segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Os mil anos e a destruição do Dragão.





Após a destruição dos inimigos de Deus, nos capítulos 17 a 20 de Apocalipse, o apóstolo João descreve agora a destruição do Dragão, a antiga serpente, que rasteja no pó, sem entender as coisas espirituais, pois está preso em cadeias de escuridão, por um tempo de mil anos, desde que ele se rebelou contra Deus.

Esse período de mil anos é semelhante ao tempo daqueles que aceitaram a Jesus como Senhor, vivendo e reinando com Ele – os santos participam da glória divina, vencem a besta, não recebendo o sinal dela em suas testas nem em suas mãos.

Esse período de mil anos, harmoniza também com os reinos deste mundo, como descrito no livro do profeta Daniel, bem como do Reino que não será jamais destruído e será estabelecido para sempre, mas sendo levantado durante o reinado desses impérios mundiais, reconhecido pelo rei Nabucodonosor: o Céu reina!

Esse período de mil anos, corresponde ainda ao tempo da primeira ressurreição. Na conversão, quando se passa da morte espiritual para a vida, cujos participantes não tem poder a segunda morte, a morte eterna, sendo sacerdote de Deus e reinando com Ele.

Esse período de mil anos, coincide com o tempo no qual os outros mortos “não reviveram”, com o Evangelho sendo pregado aos homens, espiritualmente mortos para Deus.

E, finalmente, esse período de mil anos condiz ao tempo da revelação de Deus, a pregação do Evangelho, desde o princípio do mundo até o aniquilamento dos reinos na vinda de Jesus.

Sendo que, aqueles que vivem e reinam com Cristo, aqui durante os mil anos, também viverão e reinarão com Ele a eternidade toda. Aqui, os mil anos são colocados no futuro, descortinando o período eterno da glória de Deus, que se manifestará em sua plenitude.

No verso 7 ao 10, do capítulo 20 de Apocalipse, temos o relato da destruição de Satanás junto com os anjos que “caíram” com ele na terra e presos espiritualmente em trevas. Serão soltos e subirão contra a cidade amada, entretanto, descerá fogo do céu e os devorará, como descrito também no livro do profeta Ezequiel.

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre os mil anos e a destruição do Dragão. Segue abaixo o link para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema. 







sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A batalha do Armagedom.



A batalha do Armagedom está descrita no livro do Apocalipse, nos capítulos de 17 ao 20, com uma explicação detalhada em ralação ao fim. A destruição determinada por Ele sobre tudo aquilo que se opõe ao Cordeiro e ao seu povo: a Babilônia, o falso profeta, o dragão.

Há alegria e triunfo no céu após a destruição da grande Babilônia, com a manifestação da justiça divina. Muitas almas foram degoladas por causa do testemunho de Jesus, existindo um clamor por vingança e o anseio do Senhor por fazer justiça no tempo certo, que agora chegou.

Uma revelação que avança até o futuro, entretanto, os seres viventes nos céus tem por certo esta determinação do Criador.

No verso 11 a 14, do capítulo 19 do livro da Revelação, mostra o Senhor Jesus preparado para a batalha, com destaque para “Fiel e Verdadeiro” e julga e peleja com justiça. Os exércitos dos céus os seguiam em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.

Do outro lado, mostra o evangelista e apóstolo, que estão a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos. A besta foi presa e com ela o falso profeta foram lançados no lago de fogo ardente.

E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.


Pois é...





sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A Palavra de Deus permanece para sempre!


O Eterno nos conhece muito bem. Até melhor que nós mesmos e se Ele der um testemunho nosso, bem, é exatamente o que somos. Isso certamente se perpetuará e o seu depoimento se confirmará, porque Ele é Deus.

Vemos isso na declaração dEle a respeito de Jó. Disse: que ele era sincero, reto, desviava do mal e era temente ao Senhor.

Adversidades se levantaram, entretanto, somente corroboraram com a declaração daquEle que tudo sabe e não é influenciado, ou está limitado ao tempo.

Perdeu família, bens, saúde e até amigos, contudo permaneceu esperando naquEle que tudo vê e pode.

No final, o seu redentor, que vive eternamente, se apresentou, o surpreendeu dando-lhe novamente novos filhos, riqueza dobrada, saúde e agora mais experiência.


Esperemos pois nEle, pois só a Palavra dEle é que subsiste! 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pedro e João perante o Sinédrio.


Logo após a cura divina do coxo à porta do templo chamada Formosa, nesta enfermidade desde o ventre de sua mãe, os apóstolos foram levados presos pelos sacerdotes e saduceus, porque eles se doíam muito que ensinassem o povo e anunciassem em Jesus a ressurreição dos mortos.

O número dos convertidos chegou a cinco mil e o questionamento dos religiosos daquela época foi: com que poder ou em nome de quem fizestes isto?

Pedro, cheio do Espírito Santo lhes anuncia o Evangelho e as autoridades eclesiásticas, diante de tantos testemunhos e até do próprio coxo, lhes ordenaram que não falassem mais no nome de Jesus.

Deus deu graça aos seus discípulos e responderam com sinceridade e honestidade: julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.

Unânimes levantaram a voz ao Senhor e disseram: olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua Palavra!

Temos agido assim também?  

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Os dois alicerces.


Na vida cristã estamos sempre ouvindo o ensino do Mestre e praticando, por isso não existe cristão não praticante. Não existe?

Quando a doutrina e a execução não estão englobadas num mesmo conjunto, temos um grande problema? Sim.

O discurso e o exercício precisam andar compassadamente, sempre e quanto maior a distância deles, mais distante estaremos de um cristianismo verdadeiro. Disso surgem as heresias, desvios bíblicos e relativismos? Certamente.

Se o cristão não praticante existe no dia a dia, na Palavra não o encontraremos. Por que? No céu só veremos aqueles que mesmo sem ter nomes, reconhecimento, obedeciam aos mandamentos divinos, muitas vezes só pela sua consciência, sem saber ao certo que estavam vivendo de acordo com a doutrina dEle? É.

Muitos dirão naquele dia “em teu nome, ..., mas Ele dirá: não vos conheço.” Porque não praticavam a Palavra.

O céu é um lugar santo e o Senhor também, então, para morarmos com Ele, precisamos começar a treinar aqui? Obviamente.

O apóstolo diz: aquele que mentia, não minta mais, ..., falava mal do próximo, não aceites mais afronta, subornava, não subornes mais...

Difícil, impossível e até inacreditável para alguns ser um cristão praticante, entretanto, deve ser melhor saber da realidade do que ficar se enganando. Não?