domingo, 30 de abril de 2017

Rebeca: um caráter inteligente e prudente.

O Aurélio define caráter como o conjunto das qualidades de um indivíduo. Ele é responsável pelas ações e reações? Sim. Diante disso, qual seria o caráter de Rebeca?

Astuto é um adjetivo na língua portuguesa que caracteriza o indivíduo que “consegue o que deseja com sagacidade esperteza e engenho uma pessoa que não se deixa enganar ou ludibriar. Pode ter também uma conotação negativa, sendo relacionado à pratica da maldade; alguém que engana outra pessoas para proveito próprio."

Se analisarmos a Palavra, que é a nossa base de fé, vemos claramente o histórico dela como alguém que entendeu o plano de Deus para casar-se com Isaque, sem mesmo conhece-lo? Obviamente.

Rebeca era uma serva submissa a Ele? É. Quando os filhos lutavam no seu ventre, mostrou comunhão com o Altíssimo, ao buscar entender o que estava acontecendo em seu ventre. O Senhor lhe revelou que “o maior servirá ao menor”.

Biblicamente, em Rebeca, o termo astuto é sinônimo de atenta e prudente? Certamente.

 Ela foi atenta e prudente quando seu marido iria “errar” abençoando o maior, enquanto tinha revelação divina que deveria favorecer o menor, ela interveio com muita inteligência. 


Pois é...


sábado, 29 de abril de 2017

A salvação vem do Senhor.

Absalão matou seu irmão Amnon devido ao incesto ocorrido com Tamar, sua irmã. Ficou foragido por três anos e por ordem de Davi, retorna a Jerusalém.

Foi recebido pelo rei depois de dois anos sem o ver, montou uma estratégia para forçar o general Joabe a ir visitá-lo e reconduzi-lo ao encontro de Davi.

Planejou tomar o reino em Hebrom de maneira bastante sorrateira, entretanto, a família real percebendo os movimentos e intenção do moço, foge para as campinas do deserto.

O monarca se inquieta ao saber que um de seus melhores conselheiros, Aitofel, estava entre os rebeldes e ora ao eterno para que lhe transtornasse a sábia orientação dele, enviando Husai com essa intenção.

Uma grande dificuldade para o monarca, servo do Altíssimo, passar. Contudo o Salmo 3, mostra a confiança dele só nEle: “A salvação vem do Senhor”.

Pois é...

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A parábola dos trabalhadores na vinha.

Nesta parábola o Senhor Jesus conta a história de um pai de família que contrata trabalhadores para a sua vinha. Os trabalhadores são contratados em diversas horas do mesmo dia. Ao terminar o dia de trabalho, quando o senhor da vinha vai pagá-los, eles haviam trabalhado quantidades de tempo diferentes, no entanto, surpreendentemente, todos recebem um denário – valor referente a um dia de trabalho.

Diante da reclamação dos primeiros contratados, que achavam que receberiam mais do que os outros, o dono da vinha explica que não havia cometido injustiça com eles, pois havia pago exatamente o que combinara com eles. Se ele, por generosidade, deu o mesmo valor para os outros que trabalharam menos, isto não deveria parecer mau diante dos olhos deles.

Diferentes são as interpretações que têm sido dadas a esta parábola, muitas delas totalmente estranhas, principalmente quando as pessoas buscam dar significado a cada elemento que ela contém. Vamos nos concentrar na mensagem principal, buscando no contexto o motivo de Jesus ter usado esta ilustração. O assunto começa na entrevista de Jesus com o jovem rico. No capítulo dezenove nos é dito que o jovem se retirou triste, porque possuía muitas propriedades.

Na sequência, o Senhor diz que é difícil a um rico entrar no reino de Deus e, diante do questionamento de Pedro sobre eles terem deixado tudo, Jesus responde que todo aquele que tiver renunciado algo de valor terá cem vezes mais nesta vida e, no porvir, a vida eterna; porém, muitos primeiros serão derradeiros e muitos derradeiros serão os primeiros.

É para ilustrar esse “porém” que o Senhor conta a parábola dos trabalhadores na vinha. De muitas e variadas formas e de maneira incalculável, o Senhor recompensa os Seus por qualquer obra realizada, até mesmo por um copo de água, mas para o discípulo do Mestre a busca não deve ser da recompensa em si, não é buscar ser o primeiro, como que para ser merecedor da recompensa. O servo deve buscar agradar ao seu Senhor. Se o Senhor nos recompensasse segundo o mérito, a recompensa seria uma vez e não cem vezes mais.

