terça-feira, 29 de novembro de 2011

Estevão, o primeiro mártir.


O diácono evangelista, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Levantaram-se alguns da sinagoga e disputavam com ele. Mas, não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava.

Então, subornaram alguns homens para que mentissem a seu respeito. Excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo contra ele, o arrebataram e o levaram ao conselho.

Entretanto, todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo. Inocente? Sim.

Fez um discurso muito detalhista da história da igreja e terminou dizendo: “A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Vós que recebestes a lei por ordenação dos anjos e não a guardastes”.

No capítulo 7 do livro do Apocalipse, no verso 13, na visão do apóstolo João dos mártires na glória, temos uma pergunta de um ancião e logo em seguida a resposta: Quem são estes? Estes são os que vieram de grande tribulação, lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

Aquele que viver piamente sofrerá perseguições decreta a Bíblia? Sim.

Estevão tinha acabado o seu testemunho e foi vencido aqui na terra. Contudo, na eternidade, sua sorte será muito grande, pois optou por dedicar sua vida por amor ao Mestre que disse que aquele que a perdesse por amor a Ele a encontraria.

Ele certamente a encontrará! E nós temos feito também a melhor opção? Perseveremos, pois até o fim de nosso testemunho!


Pois é...




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Os três amigos de Jó.



No livro de Jó, relata-se uma história, na qual Deus dá testemunho de um ser mortal. Diz Ele: “homem sincero, reto e temente; e desvia-se do mal”.

O que diria Ele de nós? Seria este o nosso testemunho pessoal diante Dele?

Contudo, Ele permitiu ao adversário tocá-lo em tudo que ele tinha menos sua vida. 

De uma hora para outra perdeu muitas posses, filhos. Sua esposa, não discernindo o que estava acontecendo, sugeriu a ele que amaldiçoasse a Deus e morresse.

Que prova, hein? Será que Deus ainda continua a provar os seus servos assim? 

Depois disto, os seus amigos combinaram ir consolá-lo, mas, o que vemos, são acusadores sem piedade e entendimento.

Um jovem, Eliú, repreendeu a todos - após esperar a sua vez de falar. 

Os amigos de Jó agiram de modo irresponsável contra ele e não disseram de Deus o que era reto.

Eis uma questão: como temos julgado as pessoas? Temos agido com misericórdia nas suas dificuldades?

Ao invés de ajudá-las, ao julgarmos incorretamente, poderemos até piorarmos as suas situações. Assim, estaremos sujeito à correção divina, como os supostos amigos mencionados neste texto.

Se eles não entendiam claramente o que estava acontecendo, o melhor não seria apenas chorar com ele, sentindo a sua dor? 

Por fim, após esclarecimento de tudo, inclusive do defeito de Jó, de se justificar; Deus recebe a oração do servo sincero e diz a Bíblia que o Senhor aceitou a face dele, e ainda lhe concede tudo em dobro.

Provação, julgamentos, aperfeiçoamento, discernimento, paciência, justiça divina, acusação e testemunho da vida de um mortal - são os assuntos inerentes a este livro.

Qual deles estaríamos necessitando de uma possível melhora? Um deles, alguns ou em todos?


Que Ele nos ajude! 


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós.

      Este foi o pedido do povo de Israel para o profeta Samuel. Por quê? Eles queriam ser como as outras nações, das quais deveriam se afastar.

O Senhor não reinava sobre eles? Estariam então rejeitando a Ele? Sim.

No livro dos Salmos temos inúmeras citações que o Senhor reina, está revestido de majestade.   Temos reinado com Ele?

Em outra parte da Bíblia, no livro de Oséias, está escrito: “Dei-te um rei na minha irae tirei-o no meu furor”.

O rei apresentado era jovem e belo. Devia contrastar com a idade já avançada do vidente. Mas, não era para bem, pois a vontade do povo aqui, não era a vontade divina.

Será que esqueceram o que Ele tinha dito ao sacerdote Eli: “Os que me honram, honrarei, porém aos que me desprezam serão envilecidos”?

Na epístola universal do apóstolo Tiago está escrito: “Não erreis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação”.

Conhecemos bem a história deste rei e ela ainda continua nos lembrando de que deixar Deus fora de nossos planos é o caminho certo para o fracasso? Sim.

Quais são os propósitos dEle para nossa vida? Temos atentado para eles ou estamos fazendo como o povo israelita, querendo ser igual aos outros?

Que Ele nos ajude!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lamentação sobre o rei de Tiro.

Entre muitas profecias sobre as nações, realizadas pelo ministério de Ezequiel, na terra dos caldeus, temos uma palavra a respeito do rei de tiro, isso já no capítulo 28, a partir do verso 11.

Deus estava realizando um juízo no mundo daquela época e parece que dá uma paradinha e começa a falar de outra pessoa? Sim.

Começa dizendo que ele era o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. 

E continua: "estavas no Éden, jardim de Deus; toda a pedra preciosa era a tua cobertura...”.

No verso 14, parece esclarecer melhor, pois mostra que o texto esta se referindo a um querubim ungido para proteger. Alguém perfeito até que se achou iniquidade nele. E qual foi? Soberba. 

