os soldados para ocultarem a verdade da ressurreição de Cristo e propagarem a mentira de que o corpo de Cristo havia sido roubado por Seus discípulos enquanto os guardas dormiam. Esta mentira contada pelos guardas perdura até hoje entre os judeus. Com isso, vemos o nível de cegueira espiritual presente nos sacerdotes, pois, mesmo com o testemunho dos guardas sobre a ressurreição de Cristo, preferiram negar o fato (Jo 12.37-43).

 Chegada a tarde do dia da ressurreição de Cristo, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham escondido, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: “Paz seja convosco!” Para confirmar Sua identidade, Jesus lhes mostrou as marcas em Suas mãos e em Seu lado direito, o que, vendo os discípulos, se alegraram muito (Jo 20.11-18; Lc 24.13-35; Jo 20.19-29). Contudo, Tomé, um dos doze, não estava presente quando Jesus se manifestou aos Seus discípulos; ao tomar conhecimento da manifestação de Cristo aos demais discípulos, ele duvidou de que estivessem falando a verdade; por isso exigiu provas convincentes sobre este negócio. E, oito dias depois, chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse novamente: “Paz seja convosco!” Então imediatamente se dirigiu a Tomé para dar-lhe as provas da Sua ressurreição. Tomé, tomado de grande temor, reconheceu que o Salvador realmente havia ressuscitado. Jesus, nosso bom Mestre, aproveita o ensejo para nos deixar uma importantíssima lição: são bem-aventurados aqueles que creem sem ver. Enquanto Tomé precisou de provas materiais para crer na ressurreição de Cristo, todas as gerações subsequentes creram apenas por meio do testemunho sobrenatural do Espírito Santo (1 Pe 1.3-9). Jesus operou diante dos Seus discípulos muitos outros sinais, os quais não foram registrados nas Sagradas Escrituras. No entanto, todos os sinais ali registrados são mais do que suficientes para crermos que Ele é verdadeiramente o Filho do Deus Vivo, o Salvador do mundo. Depois disso, manifestou-se Jesus outra vez aos discípulos, junto ao mar de Tiberíades, onde Ele operou novamente uma pesca maravilhosa e comeu peixe junto dos Seus discípulos para provar mais uma vez a Sua ressurreição. E, depois de terem jantado, Jesus aproveitou para restaurar completamente a Sua comunhão com Pedro, o qual havia negado o Mestre três vezes quando Ele foi preso pelos judeus. Desta forma, Jesus estende sua misericórdia sobre Pedro e o reanima a prosseguir em frente, tendo cuidado das ovelhas do Bom Pastor (Jo 21.15-19; 1 Co 15.1-8). 24

A morte sempre foi um grande enigma para a humanidade desde os seus primórdios, por não se saber o que vem depois dela. Em praticamente todas as diferentes culturas, tanto ocidentais como orientais, o tema da morte é abordado pela religião ou pela ciência com diferentes perspectivas. Contudo, Jesus é a única pessoa com legítima autoridade para fornecer o esclarecimento sobre a realidade da morte e o que virá após ela, porquanto Ele experimentou a morte e a ressurreição como ninguém experimentou (1 Co 15.20). Ele é o Senhor da vida e recebeu do Pai poder para ressuscitar todos aqueles que n’Ele creem. Uma das promessas feita por Jesus aos Seus discípulos durante o Seu ministério terreno foi a de ressuscitar Seus discípulos a fim de tomarem posse da redenção eterna (Jo 5.28-29; 6.37-40; 11.25-27; 1 Co 15.45). Temos na ressurreição de Jesus Cristo o fundamento para nossa esperança acerca da nossa própria ressurreição no último dia (Ef 1.14-23; Rm 8.10,11). O apóstolo Paulo dedicou muitos dos seus escritos a este importante tema, em função da sua centralidade na construção da esperança da igreja. Duvidar da ressurreição de Cristo neutraliza toda a relevância do Evangelho como meio de graça divina para redenção da humanidade. A encarnação, o ministério, a morte, ressurreição e ascensão de Jesus estão todos interligados para cumprir o mesmo propósito: a redenção dos Seus eleitos (1 Ts 4.13-18; 1 Co 15.19-26).


Toda a vida e obra de Jesus Cristo foi marcada notoriamente pelo sobrenatural; logo, a Sua ressurreição não poderia ser diferente. A certeza da ressurreição de Cristo garante a ressurreição dos Seus discípulos no último Dia. Portanto, a nossa esperança no Senhor jamais será vã; antes, por certo terá a sua eterna recompensa.




* Texto cedido por: EBD – 4º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP

“VIDA E OBRA DE JESUS”

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A crucificação do salvador Jesus.





Na lição anterior estudamos sobre a agonia de Jesus no Getsêmani e o seu injusto julgamento. Nesta lição, vamos examinar as Escrituras Sagradas para conhecermos os registros sobre a crucificação de Cristo. A crucificação era a pena capital aplicada pelo Império Romano somente para os criminosos mais cruéis; e na Lei era “maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”, no entanto, o inocente Cordeiro de Deus foi submetido a esta horrenda pena.

