segunda-feira, 25 de julho de 2011

Marta e Maria: a melhor parte.

          No capítulo 10 do Evangelho segundo escreveu Lucas, versículos 38 a 42, temos o relato de um  acontecimento, logo após o mestre ser recebido na casa de Lázaro.

A Bíblia nos conta que Marta estava distraída em muitos serviços e sua irmã Maria estava aos pés do ilustre convidado, ouvindo a sua palavra. Aquela, incomodada, pergunta: “Senhor, não te importas?” 

Imaginando uma situação oposta, se Maria perguntasse: Senhor, não te importas que minha irmã fique distraída? Qual seria sua resposta? Olha, sua irmã está fazendo um importante serviço, mas, ainda não aprendeu a estar mais atenta quando eu estou falando. Mas, irei ensiná-la...

Alguns, no afã de enfatizar a recomendação deixada naqueles cinco versículos, supervalorizam o posicionamento de Maria em detrimento do de Marta. Seria isso correto? O Mestre a teria reprimido tanto como alguns fazem?  São algumas perguntas...

Creio que o limite seja da sua “distração” e “ansiedade” com outras coisas lícitas e necessárias, contudo não mais importantes. Naquele momento, o mais importante era dar toda atenção para Jesus.

Alguns dizem que, naquele momento, ela estava exercendo o seu dom ou chamada. Teria alguma ferramenta dada por Deus que nos distanciam dEle? Ou, alguma ferramenta é mais importante que Ele?  Não.

Maria tinha escolhido a melhor e necessária parte...

Estaria falando de prioridades? Sim. Qual tem sido a nossa? Precisamos responder com sinceridade.

Na epístola de Paulo aos Colossenses, no capítulo 3 e versículo 23, diz: “E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo coração, como ao Senhor e não aos homens.” Assim, as nossas atividades diárias devem estar centradas nEle e assim estaríamos também aos pés do Mestre. Mas, quando tivermos a oportunidade de estar com Ele, não devemos desprezar. Ou, quando Ele estiver falando conosco, deixemos tudo. Estamos atentos a isso?

Marta queria a ajuda de sua irmã. Estava, sozinha, realizando todo o trabalho. O seu pedido era justo.  Entretanto, Deus tinha algo mais sublime a ensinar.
                              
Escolhamos pois a melhor parte! 




sábado, 23 de julho de 2011

“O coração do sábio discernirá o tempo e o modo.”

 No capítulo 11 do segundo Livro de Samuel, a Bíblia relata uma passagem muito ruim da vida de Davi. Um homem segundo o coração de Deus, em falta, e tudo foi escrito para nosso ensino. Estamos sujeitos a faltas, mas precisamos reconhecê-las e buscar o perdão de Deus.

Continuando no próximo capítulo, o profeta Natã é mandado para repreendê-lo...

Não eram aqueles profetas do tempo de Acabe, que só falavam “bem” dele, ao contrário de Micaías. As mensagens divinas de hoje tem chegado aos reis de nossa época? Temos entregado as revelações também a eles ou temos recuado? Quanto profeta "especializado" em bajular o rei naquele tempo, né? E hoje como está? Tem aumentado o número dos profetas com compromisso com a mensagem, independente de destinatário? Pois a mensagem é a mesma. Mensagem adulterada causa um mal grandioso!

A consequência de seu desvio está descrita no versículo 10 ao 12, deste capítulo 12. Já no versículo 15 a Palavra diz que o Senhor feriu a criança e ela adoeceu gravemente.

Davi busca a Deus pela criança e não come pão, nem aceita se levantar da terra.

Ao sétimo dia a criança morre e os seus servos temem dizer-lhe, não sabendo qual seria sua reação.

No versículo 19, Davi entende que a criança tinha morrido e a reação dele foi muito interessante: se lavou, se ungiu, mudou de vestes, entrou na Casa de Deus, adorou, depois foi para sua casa, pediu pão e comeu.

Os seus servos não entendem e o questionam: que é isto que fizeste? Quando a criança estava viva chorava e jejuava e agora comes pão?

No livro do Eclesiastes, no capítulo 3 e versículos 1 a 4, está escrito: “há tempo determinado para todo propósito debaixo do sol, inclusive de chorar...” e no capítulo 8 e verso 5, parte b, diz: “o coração do sábio discernirá o tempo e o modo”.

Temos alcançado sabedoria de Deus para discernir o tempo de parar de chorar? Será que não está na hora de mudarmos nosso choro para vestes novas, entrar na Casa de Deus e adorar, ir para nossa casa e comer pão? Parar de remoer coisas antigas e vislumbrar o novo horizonte que Ele pode já ter preparado para nós?

