segunda-feira, 27 de março de 2017

A transfiguração.


Os evangelhos segundo escreveram Mateus, Marcos e Lucas relatam o episódio no qual o Mestre aparta três de seus discípulos e os leva a um alto monte.

O médico amado conta que o Senhor estava orando e mudou a aparência de seu rosto. Também suas vestes ficaram brancas e muito resplandecentes.

Dois homens falavam com Ele a cerca de sua morte, os quais foram lhe revelados serem Moisés e Elias.

Uma voz do céu fez com que os discípulos caíssem: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.

Primeiramente poderíamos admitir que Jesus não quis dar essa revelação aos outros enviados? Sim, até advertiu-os para que não contassem.

Talvez não suportariam? Certamente.

A morte dEle era o tema daquela conversa e é o ponto mais alto da Palavra? É.

Desse momento em diante estava sendo colocado um novo concerto, no sangue do Cordeiro e os profetas e a lei concordam em Cristo? Obviamente.

Os profetas ansiavam por ver esse dia e a lei testificou do Messias na sua totalidade.

O Eterno desce do monte e revela a eles que Elias já tinha vindo e fizeram com ele o que quiseram, então entenderam que Ele falava de João Batista.


Uma experiência e tanto para firmar a fé dos apóstolos e prepará-los para os acontecimentos vindouros!


sexta-feira, 24 de março de 2017

José, o escolhido.

O evangelista declara a enorme grandiosidade do escolhido para ser pai do homem Jesus ao tentar deixar Maria secretamente, para não infamá-la depois de identificada a sua gravidez.

Mas era honesto e submisso ao Senhor e obedeceu ao mandado: não a deixes e o nome será Jesus!

Também muito humilde a ponto de não questionar a orientação de fugir para Egito e demores por lá!

Voltou do Egito na direção do Altíssimo e avisado em sonhos por revelação foi para Galiléia.

Que homem qualificado! 

Bem, e alguns pensam que o Eterno opta por qualquer um que aparece!


Pois é...

sábado, 18 de março de 2017

“Quer ouçam quer deixem de ouvir”.

O profeta cujo nome significa “Deus fortalece”, descreve, no capítulo introdutório, a glória divina. Os seres viventes, que assistem diante do Eterno, mais a frente são identificados pelo vidente, como querubins, no capítulo décimo, figura relatada pelos coatitas quando levavam a arca da aliança no Velho Testamento e o salmista também recita que o Senhor voa em cima dos querubins.

No começo de seu ministério, mudo, mas o Criador abria sua boca no momento certo e com orientações precisas do que falar.

Deitou de seu lado esquerdo trezentos e noventa dias (Israel) e depois quarenta dias do lado direito (Judá), significando os anos que Ele esteve falando com o seu povo para se arrependerem. Com comida e água regrada, sendo que, a alimentação misturada com esterco humano, mudado para esterco de vacas, diante dos olhos do povo, significando o que aconteceria a eles como juízo divino.

Outra encenação foi a raspagem de todo cabelo de seu corpo e colocando numa balança e divisão em três partes. Morreriam em Jerusalém muitos pela espada e fogo. Outros tantos seriam espalhados pelo mundo, com espada atrás deles.

Um pouquinho, porém, ficaria na borda de seu vestido, mas com juízo.

A obediência de Ezequiel em cumprir suas tarefas, mesmo aquelas mais extravagantes, foi a característica marcante de seu ministério, um exemplo para mantermos submissos a Ele, mesmo com o tempo já decorrido e as experiência aumentando.

Pois é...

sábado, 11 de março de 2017

Timóteo: o filho na fé de Paulo.

 “Aquele que honra a Deus” acompanhou o apóstolo Paulo em suas caminhadas e por ordem dele, o jovem pastor Ficou em Éfeso com a preocupação de manter a doutrina e se afastasse de fábulas, genealogias, evitando contendas.

Quanto aos cuidados pessoais, exortou ao discípulo que pelejasse a boa milícia pelas profecias houveram para ele, sobre o seu ministério, conservando a fé e a boa consciência.

Recomenda a orar por todos os homens e por aqueles que estão em eminência para que tenhamos uma vida quieta e sossegada.

Ensina como a mulher de Deus deve se vestir: traje honesto, com pudor e modéstia, sem ostentações e com boas obras.

Anima os candidatos ao episcopado, entretanto enumera as qualificações inclusive quanto a casa do presbítero.

O bispo deveria ser casado? Não. Se casado, que fosse de uma mulher, no sentido de não divorciados, separados e pior ainda, sendo casados novamente. Não servem para ser anciãos!

Para o presbitério precisa também ser aptos para ensinar, diferentemente dos diáconos, isso não é cobrado.

As mulheres diaconisas devem ser honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo.


Não significa que as mulheres dos que servem às mesas deveriam ser assim, pois isso não é exigido do episcopado que é mais rígido.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Façamos o homem a nossa semelhança!

Criou Deus o homem a sua imagem com capacidades de domínio, cercado de honra e primeiramente foi gerado Adão e depois Eva. 

O título podia ser também a alma vivente? Sim. Um ser que desfruta da VIDA? Certamente.

Tinha a sua ocupação de lavrar e guardar o Jardim do Éden, normas e liberdades.

Deveria dar nomes aos animais, muita inteligência, não?

Proveu de forma uma forma tão poética a sua companheira e entendeu o plano divino, não só para ele como também para toda a raça: uma só carne, deixar pai e mãe, osso dos meus ossos.

As dificuldades logo vieram na forma da tentação e queda na única árvore que não podia comer!

A mulher que tu me deste, foi sua defesa, entretanto, a mulher passa a responsabilidade para a serpente.

Sentenças são colocadas, no suor de teu rosto comerás o teu pão, dores na conceição, inimizade entre a mulher e a serpente.

Foi lançado fora do jardim e o acesso à árvore da vida lhe foi vedado? Obviamente.

Seus filhos tem inclinações diferentes, tendo Abel mais afinidade com o Criador? É.

Viveu 930 anos e morreu...


O propósito do Eterno, ao homem gerado, foi muito nobre ao lhe fazer a sua imagem e semelhança, participante de sua natureza e que lhe daria muitos trabalhos!

Pois é...

quarta-feira, 1 de março de 2017

Olhando a trave e o argueiro com misericórdia.

Existe uma tendência humana em atenuar nossas faltas e darmos ênfase às dos outros? Sim.

Ao analisarmos a diferença entre argueiro e trave, certamente a trave deveria conseguir mais atenção? É.

Segundo o ensino do Mestre, damos atenção ao cisco no olho do nosso irmão, entretanto temos problemas maiores que não damos crédito, ou desprezamos.

Igualmente precisamos ter misericórdia de nós mesmos, (pois alguns se cobram muito) e também dos outros.

Se esforçamos para melhorar, não pode faltar o entendimento que dependemos na maior parte da graça divina para alcançarmos melhorias? Obviamente.

E os outros? Bem, como depende identicamente mais de Deus, é indispensável estarmos submissos a Ele nesse quesito? Certamente.

O juízo deve ser sob medida, com misericórdia e direcionados pelo Eterno para que da mesma forma sermos julgados nesse ou outros casos!


Pois é...