quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A nova Jerusalém.



Uma nova existência com Deus será iniciada na nova Jerusalém, pois todos os seus inimigos foram destruídos. Uma glória muito grande a da igreja, a esposa, mulher do Cordeiro, entretanto, por mais que o apóstolo João quis colocar a explanação com diversas pedras preciosas, certamente será muita mais gloriosa.

Alguns se fixam apenas na ideia de algo como casa, cidade e bairro – morada do Altíssimo somos nós e uma parte do corpo de Cristo, pedras vivas e formamos a casa de Deus e Ele mora em nós. Conforme é descrito no livro sagrado, a nova Jerusalém está enfeitada como uma esposa para seu marido.

A medida da cidade em “medidas de anjo” é uma forma de termos alguma breve e pequena noção da sua grandeza, com alguma semelhança com a antiga Jerusalém, organizada sem o templo, pois o seu templo é o Senhor e não necessita de sol nem de lua, porque o Cordeiro é a sua lâmpada, não havendo mais noite.


A principal pedra de esquina é o próprio Senhor Jesus Cristo que disse: sobre esta pedra edificarei a minha igreja, dizendo de si mesmo e só Ele é a verdade que permanece para sempre.



segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Os mil anos e a destruição do Dragão.


Após a destruição dos inimigos de Deus, nos capítulos 17 a 20 de Apocalipse, o apóstolo João descreve agora a destruição do Dragão, a antiga serpente, que rasteja no pó, sem entender as coisas espirituais, pois está preso em cadeias de escuridão, por um tempo de mil anos, desde que ele se rebelou contra Deus.

Esse período de mil anos é semelhante ao tempo daqueles que aceitaram a Jesus como Senhor, vivendo e reinando com Ele – os santos participam da glória divina, vencem a besta, não recebendo o sinal dela em suas testas nem em suas mãos.

Esse período de mil anos, harmoniza também com os reinos deste mundo, como descrito no livro do profeta Daniel, bem como do Reino que não será jamais destruído e será estabelecido para sempre, mas sendo levantado durante o reinado desses impérios mundiais, reconhecido pelo rei Nabucodonosor: o Céu reina!

Esse período de mil anos, corresponde ainda ao tempo da primeira ressurreição. Na conversão, quando se passa da morte espiritual para a vida, cujos participantes não tem poder a segunda morte, a morte eterna, sendo sacerdote de Deus e reinando com Ele.

Esse período de mil anos, coincide com o tempo no qual os outros mortos “não reviveram”, com o Evangelho sendo pregado aos homens, espiritualmente mortos para Deus.

E, finalmente, esse período de mil anos condiz ao tempo da revelação de Deus, a pregação do Evangelho, desde o princípio do mundo até o aniquilamento dos reinos na vinda de Jesus.

Sendo que, aqueles que vivem e reinam com Cristo, aqui durante os mil anos, também viverão e reinarão com Ele a eternidade toda. Aqui, os mil anos são colocados no futuro, descortinando o período eterno da glória de Deus, que se manifestará em sua plenitude.

No verso 7 ao 10, do capítulo 20 de Apocalipse, temos o relato da destruição de Satanás junto com os anjos que “caíram” com ele na terra e presos espiritualmente em trevas. Serão soltos e subirão contra a cidade amada, entretanto, descerá fogo do céu e os devorará, como descrito também no livro do profeta Ezequiel.




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A batalha do Armagedom.



A batalha do Armagedom está descrita no livro do Apocalipse, nos capítulos de 17 ao 20, com uma explicação detalhada em ralação ao fim. A destruição determinada por Ele sobre tudo aquilo que se opõe ao Cordeiro e ao seu povo: a Babilônia, o falso profeta, o dragão.

Há alegria e triunfo no céu após a destruição da grande Babilônia, com a manifestação da justiça divina. Muitas almas foram degoladas por causa do testemunho de Jesus, existindo um clamor por vingança e o anseio do Senhor por fazer justiça no tempo certo, que agora chegou.

Uma revelação que avança até o futuro, entretanto, os seres viventes nos céus tem por certo esta determinação do Criador.

No verso 11 a 14, do capítulo 19 do livro da Revelação, mostra o Senhor Jesus preparado para a batalha, com destaque para “Fiel e Verdadeiro” e julga e peleja com justiça. Os exércitos dos céus os seguiam em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.

Do outro lado, mostra o evangelista e apóstolo, que estão a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos. A besta foi presa e com ela o falso profeta foram lançados no lago de fogo ardente.

E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.


Pois é...





quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Deveres no lar e no trabalho.




Nesta seção de Efésios, passamos das relações mais gerais da vida para as ligações mais cotidianas e especiais do lar. Quando Paulo trata deste assunto, o casamento, tanto no império grego como romano, e até mesmo entre os judeus, já não tinha o mesmo valor do princípio criado por Deus; o divórcio estava em crescimento. As responsabilidades do lar estavam todas desorganizadas – pai, mãe e filhos sem se respeitarem, e assim Paulo apresenta a regra de sujeição mútua para que o lar seja um verdadeiro reflexo da família de Deus.

