quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

E quando não há pão em Betel?






No período de ascendência do neoliberalismo tem aumentado a desigualdade no mundo e consequentemente o número de famintos tem expandido grandemente em todo o planeta.

Há, ainda, outra fome sobre a face da terra, como o profeta Amós, no capítulo 8 e verso 11, profetizou: “Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR”.

Para resolver o problema daquela fome é necessário medidas de políticas públicas inclusivas e formas de redistribuição de renda para oferecer oportunidades às populações menos favorecidas, a grande maioria global.

Para a outra é indispensável que os discípulos do Mestre se despertem e busquem inicialmente na Fonte para nutri-los espiritualmente e depois possam abastecer as multidões. Sermões emotivos ou racionais, sessões de autoajuda e até movimentos acrobáticos nos cultos (levanta a mão, sobe e desce), shows diversos, chamam a atenção mas não nutre o povo!

Na Palavra temos situações de falta de víveres como no caso de Jacó indo para o Egito, Noemi que viajou para Moabe à busca de pão, como também em tempos de guerra/cerco. Betel é conhecida como a Casa do Pão, mas o que fazer quando não há mais pão lá?  



segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Jacó: um homem bom.






Pela biografia de Jacó podemos verificar que em todo o tempo ele teve uma direção divina e o Senhor esteve sempre ratificando as suas ações. 

Seu irmão Esaú, contudo, era profano e trouxe muitas más consequências de suas desastrosas decisões para ele e para a sua família, desde a estupidez de vender a primogenitura quanto o casamento com mulheres estranhas.

Orientado por Rebeca, que teve uma revelação divina antes de seu nascimento e não queria que seu esposo errasse, Jacó recebe o benefício da primogenitura, mas após a bênção, ele vira alvo da ira de seu irmão, e aconselhado por Rebeca e Isaque, bem como confirmado pelo Eterno, foge para a terra de seus parentes, apenas com uma bengala.

Jacó tem muitas experiências nessa jornada longe de seus pais e quando o Senhor o manda retornar para sua terra, está com uma grande família, bens e muita comunhão com o Altíssimo!



terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Obediência.






Os filhos de Deus são guiados pelo Espírito Santo pois o Mestre assim se expressou a Nicodemos: o vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito e para isso, o cristão obediente deve saber ouvir, acatar, seguir e executar a voz do Altíssimo.

Não deve, entretanto, esperar que aqueles que não são do Senhor, entendam o que o Espírito revela, pois a carne não pode perceber as coisas de Deus, pois elas são discernidas espiritualmente.

Muitas vezes ao ouvi-la e cumprir suas determinações, algumas delas ilógicas e contra os nossos interesses imediatos, podem surgir muitos impedimentos/dúvidas/contratempos, contudo, o cristão não deve se esquecer que a força da obediência/companhia dEle são sempre  mais fortes e a vitória em Cristo logo chegará!



sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Secando o Eufrates: tempo sem fronteiras.

O mundo contemporâneo é caracterizado pela exacerbação da globalização com as religiões (até as cristãs) e os governos (com a aprovação de leis) atuando em conjunto contra os princípios divinos. No mundo moderno há o aumento das desigualdades sociais, tendo uma maior acumulação das riquezas em poucas mãos e não existe limite para as multinacionais que exploram todos os espaços do globo terrestre. Destaque ainda nesse atual período histórico para os avanços da telecomunicação, transportes (com a diminuição dos espaços) e a financeirização/liberação da economia. O ser humano nesses últimos dias de grandes aglomerações, contudo, certamente tem aumentado em egoísmo, individualização e indiferença com as necessidades do próximo: “homens amantes de si mesmos”. Os marcos fronteiriços das nações são desfeitos e/ou, para aquelas que ainda os possuem, com limites muito tênues, não havendo clara separação de territórios. Isso se aplica também no mundo espiritual (falta de limites claros) com o “secamento do rio Eufrates” não havendo mais obstáculos para separação entre a nação de Israel e os demais povos. Assim, neste tempo, na última hora, a luta espiritual é interna, dentro do espaço/território do povo de Deus, mas, claramente já invadido pelos exércitos inimigos, consequentemente aumentando a profanação dos valores sobrenaturais. Enfim, as guerras espirituais hoje em dia são travadas no “corpo a corpo”, pois já há uma mistura desigual/heterogênea dentro da própria igreja, que é o Israel de Deus. Com o secamento do rio Eufrates, no mundo espiritual quebrou-se as barreiras, não havendo clara separação das coisas espirituais/divinas das que não são, dos servos divinos e daqueles que não são.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Como deve agir o embaixador de Cristo?









A primeira carta de Paulo aos tessalonicenses ocorreu depois de alguns meses de criação daquela comunidade espiritual e o afastamento precoce do apóstolo daquele local.

Os objetivos principais desta carta são: expressar alegria pela fé e esperança dos irmãos no meio das perseguições que ocorreram após da aceitação do evangelho, instrução de como viver piedosamente em Cristo e ensinar sobre a situação dos mortos, vinda de Jesus e ressureição.

O ministro de Cristo passou pouco tempo entre aqueles irmãos, mas eles puderam ter uma referência através do exemplo de vida dele, assim sabendo como deveriam se portar como servos de Deus, esperando a volta do Senhor.


Todo embaixador do evangelho de Deus deve seguir o modelo de vida de Paulo e não ser pesado aos irmãos que entregava as boas novas e não esperava nada em troca de seu árduo trabalho ministerial: é necessário viver o que prega e pregar o que vive.