sexta-feira, 21 de julho de 2017

O sol e a lua são detidos.

Josué falou ao Senhor, no dia em que venceu os amorreus: Sol, detém-te em Gibeão, e tu lua, no vale de Aijalom.

E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Hoje com o entendimento melhor sobre a astronomia e o sistema solar, sabemos que não foi só a lua e o sol que pararam, conforme descrito nas simples palavras do escritor, descrevendo exatamente o que via, mas todo o sistema foi parado pelo Altíssimo para dar uma vitória aos seus escolhidos? Certamente.

Alguns cientistas já comprovaram a veracidade da Palavra e a ciência quando realizada honestamente dentro dos critérios científicos corroboram com a Bíblia? Sim.

Se detendo apenas na simplicidade da descrição e não vendo as implicações, acontece isso conosco também? É.

Contemplamos muitas vezes pequenos moveres dEle a nosso respeito? Contudo, Ele pode ter parado “um sistema” para nos socorrer? Obviamente.

Por outro lado, Ele tem prazer em nos assistir seja “com uma pequena ajuda” ou grande força, o importante é confirmarmos, sermos gratos e termos certeza que Ele sempre estará conosco.


Pois é... 


sábado, 15 de julho de 2017

Perseverança.

Na carta universal de Judas, vs 6 temos: “e aos anjos que não guardaram o seu principado...”

“E havendo feito tudo, ficar firmes” e “oração e súplica no espírito e vigiando nisso com toda perseverança...” (Efésios 6. 13 e 18)

Vemos esse alerta à perseverança em todas as cartas às igreja da Ásia também: “ao que vencer...”

“Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Apocalipse 2. 10)

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.
Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão.
E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.
Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.” (Mateus 24:9-13)

“Um poucochinho de tempo e o que há de vir virá e não tardará. Mas o justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.” (Hebreus 10. 37-38)

Meu irmão, você pode pensar que não tem força, mas Deus já te deu força para suportar... não somos provados além do que podemos suportar... Ele nos conhece, sabe das limitações.


Entretanto, nas lutas e nas provas a igreja segue caminhando...

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Igreja: o corpo de Cristo.




Seguindo na primeira parte do estudo da carta, a respeito da revelação de Deus, o apóstolo Paulo explana um pouco mais o assunto. Todo o controle do corpo humano provém da cabeça. A igreja como um corpo vivo também tem uma cabeça de onde provém o Espírito que lhe dá vida. Para se conhecer as maravilhas de Deus é preciso estar ligado a esta cabeça para que o Espírito flua e as revele. Daí então a motivação de Paulo a orar pelos irmãos de Éfeso.

Paulo na prisão tem conhecimento da vida piedosa dos cristãos de Éfeso. Era um grupo de irmãos cheios de fé, e não somente isso – exercitavam esta fé, pelo amor, entre os demais. Isso fez com que Paulo em seu momento de oração se lembrasse deles e se regozijasse em Deus com ação de graças. E é uma oração digna de ser imitada, pois, quando comparecemos diante de Deus, devemos fazê-lo também com ação de graças pelas experiências dos irmãos, e pedir para que eles sejam também abundantes nessa vida piedosa.

A prática de orar uns pelos outros é uma recomendação bíblica e uma experiência extraordinária. A resposta a essas orações é sempre através de uma instrução do Espírito Santo que nos faz entender profundas verdades de Deus, e que nos levam à adoração verdadeira. Se todos os cristãos assim o fizessem, não só aumentaria o tempo, mas também a qualidade da adoração com ação de graças.

Paulo faz somente um pedido a Deus pelos irmãos – que lhes fosse dado no conhecimento o espírito de sabedoria e revelação. Ora, Cristo Jesus é a fonte de toda a sabedoria de Deus (Rm 11.33; Cl 2.2, 3), e o desejo de Paulo era que Deus impregnasse o conhecimento, que eles já possuíam, de sabedoria e revelação dada pelo Espírito Santo. Com isso o entendimento seria renovado. Observemos também o modelo de oração: pedido dirigido a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Não é dirigida ao Espírito Santo, nem diretamente a Jesus Cristo, mas através de Cristo a Deus e que a resposta da oração chega ao cristão pelo Espírito Santo.

O mundo ganha o cristão pelos sentidos e paixões (1 Jo 2.15, 16); Cristo, pelo entendimento. Por isso Paulo ora, não por riquezas, não por livramento de perseguições, não por honras ou prazeres terrenos; mas por iluminação do entendimento e aumento do conhecimento de Deus (Os 6.3).

O conhecimento de Deus é existente entre os irmãos na atualidade, contudo, na maior parte, ainda é superficial. Assim como a oração de Paulo era para que o conhecimento dos irmãos da igreja de Éfeso fosse atingido pelo “espírito de sabedoria e revelação”, o mesmo ensino hoje deve perdurar. Isso quer dizer uma ação mais contundente do Espírito de Deus no espírito do homem, de acordo com o que Paulo ensina em 1 Co 2.4-16.