Na parábola, o pai de família, que claramente representa Deus, assalaria trabalhadores para a sua vinha. A verdade aqui ilustrada é que a entrada para o reino de Deus é comparada a ser contratado pelo Senhor para a execução de um trabalho. Isto é totalmente diverso do entendimento de alguns que associam o reino a férias permanentes e a ausência de adversidades. O Senhor nos convida ao trabalho, a exemplo do próprio Mestre: homem de dores e experimentado nos trabalhos; e a exemplo de todos os fiéis servos e servas do passado, que nos inspiram a trabalhar, sofrer com Ele as aflições e fazer a obra para a qual fomos chamados (Is 53.3; Jo 5.17; 2 Tm 2.3-7).

Trabalho pressupõe esforço, dedicação, disciplina, renúncia e fadiga. Renunciamos o nosso tempo e nos dedicamos ao serviço do patrão que nos assalariou. O trabalho tira da ociosidade, livra da vergonha, da fome, troca a incerteza pela esperança e dá sentido à vida; tudo isso desfruta aquele que ingressa no reino de Deus. O trabalho também pressupõe recompensa – o salário. Embora o Senhor supra todas as nossas necessidades, inclusive as materiais; como o reino não é deste mundo, não dá para conceber que a nossa recompensa seja desta terra (Rm 14.17).

Sem dúvida alguma, a principal dificuldade do texto estudado é o fato dos trabalhadores receberem o mesmo valor, tendo trabalhado por períodos diferentes. Não seria injustiça? Seria um desestímulo ao empenho no trabalho? Assim, valeria a pena trabalhar? Tudo isso questiona quem não tem a visão do reino, quem está fora dele, quem se julga merecedor. A maior dificuldade é exatamente quando Deus manifesta a Sua graça com justiça e misericórdia (Sl 85.10; Mt 20.15).

Jesus usa esta história para ilustrar a questão do mérito e da recompensa no reino de Deus; Ele foi claro ao expressar que o Seu reino não é deste mundo e que ele não vem com aparência exterior. Por não ser deste mundo, os conceitos e implicações do reino de Deus são totalmente estranhos e parecem errados às pessoas deste mundo. Somente poderemos ter um real entendimento e compreensão das coisas do reino se ele estiver dentro de nós e nós estivermos nele, ou seja, a verdadeira visão do reino só é dada àqueles que fazem parte dele. Qual seria então a visão do reino? Aquele que já adentrou os portões do reino sabe que já recebeu muito mais de cem vezes, por alguma obra que tenha feito ou que venha a fazer; a única recompensa de que se acha digno é a morte, no entanto, já desfruta da vida eterna.

Não lamenta estar trabalhando desde cedo, pois a sua maior alegria é fazer algo para o seu Mestre, cujos mandamentos não são pesados, e pelo qual se deixa gastar voluntária e alegremente. O estar assalariado desde cedo o tirou da ociosidade, da incerteza, e livrou-o da vergonha e da fome; enquanto outros continuam nessa situação por mais tempo (1 Jo 5.3; At 20.24; 2 Co 12.15) A justiça e a generosidade estão em que Deus concede a exata medida do que cada um necessita. À semelhança do maná que, colhido em quantidades diferentes, era na verdade colhido tanto quanto podia ser comido; as bênçãos de Deus, embora sendo distribuídas em quantidades diferentes, são ilustradas como sendo iguais, pois supre o necessário de cada um dos seus filhos.

Lembremos que o denário era a paga por um dia de trabalho; consequentemente, o necessário para suprir as necessidades de um dia. Finalmente, o que tem a visão do reino de Deus jamais lamentará o benefício concedido a outros, em igual ou maior medida que a si mesmo. Ele aprendeu com o seu Mestre a se alegrar com os que se alegram (Rm 12.15).

Nesta parábola, Jesus ilustra sobre as recompensas que recebem os integrantes do Seu reino. Ele demonstra que a bondade de Deus ultrapassa os critérios humanos de mérito e retribuição, como se fosse um salário devido, sem, contudo, descambar na arbitrariedade, que não leva em conta a justiça.


Todos participam da bondade e misericórdia divinas, que superam tudo o que os homens consideram como justiça. No Reino não há lugar para o ciúme. Aqueles que julgam possuir mais méritos do que os outros devem aprender que o Reino é dom gratuito. Ao pagar o salário integral aos trabalhadores no final do dia, o senhor da vinha demonstrou uma bondade que vai além da justiça, mas sem ofendê-la.

* Texto cedido por: EBD – 2º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP
“PARÁBOLAS”

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A nova vida em Cristo.

Na aula anterior, aprendemos que Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que perdoa o pecado do mundo. Nesta lição, estudaremos o grandioso milagre do novo nascimento operado por Deus no ser humano. Jesus descreveu esta experiência inicial e transformadora da vida cristã como nascer de novo (Jo 3.1-8). Os pecadores, "mortos em ofensas e pecados" (Ef 2.1), necessitam de um renascimento espiritual. Pelo novo nascimento o homem é reconciliado com Deus e adquire a condição de Seu filho (1 Jo 3.1,2). O novo nascimento em Cristo não é simplesmente uma transformação, mas uma nova criação.

Jesus disse a Nicodemos que: “ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3). O novo nascimento é uma “nova vida” em Cristo, agora, o homem não vive mais sob o domínio do pecado, mas sua vida é guiada por Cristo. Em termos práticos, consiste em ser uma “nova criatura (2 Co 5.17), “revestir-se do novo homem" (Ef 4.24), ser salvo pela “lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5), ou ainda, ser “gerado de novo para uma viva esperança” (1 Pe 1.3, 23). É experimentar uma mudança radical em todo o nosso ser, proveniente da graça, misericórdia e do poder de Deus, o primeiro passo na experiência pessoal da salvação, que terá a sua plenitude na vinda de Cristo (Rm 13.11). Em síntese, se cumpre o que Jesus disse: “quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).

Paulo recorda que no passado, estávamos “mortos em ofensas e pecados”, “andávamos “segundo o curso deste mundo”, guiados pelo próprio satanás (“o príncipe das potestades do ar”), assim considerados “filhos da desobediência”, andávamos segundo a vontade da nossa carne, fazendo os desejos de nossos pensamentos, por fim, éramos considerados por natureza, “filhos da ira”. Tito esclarece que noutro tempo éramos: “insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros” (Tt 3.3). Com efeito, estávamos sem esperança de salvação, distante de Deus e de Sua glória, receberíamos como salário do pecado, a morte (Rm 6.23). 

Nós éramos escravos do pecado, mas fomos resgatados mediante um pagamento de altíssimo valor, mais precioso que a prata e o ouro: o preço da nossa libertação foi o sangue de Jesus (1 Pe 1.18,19; 1 Jo 1.7). A redenção é o preço pago para dar liberdade a escravos. Estávamos longe de Deus (“mortos em ofensas e pecados”), fomos alcançados pela Sua graça, por intermédio da obra redentora de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Paulo enfatiza que fomos “vivificados”, ou ainda, “ressuscitados com Cristo”, e como consequência, Ele “nos fez assentar em lugares celestiais, em Cristo Jesus”.

       A salvação não é mérito pessoal do homem, mas é presente de Deus (“pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”). É um ato soberano e sublime de amor e misericórdia de Deus, que aceita aquele que crê e o justifica de seus pecados pela morte de Jesus na cruz do Calvário, transformando a condenação do homem em perdão (Is 53.4,5).

       Agora que Cristo passou a habitar em nosso coração (Gl 2.20), somos considerados filhos de Deus (Jo 1.12; 1 Jo 3.1-6), co-herdeiros de Cristo (Rm 8.16-17) e recebemos como dádiva a Vida Eterna (2 Co 5.17; Jo 3.16).

       Por mais que nos esforcemos, ainda não conseguimos ser perfeitos e inculpáveis diante de Deus (1 Jo 1.8; Rm 7.19). Através da graça de Deus, o homem é aceito e passa a estar unido à Cristo, e sua antiga natureza é transformada, ele passa a ser uma “nova criatura” e abandona as práticas pecaminosas, pois vive em novidade de vida (2 Co 5.17) e precisa frutificar. Jesus é a árvore da vida, e pela fé, fomos enxertados Nele (Rm 11.17). Quando a Bíblia fala de fruto, ela diz acerca dos resultados. Deus espera de nós fruto, que é o resultado da nova natureza que recebemos. Jesus disse que aquele que permanece Nele, dará muito fruto (Jo 15.5).

       No livro aos Gálatas, o apóstolo Paulo exorta aos seus ouvintes a “andar em Espírito” e permitir que o Espírito de Deus dirija as suas vidas e que não se deve obedecer aos desejos da natureza humana (Gl 5.16). Em seguida, ele esclarece que o fruto do Espírito é: amor, gozo (alegria), paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança (domínio próprio) (Gl 5.22).