Saindo Jesus levando a cruz para o calvário, três dos evangelistas narram que,  constrangeram um certo Simão, cireneu, a carregar a cruz. O translado de Jesus até o lugar da execução foi acompanhado de uma multidão e havia um número de mulheres que lamentavam dramaticamente a condenação d’Ele. Jesus as aconselhou a não se lamentarem por Ele, mas sim por elas mesmas e por seus descendentes, prenunciando Ele os dias difíceis que viriam e em que elas iriam dizer: “Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!”. A rejeição ao Messias por grande parte dos judeus acarretaria o severo juízo de Deus sobre esse povo rebelde e incrédulo (Lc 21.20-24).

Ao chegarem ao Monte Caveira, vários procedimentos se executam segundo o que já nas Escrituras se previa para testemunho e são eles: deram-lhe fel para beber, repartiram suas vestes e lançaram sorte sobre sua túnica, rodearam lhe com provocações e zombarias, deram-lhe vinagre na sua sede, levantaram a Ele crucificado tendo um malfeitor a sua direita e outro a sua esquerda, traspassaram-lhe com cravos e uma lança, mas não lhe quebraram osso algum (Jo 19.17-24, 30-34; Sl 22.1, 7-8, 11-13 e 16-18; Mt 27.33,34,45-48; Sl 69.21). Também são testemunhos os sinais da natureza e a declaração favorável por Jesus como: “E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor e disseram: Verdadeiramente, este era o Filho de Deus” (Mt 27.50-51). Com o corpo dilacerado pelos ferimentos, o piedoso Salvador roga ao Pai o perdão para os seus cruéis algozes, não revidou com injúrias ou maldições. Comumente, os condenados à crucificação injuriavam seus algozes até o último fôlego, tal era o sofrimento provocado pela cruz. No entanto, nosso Salvador portou-se como uma ovelha muda levada ao matadouro (1Pe 2.21b-25).

Afinal qual a razão de todo esse indescritível sofrimento? Segue-se a resposta: Jesus, pendurado no maldito madeiro, levou sobre si os nossos pecados a fim de nos conceder a sua justiça mediante a fé (Rm 3.21-26); Jesus, pendurado no maldito madeiro, se fez maldito por nós para sermos resgatados da maldição da Lei (Gl 3.13-14); Jesus, pendurado no maldito madeiro, morreu a nossa morte para podermos viver a sua vida (Rm 6.5-11); Jesus, pendurado no maldito madeiro, experimentou a separação do Pai, para sermos eternamente reconciliados com Ele (2Co 5.14-19). Jesus recebeu na cruz do Calvário o salário dos nossos pecados para nos conceder gratuitamente o dom da vida eterna (Rm 6.23).

Simultaneamente, na cruz de Cristo temos a revelação da severidade e da bondade de Deus. A severidade de Deus é demonstrada pelo alto preço pago por Cristo a fim de nos redimir de todos os nossos pecados. Nosso pecado foi severamente tratado sobre o corpo de Cristo em função da gravidade com que ele se apresenta ante os santos olhos de Deus. Agora, a bondade de Deus é demonstrada na cruz de Cristo porque aprouve a Ele nos amar de tal maneira que se dispôs a enviar seu Primogênito a fim de nos salvar dos nossos pecados (Jo 3.13-18).

Os corpos dos criminosos crucificados geralmente eram deixados pendurados e, depois, lançados em uma sepultura comum, entretanto, no caso, sendo véspera do sábado e grande dia da Páscoa, os judeus foram e pediram a Pilatos que se abreviasse a morte dos condenados. Assim foram quebradas as pernas dos dois ao lado de Jesus, mas este já estava morto e para se confirmar traspassaram-lhe com uma lança (Jo 19.31-37).  José de Arimatéia e Nicodemos encarregaram-se de assegurar um sepultamento digno para o Salvador. Visto que José era um homem rico e influente, ele foi até Pilatos solicitar o corpo de Jesus para ser sepultado em seu  sepulcro escavado na penha, onde ninguém ainda havia sido sepultado. Nicodemos utilizou quase cem libras de um composto de mirra e aloés para preparar o corpo do Salvador para o seu sepultamento, conforme o costume dos judeus (Jo 19.38-42).  Por outro lado os principais do povo em sua obstinação puseram guardas no sepulcro e selaram a pedra (Mt 27.62-66).


Compreender a crucificação de Cristo nos oferece o entendimento claro da sua identidade como “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, bem como o entendimento de toda herança de vida concedida por Ele aos seus escolhidos. A plenitude da vida cristã será vivenciada somente por quem compreender o glorioso mistério da cruz de Cristo.






* Texto cedido por: EBD – 4º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP
“VIDA E OBRA DE JESUS”

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Jesus no Getsêmani e seu julgamento.





Na lição anterior estudamos os princípios compartilhados por Jesus com Seus discípulos com o objetivo de prepara-los para a Sua morte, ressurreição e ascensão. Hoje, vamos examinar as Escrituras a fim de compreendermos a agonia de Cristo no Getsêmani, bem como a injustiça aplicada a Ele em Seu julgamento. No Getsêmani e no Seu Julgamento, nosso Salvador revela o Seu amor incondicional de uma forma singular e inesquecível.

