quarta-feira, 9 de junho de 2021

Jeremias e o momento atual

 






Considero adequado e oportuno tratar das semelhanças do tempo vivido por Jeremias e o momento atual no qual o mundo globalizado na qual a população mundial em sua maioria vive em aglomerações humanas, chamada de metrópoles ou regiões metropolitas com uma enorme concentração no espaço, e, de maneira sutil ou não, está sob a influência de um vírus com grande transmissibilidade e quebrando de certa forma todo esse ajuntamento produzindo uma nova confusão e espraiamento como aconteceu na confusão das línguas em Babel.

Para isso, destaco a seguir, três questionamentos para nossa época.

Em primeiro lugar há claramente um juízo sobre toda a terra pandemizada, e, é prudente atentar para o que destaca o profeta Joel: “veja a espada e quem a enviou” como foi no tempo de Jeremias que a orientação divina era para se entregar aos caldeus. Agora, qual é a direção do Altíssimo?

Em segundo lugar, a Igreja encontra-se com sua militância mais envolvida com a política do que com a Palavra e o Evangelismo. Então este juízo é certamente e de igual forma uma chamada para a conversão do cristianismo. O que, como Igreja, no conceito do apóstolo Pedro (pedras vivas) precisa ser melhorado no particular de cada discípulo?

Por último, como não nenhum país com hegemonia internacional, nem haverá, a Organização das Nações Unidas - ONU tem procurado atender aos interesses das grandes corporações e mostra, junto com alguns países, um grande desinteresse com as pessoas e suas necessidades básicas de trabalho, saúde, etc. A ONU não seria a besta destacada no Apocalipse que vai contra o interesse das pessoas e a favor da orientação do Anticristo?


Dificuldades do profeta Jeremias em seu ministério

Descrevo nestas poucas linhas de igual forma algumas dificuldades, rejeição, perseguições enfrentadas pelo profeta Jeremias durante o seu ministério devido a sua mensagem como a conspiração em Anatote (Jr 11.21), foi ferido e colocado no cepo pelo sacerdote Pasur (Jr 20.1), tentativa de morte por sacerdotes, príncipes, profetas e pelo povo ao profetizar no átrio da casa do Senhor (Jr 26.1-8), foi ferido/preso pelos príncipes durante o reinado de Zedequias (Jr 37.13-15) e lançado no calabouço de Malquias (Jr 38.6), entre outras relatadas em seu livro. Entretanto, ressalta-se que o mensageiro do Eterno era muito bem conhecido no império caldeu, pois o próprio rei Nabucodonosor dá ordens a seu respeito para o general do exército, isso será comentado posteriormente. Apesar de toda dificuldade e perseguições o profeta ainda intercede pelo povo (Jr 14.10) sendo orientado para não rogar pelo bem do povo, pois que “tanto amaram o afastar-se e não detiveram os seus pés, por isso o Senhor não se agrada deles, mas agora se lembrará da maldade deles e visitará os seus pecados” mostrando que sobre eles não viriam boas coisas. Deus ainda acrescenta a informação de que mesmo que outros servos fiéis de tempos antigos clamassem pelo povo, Ele ainda assim não os ouviriam: “Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, não seria a minha alma com este povo” (Jr 15.1).

O ministério de Jeremias

 



Ratifico aqui a ideia de que ministério tem relação intima com o dom e a chamada, e, é a constância em servir ao Eterno através do dom recebido com a ferramenta que tem o dom ficando, através da comunhão com o Altíssimo, mais eficaz/eficiente em sua tarefa espiritual, mostrando ou abrindo campo par uma nova discussão, agora já no Novo testamento sobre a importância dos frutos ou como alguns estudiosos gostam de declamar, fruto do Espírito muito bem explicado pelo apóstolo Paulo aos Gálatas.

Inicialmente Jeremias profetiza sobre a ingratidão do povo que Ele tinha tirado cativo do Egito (Jr 2.6) e o Senhor diz que entraria em contenda contra eles (Jr 2.9) e os questiona o desvio dEle “Houve alguma nação que que trocasse os seus deuses, posto não serem deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua glória pelo que é de nenhum proveito” (Jr 2.11) e complementa ainda, que eles estavam numa situação como um ladrão pego em flagrante (Jr 2.26) e que no aperto Ele seria procurado e responderia para procurarem os deuses que eles adoravam (Jr 2.27-28).

O Juiz de toda a terra propõe ainda uma reconciliação ao seu povo fazendo a comparação com uma mulher infiel que foi despedida de seu marido, mas o Senhor disse que ainda a receberia, trazendo um modelo de casamento que deve ser mantido pela misericórdia e perdão (Jr 3.1-25).

