domingo, 22 de abril de 2018

Esdras: um homem de propósitos certos.







Esdras, o escriba, tinha uma proximidade com o rei Artaxerxes da Pérsia que lhe deu tudo o que ele tinha pedido para retornar a Jerusalém e trabalhar pelo povo de Deus em sua função e aptidão espiritual.

Um homem de propósitos certos e muito usado pelo Altíssimo no ensino da Palavra, fazendo uma realização grande em seu tempo de atuação.

Foi um líder na volta do povo israelita, apesar de já ter outro sacerdote lá em Jerusalém já desempenhando este papel, contudo, ele estaria empenhado numa área muito útil e que seria executada com excelência.


Fica atônito ao ver a situação do povo de Deus em Israel que se tinha desviado e ajuntado com as outras nações sem a permissão do Senhor e realiza um processo de concerto geral após uma convocação de todos!


* Este texto é apenas um pequeno recorte de um estudo mais amplo e completo sobre a vida do mestre Esdras, assim, não perca a continuidade. Deus abençoe!








Ageu: o profeta da reconstrução do templo.





Durante a reconstrução do templo, na época de parada de sua reforma, o profeta Ageu e Zacarias incentivam o povo a continuar o trabalho espiritual e material em Jerusalém.

O primeiro porta voz do Eterno naquele tempo do retorno do cativeiro repassa a mensagem divina para Josué, Zorobabel e para a população dizendo que eles estavam cuidando de suas casas, mas a casa do Senhor estava abandonada.

Uma excelente reflexão sobre a nossa chamada e compromisso com as nossas ocupações diante do Altíssimo.

Estamos dando prioridade às nossas casas ou à casa de Deus?


Pois é...


Não deixe de continuar refletindo sobre a nossa atuação e desenvolvimento de nossos talentos espirituais e materiais no vídeo abaixo!








sexta-feira, 20 de abril de 2018

A ressurreição dos mortos.






A doutrina da ressurreição é um elemento fundamental da fé cristã. Está baseada essencialmente sobre o fato da ressurreição do próprio Cristo, que é a garantia de que nós, os que aguardamos a Sua vinda, quer estejamos vivos ou mortos, haveremos de ser transformados pelo poder incomparável de Deus manifestado na ressurreição. No estudo desta doutrina, aprenderemos como Deus propôs para nos fazer alcançar e desfrutar plenamente da vida incorruptível e imortal conquistada para nós por Cristo Jesus.

Várias palavras definem o termo ressurreição – “tornar à vida”, “levantar-se”, “erguer-se”, “despertar”, “acordar”, “vivificar”. Em todas elas, o sentido básico é de dar vida ao que não a possuía, ao que antes estava morto. Daí a frequente expressão: “ressurreição dos mortos”.

No âmbito do propósito divino de resgatar o homem do pecado e da condenação, a ressurreição é a solução eficaz e definitiva da parte de Deus para o problema da morte. Após a queda, a corrupção e a morte se apegaram de tal modo à nossa natureza física, terrena e natural que o homem, nessa simples condição, nada pode alcançar além da corrupção, ignomínia e fraqueza da morte (Rm 5.12; Gl 5.19-21; 1 Pe 1.24). Mas, em Cristo Jesus, Deus reverte o curso da natureza humana decaída, estabelecendo um sólido fundamento para a ressurreição sobre a morte e ressurreição de Seu Filho. Como estudamos em lição anterior, com o Seu sacrifício Ele pagou a nossa dívida de pecados, anulando o poder da morte; e, pela Sua ressurreição, imputou-nos Seus próprios méritos infinitos, dando-nos o direito à vida eterna. Identificados com Cristo pela fé, somos destinados à mesma sorte que Ele, como o último Adão, celestial e espiritual, alcançou – a incorrupção, a glória e o poder da vida eterna (1 Co 15.20-22; 1 Ts 4.14; Jo 17.2; Ap 1.18).

