sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A angelical guerra no céu do Apocalipse.





No objetivo de dar prosseguimento ao estudo linear da Revelação, dada pelo Senhor ao discípulo amado. Ao se tocar a sétima trombeta, analisado nas postagens anteriores, inicia-se uma sequência de outras visões no livro do Apocalipse.

No capítulo 12, temos a igreja sendo representada por uma mulher, grávida e com ânsias de dar à luz. Ela tem anunciado o nascimento do Deus Homem desde o livro do Gênesis, uma longa gestação aos olhos humanos, mas para o Altíssimo, é o tempo que já tinha projetado a salvação da humanidade através do sangue do Cordeiro, e disse ao apóstolo Pedro que Ele mesmo executaria essa missão: “edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. ”

Outro sinal no céu também é visto: um grande dragão vermelho, sete cabeças e dez chifres e, sobre a cabeças, sete diademas. Mostra estultícia, as sete cabeças, se apresenta de inúmeras formas, “transfigura-se até em anjo de luz” e os dez chifres é indício de uma quantidade de poder muito grande, não devemos se iludir, é uma das mais poderosas criaturas dEle, entretanto, também formado pelo Criador. É um ser muito glorioso, tanto que o profeta Ezequiel disse que ele andava no meio das pedras afogueadas e que toda pedra preciosa era a sua cobertura, até que se achou iniquidade nele.


O sacrifício de Jesus purificou até os céus, e os anjos rebelados e os outros indecisos precisavam tomar uma posição, por Deus ou contra Ele. Satanás e os anjos arrastados por sua cauda, foram derribados e lançados sobre a terra. Parou diante da mulher, querendo tragar o Filho, mas Ele foi escondido em Deus, apesar da perseguição desde o Herodes, matando as crianças em Israel.



Agora, o dragão derribado e seus anjos, não podem nada contra o Filho e vão perseguir a mulher. Fazem guerra ao resto da sua semente, que são os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.

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