sábado, 13 de agosto de 2011

“Senhor, exalta sobre nós a luz do teu rosto.”


No quarto salmo temos esta expressão de Davi. No início dele, clama a Deus por misericórdia, ora a Ele na sua angústia. No versículo segundo ele profetiza pelo Espírito: “Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira?” – e responde que Deus separa para si aquele que é piedoso e ouve a sua oração.

            O salmista estava em angústia, mas tinha certeza que se sua vida fosse de piedade diante Dele, Ele ouviria a sua oração.

            Quem nunca esteve numa situação de angústia clamando a Deus. Mas, se estivermos vivendo de maneira ímpia, seremos respondidos? Não.

            Ao ímpio resta se calar, falar com seu coração em sua cama, se perturbar e parar de pecar. Por quê? Porque o ímpio não tem paz. Mas, dizei ao justo que bem lhe irá, diz o texto bíblico.

            Deus por acaso quereria a destruição dos ímpios? Não, Ele quer que eles se convertam, ofereçam sacrifícios de justiça e confiem no Senhor.

            Onde está o bem? Aí entra o pedido do escritor, que está destacado no título destas linhas: “Senhor, exalta sobre nós a luz do teu rosto.” Só o Pai das luzes é que pode exaltar sobre nós a Sua luz...

            “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes...” Tg 1.17a    
  
            No versículo seguinte deste salmo, temos: “Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho.” - a alegria Dele é nossa força?

            E continua no próximo: “Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança.”


            Todos que se achegam a Ele mesmo angustiado, mas vivendo em piedade, irão dormir tranquilos e seguros? Certamente que sim!




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