terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Paulo, o apóstolo pentecostal.


No livro de Atos dos Apóstolos, após a chamada do doutor Paulo para a obra missionária, destaca de maneira bem clara a importância deste servo de Deus no prosseguimento da história da igreja. Quantos ensinamentos nas epístolas, que por intervenção divina, chegaram a nós nos dias de hoje – na chamada pós-modernidade.  

Um destes ensinamentos foi sobre a importância prioritária, palavra minha, do dom de profetizar. O que é isso? É ser mensageiro de sua Palavra.

Temos valorizado o dom de profetizar acima dos outros?

Ele mesmo mandou a seu filho na fé: “pregues a Palavra em tempo e fora de tempo”. É tempo de pregar? Pregue. Agora não é tempo? Então, pregue. Não seria isso?

Nas duas epístolas ao jovem pastor Timóteo, ditas pastorais - um de seus últimos escritos, segundo estudiosos, ele enfatiza sempre a importância da pregação bíblica genuína.

No capítulo 14, da primeira epístola dele à igreja em Corinto, usando contradições em relação à língua estranha, um sinal, que por muitos, ditos pentecostais, é supervalorizado em detrimento até mesmo da profecia. Mas, ele não ensinou isso!

Disse ainda: “quem profetiza edifica a igreja, fala aos homens, entretanto, a língua estranha edifica a si mesmo”. Segundo ele, o dom de línguas é um sinal para os infiéis e não para fiéis? Sim. Agora mudamos essa doutrina? Quase.

Valorizamos mais os sinais e não damos a devida atenção ao conteúdo? Sim. Deveríamos entender que os sinais “complementam” ou “fazem parte” da doutrina de Cristo? Sim.


Para concluir, descrevo parte do versículo 19, do capítulo acima citado: ”quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, do que dez mil palavras em língua desconhecida”.


E nós, o que queremos? Ah, não esqueçamos que ele falava línguas mais do que todos!


Pois é... 


















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