Jesus, após celebrar a última Páscoa com os Seus discípulos, dirigiu-Se juntamente com eles ao Jardim do Getsêmani, o qual ficava ao pé do Monte das Oliveiras. Prevendo os sofrimentos que O aguardavam, nosso Salvador convocou seus discípulos para vigiarem com Ele em oração, com o objetivo de concluir a vontade do Pai. Era extremamente angustiante para Cristo pensar em levar sobre o Seu corpo o pecado do Seu povo e experimentar, ainda que por pouco tempo, o completo desamparo do Pai. A angústia experimentada por Cristo neste momento foi intensa ao ponto de os poros da Sua pele verterem grandes gotas de sangue. (Is 53.4-6; Rm 8.3-4).

Seus discípulos foram vencidos pelo sono; não possuíam o mesmo grau de consciência dos fatos seguintes.  Jesus, ciente da inevitabilidade de beber o cálice da ira de Deus em nosso lugar, submeteu-se prontamente para ser o nosso substituto e morrer a nossa morte. É importante fazermos um contraste entre a deslealdade de Adão no Éden e a lealdade de Cristo no Getsêmani. Adão, no Éden, desejou ser igual a Deus, no entanto, Jesus, no Getsêmani, mesmo “sendo forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a Si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.5-11). A fidelidade de Cristo ao Pai foi constituída por um profundo senso de amor (Jo 17.24-26).

Enquanto Jesus estava exortando Seus discípulos à vigilância, surgiu uma multidão acompanhando Judas, o qual saudou o Salvador com um beijo traiçoeiro que custou trinta moedas de prata. Beijar a face de alguém tem por objetivo expressar afeto, porém, no caso de Judas, foi o sinal estabelecido por ele para indicar aos servos do sumo sacerdote a identidade do Nazareno (Mc 14.43-46).

A reação imediata dos discípulos foi oferecer resistência, contudo, Jesus mais uma vez revelou Sua total submissão ao Pai, bem como Seu amor incondicional para com os Seus inimigos (Mt 5.43-45). Ele sabia muito bem que não poderia evitar o cálice, portanto, entregou-se prontamente para ser conduzido ao julgamento injusto. A reação pacífica de Jesus à violência dos Seus inimigos foi um exemplo inspirador para os Seus discípulos que seriam submetidos a muitas formas de perseguição e maus tratos por causa da fé no Salvador (Mt 10.16-20, 38 e 39).

Jesus, após ser preso, foi encaminhado para o Seu primeiro julgamento, realizado pelos anciãos do povo, pelos principais dos sacerdotes e pelos escribas. Um julgamento injusto e indecoroso, onde o Messias de Deus foi injustiçado com falsas acusações, bem como zombado e maltratado (Mt 26.59-61; Jo 18.19-23). Os líderes religiosos judeus acusavam Jesus de blasfêmia, por Ele afirmar ser o Filho de Deus. A incredulidade cegou o entendimento dos doutores da Lei e, mesmo com provas tão cabais dadas por Deus acerca da identidade e propósito do Seu Filho, cometeram essa atrocidade contra o Cristo Jesus. Como o julgamento religioso não seria o bastante para assegurar a crucificação de Jesus, então, Seus adversários O conduziram até Pilatos, apresentando falsas acusações a fim de requererem a pena máxima contra o acusado: a crucificação (Jo 18.28-32). No Sinédrio, as acusações contra Jesus eram de cunho religioso, enquanto as falsas acusações apresentadas a Pilatos tinham cunho político, pois diziam que Jesus afirmava ser o Rei dos judeus, bem como contrário ao pagamento de tributos para o Império Romano (Lc 23.1-2).

Pilatos ficou pressionado, por um lado, pela fúria dos judeus exigindo a crucificação de Jesus e, por outro lado, pelo bom senso de sua esposa, a qual havia recebido em sonho o discernimento da inocência de Jesus Cristo (Mt 27.19; Jo 18.33-38). Sendo assim, Pilatos, na tentativa de não se envolver nesse negócio, enviou Jesus a Herodes, pois este era governante da Galileia (Lc 23.6-11). No entanto, Herodes não achou qualquer culpa em Jesus que O fizesse digno de morte, por isso, enviou O    novamente a Pilatos. Enquanto isso, a fúria dos judeus se avolumava cada vez mais, ao ponto de trocarem o Messias por um criminoso chamado Barrabás (Lc 23.17-18). Por fim, Pilatos não teve escolha e cedeu aos auspícios dos judeus de crucificarem o Salvador  (Lc 23.20-24; Jo 19.1-5; 19.12-16).

A prisão, o julgamento e a condenação de Jesus não foram imprevistos que surgiram para frustrar o Seu ministério. Pelo contrário, enquanto judeus e romanos acreditavam estar eliminando o ministério de Cristo, na verdade, eles estavam conduzindo o Salvador ao cumprimento total do Seu propósito aqui na terra.




* Texto cedido por: EBD – 4º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP
“VIDA E OBRA DE JESUS”