       O mandamento de Deus para nós é: “Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; (...) e ao teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12.30,31). Paulo ainda aconselha a igreja em Roma que exercitasse o amor fraternal sem fingimento (Rm 12.9,10).

       Em outras palavras, frutificar é atentar para a necessidade do próximo, não ser vagaroso no cuidado, alegrar na esperança, ser paciente na tribulação, perseverar na oração, ser hospitaleiro, abençoar aqueles que nos perseguem, não amaldiçoar, alegrar com os que se alegram, chorar com os que choram, não ser ambicioso, cultivar a humilde, não pagar o mal com o mal, buscar ser uma pessoa honesta, ter paz com todos os homens, inclusive com seus inimigos, não dar lugar a vingança, suprir a necessidade de nossos inimigos, vencer o mal com o bem, não mentir, por fim, caminhar rumo à santificação (Rm 12. 9-21; Hb 12.14).


Hoje aprendemos que o novo nascimento tem origem em Deus Pai, fruto da morte redentora de Jesus Cristo. É realizado pela operação eficaz do Espírito. Por isso, resulta numa nova herança, que é descrita como: incorruptível, incontaminável e que não se pode murchar, guardada nos céus para nós (1 Pe 1.4). A regeneração é o primeiro passo para todos os privilégios de um cristão no estado de graça. A ressurreição do Senhor Jesus é a pedra fundamental da nossa esperança e confiança. 

Assim como Pedro expressou, podemos declarar: “Deus, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.

* Texto cedido por: EBD – 2º. Trimestre de 2017 
ADOLESCENTES E JUVENIS

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTERIO GUARATINGUETÁ-SP
“CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO”

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Conhecendo a Jesus Cristo.

As Escrituras nos asseguram que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Mc 1.1). Antes de todas as coisas serem criadas por Deus, Jesus Cristo já existia junto a Deus. É por isso, que o evangelista João escreveu: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus” (Jo 1.1,2). Em Hebreu 13.8 temos a afirmação que: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente”. Isto revela que Ele é eterno. Porém, para perdoar os nossos pecados, Ele se tornou homem e passou a habitar entre nós. O próprio Jesus disse aos Seus discípulos: “o Filho do Homem veio salvar o que se tinha perdido” (Mt 18.11). É por isso, que Ele é “o nosso Salvador” (2 Pe 1.1).

Muito antes de vir ao mundo, Isaías já profetizava a respeito de Jesus: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6).

A Bíblia relata que Maria, a mãe biológica de Jesus, era virgem e estava na cidade de Nazaré e prometida em casamento a José, o seu esposo. Quando um anjo, de nome Gabriel, se aproximou da jovem e disse: "Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres" (Lc 1.28). O anjo disse que Maria ficaria grávida através do Espírito Santo e daria luz a um menino cujo nome seria Jesus que significa "Deus é o Salvador".

Jesus nasceu na época do Império Romano, quando o imperador César Augusto editou uma Lei, onde todos deveriam retornar, cada um à sua própria cidade. A fim de se alistar, José saiu da cidade de Nazaré na província da Galileia à cidade de Belém na Judeia. Então Maria concebeu a Jesus, o nosso Salvador, pelo Espírito Santo. Em Belém, nasceu o Salvador, Jesus Cristo, o Senhor, para que se cumprisse a profecia (Mq 5.2), o primeiro filho de Maria. A missão de Jesus: prover salvação para todo o mundo.

Jesus de Nazaré seguiu pregando o Evangelho e anunciando a chegada do Reino de Deus por cerca de três anos. Na antiga Palestina, o ministério de Jesus era marcado pelo amor. Ele evangelizou os pobres, as pessoas necessitadas de alimentos materiais e espirituais. Jesus consolou os corações entristecidos, quebrados e amargurados. Ele pregou a liberdade para quem estava preso. Presos nos vícios, escravos de outras pessoas e toda sorte de injustiçados.

O Nazareno curou os cegos — tantos os físicos quantos os espirituais — e pôs em liberdade os seres humanos oprimidos por espíritos malignos. E o nosso Senhor anunciou o ano aceitável de Deus. Um tempo da graça divina. Mostrou o Pai de braços abertos para aqueles que desejam dizer "o sim" para a sua graça; dizer "sim" para a vida; dizer "sim" para um novo tempo (Lc 4.14-30). Jesus seguiu o caminho de Deus realizando o bem.

Por amar e realizar o bem, Jesus de Nazaré enfrentou resistências. Apesar de perseguido por suas atitudes, o nosso Senhor sabia da sua missão redentora: Era preciso morrer para salvar o pecador (Lc 2.25-38). Seus algozes o castigaram; surraram o Senhor; rasgaram a sua carne; furaram a sua cabeça com a coroa de espinho; deram-lhe uma cruz para carregar até o Calvário; o crucificaram; transpassaram uma lança a sua carne. Jesus expirou e morreu!

A Escritura afirma que em tudo Ele foi tentado, mas não pecou. Paulo diz que: “Cristo morreu por nossos pecados”.

Porém, a morte não pode vencê-Lo, as Escrituras afirmam que ao terceiro dia Ele ressuscitou, para que se cumprisse a palavra: “É necessário que o Filho do Homem padeça muitas coisas, e seja rejeitado dos anciãos e dos escribas, e seja morto, e ressuscite ao terceiro dia” (Lc 9.22).

A Bíblia declara que a ressurreição de Jesus e o seu aparecimento posterior aos discípulos foram eventos tão grandiosos que o apóstolo Paulo os relata para a igreja de Corinto em detalhes: "[Jesus] foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Depois, foi visto por Tiago, depois, por todos os apóstolos e, por derradeiro de todos, me apareceu também a mim" (1 Co 15 5-8).

Jesus Ressuscitado é a razão da nossa fé! A ressurreição de Cristo significa que, igualmente a Ele, ressuscitamos da morte para a vida; do pecado para a salvação; da injustiça para a justiça eterna. Ele está vivo, assentado à direita do Pai, intercedendo por nós como um verdadeiro advogado.

As Escrituras apresentam inúmeros exemplos de figuras e símbolos, com os quais Deus procura mostrar, por meio de coisas terrestres as coisas espirituais. Visto a incapacidade da mente humana de compreender as coisas divinas, nos mesmos termos encontramos no Antigo Testamento Deus falando das glórias celestiais através de coisas terrestres, ou seja, de tipos. Vejamos algumas figuras que mostram aspectos sobre Jesus e sua obra na cruz:
 1) Adão – como representante da raça e primeiro homem, é “figura daquele que havia de vir” (Rm 5.14c). Jesus Cristo é chamado de “o último Adão”, aquele que dá a vida (1 Co 15.45b);
 2) Moisés – foi uma figura daquele que haveria de vir (Hb 3.1-6). Ele renunciou o trono do Egito, preferindo sofrer com o povo de Deus pelo opróbrio de Cristo (Hb 11.23-29), foi usado por Deus para libertar o povo de Israel, além de ser considerado profeta (Dt 18.18) e mediador que intercedeu pelo povo (Ex 32.30-32);
3) O Cordeiro Pascal – Quando João Batista afirma: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29), ele está interpretando que Jesus Cristo é o verdadeiro cordeiro pascal. No princípio, a Páscoa foi celebrada com a morte de um cordeiro, sem defeito, e o sangue desse garantiu a salvação dos primogênitos na terra do Egito (Ex 12.5,12, 13). É por isso que sem derramamento de sangue não há remissão de pecados (Hb 9.22); e
4) A Serpente de Bronze – Em Jo 3.14-15, é dito que: “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. No deserto, bastava olhar para a serpente de bronze para que a cura fosse efetuada. Hoje, basta “olhar” para Jesus para termos os pecados, o veneno de nossa alma, retirados para a glória de Deus.


Na aula de hoje aprendemos que Jesus é o Filho de Deus, a pessoa mais importante que existiu no mundo. Ele veio em forma de uma criança, cresceu na graça e no conhecimento, diante de Deus e dos homens. Jesus de Nazaré é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores; Maravilhoso Conselheiro, Príncipe da Paz e Pai da Eternidade. O pão para quem tem fome, a água para o sedento, a luz para iluminar o caminho daquele que se encontra nas trevas. Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu isso?” (Jo 11.25-26).

* Texto cedido por: EBD – 2º. Trimestre de 2017 
ADOLESCENTES E JUVENIS

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“CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO”

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Não olheis para o vinho, quando se mostra vermelho!

Nos dias atuais temos um certo bombardeio contra o modelo de família instituída por Deus. As redes sociais e os novos utensílios tecnológicos, que tem muitas utilidades, tem sido meio de propagação de todo tipo de desvirtuamentos.

No livro de Provérbios, capítulo 6 e verso 20, o sábio, aconselha o jovem a guardar o mandamento para lhe livrar da má mulher e das lisonjas da língua estranha.

Admoesta a não cobiçar em seu coração, nem a se prender com seus olhos.

A exposição das mulheres, cada vez mais sem pudor, nos filmes e novelas, incentivam a tomarem caminhos impuros.

As palavras do pregador são continuamente desprezadas? Sim.

No capítulo 23 e versos 31 a 35, da mesma obra, o erudito inculca: não olheis para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.

Continua sua observação e diz que por uma mulher prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça de preciosa vida.

Explana que o homem que entrar à mulher de seu próximo; não ficará inocente, achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará.


Pois é...

A parábola do tesouro escondido, da pérola de grande valor e da rede lançada ao mar.

Dando continuidade aos Seus ensinos através de parábolas, Jesus conta mais três delas, em duas das quais fala do incomparável valor do reino de Deus – as parábolas do tesouro escondido e da pérola de grande valor. Na parábola seguinte, a da rede lançada ao mar, Ele fala da separação entre justos e injustos que haverá na consumação de tudo. Lembremos que o Mestre está falando de coisas espirituais. Isto é importante porque, da mesma forma que, na Sua manifestação, muitos esperavam a restauração material do reino do Messias, agora há os que os que esperavam desfrutar os benefícios do reino somente neste presente século. Jesus foi claro em ensinar que o Seu reino não é deste mundo. Vamos examinar cuidadosamente as Escrituras; elas contêm o “mapa” para encontrarmos o precioso tesouro e desfrutarmos todas as riquezas do Evangelho.

Jesus usa a parábola do tesouro escondido e a da pérola para falar do grande valor do reino de Deus. Na primeira, o homem encontra o tesouro quando, aparentemente, não o estava procurando; no segundo caso, o comerciante busca boas pérolas e encontra uma de grande valor. 

Ambos reconheceram que a grandeza do que foi encontrado justificava a venda de tudo o que possuíam para adquiri-lo. O Senhor fala de pessoas não religiosas que, a exemplo dos gentios, não buscam a Deus (Rm 10.20; Is 65.1); e de alguns que, como o apóstolo Paulo, têm a sua religiosidade e buscam ansiosamente. Nos dois casos Deus pode abrir os olhos para as insondáveis riquezas de Cristo Jesus. 

O maior destaque das duas histórias é a preciosidade do reino de Deus. Aquele que o encontra e reconhece o seu valor é capaz de se desfazer de tudo o que possui para tê-lo. O valor do reino está na pessoa do próprio Cristo, é nEle que estão “escondidos todos os tesouros”, e quem o tem desfruta de todas as bênçãos (Ef 1.3) e considera todas as outras coisas como perda, a exemplo de Paulo (Fp 3.7, 8; 2 Co 4.18). 

Se Cristo é o nosso Tesouro Permanente, então é nEle que nós temos que colocar o nosso coração. Dizer que Cristo é o nosso Tesouro e, no entanto, vivermos ansiosamente, correndo e “brigando” pela aquisição de outros tesouros, então, quer nos parecer que a posse de Cristo não bastou para preencher o desejo de possuir algo de valor. Para aquele que tem Jesus como seu Tesouro, todos os demais tesouros serão considerados como secundários, sendo que neles não estará o coração do homem, conforme o Senhor Jesus ensinou: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu. Onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração” (Mt 6.19-21). As riquezas desta vida são efêmeras e perecíveis e não nos acompanham por toda a vida. Porém, Jesus, o nosso Tesouro inigualável, permanecerá conosco por toda a eternidade.

Ambos os personagens das duas parábolas venderam tudo quanto tinham para a aquisição do que haviam achado. É claro que o Senhor não está falando em se “pagar o preço” pela salvação – ela vem pela graça de Deus mediante a fé em Cristo (Ef 2.8). Jesus fala da renúncia que deve praticar aquele que ingressa no reino – tudo o que é da vida anterior deve ser lançado fora, abandonado, “vendido”. Se alguém deseja o reino de Deus e não renuncia a tudo quanto tem, não é digno dele. Jesus diz que aquele que vem após Ele e não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser Seu discípulo (Lc 14.33). O Senhor coloca como condição essencial deixar tudo o que temos e o que somos para “adquirir” o reino de Deus. Isto inclui deixar o “eu”, o orgulho, vaidades e tudo o que é próprio da velha natureza. Inclui também bens materiais (Mc 10.17-24) e até pessoas – se maior interesse e afeição forem dedicados a elas do que ao verdadeiro tesouro que é Cristo Jesus (Mt 10.37; Hb 11.24-26; 1 Co 9.23-27).

Na última parábola deste conjunto de três, Jesus, mais uma vez, fala da distinção final entre justos e injustos, mesmo tema da parábola do trigo e do joio. O Senhor compara o reino de Deus a uma rede que é lançada ao mar e depois é retirada com toda espécie de peixes; na praia é que são separados os peixes bons dos maus. Entre os discípulos havia pescadores por profissão, e mesmo os discípulos que não eram pescadores estavam completamente familiarizados com a prática descrita por Jesus nessa parábola. Portanto, os discípulos foram capazes de compreender prontamente cada detalhe da narração de Jesus, pois o Mestre havia se referido ao modo de vida que muitos deles levavam antes de largar tudo para seguir a Cristo. Como vimos acima, a rede apanhava tanto peixes próprios para o consumo quanto impróprios, ou seja, peixes bons e maus. Devemos nos lembrar também de que muitas espécies eram consideradas impuras de acordo com as tradições judaicas (Lv 11.12). 

Os peixes comestíveis e comerciáveis eram separados em cestos, enquanto os demais eram descartados. Essa ideia de seleção deve ser mantida em mente para entendermos o ensino principal dessa parábola que claramente focaliza o dia do juízo final. 

Usando elementos do cotidiano de Seus discípulos, Jesus conseguiu ensinar e comunicar uma verdade espiritual de que devemos nos ocupar com a tarefa que nos foi confiada, pescando homens com a pregação do Evangelho de salvação, convidando todos ao arrependimento e apontando a forte realidade de que o grande dia do juízo virá, quando, então, o ímpio e o justo serão separados (Mt 25.32,33; 1 Pd 1.3-7). Nesta parábola vemos, mais uma vez, retratado o papel dos anjos quando da volta de Cristo: eles serão os encarregados da separação do joio e do trigo, dos peixes maus e dos bons.


Nestas três parábolas vimos os ensinos do Senhor Jesus sobre a preciosidade do reino de Deus, que traz também a grande responsabilidade daqueles que o encontram de renunciarem, com alegria, a tudo quanto possuem pelo gozo de o terem alcançado. Vimos também a solene verdade do juízo de Deus que será executado na consumação de tudo, com a separação de justos e injustos e o destino final que será dado a cada um.



* Texto cedido por: EBD – 2º. Trimestre de 2017 

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“PARÁBOLAS”

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A pedra: um reino espiritual que nunca terá fim!

Grande parte da revelação acerca da estátua é de certo consenso entre os estudiosos. Muitos também conseguem entender a similaridade entre os capítulos 2 e 7 do livro do profeta Daniel.

Alguns, entretanto, tem dificuldades em perceber o que está escrito no verso 41, 41 e 44. Não alcançam, (vamos compreender que se Deus, não mostrar...) que na descrição do vidente tem cinco reinos e o último é um reino dividido (ferro misturado com barro de lodo).

Outros acham que o Eterno vai reinar sobre a terra. Desprezam os Salmos: o Senhor reina, está revestido de majestade.

Ignoram o verso 44, “nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído.”

O reino divino não saiu da estátua? Não, saiu do monte. Ela está fora!

O que precisamos discernir é se estamos na pedra (símbolo do reino dos céus) ou na estátua? Certamente.

Os reinos desse mundo passarão, alguns ainda tem sobrevida e outros já morreram, contudo, apesar de não ter a aparência do ouro ou prata e nem a fraqueza do lodo, a pedra subsistirá para sempre.

Estamos sustentando nossas vidas na estátua ou na pedra?

Bem, segundo a revelação divina não teremos outro reino mundial e hoje quem comanda não é a Rússia, nem China ou EUA.

Existe uma multiplicidade de reinos: dez dedos, fracos em parte, como o barro, e fortes como o ferro, em outra parte – assim são os reinados atuais.


Pois é... 

domingo, 16 de abril de 2017

Jesus ensina o fariseu Nicodemos.

Quando se fala dos fariseus, geralmente pensamos nos problemas nos quais eles estavam envolvidos: falsidade, manipulações, dissimulações, hipocrisias, exterioridades.

Contudo tinham muito zelo com a lei divina e a estudavam desde cedo.

Se existia uma má fama, entretanto temos em Nicodemos um exemplo de um religioso sincero? Sim.

Não era conveniente ser visto com o Mestre, então ele o procura discretamente.

Jesus o ensina muitas verdades do reino, as quais, como doutor da lei, deveria conhece-las? Certamente.