À semelhança da morte, que primeiro atinge o homem no interior, separando-o de Deus, e depois no exterior, levando-o à corrupção do corpo e ao pó da terra; também a ressurreição se dá em duas etapas. Primeiro, refere-se a um renascimento espiritual dos que, estando mortos em delitos em pecados, foram vivificados por Deus e para Deus (Ef 2.1, 5-6; Cl 2.13; Rm 6.4; Jo 5.24-25). De fato, esta é a verdadeira vida eterna, que Jesus veio trazer ao mundo, sem a qual não há nenhuma ressurreição, nem vitória sobre a morte; por isso é chamada também de “primeira ressurreição” (Ap 20.6; Jo 11.25-26; Cl 3.1). Depois, essa vida se manifestará no último dia (Jo 11.24), quando da manifestação do juízo (Jo 5.28-29; cf. Dn 12.2-3), na vinda de Jesus (1 Ts 4.16; 1 Co 15.23), quando então a morte será vencida em seu aspecto exterior (1 Co 15.52-54). Precisamos ainda distinguir a ressurreição para esta mesma existência. Muitos são os que morreram no passado, e em nossos dias, até com certidão de óbito, mas pelo poder de Deus foram ressuscitados para continuar mais um pouco de tempo nesta existência terrena, e, posteriormente, voltaram a morrer.

A doutrina da ressurreição está ricamente ilustrada nas páginas das Escrituras Sagradas, tanto pela confissão dos santos, como pelo testemunho de Deus, seja em revelações ou em demonstrações do Seu poder para operar tal maravilha.

Vários personagens em tempos antigos demonstraram sua confiança e crença na ressurreição, como Abraão (Gn 22.5; cf. Hb 11.17-19), Jó (19.25-27; 14.13-15), Ana (1 Sm 2.6), salmistas (Sl 49.15), Oséias (6.2; 13.14). Cf. Dn 12.2-3; Is 26.19.

A doutrina da ressurreição foi declarada por Jesus em Seu ministério terrestre (Jo 5.28-29; 6.39-40, 44, 54; Lc 20.37-38), e Ele censurou os saduceus por a rejeitarem (Mt 22.23, 29-32; cf. At 23.6, 8). Era proclamada com grande poder pelos apóstolos (At 2.24, 32; 4.2, 33). Perante o governador Félix, Paulo afirmou sua crença na ressurreição (At 24.15). Aos atenienses, na Grécia, ele anunciou a Jesus Cristo e a Sua ressurreição (At 17.31). Além do ensinamento de Paulo registrado em 1 Ts 4.13-14 e 1 Co 15, ele e os demais apóstolos também fazem diversas referências à ressurreição (Hb 11.35; Ap 1.5).

O primeiro exemplo vemos no ministério de Elias, com o filho da viúva de Sarepta (1 Rs 17.22); a história dramática da ressurreição do filho da sunamita pela oração do profeta Eliseu (2 Rs 4.32-35). Há ainda o interessante caso envolvendo também Eliseu, já morto e sepultado, e o corpo de um moabita morto, que reviveu em contato com os ossos do profeta (2 Rs 13.20-21). Passando para os tempos de Cristo e dos apóstolos, os exemplos são numerosos, começando com o próprio Jesus operando (Mt 11.5): a filha de Jairo (Mt 9.24-25), o filho da viúva de Naim (Lc 7.13-15), Seu amigo Lázaro (Jo 11.43-44). Ele mesmo venceu a morte após três dias no sepulcro (Lc 24.6). Mais tarde, Pedro orou ao Senhor e Dorcas reviveu (At 9.37-40).

Em mais de uma passagem das Escrituras, encontramos que haverá ressurreição tanto de justos como de injustos (Dn 12.2; Jo 5.28-29). Consideremos o que a Palavra de Deus tem a dizer sobre como se dará a ressurreição de ambos.

Tanto os que morreram em Cristo como os que estiverem vivos por ocasião da Sua vinda participarão do poder glorioso que vencerá a morte e a corrupção nesta velha natureza física e terrena. Os que estiverem mortos já serão despertados com corpos glorificados, ao passo que os vivos terão seus corpos transformados (1 Co 15.35-40, 42-44, 45-50, 52; 1 Ts 4.13-17; 1 Jo 3.2; 2 Co 5.1; Fp 3.21).

Os ímpios ressuscitarão para uma “segunda morte” (Ap 21.8), ou morte eterna – o que significa aniquilamento total, banimento eterno da presença de Deus (Ap 20.11-15; Mt 25.31-33, 41, 46). As Escrituras não oferecem maiores detalhes sobre como se dará a ressurreição dos ímpios, porque, por definição, ela se aplica propriamente como recompensa gloriosa para os justos.

A esperança da igreja está baseada na ressurreição de Cristo. Sua morte e ressurreição são a garantia total de que Ele voltará, e de que aqueles que n’Ele dormem também hão de ressuscitar. E mesmo os que estiverem vivos nesse dia participarão da virtude da ressurreição, e triunfarão sobre a morte. Que possamos desejar, como Paulo, ser revestidos dessa vida, incorrupção e glória, e viver conforme a dignidade, pureza e fidelidade que convêm a essa esperança.



