terça-feira, 23 de agosto de 2016

Atos dos Apóstolos - Parte 8 - "A Primeira Viagem Missionária de Paulo".

Barnabé e Paulo, após entregarem em Jerusalém os donativos enviados pelos cristãos de Antioquia, regressaram a esta cidade e se uniram aos demais servos de Deus a fim de jejuarem e orarem.
Enquanto serviam ao Senhor com jejum e oração, o Espírito Santo disse para que apartassem a Barnabé e Paulo a fim de que estes atendessem a um chamado específico para a obra de Deus.
Em obediência à orientação divina, os líderes que com eles estavam oraram sobre eles com imposição de mãos e os despediram. Paulo e Barnabé, dirigidos pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e depois navegaram para Chipre. Na ilha de Chipre, inicialmente se estabeleceram na cidade de Salamina, onde, juntamente com João, anunciaram o Evangelho nas sinagogas. Logo em seguida, atravessaram a ilha até Pafos, onde tiveram que enfrentar a oposição de um falso profeta chamado Barjesus, o qual se opunha à pregação dos discípulos para impedir que o procônsul Sérgio Paulo tivesse livre acesso à verdadeira redenção em Jesus Cristo. Paulo, cheio do Espírito Santo, enfrentou com muita ousadia e autoridade a oposição de Barjesus e ordenou que seus olhos fossem cegados, o que sucedeu conforme a palavra do apóstolo. Sérgio Paulo ficou impressionado com o grande sinal operado através do apóstolo Paulo e, com isso, creu na doutrina do Senhor.
O poder do Espírito Santo é supremo e, portanto, capaz de romper com as influências das trevas que tentam obstruir o progresso da igreja entre os povos.
Uma vida cheia do Espírito Santo é fundamental para que sejamos tanto obedientes a Deus quanto resistentes às artimanhas do diabo.
A oração, o jejum, a obediência às Sagradas Escrituras e à direção do Espírito, são essenciais para aprofundar nossa comunhão com Deus e fortalecer nossa fé para encararmos os desafios da obra de evangelização.
Após isto, Barnabé e Paulo partiram de Pafos, passaram por Perge, onde foram abandonados por João, e chegaram a Antioquia da Psídia. Entrando na sinagoga em dia de sábado, assentaram-se e ouviram a lição da lei e dos profetas. Em seguida, foi concedida a Paulo a oportunidade para dirigir alguma palavra de consolação para o povo. Sem hesitar, Paulo abriu a boca e, fazendo uma revisão da história dos judeus, um esboço conciso da vida de Jesus, com ênfase na Sua ressurreição, Paulo testemunhou acerca de Cristo, convocando os presentes a que cressem no Evangelho e recebessem a justificação e remissão dos seus pecados.
No sábado seguinte, aqueles que haviam crido no Evangelho, bem como os curiosos por saberem mais, fizeram um grande ajuntamento composto por quase toda a população daquela cidade. Com isso, os judeus encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo dizia. A resistência dos judeus serviu como evidência para que Barnabé e Paulo concentrassem seus esforços na evangelização dos gentios.
Desta forma, Paulo assume firmemente o seu chamado de apóstolo dos gentios. Os gentios celebraram a mensagem de Paulo com muita alegria e o Evangelho foi pregado por toda aquela província.
Todavia, os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, lançando-os para fora dos limites da província. Seguindo as orientações de Cristo com relação às cidades que rejeitassem a sua mensagem, eles sacudiram o pó de seus pés e partiram, cheios de alegria e do Espírito Santo, para Icônio.
       Na cidade de Icônio, os apóstolos entraram juntos na sinagoga, a fim de pregar o Evangelho aos gregos e judeus ali presentes. A pregação foi agraciada por Deus de tal maneira que uma grande multidão creu no Evangelho. Entretanto, houve uma terrível divisão entre os moradores de Icônio, porque os judeus incrédulos incitaram muitos gentios contra os crentes, o que provocou um grande motim. Diante disto, fugiram eles para Listra e Derbe, cidades vizinhas de Licaônia, onde perseveraram em pregar a mensagem de Cristo.
Em Listra, houve a maravilhosa operação de um milagre de cura que beneficiou um varão, que era coxo de nascimento. Quando a multidão viu a cura imediata do coxo, todos ficaram espantados e pensaram que Paulo e Barnabé fossem deuses que se fizeram homens. Por isso, o sacerdote de Júpiter e a multidão quiseram oferecer sacrifícios aos servos de Deus. Porém, Paulo, indignado com tal atitude, resistiu veementemente, pois não desejou tomar para si uma glória que pertence somente a Deus, o verdadeiro autor de milagres. Paulo acabou sendo apedrejado.
No entanto, estando ainda vivo, não perdeu o ânimo e continuou a pregar, agora em Derbe. Desta cidade retornou para Listra, Icônio e Antioquia, exortando os irmãos a permanecerem na fé e estabelecendo anciãos em cada igreja.