Quando o Espírito de Deus atinge o entendimento do homem, este entendimento passa a ser iluminado. Os olhos do “vosso coração”, segundo Paulo, passam a enxergar com mais claridade a esperança da vocação e também as riquezas de Deus, e há uma maior compreensão de como é a operação da força desse poder.

Esta força de poder foi com a qual Deus ressuscitou a Cristo dentre os mortos e O fez assentar-se à Sua direita nos céus. Paulo usa a expressão “acima de todo o principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro” – que suprema grandeza da força desse poder! E essa mesma força de poder está atuando na igreja. Todas as demais coisas estão debaixo de seus pés. Cristo foi colocado pelo Pai acima de tudo e de todos após a Sua ressurreição, ou seja, após ter vencido a morte (1 Cor 15.24-28). Ele foi colocado como cabeça da igreja, é dEle que emana todo o poder controlador do corpo que é a igreja e nós, como membros, precisamos ser movidos pelo Seu Espírito, que indica que estamos unidos ao corpo. Assim como o homem natural é movido pelo seu próprio espírito, o homem espiritual o é pelo Espírito de Cristo.

A operação de Cristo através do Seu Espírito é muito maravilhosa, e está oculta aos olhos carnais. Existem muitos que, apesar de participarem há anos de uma igreja, não alcançaram tal entendimento. Esta era a preocupação de Paulo com a igreja de Éfeso – eles não deveriam estacionar a vida espiritual, mas o que eles já tinham precisava ser ainda desenvolvido. Por isso a necessidade da oração, porque a oração nos mantêm cheios do Espírito Santo, portanto, ligados a Cristo.




* Texto cedido por: EBD – 3º. Trimestre de 2017 

ASSEMBLÉIA DE DEUS 
MINISTÉRIO GUARATINGUETÁ-SP
“CARTA AOS EFÉSIOS”

domingo, 9 de julho de 2017

As estrelas.

E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.
Gênesis 1:14-18

       O Deus criador dos céus e terra, aquEle que fez o mar e o “encerrou com portas” na tarde e manhã do quarto dia (e não trabalha de noite), após de ter feito a expansão e dado o nome de céus (vs 8), criou os luminares.

       Estrela, símbolo do próprio Cristo que viria! Segundo Balaão profetizou: “uma estrela procederá de Jacó” cujos magos a viram no Oriente e foram adorá-lo.

       É também representação da descendência de Abraão, os salvos em Cristo e dos anjos das igrejas no Apocalipse.
        
      Quando se fala delas, vemos a sua glória, seu esplendor, umas mais que outras. Suas posições no céu indicam direções desde a antiguidade.

    O Senhor no sermão do monte, disse que os seus discípulos são a luz do mundo: “não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte, nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos os que estão na casa.”

       Porém, Judas adverte que aqueles que são ímpios, dentro do povo de Deus, “que convertem em dissolução a graça de Deus”, aqueles que não creram, inclusive os anjos que não guardaram a sua própria habitação (posição), são comparados a estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas (ausência de luz).

       Se o brilho delas é encantador, sua posição é a parte mais significante delas? Sim.

       Espiritualmente, ficarmos na posição que Ele tem nos colocado é fundamental? É.

       Somos estrelas, com mais e outras com menos brilho, contudo a posição em que devemos estar, quem determina é Ele. O apóstolo Paulo adverte aos irmãos a não deixarem a sua congregação e à Timóteo, cumprir o seu ministério (não é o dos outros).

       Então se preocupar com o brilho é uma ideia muito superficial? Obviamente.

       Devemos sempre nos preocupar com nossa posição, posição essa que o próprio Deus colocou, assim como os dons são distribuídos conforme a utilidade do Mestre em sua obra? Certamente.

       O evangelho chega a nós pronto, apesar disso, Paulo nos orienta a rejeitar “outro evangelho” que possa de alguma forma nos desviar da firmeza que há em Cristo Jesus. Importância também de mantermos como Ele é, e rejeitarmos as inovações.

       E o cuidado de não querermos brilhar mais que a estrela que o Criador nos fez, pois as estrelas cadentes brilham muito, mas no seu caminho para a escuridão.


       Pois é...   

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Judas: a batalha pela fé.



O irmão de Tiago, responsável pela igreja em Jerusalém, declara sua intenção de tratar o assunto da salvação em sua carta, entretanto, mediante a degradação espiritual (vs 4) e moral (vs 7-8) que se encontrava o povo – entre “os chamados, queridos de Deus” (vs 4) – fez-se necessário a abordagem do tema “batalhar pela fé”.

A degradação moral é consequência da degradação espiritual? Sim. Se um povo é perverso moralmente, com certeza esse povo se afastou de Deus? Certamente.

Considerando que batalha se refere à guerra e guerra a confronto, precisamos responder seriamente a pergunta: de qual lado estamos, pela fé ou contra ela?

Muitas vezes é usada a expressão “aceitar a Jesus”, principalmente quando se anuncia o Evangelho, entretanto não deveríamos usar  "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos"? É.

São duas coisas distintas: aceitar a fé e batalhar por ela!

Batalhemos pois por ela de forma forma diligente e legítima para que possamos alcançar a recompensa!


Pois é...