quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Ratificando as três dobras

O texto em destaque faz parte de uma reflexão sobre o valor do companheirismo e da união humana (Ec 4.9-12). O autor argumenta que um homem sozinho é vulnerável, mas dois conseguem se defender melhor. Quando se adiciona uma terceira dobra, a resistência da corda multiplica-se de forma exponencial, tornando-a extremamente difícil de romper. É muito utilizada para representar a união entre o marido, a esposa e Deus no centro da relação. Ainda na seara de casamento, a Palavra não reprime a esposa de Jó por causa deste momento que a caracteriza negativamente como não tendo dado apoio ao marido em sua tremenda prova de fé. Deus restituiu os filhos e possivelmente (digo eu) com a mesma esposa, sem mais detalhes maiores ou menores. Fugindo das especulações, então o Senhor não a repreendendo, por isso, não é razoável entrar nessa linha de argumentação sem respaldo bíblico. Assim sendo, voltando ao tema proposto, o cônjuge é muito importante nestas horas de aflição de umas das dobras, por isso é que o Eterno recomenda dois e não um e Salomão assim se expressa no Eclesiastes: "E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa" (Ec 4.12). Ainda continuando no raciocínio inicial, outro exemplo de esposa para tratar deste assunto: Rebeca. Ela foi atenta e prudente quando seu marido iria “errar” abençoando o maior, enquanto tinha revelação divina que deveria favorecer o menor, ela interveio com muita inteligência. Faltar-se-ia tempo para continuar falando de Sara, Rute, Abigail, Priscila, e, enfim, novamente ratifico a recomendação bíblica das três dobras!

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