Texto cedido por: EBD –  2º. Trimestre de 2018




ESCATOLOGIA 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP

sábado, 14 de abril de 2018

Zacarias: o profeta das visões.






O profeta Zacarias alerta ao povo para voltar para o Senhor e não ser como os pais deles que não ouviram as palavras dEle, se desviaram e foram terrivelmente repreendidos pelo Altíssimo.

Em uma das visões iniciais, um anjo pergunta sobre até quando duraria a ira divina em relação ao seu povo de Israel e a resposta é alentadora, e tem como resposta a promessa de reedificação do templo e de Jerusalém, há uma restauração espiritual chegando e um juízo contra as nações que foram usadas por Ele na repreensão.

Na visão dos quatro chifres que são os poderes que destruíram o povo de Deus, entretanto agora tem outros quatro, agora ferreiros são levantados e estão atribuídos para atuarem na obra de restauração com muitas competências, qualidades – muita sabedoria.

A visão do cordel de medir vem com a promessa de proteção e glória para a cidade de Jerusalém celestial e um aviso para sairmos de Babilônia.


Na quarta visão o Senhor repreende a Satanás que acusava o sumo sacerdote que estava com vestes imundas, descrevendo-o como um tição tirado do fogo, que na verdade era uma representação do seu próprio povo.



* Continue estudando no mesmo tópico, agora abaixo e de forma mais abrangente. 









quinta-feira, 12 de abril de 2018

O estado intermediário dos mortos.






Muitos são os argumentos que reforçam a verdade de que o ser humano foi criado para um propósito superior ao mero desfrutar dos bens desta vida. O homem foi formado do pó da terra e recebeu o fôlego de vida da parte de Deus, assim como os outros animais. Mas ele também foi criado à imagem e semelhança de Deus – o que o coloca em um relacionamento especial com o seu Criador e estabelece uma finalidade espiritual para a sua existência (Ec 3.22; At 17.26-28; Ec 12.13-14).

O homem podia ter desfrutado de vida imortal, sob a condição da sua contínua obediência em comunhão com o seu Criador. Mas, com a queda no pecado, ele não apenas perdeu a comunhão com Deus, mas também a imagem divina se corrompeu e a morte tornou-se incondicional e inerente à sua natureza (Gn 3.22,23). Porém, com a vinda de Cristo Jesus ao mundo, o propósito divino de dar vida eterna ao homem revelou-se ainda mais glorioso do que se poderia entrever na criação. Pelo poder do evangelho, o homem é criado de novo, e a imagem de Deus, outrora perdida na queda, é restaurada em “verdadeira justiça e santidade” (2 Co 5.16-17; Ef 4. 24). Mas o fiel ainda espera uma futura glorificação, em que essa imagem será aperfeiçoada à semelhança do próprio Cristo, e ele desfrutará de plena e eterna comunhão com o seu Criador, em uma vida incorruptível e imortal (2 Co 5.1-8; Fp 3.8-11).
Muitas indagações são feitas quanto aos que, no presente, aguardam esse glorioso dia da ressurreição. Será que os mortos estão em algum lugar? Estão conscientes? Sabem o que se passa na terra? O ensino bíblico a respeito é claro e abundantemente ilustrado, podendo ser resumido nos seguintes itens:

Como qualquer outra criatura, o homem se constitui de uma unidade indivisível chamada “alma”. Nela se unem tanto suas características físicas como sentimentais, intelectuais e espirituais, para formar uma personalidade única (1 Ts 5.23; Hb 4.12; Mt 22.37). Na morte, essa pessoa inteira se desfaz, e morrem todas as características materiais e imateriais que a compunham (Ec 9.5, 6; Sl 146.4). Ou seja, a “alma” morre (Ez 18.4). O espírito que volta para Deus não é uma essência incorpórea, pessoal e imortal, mas simplesmente o “fôlego de vida” – a vida em si, que procedeu de Deus como sua fonte original (Ec 12.7). Em outras palavras, não há possibilidade de o homem existir ou sobreviver em qualquer outro aspecto, senão nessa sua unidade indivisível em que existe e sobrevive nesse mundo: em um corpo animado pelo espírito de vida (Jó 34.14-15; Sl 104.29; Tg 2.26). Somente Deus tem vida em si mesmo (1 Tm 1.17).