Ensinou sobre o novo nascimento, “ninguém subiu ao céu” (importante base bíblica), e que Ele era a serpente que tinha sido levantada no deserto.


Quem dera se os cristãos de hoje também passassem um tempo com o doutrinador de Nazaré!  

Breve história de Isaque.

Com Abraão já velho e adiantado em idade chega, então, o momento do casamento de seu filho Isaque. Surge, portanto a preocupação de que Isaque não poderia tomar mulher do meio dos cananeus onde Abraão estava habitando? Certamente.

Ele então chama seu servo, o mais velho da casa, e o faz jurar que este iria tomar mulher para seu filho da sua terra e da sua família. Era o zelo de Abraão com as promessas de Deus em sua vida, tais promessas não poderiam se misturar com a impiedade dos cananeus? Sim.

Deus está no controle de tudo o que está ocorrendo com Abraão e seu servo, nada se sucede por acaso.

Nota-se claramente que não há operação de maravilhas e grandes milagres neste texto, como Deus enviando um anjo ou manifestando um grande sinal, etc. Porém, há de se ressaltar que ser conduzido por Deus na vida diária, ter os passos guiados por ele e ser bem sucedido, isso tudo se constitui em um grande milagre; é uma forma de Deus agir que infelizmente muitos não percebem? Obviamente.

Os planos de Deus não podem ser impedidos (Jó 42.2). Abraão projetou o casamento para seu filho, Isaque. E tudo ocorreu conforme o desejo de Abraão, pois não estava fazendo de acordo com o seu querer, mas de acordo com o de Deus.

Hoje o mesmo ocorre com a união entre Cristo e a Igreja? Claro, todos os envolvidos nesse projeto também prosperarão.

Isaque orou durante cerca de 20 anos por sua mulher, pois era estéril, e o Senhor ouviu à sua oração.

No caso, Isaque não utilizou recursos humanos para alcançar a bênção; pelo contrário, lutou na oração e esperou com paciência no Senhor durante todo este tempo.

Rebeca concebeu, e dentro dela os filhos lutavam; então ela também foi orar e perguntar ao Senhor a razão desta particularidade. Dois povos estavam em seu ventre, sendo um mais forte que o outro, e o maior serviria ao menor.

Cumprindo-se os seus dias, ela deu à luz a Esaú (“cabeludo”) e Jacó (“suplantador”), nomes esses referentes ao que foi observado durante o parto (vv. 24-26).

Esaú tornou-se perito na caça, varão do campo, e agradava a seu pai. Jacó, varão simples, habitava em tendas, mais perto da mãe. Certo dia, Esaú chegou cansado do campo e com fome, e disse a seu irmão: “Deixa-me comer de seu guisado”. Então, Jacó lhe respondeu: “Vende-me a tua primogenitura”. Para Esaú, o que importava no momento era saciar sua fome – de que lhe valia sua primogenitura? E então a vendeu a Jacó, seu irmão. Assim desprezou Esaú a sua primogenitura.

A região onde estava Isaque passava por uma terrível fome – o que o levou a Gerar, na terra dos filisteus.

Nisso apareceu o Senhor, impedindo-o de descer ao Egito e orientando-o a habitar na terra que o Senhor dissesse, porque nessa terra estaria a sua bênção.

E assim habitou Isaque em Gerar. Os varões desta região perguntaram a Isaque a respeito de sua mulher. Ele temeu por sua vida e disse que era sua irmã. Porém o rei dos filisteus descobriu que não era simplesmente sua irmã, mas também sua esposa, e o repreendeu por conta de um possível delito que viria sobre o seu povo se alguém a tomasse por mulher. Isaque cresceu e se fortaleceu naquela região, tornando-se mais poderoso que o povo da terra, a ponto de causar inveja nos filisteus.

Diferente do Salmo 73, onde o salmista viu a prosperidade do ímpio e quase escorregou, até que entrou no santuário do Senhor. Isaque foi expulso desta região e fez seu assento no vale de Gerar, cavando poços e prosperando, mas porfiaram com ele.

Então chegou a Berseba e o Senhor lhe apareceu, renovando Suas promessas.


Isaque passou por vários tipos de crise: fome na terra, perseguição e expulsão da terra onde estava, e teve a insatisfação de ver seu filho, Esaú, casar-se levianamente com mulheres hetéias. Tudo isso deixa claro que as bênçãos de Deus independem das circunstâncias, posto que Ele é fiel e Poderoso para cumprir Suas palavras.