terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A sunamita e o profeta Eliseu II.


“E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores,
E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe.
E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio dia, e morreu.” II Rs 4.18-20

Continuando o comentário anterior, após aquele casal ganhar uma grande bênção - o seu filho, a Bíblia nos relata nos versículos 21 a 23, depois da morte dele, que a sunamita pegou-o e colocou na cama do profeta e foi atrás dele. Seu marido ainda a questiona, porque estava indo ao homem de Deus se não era lua nova nem sábado. Mas ela diz que estava tudo bem. Estava mesmo tudo bem? 

Eliseu a vê de longe e manda Geazí perguntar se estava tudo bem e ela respondeu que sim. (Vs. 25 e 26) Insisto, estava mesmo tudo bem?

Ao chegar perto do homem de Deus ela o questiona, pois não tinha pedido nenhum filho. (Vs. 28)

Geazí é mandado na frente a colocar o seu bordão sobre o rosto do menino. Mas nada acontece. (Vs. 31)

Eliseu chegou a casa dela e achou o menino morto. Fechou a porta do quarto e orou ao Senhor. Subiu na cama de deitou sobre o menino, pôs a sua boca e os seus olhos sobre os dele. A Bíblia diz no versículo 34 que "a carne do menino aqueceu".

Desceu, andou de um lado para outro e tornou a subir ao quarto e se estendeu de novo sobre o menino e ele espirrou sete vezes e abriu os olhos. (Vs. 35)

O profeta “lutou” com Deus em oração pelo filho da sunamita. Como anda as nossas lutas com Deus? Temos sido perseverantes? Ou temos para do já na primeira tentativa?

A sunamita foi buscar socorro na pessoa certa, em quem ou através do qual Deus lhe tinha dado o filho. Será que temos buscado socorro no local ou pessoa certa? Em quem nos deu a vida e a tem sustentado até agora - ou estamos aceitando caminhos ou intermediários falsos? 


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“DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.

Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.” Sl 46.1-5



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