domingo, 31 de janeiro de 2016

Abertura dos seis primeiros selos.




No seu capítulo 6, do livro da revelação temos a abertura dos selos ao Cordeiro abrir o livro. 

O primeiro selo fala de um cavalo branco trazendo mais um desígnio divino. Em comum com o Salmo dois, Deus já colocou o seu ungido e decretou: “recitarei o decreto, tu és meu Filho...”. Tudo está entregue a Jesus? Sim. 

O princípio de tudo é que em Cristo Jesus está a primazia. E vem a orientação do salmista: “beijai o Filho...”.

Outro Salmo também continua a revelação: ”cavalga prosperamente pela causa da verdade”.

No segundo temos outro cavalo, agora vermelho e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra. Quem não aceita a soberania divina, o príncipe da paz estará sujeito a males diversos. O ímpio não tem paz!

No terceiro fala de limitações na face da terra, mas existe uma ordem para não danificar o azeite e o vinho.  Ele derramaria em abundância do seu Espírito.

No quarto temos mais adversidade àqueles que não se submetem ao reinado do Filho.

Já no quinto temos almas debaixo do altar. Estão na lembrança dEle os que passaram desta vida aprovados por Ele? Sim. Uma saudade dos seus? Sim. Ele não fez justiça imediata aos seus desde Abel, Estêvão. Quer o aprimoramento de todos do  corpo? Sim. 

Vidas que foram apresentadas como sacrifício vivo no altar dEle como explicado no livro dos levitas no capítulo 6 e versos 10 e 11.

E o sexto selo, o que é? O fim do mundo com a justiça final. Mas, o que é o fim do mundo? “O céu retirou-se como um livro...” - um abalo total no planeta.

No sétimo selo apenas diz que para cumprir os desígnios de Deus acontecimentos acontecerão de acordo com o toque das trombetas.


Pois é...




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