quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Os três amigos de Jó.



No livro de Jó, relata-se uma história, na qual Deus dá testemunho de um ser mortal. Diz Ele: “homem sincero, reto e temente; e desvia-se do mal”.

O que diria Ele de nós? Seria este o nosso testemunho pessoal diante Dele?

Contudo, Ele permitiu ao adversário tocá-lo em tudo que ele tinha menos sua vida. 

De uma hora para outra perdeu muitas posses, filhos. Sua esposa, não discernindo o que estava acontecendo, sugeriu a ele que amaldiçoasse a Deus e morresse.

Que prova, hein? Será que Deus ainda continua a provar os seus servos assim? 

Depois disto, os seus amigos combinaram ir consolá-lo, mas, o que vemos, são acusadores sem piedade e entendimento.

Um jovem, Eliú, repreendeu a todos - após esperar a sua vez de falar. 

Os amigos de Jó agiram de modo irresponsável contra ele e não disseram de Deus o que era reto.

Eis uma questão: como temos julgado as pessoas? Temos agido com misericórdia nas suas dificuldades?

Ao invés de ajudá-las, ao julgarmos incorretamente, poderemos até piorarmos as suas situações. Assim, estaremos sujeito à correção divina, como os supostos amigos mencionados neste texto.

Se eles não entendiam claramente o que estava acontecendo, o melhor não seria apenas chorar com ele, sentindo a sua dor? 

Por fim, após esclarecimento de tudo, inclusive do defeito de Jó, de se justificar; Deus recebe a oração do servo sincero e diz a Bíblia que o Senhor aceitou a face dele, e ainda lhe concede tudo em dobro.

Provação, julgamentos, aperfeiçoamento, discernimento, paciência, justiça divina, acusação e testemunho da vida de um mortal - são os assuntos inerentes a este livro.

Qual deles estaríamos necessitando de uma possível melhora? Um deles, alguns ou em todos?


Que Ele nos ajude! 


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