O Espírito o constrange a lamentar tanto desvios e obstinações, como que ouvindo a buzina tocando e a destruição chegando como correção: “Ah! Entranhas minhas, entranhas minhas! Estou ferido no meu coração! O meu coração ruge; não me posso calar, porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra” (Jr 4.19).

Na aparência do povo que habitava em Jerusalém parecia que estava tudo bem. Contudo, confiavam no templo e sua religiosidade cotidiana pensando que por isso não aconteceria nada de mal a eles, então o profeta Jeremias na porta do templo exorta o povo ao arrependimento e os adverte o que tinha sucedido a Siló por causa da maldade de Israel com a arca levada para a terra dos filisteus, ficando sem adorar ao Eterno por muitos anos e reconstituído por Davi (Jr 7.1-14).


Ministério é...

 





Há uma alienação na compreensão do significado da palavra ministério devido à comparação com hierarquia eclesiástica, mas ministério não tem nada a ver com isso, não está circuncidado apenas à organização da comunidade cristã local, o entendimento deve ser aumentado no sentido mais radical da palavra, na essência. Essa alienação não é boa...

A Palavra diz que Deus dá dons aos homens, e, é verdade que há dons naturais e espirituais – toda a boa dádiva vem d’Ele. Discuto aqui inicialmente a questão dos dons espirituais por intentar tratar sobre ministério eclesiástico, então e por isso, parto da ideia de dons espirituais que são distribuídos para aquilo que o discípulo cristão for útil como destaca o apóstolo Paulo aos Coríntios.

Aqui tem que ser tratada outro assunto importante que é a chamada, pois ela tem a ver com o dom que o Eterno distribui segundo a sua presciência e soberania de forma liberal e não fica fazendo cobranças indevidas e fora de tempo, mas é certo que Ele requererá o que foi feito com o dom como relatada nos Evangelhos, mais especificamente nas parábolas do reino de Deus.

A incompreensão a meu ver vem do fato que a palavra ministério tem sido utilizada de forma inconveniente ou incompleta para descrever o desempenho de um cargo eclesiástico ou pertencer a um (a) grupo/organização religiosa. Mas, não é só isso, ou esse entendimento, então, e/ou por isso ministério  é a constância em trabalhar no reino de Deus com o dom que Ele deu.


Decifrando a escritura na parede com Dobberahn

Um episódio muito comentado segundo Dobberahn (2010) é aquela descrição indecifrável de Daniel 5.25 significa a balança da história e que Deus equilibra o peso crescente dos oprimidos contra o peso decrescente dos poderosos. Assim, para ele, o “menetequel” quer “descrever simplesmente a evolução da história mundial” com o seu sistema de imperialismo e dominação, bem como de opressão e espoliação, característicos do capitalismo que precisa sempre se expandir a custa, na maioria das vezes, dos mais vulneráveis da sociedade. “O peso dos poderosos se desvanece porque o peso daqueles que são esmagados e maltratados brutalmente torna-se, um dia, maior do que o peso dos tiranos que tudo pisoteiam” (DOBBERAHN, 2010, p.330). Pois é...

Divergindo de São Jerônimo


 

São Jerônimo em sua proposta de debater com Porfírio as interpretações do livro de Daniel se equivoca ao alegar que o anticristo será um homem, a ponta pequena relatada no capítulo, (Dn 7.8). Apresento a seguir os pontos da discordância.

A ponta pequena descrita no capítulo 7 de Daniel tem olhos de homens e fala grandiosamente que surge no império romano e derruba três outras pontas, das dez, sempre é debatida e explorada pelos estudantes da Palavra de Deus. As grandes palavras que saíam da ponta chama atenção do profeta Daniel (vs.11) cuja aparência era mais firme (vs.20) até que o quarto animal, sem referência anterior, morre, diferente dos outros cujo domínio foi tirado, mas com continuidade de vida. A pequena ponta fazia guerra aos santos e os vencia (vs.21) até o juízo final. Proferirá palavras contra o Altíssimo e destruirá os santos do Altíssimo, cuidando em mudar os tempos e a lei (vs. 25), mas o domínio será restabelecido e a pequena ponta será destruída (vs. 26 e 27).

Importante ainda ressaltar o paralelismo deste capítulo 7 com o capítulo 2 do livro do profeta Daniel, o sonho da estátua referenciando os cinco reinos que o eterno determinou sobre a terra, sendo o quinto reino, dos pés representados pelos dez chifres do quarto animal do qual se levanta a pequena ponta. Assim, a pequena ponta se levanta no império romano e vai até o fim, sempre prosperando contra os santos e mudando as leis até a sua destruição final.


Pois é...

Visões dadas a Daniel

 



Os quatro animais (CAP 7)

 

1 - Os animais (vs 1 a 7)

     (os quatro ventos do céu / o grande mar)

 

Leão -                             asas de águia            /   arrancadas as asas

                                       coração de homem   /     posto em pé

 

Urso -                              levantou de um lado /     três costelas na boca

 

Leopardo-                        quatro asas e cabeças /recebe domínio amplo

 

Terrível, espantoso, muito forte, diferente, de ferros grandes          dentes e unhas, devorava, despedaçava pisava o sobejo, tinha 10 pontas.

 

(Questão: Que reinos representam os quatro animais?)

 

2- Acontecimentos seguintes  (vs 8 a 14)                     

 

a.    uma ponta pequena aparece

-               subiu após as 10 pontas anteriores

-               derribou a três pontas

-               possuía olhos como de homem, e boca que falava grandiosamente

-               fazia guerra contra os Santos e os vencia (vs 21)

 

 

 

b.    um juízo é estabelecido

-               são postos tronos

-               um Ancião de Dias 

             vestidos brancos, cabelo como limpa

              trono chamas de fogo e rodas de fogo

              um rio de fogo manava d'Ele

              milhares de milhares o serviam

              milhões de milhões estavam diante d'Ele

 

-               o juízo

            abriram-se os livros

             a ponta diz grandes palavras

             o quarto animal é morto e seu corpo desfeito

             e entregue para ser queimado

 é tirado o domínio dos outros animais, é-lhes concedido prolongação de vida                por certo tempo.

-               um como filho de homem

              é lhe dado um domínio eterno

              é lhe dada honra e reino sobre todas as nações

 

1-    Interpretação (vs 15 a 28)

 

-               Os animais são quatro reis que se levantarão ( e são reinos / vs 23 )

-               Os santos do altíssimo receberão o reino eternamente

-               O quarto animal

             é um reino diferente que devorará toda a terra

             dele sairão dez reis (reinos)

     - a ponta pequena

                   um outro rei (reino) que abaterá a três reis

                   se ensoberbecerá contra o Senhor

                   destruirá os santos

                   cuidará em mudar os tempos e a lei

                   prevalecerá por um tempo, tempos e meio tempo

                   mas será tirado seu domínio para o destruir até ao fim

                   o reino será entregue aos santos

       (Questões: Que são as dez pontas ou dez reis?

                          Que é a ponta pequena?

                          Quem é como o filho do homem?

 

Os dois animais (CAP 8)

 

1-    O Carneiro: (vs 1 a 4)

-               tinha duas pontas; a última era maior

-               investia para o ocidente, norte e meio dia

 

2 - O Bode ( vs 1 a 4)

-               vinha do ocidente sem tocar o chão

-               tinha uma ponta notável

-               arremessou-se contra o carneiro, quebrou-lhe as pontas

-               se engrandecia quando sua ponta quebrou-se

-               quatro outra subiram para os quatro ventos do céu.

 

-               Uma nova ponta pequena surge

                     Cresce para o oriente, para o meio dia e para a terra formosa

                     Se engrandece contra o exército do céu

                     Tira o contínuo sacrifício

                     Lança a verdade por terra e prevalece

                     Essa assolação duraria 2.300 tardes e manhãs

 

3 - A Interpretação (vs 15 a 27)

-               Gabriel vem fazê-lo entender

-               É uma visão para o fim do tempo (tempo de ira)

-               O carneiro com duas pontas são os reis da Média/Pérsia

-               O bode é um rei da Grécia; a 1ª ponta é do 1º rei

-               Quatro reinos menores resultarão depois

-               A ponta pequena:

                  Surge depois que os prevaricadores acabarem

                  Levantará um rei feroz de cara

                  Entendido em adivinhações

                  Se fortalecerá mas não pelo seu próprio poder

                  Destruirá maravilhosamente os forte e os santos

                  Fará prosperar o engano

                  Por causa da tranqüilidade destruirá a muitos

                  Se levantará contra o príncipe dos príncipes, mas será quebrado

-               a visão das tardes e manhãs é verdadeira

 

 

As setentas semanas

 

1 - A Oração, confissão e as súplicas de Daniel (vs 1 a 19)

Época: 1º ano de Dario

             Filho de Assuero, o medo

             Dario, constituído rei dos caldeus.

Entendimento: duração das assolações de Jerusalém - 70 anos

                         Profecia de Jeremias Jr 25.11 e 29.10

Considerações em oração: o pecado, a rebeldia, a justiça de Deus, o castigo predito, a                                   súplica por misericórdia e restauração.     

 

2 -  Setentas Semanas Preditas     (vs 20 a 27)

-               Gabriel vem instruir-lhe

-               Setentas semanas determinadas sobre o povo e a santa cidade:

 

Para:                        - extinguir a transgressão

                                 - expiar a iniquidade

                                 - trazer a justiça eterna

                            - selar a visão e a profecia

                            - ungir o Santo dos Santos

 

Início:                      - desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém

 

Os períodos:           - sete semanas e (mais)

                                 - sessenta e duas semanas  (total 69 semanas)

                                 - ruas e tranqueiras se reedificarão mas em tempos angustiosos

 

Término desse período:  até o Messias

 

Depois:                    - será tirado o Messias

(70ª semana)          - o povo do príncipe que há de vir, destruirá a cidade e o santuário

                                - até o fim haverá guerra, estão determinadas assolações

                                - o Messias fará concerto com muitos por ma semana

                                - na metade da semana cessa o sacrifício e ofertas de manjares

                                - vem o assolador, isso até a consumação

                                - o que está determinado virá sobre o assolador

 

 

Obs:                        - está em curso a última semana

                                - o Messias fez o concerto perpétuo pela cruz

- o cessar sacrifício e ofertas corresponde a exposto em Hebreus                                 10.5 a 10. Pela morte de Jesus são desnecessários e inúteis os sacrifícios da lei. Pela destruição do templo são impedidas as ofertas e cultos levíticos.

- a assolação irá até o fim; relacionado à multiplicação da iniquidade (Mt 24.12; Dn 12.1)

- 3 e 1/2 dias (Fim da última metade da semana, relacionadas a 3 e 1/2 períodos de tempo.

 

IV - Outras revelações (CAP 10 A 12)

 

1-    Visão Junto ao Rio Hidequel

 

a.    Tristeza de Daniel (vs 1 a 3)

Época:  3º ano de Ciro, o persa

Causa: revelação de uma guerra prolongada

b.    O homem vestido de linho (vs 4 a 9)

Semelhança com a descrição de Apocalipse 1.13 a 17a

c. Um segundo personagem   (vs 10 a 21)

-               fortaleceu-o

-               veio por causa das orações de Daniel (vs 12, 14)

-               as lutas nos lugares celestiais (vs 12, 20, 21)

 

2 - Uma Sucessão de reinos e suas guerras (cap 11)

a.    últimos acontecimentos na Média/Pérsia (vs 1e 2)

b.    o reino da Grécia (vs 3 e 4)

c.    guerras sucessivas entre os reinos do sul e norte ( vs 5 a 45)

-               relacionam-se os versos 43 a 45 com Ezequiel 38.16 e 39.11.17?

-               são acontecimentos do tempo do fim? (Dn 8.26 e 12.1,2)

-               desolação e profanação; purificação e provação dos santos (VS 30 a 35)

 

3 – Conclusão (cap 12)

      

      -        naquele tempo (vs 1) (cf Dn 11.45) ; Miguel se levanta

      -        tempo  de angústia qual nunca houve;

      -        livramento dos inscritos no livro da vida (cf Ap 20.15 )

      -        ressurreição e juízo  ( vs 2 )    (cf  João 5.28,29)

      -        glória dos justos (vs 3 )

      -        fecha estas palavras até  ao fim do  tempo ( vs 4 )

                         * observar  versos 8 e 9, cf Ap 22.10

                         *  muitos correrão de uma parte para outra

                         *  a ciência se multiplicará

      -        a visão e o tempo de duração das maravilhas  (vs 5 a 12 )

                          * o juramento de cumprimento do predito (vs 7)

         * o tempo: um tempo, de tempos e metade de um tempo quando                     acabarem de destruir o poder do povo santo

cf   Dn 7.25 ;   Ap 12.14

      Ap 11.3 ;   Ap 12.6    ( 1260 dias)

      Ap 1.5-7 ;   ( 42 meses )  (Dn 7.21,25)

 

-               muitos  serão purificados, embranquecidos, provados  cf  cap 11.33, 35

-               novos períodos de tempo ( vs 11, 12 )

          *desde que for tirado o sacrifício contínuo e posta a abominação

 (1290 dias)   (Dn 11.31 ;  8.10-14)

                           *bem aventurado  o que espera e chega até 1335 dias

                           * Daniel estará na sua sorte no fim dos dias (vs 13 )


Acontecimentos na corte dos reis

 



I - O reinado de Nabucodonosor

 

