segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Humildade.






Logo na criação do homem no jardim do Éden, já temos ali exemplos sendo traçados de humildade e soberba.

Um querubim ungido para proteger, cheio de sabedoria e glória – só que se ensoberbeceu e quis fazer o seu próprio reino ao norte, abandonando o seu trabalho cotidiano, sua ocupação. Já está julgado e condenado!

Aquele que se separa, insurge-se contra a verdadeira sabedoria e busca seus interesses, diz o sábio.

Do outro lado, ele esculpe dos materiais do pó, um ser humano frágil, mas que se andar na obediência e em Sua vontade, será eterno junto com Ele. Seremos deuses, diz o salmista, ou entre os deuses daremos louvores? É.

Lembrando ainda que diante da honra vai à humildade...

Qual dos caminhos temos escolhido?


Pois é...






Heróis da fé.




           

No capítulo 11 da epístola aos Hebreus, temos vários exemplos de heróis que experimentaram escárnios e açoites, cadeias e prisões, foram apedrejados, cerrados e tentados. Mas, tiveram testemunho de fé e estão guardados em Deus para nosso aperfeiçoamento.

No livro de Judas temos maus exemplos como Sodoma e Gomorra, Caim, Balaão, Coré: árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas, estrelas errantes – segundo o texto sagrado.

Temos muitos exemplos, mas em quais temos nos espelhado? 

O exemplo pessoal também é exigido pelo apóstolo Paulo de seu auxiliar Timóteo e Tito – ele mesmo também disse: “sede meus imitadores”. 

Na primeira epístola do apóstolo Pedro tem uma orientação aos pastores que deveriam servir de exemplo ao rebanho. 
O próprio mestre Jesus também pautou seu ministério no exemplo. 


E nós, que exemplos temos dado e quais temos seguido?






O crescimento traz oportunidades.

No livro dos Atos dos Apóstolos, no capítulo 6, temos a constatação do crescimento do número de discípulos e uma murmuração no seio da igreja. Possivelmente os doze escolhidos estavam muito ocupados e disseram: “Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas”. As tarefas eram muito dignas, mas não eram as prioridades. O que uma comunidade precisa mais de um pastor? Oração e Palavra. O dom, a chamada para pastorear, deve ser reconhecida pela comunidade cristã, e uma das características marcantes, além do exemplo, maturidade, comunhão e outras imprescindíveis: é o conhecimento e dedicação à Palavra? Sim. Se assim não for, o que teremos? Ativismo religioso? Gestores ocupados em atingir metas? Provavelmente. O crescimento traz oportunidades para que Ele desperte no meio dos seus, irmãos dispostos a auxiliarem na administração, nas finanças, nas leis, na construção? Sim. A nobre e sublime ocupação pastoral muitas vezes pode exigir do clérigo estas atividades, mas ele nunca deveria se perder nelas? Sim. Oremos, pois para que nossos pastores tenham o mesmo discernimento. Pois é...

Iludiste-me, ó SENHOR!



        
O profeta Jeremias usou esta expressão, como que questionando ao Senhor sobre a sua situação. 

O povo não aceitava a orientação dada por Deus e inclusive, Pasur, sacerdote que havia sido nomeado presidente na casa do Senhor também não gostou de ouvir a Palavra divina que Judá seria entregue nas mãos do rei de Babilônia. 

Então, feriu ao profeta e o lançou no cepo...

Em algumas versões é mais forte este termo como se ele tivesse sido enganado.

E nós, estamos também nessa situação? Enfrentando dificuldades ao fazer o que Ele nos mandou? 

Hum...

Pois é...


Muitas vezes ou, quase sempre, e, dizendo mais acertadamente, ao militarmos legitimamente, como diz o apóstolo Paulo, estaremos tendo oposição? Sim.

“O próprio Estevão, ao ser morto, disse aos seus falsos acusadores:” a qual dos profetas seus pais não mataram?” Jesus disse também: Jerusalém que matas os profetas e os que te são enviados...

Que tal o sábio Salomão ao dizer que o que rachar lenha expõe-se ao perigo?