“Esta mensagem é complementada pelo profeta Isaías, no capítulo 14, falando de alguém que dizia: “subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo”, mas a sentença é imediata:”, contudo, serás levado ao inferno, ao mais profundo do abismo”.

Que Ele nos guarde e nos afaste de sentimentos de superioridade, pois é algo que precede a destruição e a queda, como diz no Livro de Provérbios de Salomão.

Estamos abertos para aprender sempre, prontos para ouvir? Modéstia e simplicidade tem feito parte de nossas características? 


Pois é...


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cordas passageiras.

Muitas vezes nos vemos presos por algumas cordas, até mesmo colocadas por “amigos”. Mas, o Senhor das estratégias pode estar trabalhando através de nós. Será?

No capítulo 15 do Livro dos Juízes, temos Sansão sendo entregue aos filisteus, amarrado por cordas, pelos seus irmãos. Os israelitas estavam com medo de represarias dos dominadores daquele momento.

O quadro à vista de todos era que o juiz de Israel estava buscando por sua mulher e fica muito desapontado quando soube que ela tinha sido dada a outra pessoa e põe fogo às searas dos filisteus.

No quadro de fundo, se assim podemos chamar, Deus estava continuando sua obra de libertar o seu povo da escravidão. Ele procurava ocasião contra eles através do nazireu. 

Na verdade, a estratégia de amarrá-lo com cordas, era porque Ele queria fazer um “estrago” maior entre os opressores? Sim.  Foram destruídos naquele dia mil homens com uma queixada de jumento.

Ele estava fazendo de Sansão uma ferramenta mais útil em suas mãos...

Quando o Espírito de Deus se apossou dele, as cordas que ele tinha nos braços se tornaram como fios de linho. 

 Não poderia Ele fazer assim conosco também? Pois continua procurando ocasião contra os seus inimigos e pessoas para serem designadas.  
  

Ah! E as cordas? Elas podem ser uma estratégia, são passageiras e não impedem o querer dEle!

Pois é...


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O dia da angústia.


O livro do Pregador ou Eclesiastes nos relata que todos têm dias ou momentos de profunda tristeza. 

Mas, no Salmo 50 e verso 15, temos uma recomendação divina para aqueles que oferecem sacrifício de louvor e pagam ao Altíssimo os seus votos: “Invoca-me no dia angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás”.

O escritor aos Hebreus diz que o sacrifício de louvor é o fruto dos lábios que confessam o nome de Deus. 

Então, o que vem a ser sacrifício de louvor? São as pessoas que glorificam a Ele com suas boas ações e procedimentos? Sim.

O que temos feito no dia da angústia? Além de ficar estressado, deprimido, angustiado? Estaríamos esquecendo o mais importante que é clamar a quem pode nos socorrer? Não podemos.

José teve vários momentos assim, Jonas clamou no ventre do peixe já perto de sua morte, Sansão pediu força mais uma vez.  Ana, com amargura de alma, clamou ao Senhor por um filho e foi atendida. Ezequias clamou a Ele quando lhe foi informado que não viveria mais. E quantos mais provaram esta verdade em suas vidas?

Entretanto, ao ímpio diz Deus: Que tens tu que recitar os meus estatutos e que tomar o meu concerto na tua boca, pois aborreces a correção e lanças as minhas palavras para detrás de ti?


Procuremos, pois bem ordenar nosso caminho, como diz Asafe, para que possamos ver a salvação de Deus e obter ajuda nos momentos ou dias indesejados!







quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Jesus: a videira verdadeira.


Nos primeiros versículos, do capítulo 15 do evangelho segundo escreveu o apóstolo João, temos o relato da necessidade de estarmos em completa comunhão com Ele. 

Nesta analogia, estar enxertado na videira é condição para poder dar muitos frutos? Sim. A vara de si mesma não pode dar fruto.

No versículo 7, deste capítulo, diz o evangelista, que se estivermos nEle, e as suas palavras estiverem em nós, pediremos tudo o que quisermos, e será feito.   

O nosso pedido tem sido atendido? Se não, qual passo poderia estar faltando? As Palavras dEele precisam estar mais em nós? Precisamos nos achegar mais a Ele? 

Pelos frutos somos conhecidos como discípulos ou não dEle, diz a parte "b" do oitavo verso, e não ao contrário.  Já na parte inicial deste mesmo verso, o apóstolo revela que através dos frutos é que Deus é glorificado e não temos outra opção se quisermos segui-lo: temos que ter frutos, muitos frutos, pois Ele não gasta seiva à toa!

Frutos gerado ou lançado fora, como à vara, e secará; e depois? Será lançado no fogo, e arderá. 

Não teríamos aqui o segredo da vida cristã vitoriosa? Uma sequencia de ações indispensáveis para nós? Comunhão, palavra e frutos? Certamente.

Então, por que muitas o homem complica tanto? E se o Lavrador procurar frutos em nós será que encontrará? Por quê? Porque Ele procura frutos!


Pois é...