A mulher tem sua identificação com o marido na sua origem e na sua natureza. A história está em Gn 2.21-23; esta é a base divina e imutável do casamento e suas obrigações mútuas originam-se aqui. A esposa é “corpo” do marido – posição de submissão. Mas, ela é também “sua própria carne” (Pv 18.22). A palavra mais importante nesses versículos sem dúvida é a sujeição ou submissão, mas cada vez que é mencionada causa estranheza nas mulheres, isto porque o seu real sentido foi deturpado, afinal esse é o papel do sistema – mudar o sentido daquilo que Deus propõe para o homem. Submissão não quer dizer inferioridade ou obediência cega: tudo o que o marido mandar tem que obedecer ou ser como uma escrava; a mulher é uma auxiliadora idônea. O sentido verdadeiro da palavra submissão é pôrse debaixo da missão de outro (1 Co 11.11 e 12). A mulher deve sujeição ou submissão ao marido por causa de Cristo (v. 22); deve enxergar no marido o próprio Senhor que lhe deu a autoridade que ele tem. Assim, ao submeter-se ao marido, está se submetendo a Cristo, pois é a autoridade de Cristo que ele exerce. Também porque o marido é a cabeça e, portanto, aquele que salva o corpo, e essa obediência traz liberdade para a mulher. Esta não está se sujeitando a um estranho, mas ao seu esposo; a maior alegria da igreja é a sua sujeição a Cristo; o contrário traz vergonha a ela e faz com que perca sua identidade de igreja (Pv 31.30).

Se a palavra mais importante no primeiro tópico foi submissão, neste é o amor. O marido que deseja que sua mulher lhe seja submissa como a igreja o é em relação a Cristo, deve amá-la como Cristo amou e ama a igreja. Paulo trabalha com a mesma relação entre Cristo e a Igreja (Gn 24.64-67; Ec 4.9-12). O amor do marido pela esposa deve ser perseverante, santificador, protetor e provedor. Deve amá- la como a si mesmo. O modelo de amor dado por Deus, como estudado na lição anterior, é sacrificial, e deve ser seguido pelo marido em relação a sua esposa. Sua liderança no lar não é para oprimir a esposa, aborrecê-la, entristecê-la; o destaque de Paulo não está na autoridade do marido, mas em seu amor pela esposa. Se submissão é entregar-se a alguém, amar é entregar-se por alguém (Sl 128.1-3). O marido deve cuidar da vida espiritual da esposa, pois é responsável pela vida espiritual da esposa e dos filhos. Ele é sacerdote do lar. Deve ser a pessoa que mais exerce influência espiritual sobre eles. O homem não deve maltratar e nem descuidar do seu próprio corpo. O lar não é o lugar para o esposo aparecer vez ou outra, mas sim permanecer a fim de conhecer o que está ocorrendo, estar presente na necessidade (1 Pe 3.7). Em todas as relações humanas, o cuidado com a esposa deve se sobrepor. Se a esposa deve respeitar o marido, este deve merecer o seu respeito. O homem deve amar sua mulher e a mulher deve reverenciar o marido.

É através da família que temos a maior oportunidade de evangelizar esta sociedade. Eles devem observar em nós o exemplo de como é uma família de Deus. Para tanto os filhos devem obedecer aos pais, pois isso é agradável ao Senhor, devem também honrá-los, já que isso é um mandamento e o único com promessa (Pv 3.11, 12; 15.5; 20.20; 23.22-25; Hb 12.9-11). 22 Os pais por sua vez não devem irritar seus filhos para que não percam o ânimo. A obediência dos filhos aos pais deve se equilibrar com a consideração destes por aqueles. Os pais criam os filhos também seguindo o exemplo de Deus, que é o Pai de todos (Sl 127.3-5; Pv 22.6; 3.11, 12; 29.15). A sociedade está em uma decadência desenfreada, e o pior é que a causa está na família que é a menor parte da mesma. Um fator preponderante é a desobediência dos filhos aos pais (Rm 1.30; 2 Tm 3.2). Se o nosso cristianismo não funcionar dentro do lar, como ganharemos esta sociedade para Cristo? Em tudo devemos seguir o modelo de Deus. Paulo também ensina a respeito dos servos e senhores. Em uma época em que a escravatura estava em alta e que os escravos eram simplesmente ferramentas, onde Cristo habita precisa haver também mudança, tanto espiritual como também moral. Os servos obedecem aos senhores como a Cristo e os senhores deviam fazer o mesmo, lembrando que tanto senhores como servos tinham um Senhor supremo nos céus (Tt 2.9-10; 1 Pe 2.18-20; 1 Tm 6.1-2; Pv 6.6- 11).

Em uma época em que a família está tão desvalorizada e os deveres de cada membro, tão desorganizados, urge a necessidade de que um lar cristão seja autêntico. Quando esposo e esposa compreendem suas responsabilidades pessoais e comuns diante de Deus, eles se tornam uma lâmpada em meio a tanta escuridão, um testemunho vivo em meio a tanta corrupção.





* Texto cedido por: EBD – 3º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP
“CARTA AOS EFÉSIOS”


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Ensinamento na igreja.


O apóstolo Paulo disse que a igreja é a “coluna e firmeza da verdade”. Não disse, entretanto, que ela era a coluna e firmeza de uma linha de pensamento teológico ou a coluna e firmeza do que defende a instituição como sua crença que é padronizada no “cremos” dela.

Verdade é a Palavra como ela é: “a tua Palavra é a verdade”, diz o salmista. Essa tendência de se defender um ponto de vista, mostra imaturidade e pequenez – até mostra um sentimento de provincianismo.

Essa falta de habilidade e sofisticação, beira ao ridículo quando vemos nas Escrituras a revelação bem clara, muitas vezes até literal e os mestres tendenciosos forçando para defender a sua maneira de ver: cafona.

Esse mau gosto e falta de elegância mostra um compromisso maior do crente com a instituição do que com o Senhor.

Essa maneira retrógrada de se pensar e agir é também uma forma de desprestígio ao Dono da Mensagem, como o povo no deserto que não queria mais o maná.

O ensinamento na igreja é primordial e deve ser autêntico com o que Deus mostra no Livro Sagrado e não nas tendências, modismos e linhas de pensamento de homens.


Pois é...