sábado, 4 de fevereiro de 2012

A mulher de Potifar.



No livro do Gênesis, capítulo 39, conta a história da passagem de José pela casa de Potifar, capitão da guarda do exército de Faraó.

Ele administrava os bens do ilustre egípcio, até que sua mulher imputa falsamente a José uma conduta desonesta. Contudo, ele apenas tinha rejeitado mais uma de suas propostas ilícitas.

Mas, o interessante é que quem “gritou” foi ela e Potifar a ouviu. O filho de Raquel apenas deixou sua veste na mão dela e fugiu.

Entretanto, quem estava com a razão era o jovem hebreu e Deus continuou a estar com ele na prisão.  

Ela disse: “entrou até mim para deitar-se comigo, e eu gritei com grande voz.” 

Ela ganhou essa disputa literalmente no grito e com uma veste como prova, cujo dono trabalhava na casa.

O eunuco de Faraó perdeu um grande empregado, pois o Senhor o abençoava em tudo e foi precipitado e injusto no seu julgamento.

Nos nossos relacionamentos tem sempre alguém “gritando”, reclamando de algo ou alguém. Será que estamos discernindo a verdade ou dando ouvidos a quem “grita primeiro” sem um devido aprofundamento?


Pois é...



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