Levantemos! A vida continua e ainda teremos muitas vitórias Nele!  O que nos passou deixa marcas e experiências, mas, o porvir está totalmente aberto. Não precisamos viver apenas de lembranças ruins. Ele tem planos bons para nós e eles são mais altos e sublimes!

Pare de chorar, console "Bate-Seba" e vá a busca do seu "Salomão". Mas, se quisermos continuar apenas se lamentando e juntando um monte de “se” e "será que?"... (se tivesse feito assim, se não falasse assim, será que aquilo?).

Neste momento, através destas poucas palavras, Ele pode estar dando uma nova chance para mudar a nossa história, quem sabe não é uma corda lançada para nos tirar do poço no qual encontramos?


Pois é...




sábado, 16 de julho de 2011

O obreiro precisa ter uma vida santificada?


Sim, pois a Palavra de Deus diz:” Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. Lembremos que obreiro não é só aquele que tem cargo na igreja e sim os trabalhadores da seara do Mestre.

Como poderemos ser aprovados por Deus se não vivermos separados das práticas mundanas? Em outro lugar da Bíblia alerta para que “aqueles que militam não se embaracem com os negócios desta vida”.

É recomendado a muitos que não tem conhecimento de armas que também não a tenham em casa, pois pode ser usada contra ele próprio. Assim é a Palavra de Deus. Precisamos manejá-la bem, sermos um exímio defensor da verdade. Conhecendo-a com profundidade, pois o sábio Salomão nos aconselhou: “Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR, e acharás o conhecimento de Deus”.

Então, o obreiro não deve se acomodar com o pouco que sabe (ou muito) e não buscar crescer no conhecimento, como nos adverte o profeta Oséias. Alguns até usam versículos bíblicos (“As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus...”) para continuar estáticos no aprendizado e não clama como o salmista “desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas de tua lei”. Muitos foram e são destruídos espiritualmente por falta de conhecimento. O trabalhador da seara se santifica ao aprofundar o seu conhecimento, o seu relacionamento e comunhão com Deus.    

Manejar bem é saber inclusive os detalhes, é estar aberto e pronto para aprender sempre, Dele. Por quê? Porque “é da boca do Senhor é que vem o conhecimento e o entendimento” e em ouro lugar das Sagradas Escrituras diz que “a lei sairá de Sião”.  O obreiro precisa ter uma vida santificada buscando sempre fazer a vontade do Dono da obra. Estar em comunhão contínua com Ele. Ter um compromisso até maior com o que tem com a sua igreja local, que muitas vezes pode errar, até mesmo por desconhecimento, mas o obreiro prestará contas a Deus e aquele que conhece os corações não arguirá como diz as Escrituras Sagradas? 


Como purificará o “obreiro” o seu ministério? Observando segundo a Palavra.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Que feridas são essas nas tuas mãos?



Há outros aspectos referentes à cura que também devem ser considerados. No livro do profeta Zacarias no capítulo 13 e verso 6 tem a seguinte pergunta: “Que feridas são essas nas tuas mãos? São feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos.”  

É, foi em Jerusalém terra do povo de Deus que os profetas foram mortos. “oh, Jerusalém que matas os profetas...”, disse o próprio Messias.

 Quantos foram e têm sido mortos em Jerusalém espiritual? A “Casa dos meus amigos” tem ferido e até matado muitos? Por quê? “Porque quem racha lenha, expõe-se ao perigo?”, como escrito no livro do Eclesiastes.

Existe uma grande luta contra Jerusalém, a capital espiritual, e até um dos profetas trouxe a seguinte mensagem: ”metade da cidade sairá para o cativeiro”. 

Casa de amigos não era para estar fornecendo curas e não feridas? Há algo errado nisso? O profeta Joel sentenciou que a lua se transformaria em sangue. Aquela que deveria transmitir a luz do sol – não tem luz própria, estaria transmitindo sangue, guerras, disputas internas. Hoje está diferente disso?

Apesar do amor de muitos estar esfriando como foi alertado pelo apóstolo João, esse destaque negativo por parte de Jerusalém não é novidade. Já é antigo...

Estevão quando estava sendo acusado por falsas testemunhas, antes de sua execução, disse: “A qual dos profetas não perseguiram vossos pais?”

Lembremos também que o próprio Jesus foi morto em Jerusalém e disse no caminho do Gólgota: “Porque, se ao madeiro verde fazem isso, que se fará ao seco?”

Basta ao discípulo ser como o seu mestre? Sim. E se fizeram isso com ele, o que não se fará com os seus seguidores? 

Outro aspecto a ser considerado é o feito pelo profeta Jeremias no capítulo 8 do livro que leva seu nome: “Por que não foi curada a filha do meu povo, se há médico e remédio em Gileade?”