A primeira viagem missionária empreendida por Paulo e Barnabé foi marcada por muitos desafios e oposições, mas a graça divina sempre cooperou com os servos de Deus para assegurar-lhes êxito nessa missão. Podemos nos inspirar nessa história para obtermos o encorajamento necessário a fim de nos lançarmos com coragem no cumprimento do propósito divino de evangelizar o mundo todo até que Cristo volte para buscar a Sua igreja.


domingo, 21 de agosto de 2016

Reflexões joviais.

1.  Machismo (dicionários): “qualidade, ação ou modos de macho” e “macheza; exagerado senso de orgulho masculino; virilidade agressiva; macheza.”
2.  Machismo em relacionamentos: ilusão ou realmente existe?
3.  Machismo na politica: machismo – um fruto do passado?
4.  Machismo no mercado de trabalho: será o homem o beneficiado nessa área?
5.   Machismo na sociedade: homem tem mais poder?
·       Bandidos
·       Segurança
6.  Feminismo (dicionários): Feminismo é um movimento social e político que tem como objetivo conquistar o acesso a direitos iguais entre homens e mulheres e que existe desde o século XIX”
7.  Feminismo: Igualdade ou a mulher privilegiada?
8.  Feminismo: Bipolaridade: direitos ou deveres?
9.  Feminismo: Qual a participação ideal da mulher na política?
10.     Feminismo: A mulher no mercado de trabalho: um tiro no pé da sociedade?
11.     Feminismo: a mulher e sua carga dupla de trabalho?

*AFMChaves


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Música secular.

*AFMChaves 


  • ·    Música secular é uma música que não possui nenhuma intenção cristã em sua composição.  

  • ·        Música cristã é aquela em que cita-se o nome de Deus a fim de glorificá-lo. 


                --- Questão 1: Apesar de ser uma música sem intenção cristã, eu posso ouvir a música secular?

·     ======Cuidado: Não sabemos em qual estado estava o compositor quando escreveu a música. Devemos ser cautelosos, pois muitas vezes eles não estão em situações que bendizem a Deus.

·            ====== Propósito: Sabemos que muita gente tem contato com o adversário, ou que põe mensagens subliminares em músicas. Ao ouvi-las, estar orando para saber se temos ou não a permissão de Deus.

·          ======  Alimento: Ao ouvir uma música repetidamente, estamos a alimentando. Sem perceber já a estamos cantando. É necessária cautela para lidar com essas situações, pois do mesmo modo que nos sentimos bem ao ouvir uma música com o Espírito Santo, o outro espírito pode te acompanhar quando mantendo o prazer de ouvir a outra música.

·        ======= O que sai da nossa boca é...: Isso é o mais importante, mas podemos entender esse tópico através de dois pontos:

+  Saber o que falar: Talvez uma música não tenha nenhuma intenção maligna, mas,      mesmo assim, não devemos cantá-la incansavelmente, sabendo que não glorifica a Deus.

