sexta-feira, 24 de junho de 2011

Naamã e a menina israelita.

“E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.” II Rs 5.3.

Um texto intrigante. Uma menina raptada, longe de sua família. Estaria com saudades? Sim. Um pouco triste? Sim. 

       Entretanto, ao ter uma oportunidade de testificar de Deus, não hesitou e era para um general leproso, seu senhor. Apenas uma palavra simples, mas corajosa e cheia de fé. 

       Diante de nossas adversidades, qual têm sido nossas palavras?  Murmuração? Temos titubeado? Ela não poderia solicitar a ele que a devolvesse para seu país e família? Não seria justo? A Bíblia não relata se ela fez isso posteriormente, mas o objetivo principal dela ter sido raptada era transmitir a verdade. Naamã certamente veio a se tornar um homem de fé também. (Vs. 17, 18) Esse era o propósito de Deus, por isso Ele tinha permitido sua desavença.

Ela discerniu o tempo, teve seu enfoque bem firmado.

Temos tido discernimento para falarmos na hora certa? Estamos aproveitando as oportunidades? Temos entendido os propósitos de Deus para nossa vida, mesmo em situações adversas?

Ele não tem o domínio de tudo? Sabe do que precisamos, ainda melhor do que pensamos.

Outro questionamento relevante é: teríamos dado crédito à palavra de Deus se ela fosse direcionada a nós, mesmo através de uma menina? 

Pois é...


 “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.” Pv 25.11


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