Dependendo de nossa comunhão e crescimento espiritual, ou em alguma fase de nossa caminhada, não passamos por esta situação? Achando-nos iludidos?


Mas vemos ao decorrer da história que quando Nabucodonozor conquista Jerusalém, manda seu general cuidar de Jeremias.


Estevão em sua morte viu os céus abertos e nós? Nós também teremos o socorro dEle, sua direção e o escape!



sábado, 13 de julho de 2013

A atitude nobre dos bereianos.





Na segunda viagem missionária do apóstolo Paulo em companhia de Silas e Timóteo, tem um detalhe importante ressaltado pelo escritor do livro de Atos, no verso 11 do capítulo 17 – uma atitude, exaltada por Lucas: “porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.

Um exemplo que ainda precisamos repeti-lo. Estar pronto para ouvir, mas também a conferir com as Escrituras se aquilo é verdadeiramente assim. Isso na verdade é fundamental: julgar as profecias.

Oratória? Comichões nos ouvidos? Bíblias comentadas? Epicureus pós-modernos? Hum...

Somos levados muitas vezes pela boa oratória, emoção, ideias de felicidade e pensamentos que queremos ouvir, mas como está colocado este assunto na Bíblia? Será que é assim mesmo?

A nobreza dos nossos irmãos da Tessalônica deve ser nossa também. A nossa crença está baseada na credibilidade de uma instituição, por melhor que seja? Ou num pregador famoso? Um teólogo conceituado? Não. Nem que fosse um anjo do céu que dissesse algo sem base no livro sagrado...

É um risco muito grande quando agimos cegamente, ou aceitarmos de bom grado uma mensagem sem conferi-la. Precipitação? Preguiça? Falta de interesse ou outros diversos?

Nunca se viu tanta Bíblia comentada como nos dias de hoje, isso é bom em parte. Se o comentarista estiver certo, muitos irão adiante ao seu caminho, mas... e se estiver errado? Não digo nem mal intencionado, que também existe. Não seria um cego guiando outro?

 Alguns acham que é desonra conferir, ou falta de credibilidade. Mas é o contrário, se é Palavra Divina, por que não confrontá-la com as Escrituras? 

A nobreza está em sempre conferir!
  

Pois é...

domingo, 7 de julho de 2013

O ofício do verdadeiro profeta.






No livro do profeta Ezequiel, capítulo 33, temos um ensinamento divino sobre a função do profeta de Deus.

No sentido geral, não se referindo aqui ao dom de profecia, todos aqueles que são discípulos do Mestre são seus profetas? Sim. São chamados para serem testemunhas. Testemunhas de quê? De sua Palavra.

O mensageiro deveria tocar a trombeta quando viesse o perigo. Em outras palavras, ele deveria anunciar a Palavra da parte daquele que o enviou.

Se Deus dissesse ao ímpio que certamente morreria e o vidente não anunciasse, o ímpio morreria na sua iniquidade, mas o sangue seria requerido dele – pois não avisara.

Entretanto, se avisasse e o ímpio não desse crédito, não se convertesse do seu caminho, então o ímpio morreria, mas o anúncio tinha sido feito – livrara a sua alma.

Nós hoje em dia, reinando com Cristo e sendo seu porta-voz, temos a mesma responsabilidade? Sim, certamente.

Temos dois caminhos a escolher: dizer a Palavra ou não. Aqui não tem mais ou menos. A Palavra é uma só, então, o que temos são falsos profetas e verdadeiros. Aqueles que querem anunciá-la e anunciam e outros que não anunciam.

Dentre aqueles que não estão na primeira alternativa, temos alguns casos diferenciados como: uns que anunciam apenas parte da mensagem, outros a trocam por filosofias, ciência e mitos.

Quando saem de sua chamada (se é que foram mesmo chamados) querem ainda ser respeitados como profetas, mas esquecem de que a honra vêm de se pregar a Palavra e não ao contrário. Saindo de sua função vem é desonra, vilipendio. O que fazer? Voltar o mais rápido possível. Por quê? Porque o compromisso divino é com sua Palavra. Não é com o profeta, seja quem for.

Pois é....