Como qualquer outra criatura, o homem se constitui de uma unidade indivisível chamada “alma”. Nela se unem tanto suas características físicas como sentimentais, intelectuais e espirituais, para formar uma personalidade única. Na morte, essa pessoa inteira se desfaz, e morrem todas as características materiais e imateriais que a compunham. Ou seja, a “alma” morre (1 Ts 5.23; Hb 4.12; Mt 22.37 ; Sl 146.4; Ez 18.4).

.      O espírito que volta para Deus não é uma essência incorpórea, pessoal e imortal, mas simplesmente o “fôlego de vida” – a vida em si, que procedeu de Deus como sua fonte original. Em outras palavras, não há possibilidade de o homem existir ou sobreviver em qualquer outro aspecto, senão nessa sua unidade indivisível em que existe e sobrevive nesse mundo: em um corpo animado pelo espírito de vida. Somente Deus tem vida em si mesmo (Jó 34.14-15; Sl 104.29; Tg 2.26; 1 Tm 1.17).

Pelo exposto acima entendemos que, na morte, o homem perde a consciência de si mesmo, do mundo e de Deus. Os vivos podem se lembrar dos mortos, e se alegrar na esperança de um dia reencontrá-los. O próprio Deus não se esquece deles, mas os conserva ternamente em Sua memória, considerando-os vivos (Mt 22.31-32). Mas, no presente, os mortos não têm parte alguma com o mundo dos vivos, nem os vivos podem se relacionar com os mortos. Por isso também a Bíblia ilustra a morte como um sono (Jó 7.9,10; 14.10-12; Dn 12.2).

A Bíblia descreve o lugar dos mortos pelos termos “Seol” (hebraico) e “Hades” (grego), que se traduzem propriamente por “sepultura”. É para lá, no pó da terra, que todos vão após a morte, tanto justos como ímpios). O próprio Jesus, entre Sua morte e ressurreição, esteve lá (Ec 3.19-20; At 2.25-29). Outra palavra usada é “inferno”, mas devemos ter o cuidado de não atribuir a esse termo qualquer outro sentido além do que já foi exposto. Na ressurreição do último dia, a sepultura (ou inferno) será “esvaziada” dos seus mortos, e será juntamente destruída com a morte e com aqueles destinados à morte eterna (Ap 20.13-14).

Com o esclarecimento fornecido pela Palavra de Deus sobre o estado em que se encontram os mortos enquanto aguardam a ressurreição, podemos desfazer facilmente algumas ideias populares e interpretações equivocadas sobre este assunto.  

Heresia lançada pelo Catolicismo Romano para identificar um lugar de prova para as almas daquelas pessoas que não conseguiram se purificar o suficiente para galgarem o céu. Entretanto, essa doutrina não tem base bíblica e usa de premissas falsas. Aquele que foi salvo por Cristo não precisa mais realizar nenhuma compensação pelos seus pecados, nem nesta vida, nem tampouco depois da morte, pois o sangue de Jesus provê total perdão e aceitação para com Deus (Rm 5.1-2; 1 Jo 2.1-2). Além disso, se alguém quer garantir a sua salvação eterna, precisa fazê-lo nesta vida. Depois da morte, só resta o juízo e a ressurreição (Hb 9.27).

Não há um lugar de migrações e perambulações espirituais, onde os mortos supostamente aguardam para voltar a este mundo em um novo corpo físico. Os espíritas gostam de usar, equivocadamente, o texto de Lc 16.22-23 para afirmar que os mortos podem se comunicar com os vivos. Além disso, a tentativa de se comunicar com os mortos é expressamente proibida e condenada pela Palavra de Deus (Dt 18.9-14; Is 8.19-20).

A ideia de que, logo após a morte, os justos entram na felicidade do paraíso, e os ímpios vão para um lugar de tormento consciente, também não está de acordo com a verdade bíblica. Tanto a recompensa dos fiéis como o castigo dos ímpios estão reservados para o último dia, na vinda de Cristo, quando os mortos serão julgados de acordo com suas obras (Jo 5.28-29; Mt 25.31-46; 2 Co 5.10; Ap 22.12). Essa ideia também contraria o fato de que a glória celestial deverá ser alcançada por todos os santos juntos (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.20-23; Hb 11.39-40).


Esta doutrina fortalece a nossa fé ao dar-nos a segurança de que os mortos em Cristo estão bem guardados por Deus para aquele glorioso dia em que eles, ressuscitados, e nós, transformados, alcançaremos juntamente o elevado propósito para o qual fomos chamados. Nem a morte pode nos separar do carinho de Deus e da Sua promessa de que haveremos de viver eternamente com Ele.  





Texto cedido por: EBD –  2º. Trimestre de 2018




ESCATOLOGIA 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP