domingo, 18 de agosto de 2019

Cuidado com o profeta velho





O profeta velho é aquele que não tem mais comunhão com o Senhor, que um dia muito distante foi um grande guerreiro na obra dEle, mas não é mais uma ferramenta eficaz, um quadro muito deprimente e alertador.

Ele não sabe discernir doutrina de usos e costumes, nem diferenciar tribulação da grande tribulação, muito menos o tempo certo dela e é mais conhecido como velho que profeta por estar desviado do Altíssimo.

Eli, diferentemente do profeta velho, ajudou o novo profeta Samuel em suas primeiras caminhadas com o Eterno, entretanto, o profeta velho vive no passado, acha que ainda faz grandes coisas e, pior de tudo, tenta parar, até com mentiras, quem está andando no Caminho.

Simeão e Ana apesar da longevidade ainda davam frutos, pois sabiam o seu lugar no reino. O profeta velho não sabe mais qual é a sua chamada nem qual a posição que Deus o colocou no Reino, pois já saiu da guerra espiritual faz tempo, todavia, ainda acha que está guerreando.





Jeroboão desviando o povo






Após a divisão do reino entre Judá e Israel, Jeroboão, rei de Israel, se preocupou com a subida do povo para “fazer sacrifícios na Casa do Senhor” e da possibilidade de retorno deles com o seu antigo senhor, Roboão, rei de Judá.

Tomou conselho, fez dois ídolos de ouro (bezerro) nos limites norte e sul de Israel. Disse ao moradores que ali estava os deuses que o fizeram subir da terra do Egito, sendo um motivo de pecado contra o Eterno.

Nomeou sacerdotes sem serem da tribo de Levi, segundo a Bíblia, dos mais baixos do povo e sacrificou no altar no mês que ele tinha imaginado em seu coração, mostrando até que ponto pode chegar um líder com medo de perder o poder.

As autoridades são constituídas pelo Altíssimo e os pastores devem zelar pela vida espiritual do rebanho do Senhor sob seus cuidados, mas não como tendo domínio e sim dando exemplo, como bem disse o apóstolo Pedro em sua carta.



terça-feira, 30 de julho de 2019

Obedecendo e vencendo, parado.





Os cristãos vitoriosos permanecem sempre na dependência e direcionamento do Eterno e em todos os conflitos, a estratégia do embate vem dEle pois é conhecido como o “vitorioso que saiu para vencer”.

No segundo livro das Crônicas dos reis de Israel, há um relato em que os povos de Moabe e de Amom, formaram uma grande multidão e se ajuntaram em peleja contra o povo de Judá e Jeosafá, temente a Deus, anunciou um jejum em Judá.

Então o Espírito do Senhor veio no meio da congregação, sobre Jaaziel, e, entre outras orientações assim se expressou “Nesta batalha não tereis que pelejar, postai-vos, ficai parados, e vede a salvação do Senhor para convosco, ó Judá e Jerusalém” [...] (2 Cr 20.17).

Deus confundiu os inimigos e eles lutaram entre si. O rei só teve o trabalho de buscar os despojos da guerra durante três dias pois eram muitos e a vitória foi alcançada devido a obediência ao Altíssimo. 





domingo, 21 de julho de 2019

Os levitas.






O Senhor falou com Moisés que o seu povo seria um “reino sacerdotal e povo santo” (Ex 19.6), distribuiu dons entre os israelitas para a construção do tabernáculo (Ex 28.3, 31.2-6, 35.25, 31) e escolheu Arão e os seus filhos para administrarem o sacerdócio perpetuamente (Ex 28.1, 29.9, 40.13, 15). Não podiam beber bebida forte quando estavam ministrando (Lv 10.9).

Os demais levitas administravam o ministério do tabernáculo (Nm 3.6-7), mas Arão e os seus filhos o sacerdócio, e o Eterno assim se expressou, “ e o estranho que se chegar, morrerá” (Nm 3.10, 38B). Os levitas eram do Altíssimo em resgate de todo o primogênito em Israel (Nm 3.12-13, 41, 45).

Eleazar, filho de Arão era o superintendente do tabernáculo chamado de “príncipe dos príncipes de Levi” (Nm 3.32) e as atribuições dele eram “o azeite da luminária e o incenso aromático, e a contínua oferta dos alimentos, e o azeite da unção, o cargo de todo o tabernáculo, e de tudo que nele há, o santuário e os seus utensílios” (Nm 4.16).

A ocupação dos demais levitas da idade de trinta a cinquenta anos (Nm 4.3,23, 30, 35, 39, 43, 47, 8.24 “a partir dos 25 anos”) eram distribuídas de acordo com as famílias. Os gersonitas cuidavam do “tabernáculo, a tenda, a sua coberta, e o véu da porta da tenda da congregação” (Nm 3.25).  

Era de responsabilidade dos coatitas “a arca, e a mesa, e o candelabro, e os altares, e os utensílios do santuário com que ministram, e o véu com todo o seu serviço”, não tinham carros de boi pois levavam o santuário no ombro (Nm 3.31, 7.9).

Enfim, os filhos de Merari, dentre os filhos de Levi, zelavam pelas tábuas do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas, as suas bases, e todos os seus utensílios, com todo o seu serviço, colunas do pátio e as suas bases, estacas e cordas (Nm 3.36-37).






quinta-feira, 11 de julho de 2019

Conhecendo a Palavra




O sábio Salomão ao falar do amor dele por Sulamita, fazendo alusão ao relacionamento entre Cristo e a igreja, diz no capítulo 5 uma ordem do Dono da vinha, “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas[...]”.

O Senhor assim disse ao profeta Ezequiel “os teus profetas, ó Israel, são como as raposas no deserto”, profetizadores do coração, seguidores de seus próprios espíritos, veem vaidade e adivinhação mentirosa.

Outro chamado de raposa na Palavra foi Herodes que tinha matado a João Batista e que perseguia a Jesus querendo-o matar. O Mestre assim se expressou, “dizei aquela raposa[...]”.

Em comum nestes textos a referência a um animal traiçoeiro e a pergunta que fica é o que fazer para ficar livre dos falsos profetas? Conhecer a Palavra e o Dono dela é o único jeito.