Era um juízo de Deus? Como no capítulo 46 e versículo 11 do mesmo livro do profeta Jeremias, quando foi dada uma Palavra ao Egito: “Sobe a Gileade, e toma bálsamo, ó virgem filha do Egito; debalde multiplicas remédios, pois já não há cura para ti”. 

Há bálsamo em Gileade, mas quem será curado?Filha do Egito não tem cura em Gileade?

Deus tem os seus segredos, mas a Bíblia também diz que Ele revela aos seus servos... 


Temos discernido os seus propósitos diante das doenças e necessidades em nossa volta?







terça-feira, 12 de julho de 2011

A cura.




Nós precisamos de cura. Cura para o nosso coração decepcionado. Cura para possíveis traições. Cura para difamações e calúnias. Curas para setas malignas. Curas para incompreensões. Cura para o nosso pecado (maior necessidade). Restaurações de sonhos, visão? Relacionamentos? Quanto sofrimento...

A doença quebranta. Ficamos dependentes de ajuda, tornando-nos mais solidário às necessidades alheias. Ganhamos outra visão de mundo: menos egoísta e mais participativa, solidária. 

São tantas as necessidades da filha de Sião como diz o hino. Mas, vamos meditar um pouco na Palavra do Médico dos Médicos que diz: “Eu sou o Senhor que vos cura”. Ele pode curar todas as nossas doenças. Levou sobre si as nossas enfermidades (pecados). Mas, também disse a Paulo sobre o seu espinho: “a minha graça te basta, o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” 

A nossa doença pode ser um meio de Deus glorificar o seu nome em nossas vidas – se não reclamarmos e entendermos que Ele tem o controle de tudo. Paulo mesmo disse que o espinho era para que ele não se ensoberbecesse. Qual o motivo de nosso “espinho”?

Muitos para serem curados precisam de ajuda como o paralítico que tiveram que abrir o telhado e o apresentarem diante de Jesus. Entretanto, em outro, no do Tanque de Betesda, há trinta e oito anos enfermo, não teve ajuda humana, foi o próprio Senhor que foi ao seu encontro e o curou. 

Ele também permitiu que Jó, um servo fiel fosse acometido de uma doença maligna. Doença não é sinônimo de pecado ou alguma ação corretiva divina. Pode ser provação, permissão.

No exército, aprendemos que um soldado ferido, são três fora de combate. Que seja! Estamos preparados para socorrer os ficam pelo caminho, como no caso do samaritano? ” Aquele que rega será regado!” 


No livro de Jó, no capítulo 14 e versos 7-9: “Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos, se envelhecer na terra a sua raiz, e morrer o seu tronco no pó, ao cheiro das águas, brotará e dará ramos como a planta”, com um hino muito bonito de um famoso conjunto, que apesar de teologicamente estar mal aplicado (brevidade da vida humana), traz uma mensagem bonita de esperança. Há esperança para aqueles que esperam em Deus!



Águas saradoras, como descritas no livro de Ezequiel, capítulo 47 e versículo 9, “porque lá chegarão essas águas e sararão, e viverá tudo por onde quer que entrar esse ribeiro” e no livro do profeta Zacarias: “naquele dia, haverá uma fonte aberta para a casa de Davi e para os habitantes de Jerusalém contra o pecado e contra a impureza” – há uma fonte aberta!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Salmo 23.


Uma fala cheia de certeza, pois conhecia muito bem o bom Pastor dele e também pode ser nosso. Ele supre todas as suas necessidades: verdes pastos, águas tranquilas. Reconhecimento que vem Dele toda providência.

Ele conhece nosso interior e em tempos de dificuldades, tensões, lutas e provações – visita o salmista e refrigera a sua alma. Assim como um pastor guia suas ovelhas pelo caminho correto – Ele guia seu rebanho por caminhos justos. Ele não folga com injustiça. Os caminhos Dele são sempre justos e para se ter sua companhia é necessário afastarmos de toda inverdade, opressões, falsidades, manipulações.

Ainda que Davi passasse por lugares sombrios, de morte, não temeria. O supremo Pastor está com ele, nada foge ao seu controle e tudo concorre para seu bem. 

Em relação aos inimigos, Ele prepara uma mesa nas suas presenças: dá muita graça perante eles, escape e socorro – de tal modo que, até aqueles que o perseguem, reconhecem a proteção que ele tem.

“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará...”

Além de provisão, refrigério, no Pastor encontra-se também consolação através de sua vara e cajado.

A bondade, a misericórdia Dele o seguirá por toda a sua vida e ele habitará na Casa Dele por longos dias.

No salmo seguinte, no versículo 3, temos a seguinte pergunta: “quem estará no lugar santo?” quem habitará na Casa do bom Pastor?

No versículo 4, temos as características das ovelhas Dele:” limpo de mãos, puro de coração,...” e no salmo 15 temos a continuidade:” sinceridade, não difama com sua língua, não empresta o dinheiro com usura,...”

