domingo, 7 de julho de 2013

O ofício do verdadeiro profeta.




No livro do profeta Ezequiel, capítulo 33, temos um ensinamento divino sobre a função do profeta de Deus.

No sentido geral, não se referindo aqui ao dom de profecia, todos aqueles que são discípulos do Mestre são seus profetas? Sim. São chamados para serem testemunhas. Testemunhas de quê? De sua Palavra.

O mensageiro deveria tocar a trombeta quando viesse o perigo. Em outras palavras, ele deveria anunciar a Palavra da parte daquele que o enviou.

Se Deus dissesse ao ímpio que certamente morreria e o vidente não anunciasse, o ímpio morreria na sua iniquidade, mas o sangue seria requerido dele – pois não avisara.

Entretanto, se avisasse e o ímpio não desse crédito, não se convertesse do seu caminho, então o ímpio morreria, mas o anúncio tinha sido feito – livrara a sua alma.

Nós hoje em dia, reinando com Cristo e sendo seu porta-voz, temos a mesma responsabilidade? Sim, certamente.

Temos dois caminhos a escolher: dizer a Palavra ou não. Aqui não tem mais ou menos. A Palavra é uma só, então, o que temos são falsos profetas e verdadeiros. Aqueles que querem anunciá-la e anunciam e outros que não anunciam.

Dentre aqueles que não estão na primeira alternativa, temos alguns casos diferenciados como: uns que anunciam apenas parte da mensagem, outros a trocam por filosofias, ciência e mitos.

Quando saem de sua chamada (se é que foram mesmo chamados) querem ainda ser respeitados como profetas, mas esquecem de que a honra vêm de se pregar a Palavra e não ao contrário. Saindo de sua função vem é desonra, vilipendio. O que fazer? Voltar o mais rápido possível. Por quê? Porque o compromisso divino é com sua Palavra. Não é com o profeta, seja quem for.

Pois é....









  





                  

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