1 - Os Nobres Judeus (cap I)

 

a.    O cativeiro de Jeoiaquim e seus nobres (vs 1 e 2)  - (II Rs 24.1-4/ II Cr 36.5-7)

b.    A determinação do Rei ( vs 3 a 5)

c.    Os nobres escolhidos ( vs 6 e 7)

      seus nomes:

- Daniel                  significados:      Deus é meu Juiz

- Hananias                                      Jeová é clemente

- Misael                                           Quem é igual a Deus

- Azarias                                          Ajudado por Jeová

novos nomes:

- Beltessazar          significados:      Bel protege sua vida

- Sadraque

- Mesaque

- Abednego                                      Servo de Nego

 

d.    O propósito de santificação ( vs 8 a 16)

e.    Os dons dados por Deus ( vs 17 a 21)

- dons comuns aos quatro: conhecimento e inteligência em letras sabedoria.

- dom específico de Daniel: entendimento em visões e sonhos

- foram achados 10 vezes mais sábios.

 

 2 - O Primeiro sonho de Nabucodonosor

 

a.    Os sábios não sabem dar resposta ao Rei (vs 1 a 13)

b.    Daniel e companheiros recebem socorro de Deus (vs 14 a 24)

c.    O sonho do Rei (vs 25 a 35)

A interrogação do Rei: O que será depois destas coisas?

 

A resposta de Deus: A Estátua.

1º Cabeça                  - ouro

2º Peito / braços         - prata

3º Ventre / coxas        - cobre

4º Pernas                    - ferro

5º Pés                         - ferro / lodo

6º A PEDRA CORTADA SEM MÃO  ** SE TORNA UM MONTE

    Os pés são esmiuçados e também o restante da estátua.

d.  A interpretação (vs 36 a 45)

     Nabucodonosor e seu reino é a cabeça.

    Sucedem-lhe outros reinos inferiores e com características próprias; representados nas partes de prata, cobre, ferro e ferro/lodo.

   O quinto reino seria um reino dividido (Questão: misturar-se-ão... com semente humana?)

     Mas a Pedra é o início de um grande, extenso e eterno reino.

      Todos os reinos anteriores seriam desfeitos.

                                           Questão: O que significa Pedra?

                                                           O que significa Monte?

                                                           Quais são os reinos representados na Estátua?

d.    Os jovens são honrados (vs 46 a 49)

 

3 - A Estátua de Ouro  (cap 3)

 

a.    A rebeldia de Nabucodonosor (vs 1 a 7)

b.    A fidelidade de três judeus (vs 8 a 18)

c.    O livramento ( vs 19 a 27)

d.    O decreto do Rei (vs 28 a 30)

 

4 - O Segundo Sonho de Nabucodonosor (cap 4)

 

a.    Antecedentes (vs 1 a 7)

É Nabucodonosor quem narra.

b.    O sonho da grande árvore (vs 8 a 18)

c.    A interpretação ( vs 19 a 27)

d.    Cumpre-se o sonho profético (vs 28 a 33)

e.    Nabucodonosor glorifica a Deus (vs 34 a 37)

 

 

II - O reinado de Belsazar (CAP 5)

 

1-    A Festa Profana ( vs 1 a 4)

 

2-    A Inscrição ( vs 5 a 12)

Ninguém a sabe ler, nem interpretar.

 

3-    Daniel repreende  (vs 13 a 24)

Daniel dispensa as honras.

Tendo Belsazar conhecido as maravilhas de Deus, não o glorificou, antes profanou os objetos que lhe foram consagrados.

 

4-    A tradução e interpretação da escrita (vs 25 a 31)

  - Leitura da inscrição:  MENE  MENE  TEQUEL  UFARSIM

- A interpretação:

Mene - Contou Deus o teu reino e acabou

Tequel - Pesado foste na balança e foste achado em falta

Peres - dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.

      - Naquela mesma noite morre Belsazar, o caldeu.

      - Assume o trono Dario, o medo, na idade de 62 anos. (Obs: Dario, filho de Assuero,                 da nação dos medos - (Dn 9.1)

 

 III -  O reinado de Dario (CAP 6)

 

1-    A Organização do Reino (vs 1 a 3)

(120 presidentes / 3 príncipes)

 

2 - A Artimanha de homens falsos (vs 4 a 17)

- O decreto injusto

- Daniel não se perturba

- A acusação e a sentença

 

3 - O Livramento (vs 18 a 24)

 - A atitude do Rei

- Um anjo fecha a boca dos leões

- A condenação dos ímpios

 

4 - Deus é glorificado por Dario (vs 25 a 28)