“Pelos frutos conhecereis”, é pelas características que serão reconhecidas.

Queremos ser ovelha deste pastor? Habitar em sua casa? Falar como Davi, “o Senhor é meu Pastor e nada me faltará?”

Aí estão as características das ovelhas do bom Pastor.

  

domingo, 10 de julho de 2011

Betel: casa de pão?


Muitos líderes tem se mostrado soberbos, como gestores de si mesmos, cheios de aparência de piedade – mas negando a eficácia dela! Falam como cordeiros, mas agem como lobo – não perdoam o rebanho. Não compartilham a palavra de Deus, não buscam a ovelha perdida. Ainda há bálsamo em Gileade? Não colocam bálsamo nas feridas - aonde vamos parar! Em alguns lugares cantam-se muito – e muitas vezes hinos “esquisitos” e nem tem tempo mais para a exortação, admoestação – para repartir o conselho de Deus.

A igreja virou um clube ou um encontro social? Vamos á igreja por costume? Quando não temos um lugar melhor para ir?

“OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” Sl 133.1

“pastores, apascentai o rebanho de Deus, não como tendo domínio, mas servindo de exemplo.” I Pd 5.3

E nós como igrejas vivas como disse o apóstolo Pedro temos “lançado o nosso pão sobre as águas ou temos causado intrigas e dissensões”?  Pregadores imitadores de supostos famosos – menos imitadores de Jesus, como disse o apóstolo Paulo - copiadores de mensagens e ainda dizem que é fresquinha! Querem sempre inovar, mas não trazem o conselho de Deus – que é o que deveriam fazer!

Será que estamos como nos dias do profeta Jeremias, nos quais a recomendação de Deus era para não darmos ouvido às palavras dos profetas que entre nós profetizam?  

 “Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam; ensinam-vos vaidade e falam da visão do seu coração, não da boca do Senhor.” Jr 23.16B

E o maná de cada dia, estamos indo buscá-lo? Não adianta guardar para depois! Estaria estragando? Se o celeiro de Deus é abundante, por que na maioria das vezes são pregações repetidas?

Professores de EBD que leem a lição perante a sala, sem se esforçar para preparar uma boa lição para a sala! Seria isso dedicação?

“... se é ensinar, haja dedicação ao ensino.” Rm 12.7

Nas igrejas, pessoas brincando, distraídas e conversando durante todo o culto! 

                Pois é...


quinta-feira, 7 de julho de 2011

“O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará.”



No texto do livro de Levítico, no capítulo 6 e versículo 13, temos a referência a esse título e cabe aí uma pergunta muito rotineira principalmente no meio tido como pentecostal: tem fogo aí, irmão? Sim e de acordo com a Palavra de Deus sempre haverá no altar de Deus.

Mas, vamos alterar um pouco a pergunta: você está no altar dEle? Alterou? Sim e muito.

O altar tem fogo, mas faltam vidas... Consagração entrega, oferta, disponibilização, obediência, renúncia, provação – palavras envolvidas no assunto.

E o que acontece às pessoas que estão na posição? Uma das coisas é renúncia, pois o fogo consome. A vontade é divina agora. Contudo, a Bíblia diz: “aquele que perder a sua vida por amor ao evangelho, achá-la-á”.

Estar na posição também significa provação. O fogo purifica, faz separação, pois tira as impurezas. Diz o Senhor: “eu provarei o meu povo como se purifica a prata e o ouro”. Certo, mas como isso acontece? É o ponto de fusão. O ouro precisa ser fundido para haver separação das escórias.   

“Não estranheis a ardente prova que vem sobre vós...” já nos orientou o apóstolo Pedro e o escritor aos Hebreus roga para que apresentemos o nosso corpo em sacrifício vivo a Deus.

“Eu vou passar pelo fogo outra vez...” alguns louvam a Deus, passando assim por mais um teste, continuamos na posição correta.

E o que sobra de uma vida ofertada no altar de Deus? Pó. Só isso? Entretanto para Eles, pó é muito, irmão. Para quem fez tudo do nada. Lembra? Imagine do pó o que Ele pode fazer!

Assunto encerrado? Não. As cinzas que sobram do altar são colocadas num lugar limpo. Por quê? Ele ajuntará os seus pozinhos lá no céu. O apóstolo João ouviu o número dos remidos, contudo quando olhou viu uma multidão que não se podia contar.

Tem um hino que diz: “vou estar lá, quando me chamar, vou estar lá...” Precisamos estar lá!

Outro: “tantos como a areia da praia, tantos como areia do mar...” Haja pó, hein!

Abraão verá com seus próprios olhos o cumprimento da promessa em relação à sua descendência!

Tem fogo aí, irmão?


Pois é...