+  Minha boca é de...:
                                Devemos usar o nosso corpo como templo de Deus, como diz em Coríntios (3.16): Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?Você, sinceramente, acha que Deus gostaria de morar numa casa tocando “Metralhadora”? Música que nada diz sobre ele, e ainda o maldiz. As palavras do tolo o prejudicam:  “As palavras do sábio lhe trazem benefícios, mas os lábios do insensato o destroem” (Eclesiastes 10:12).

                      ---  Questão 2: Música cristã: cuidado?
O meio artístico cristão é o que mais rende dinheiro no momento, o que faz algumas pessoas optarem por usá-lo ao seu benefício, e não para o de Deus. Devemos ter cuidado pois há muitas pessoas que não transmitem nada de bom, e podem, assim, ser influenciadas para o mal. Afinal, quem não é de Deus pertence ao mundo. Quem é do mundo não tem nada a nos oferecer nesse ramo. Nesses casos, é mais difícil de encontrarmos o problema, assim, devemos estar em constante oração.
Além dos casos em que a música cristã é aproveitada, há episódios em que o cantor realmente faz o que deve fazer.

                          --- Questão 3: O que fazer?
Jesus esteve no mundo e sabe as tentações que passamos. Além disso, muitas vezes, não é nossa escolha ter uma música na cabeça. O nosso meio é pecador e oprimente. Assim, devemos sempre estar orando, e em casos de ter de cantar músicas seculares, pedir orientação de Deus.

                           ---Conclusão:
Estamos no mundo, e temos nossas lutas. Há, ainda, músicas que pertencem a Deus, mas não devemos julgar aquele que ouve à música não-evangélica:
“Parece até loucura quando falo de amor
Quem não conhece a luz não sabe o que é escuridão”



Trecho da música na Contramão
            Portanto, como citei em todos os casos, devemos estar sempre em oração com Deus. Esse é o segredo de tudo.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

A Evangelização do gentio Cornélio.

O apóstolo Pedro, sob clara orientação divina, dá início à proclamação da salvação em Cristo aos gentios? Certamente.
O evangelista Lucas identifica Cornélio como um centurião piedoso que continuamente buscava a Deus por meio da oração e demonstrava uma piedade prática através das esmolas. Embora não fosse judeu, Cornélio honrava ao Senhor e, pelo que tudo indica, era bastante fervoroso em sua devoção a Deus? Sim.
Num certo dia, Cornélio foi surpreendido por um anjo do Senhor, o qual foi incumbido de levar até esse centurião romano uma mensagem que transformaria radicalmente não apenas a sua vida, mas também a vida de milhões de gentios em todo o mundo. O anjo imediatamente faz menção da satisfação de Deus com as orações e esmolas praticadas por Cornélio, pois eram os meios pelos quais ele demonstrava seu sincero temor a Deus. Deus, verificando a fervorosa busca de Cornélio, atendeu suas orações a fim de conduzi-lo a um relacionamento mais íntimo e sólido conSigo. Precisamos compreender que Cornélio não foi justificado pelas boas obras que fazia, e a prova disso é que ele precisou do Evangelho para receber a perfeita justiça de Cristo para sua vida e família (Is 55.6-13; Jr 29.11-13).
Enquanto Cornélio enviava seus servos até Jope para trazerem a Pedro, o Senhor estava falando com Pedro por meio de uma visão acerca da proclamação do Evangelho aos gentios. Pedro teve um arrebatamento de sentidos e, logo em seguida, foi-lhe dada a visão do céu aberto, e de um vaso descendo, como se fosse um grande lençol branco amarrado pelas quatro pontas, vindo sobre a terra. Sobre o lençol havia animais de diferentes espécies. Pedro ouviu do céu uma voz que dizia: “Levanta-te, Pedro, mata e come”. Entretanto, Pedro recusou-se acatar a voz que lhe falava, pois ele seguia a lei mosaica que proibia a ingestão de carne proveniente de animais considerados imundos. Mas a voz bradou novamente, dizendo: “Não faças tu comum o que Deus purificou”. Por três vezes essa visão se repetiu, até o vaso recolher-se no céu. Enquanto Pedro arrazoava sobre o significado daquela visão, chegaram onde ele estava os servos de Cornélio para buscá-lo. Em obediência à orientação prévia dada pelo Espírito Santo, Pedro acompanhou aqueles varões até a casa de Cornélio em Cesaréia.
Pedro, ao chegar à casa de Cornélio e ouvir o seu relato sobre a mensagem do anjo, começou a compreender o real sentido da visão que ele próprio tivera na casa de Simão, o curtidor. Então, ficou claro para Pedro que ele não deveria mais tratar os gentios como se fossem comuns ou imundos, mas que a graça da salvação em Cristo estava reservada também para eles (Is 65.1; Mc 16.15-16; 1 Tm 2.1-8).
Pedro, tendo em vista o fervor espiritual de Cornélio e de seus familiares, bem como as evidências inquestionáveis da atuação divina em todo esse quadro, abriu sua boca com toda ousadia para anunciar o testemunho da morte e ressurreição de Jesus Cristo para o perdão dos pecados de todo aquele que nEle crê. Como a pregação estava sendo recebida com muita fé pelos ouvintes, antes mesmo de Pedro encerrar seu discurso, mas tendo dito o essencial, o Espírito Santo caiu sobre os gentios, e foi-lhes concedido que falassem em outras línguas. Os judeus que acompanhavam a Pedro ficaram maravilhados ao ver o dom do Espírito Santo ser concedido também aos gentios. Com isso, Pedro considerou lícito batizar em águas esses gentios que agora foram cheios do Espírito Santo, visto que o próprio Deus estava testificando Sua aprovação acerca da inclusão dos gentios no Seu plano de salvação (Jo 7.38-39; Gl 3.1-14; Ef 2.11-22).

