sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Tolerando falsos ensinamentos

Deus ratifica que as últimas obras são maiores que as primeiras, sobre a igreja em Tiatira. Lá Ele elogia que o amor, fé, serviço e perseverança da comunidade eram maiores no final do que no início. Embora a igreja fosse elogiada pelo crescimento das obras, ela também recebeu críticas por tolerar falsos ensinamentos. O contrário desse quadro é a estagnação, uma condição ou estado do que se encontra estagnado; que não flui nem se movimenta. O apóstolo Paulo na epístola aos Hebreus, capítulo sexto exorta o crente precisa deixar os rudimentos da doutrina de Cristo, prosseguindo até a perfeição, pois se espera coisas melhores e uma das coisas que acompanham a salvação é o crescimento espiritual, para uma completa certeza da esperança, inclusive para não tolarar falso ensinamentos. Salomão em sua sabedoria observou que o caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam, mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito e que só acham o conhecimento do Eterno aqueles que estão atentos a ouvir e coração inclinados ao entendimento, que clamam por conhecimento e por inteligência alça a sua voz. Na segunda epístola do apóstolo Pedro, ele nos mostra a importância de crescermos na graça e no conhecimento de Cristo Jesus para que não sejamos arrebatados pelo engano dos homens abomináveis e possamos descair da nossa firmeza. Enfim, o profeta Oséias vaticinou que o povo de Israel foi destruído por falta de conhecimento. Por terem rejeitado o conhecimento, Deus os rejeitaria como seus sacerdotes. Esses dormentes desprezam assim o conhecimento que vem da boca do Senhor! Assim, o aperfeiçoamento em Cristo não deve ser parado em momento algum, pois como alerta o profeta Ezequiel, há um grande risco na estagnação: “Mas os seus charcos e os seus pântanos não serão feitos saudáveis; serão deixados para o sal” Ez (47.11) e como Jesus disse: ”ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lc 9.62).

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