terça-feira, 3 de janeiro de 2017

"Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado?"


No primeiro livro do profeta Samuel, capítulo 16, temos uma narrativa na qual, o Senhor chama a atenção do seu servo quanto a ter dó do rei Saul.

A pena do sacerdote se justificava? Ele tinha mais misericórdia do que Deus? Certamente que não.

O erro que culminou com a Palavra de julgamento divino pode parecer pequeno aos nossos olhos, entretanto, a sentença não foi mudada.

É bom relatar que Samuel, em toda a sua impecável trajetória não recebeu nenhuma reprimenda, a não ser essa.

O pecado e sua remissão é envolvido em mistério, pois a Palavra diz que até Judas, o apóstolo que traiu Jesus, buscou o arrependimento com lágrimas e não encontrou.

Davi, por outro lado, apesar das conseqüências de sua desastrosa atitude, alcançou do Eterno o perdão.

O que leva um exemplar herói da fé a ter consternação a alguém de natureza não inclinada às coisas divinas?

Sermos perseverantes em buscar respostas favoráveis a nosso respeito ou em relação a alguma pessoa tem limites? Sim.

O profeta/sacerdote, homem de Deus não retoma mais esse assunto... 

Pois é...


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