Agora, com uma visão mais ampla sobre o plano de Deus para salvação da humanidade, caberia aos discípulos difundirem o Evangelho a toda a criatura, em todo o lugar e em todo o tempo, sem restrições étnicas ou culturais. Portanto, cabe à igreja contemporânea considerar esses princípios a fim de estabelecer uma evangelização global e eficaz até a consumação dos séculos!



sábado, 13 de agosto de 2016

O meu povo não entende?

O profeta Isaías profetizou nos tempos de divisão entre os reinos do sul e norte. O povo do norte, mais afastado de Deus devido à falta do templo e consequentemente da contínua vida sacerdotal, sacrifícios, etc. – e ainda agravado com a criação de ídolos em Dã e Berseba – uma preocupação com uma possível perda de fiéis?

Nesse verso não seria uma reclamação através de uma comparação entre Israel QUE NÃO O CONHECIA e o jumento que conhece a manjedoura de seu dono e o boi que não desconhece o seu possuidor?

Certamente que o divino entendia que mesmo que castigasse mais o seu escolhido ainda mais se rebelaria?

Mas por que a visão do eterno prioriza a “filha de Sião” e faz paralelos com a cabana na vinha ou a choupana no pepinal não seria que Ele mesmo estava guardando com muito zelo um resto dentro do povo que se chamava pelo seu nome e esta “cidade sitiada” era na verdade a sua alegria e contentamento. Através dela e por ela ainda existia um chamado povo eleito, pois o que havia na visão dEle era um aglomerado pernicioso como Sodoma e Gomorra?

Incensos que eram abomináveis, mãos cheias de sangue... entretanto não sabiam fazer o bem.

O problema aqui não seria a falta de poder de Deus para limpá-los e sim a falta de vontade e arrependimento sincero para melhorar os caminhos tortuosos? É...

Qual seria a análise da obra dEle hoje em dia? O boi continua a conhecer o seu possuidor, o jumento a manjedoura do seu dono e nós ainda O desconhecemos? 

Somos a cabana na vinha, a choupana no pepinal, a cidade sitiada? Há esperança para o remanescente de Israel? Sim, há um resto que será salvo e precisamos fazer parte dele.

Hum...


Pois é...