sábado, 26 de outubro de 2019

Tu és meu martelo e minhas armas de guerra?





No livro de Jeremias no capítulo 51 e verso 20 a Palavra assim fala de Israel, dos filhos de Abraão e dos seus descendentes espirituais enxertados na videira verdadeira, como diz o evangelista João.

Ser uma arma de guerra do Altíssimo é depender dEle. A arma sozinha não tem efetividade. O dom deve ser usado e aprimorados com os frutos ou como gostam alguns, fruto do Espírito.

Por isso precisamos cuidar muito bem dos nossos talentos sejam espirituais ou materiais, e, é dever da ferramenta estar sempre preparada e disponível para ser usada, a qualquer hora e momento.

Mas no reino do Senhor há muita gente circulando e passeando por ele sem temor e diligência. Desprezam os talentos a eles dados por mordomia e também os dos outros. Bem, quem despreza as armas do Eterno, despreza quem?

Pois é...





quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Árvore seca?








Desgraçadamente, muitos cristãos, não atendem aos pobres e necessitados, aos órfãos e viúvas. Apesar de que, na cultura israelita, ensinada pelo Eterno, se desse atenção especial ao pobre e necessitado, bem como ao estrangeiro, não podendo rebuscar a vinha para atendimento aos menos favorecidos.

Havia, sob orientação divina, uma mesma lei para os estrangeiros que peregrinavam no meio do povo de Israel. Nenhum filho do estrangeiro podia participar das coisas divinas, mas quando se convertia ao Senhor e era circuncidado, era tratado como o natural da terra.

O ensinamento bíblico demonstra que as promessas que foram primeiramente direcionadas para os filhos de Abraão na carne, todavia foi estendida para todos os estrangeiros e forasteiros que se achegassem ao Senhor, tornando isso mais claro com o ministério do apóstolo Paulo.

No livro do Profeta Isaías no capítulo 56 o Espírito orienta para que os filhos dos estrangeiros que guardam de profanar o sábado e a sua mão de fazer o mal que não digam que “são uma árvore seca” porque foi investido muito na vida deles para a produção de frutos e frutos de arrependimento.

Pois é...


domingo, 20 de outubro de 2019

Visitarei a casa de Jeú?





No segundo livro dos Reis, capítulo 9 é descrita a ordem do profeta Eliseu para a unção de Jeú, filho de Jeosafá, capitão do exército, como rei de Israel, com a missão de ferir a casa de Acabe pelos seus muitos desvios e más influências.

Jeú encontra a Jorão e a Acazias no campo de Nabote, no mesmo local em que mais tarde Jezabel foi comida por cachorros conforme a palavra do profeta Elias. Após isso, Jeú extermina os filhos de Acabe e os irmãos de Acazias.

Por fim, ainda, com a ajuda de Jonadabe, desfaz todos os profetas, servos e sacerdotes de Baal numa solenidade de sacrifícios e holocaustos, queimaram as estátuas e derrubaram a casa de idolatria, destruindo a Baal de Israel.

Apesar de ter sido usado poderosamente como uma ferramenta de justiça, Jeú não andou com inteireza de coração perante o Senhor, nem destruiu os ídolos que fizera Jeroboão para o povo não descer ao templo com medo de perde-los e mais tarde o Eterno diz ao profeta Oséias que visitaria a casa de Jeú.

As ferramentas também serão julgadas, como foi Faraó, os Assírios, Nabucodonozor, os medo-persas, os gregos e os romanos. E, se o julgamento começa na Casa do Senhor, e começa, qual será o fim daqueles?