sábado, 24 de junho de 2017

O cerco, tomada e destruição de Jerusalém.

O desvio de Deus custou além de inúmeras repreensões para que o povo se convertesse, um período de cativeiro na babilônia.

O profeta Jeremias relata em seu livro, capítulo 52, o que o Altíssimo dizia já há muito tempo. Mas o povo e os governantes acreditavam mais em acordos políticos e por soberba e presunção, achavam que por ali estar o templo construído por Salomão, a cidade estaria guardada, mesmo eles estando desviados? É.

“Também estenderei a minha rede sobre ele, e será apanhado nas minhas malhas; levá-lo-ei a Babilônia, à terra dos caldeus, mas não a verá, ainda que venha a morrer ali” (Ezequiel 12:13).

Cumpriu-se a mensagem divina dada a Ezequiel, que Zedequias seria levado para à terra dos caldeus, contudo não a veria, pois os seus olhos foram arrancados.

Se a confiança deles estava no templo, ele também foi destruído, assim como todas as casas dos grandes de Jerusalém, ficando na cidade destruída os mais pobres da terra para serem vinhateiros e lavradores.

A nossa confiança e temor primeiramente deve estar no Senhor, acima de templos que são construídos por mãos humanas, instituições que se corrompem e homens que se desviam de seguir a Palavra.

Pois é...


terça-feira, 20 de junho de 2017

A descida do Espírito Santo.

Havendo pois zombaria e dúvidas acerca de várias línguas sendo faladas, glorificando a Deus, Pedro explica que aquilo nada mais era que o fora profetizado por Joel, o derramamento do Espírito.

Por outro lado, aquele eram os frutos sendo apresentados e recebidos pelo Pai, a colheita do ministério de Jesus? Sim. A essência de Pentecostes não é barulho, fogo, línguas e sim apresentação de frutos, o que não deixa de ser também um revestimento de poder para serem testemunhas, resistir a perseguição que estava à porta.


Claro, que com fim da missão evangelística, o Pai alegre recebe e aprova os frutos da mão do Filho, abrindo agora uma nova colheita de forma mundial e não só restrita aos judeus.




sexta-feira, 16 de junho de 2017

José: um homem guiado pelo Espírito.

O evangelista Mateus, no segundo capítulo e verso treze, relata como se deu a fuga de Jesus para o Egito.

Os magos entrando na casa onde estava José e Maria, não na estrabaria como diz a tradição, e alguns sem entendimento, repetem sem uma melhor inquirição, adoraram o menino e por divina revelação foram avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para sua terra por outro caminho.

O iludido rei, agora também irado pela desobediência dos magos, mandou matar todos os meninos que estavam em Belém, e nos entornos, de dois anos para baixo.

Entretanto, o pai de Jesus, já tinha ido para o Egito, conforme revelação.

Novamente por sonho, voltou para a terra de Israel, indo para as partes da Galileia, temendo Arquelau e sob direção divina através de sonhos, habitando em Nazaré.

Sem contar o sonho em que lhe apareceu um anjo do Senhor orientando-o a não deixar Maria, porque o que nela estava sendo gerado era obra do Espírito Santo.

Pois é...



terça-feira, 6 de junho de 2017

Uzias reina e prospera.

No segundo livro das Crônicas, capítulo 26, temos a história do rei Uzias que reinou em Jerusalém 55 anos.

A Palavra testifica que ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme seu pai Amazias.

Buscou a Deus e Ele o fez prosperar? Sim. Voou a sua fama até muito longe e foi maravilhosamente ajudado até que se tornou forte.

Entretanto, quando estava forte, exaltou-se o seu coração, até se corromper; e transgrediu contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do senhor para queimar incenso no altar do incenso.

Advertido pelos sacerdotes que o resistiram, Uzias se indigna contra eles, contudo o Senhor o feriu de lepra, e ele ficou leproso até a sua morte.

Um histórico excelente e humildade e busca ao Senhor, com fim soberbo e trágico.

A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.
Provérbios 16:18